Os juros da dívida portuguesa acentuaram a tendência de subida, numa manhã marcada por maior optimismo relativo à economia europeia e pela emissão de dívida de França.
Os juros das obrigações portuguesas a 10 anos ascendem 11 pontos base para 6,760% e a “yield” das obrigações a cinco anos avança 9,8 pontos base para 5,877%. A remuneração da dívida a dois anos sobe 5,3 pontos base para 4,367%, segundo indicam as taxas genéricas da Bloomberg.
Na Alemanha os juros também estão a subir, com os investidores a reduzirem a sua exposições à segurança relativa das “bunds” alemãs e a aumentarem a exposição aos activos de risco.
A “yield” da dívida a 10 anos cresce 2,6 pontos base para 2,964% e a remuneração das obrigações a cincos aprecia 2,7 pontos base para 1,889%.
Uma subida que não impede o prémio de risco que os investidores exigem para deter a dívida pública portuguesa me vez da alemã de subir para 379,6 pontos base.
A perspectiva de melhoria da economia está a impulsionar o mercado accionista e a abrir o apetite dos investidores pelo risco, que assim reduzem a sua exposição à segurança relativa do mercado de dívida.
Os investidores aguardam também a emissão de dívida de França, que vai leiloar títulos com maturidade em 2020, 2026 e 2029.
“Os dados positivos estão-se a refletir nas ‘bunds’ e os activos de maior risco estão a subir”, disse o estratega do Commerzbank, David Schnautz, à Bloomberg. “Antes da emissão francesa, uma subida das obrigações [cujo preço oscila em sentido contrário ao dos juros] vai ser difícil”, acrescentou.
Hoje será divulgada a confiança dos executivos e dos consumidores europeus, que deverá ter crescido em Dezembro segundo os economistas que antecipam os dados que a Comissão Europeia divulgará hoje. O ministério alemão da economia vai também divulgar as encomendas à indústria do país.
Os juros da dívida espanhola seguem a mesma tendência. Nas obrigações com prazo de 10 anos, o juro sobe 2,6 pontos base para 5,335% e nas obrigações a cinco anos a subida é de 1,3 pontos base para 4,680%.
Na Alemanha os juros também estão a subir, com os investidores a reduzirem a sua exposições à segurança relativa das “bunds” alemãs e a aumentarem a exposição aos activos de risco.
A “yield” da dívida a 10 anos cresce 2,6 pontos base para 2,964% e a remuneração das obrigações a cincos aprecia 2,7 pontos base para 1,889%.
Uma subida que não impede o prémio de risco que os investidores exigem para deter a dívida pública portuguesa me vez da alemã de subir para 379,6 pontos base.
A perspectiva de melhoria da economia está a impulsionar o mercado accionista e a abrir o apetite dos investidores pelo risco, que assim reduzem a sua exposição à segurança relativa do mercado de dívida.
Os investidores aguardam também a emissão de dívida de França, que vai leiloar títulos com maturidade em 2020, 2026 e 2029.
“Os dados positivos estão-se a refletir nas ‘bunds’ e os activos de maior risco estão a subir”, disse o estratega do Commerzbank, David Schnautz, à Bloomberg. “Antes da emissão francesa, uma subida das obrigações [cujo preço oscila em sentido contrário ao dos juros] vai ser difícil”, acrescentou.
Hoje será divulgada a confiança dos executivos e dos consumidores europeus, que deverá ter crescido em Dezembro segundo os economistas que antecipam os dados que a Comissão Europeia divulgará hoje. O ministério alemão da economia vai também divulgar as encomendas à indústria do país.
Os juros da dívida espanhola seguem a mesma tendência. Nas obrigações com prazo de 10 anos, o juro sobe 2,6 pontos base para 5,335% e nas obrigações a cinco anos a subida é de 1,3 pontos base para 4,680%.