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14 de junho de 2012

Mercados: ESPANHA


A Moody’s reviu em baixa o rating da economia espanhola em três níveis, de A3 para Baa3.

13 de junho de 2012

Mercados: ALEMANHA


As obrigações vendidas pelo Governo liderado por Angela Merkel têm maturidade em Abril de 2018 e foram vendidas a um preço que lhes confere uma taxa de juro implícita de -0,31%, segundo os dados da Bloomberg relativos à emissão. A procura foi equivalente a 2,25 vezes a oferta, ficando acima da média deste ano, segundo a Reuters. A maior economia da Europa vendeu obrigações a um preço que confere uma taxa de juro implícita negativa. Na prática, investidores pagaram para estar expostos à segurança relativa da dívida alemã.

Mercados: GRÉCIA

Independentemente do desfecho das eleições legislativas do próximo domingo na Grécia, qualquer futuro executivo vai exigir a renegociação do memorando de entendimento assinado com a "troika", e Bruxelas não se furtará ao diálogo, referiu o mesmo matutino. A União Europeia está disposta a renegociar com a Grécia as medidas de austeridade, para evitar que o país saia da zona euro, noticiou hoje a edição alemã do jornal Financial Times, citando fontes comunitárias.

Mercados: Espanha


George Osborne, ministro da Economia britânico, classificou de “deprimente” o plano de ajuda à banca espanhola, por considerar que chega tarde de mais e que está mal desenhado. Governo britânico voltou à carga nas críticas aos líderes da Zona Euro, desta vez com o ministro das Finanças, George Osborne, a dizer que o plano de resgate à banca espanhola é mau e vem tarde. 

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão com ganhos ligeiros – CAC (+0,14%), DAX (+033%) e AEX (+0,21%) – beneficiando de especulação de que a Reserva Federal deverá optar por mais estímulos  à economia, o que foi suficiente para superar o corte de rating da Fitch a 18 entidades financeiras espanholas. O sector financeiro liderou as perdas na sessão, com particular destaque para a banca italiana – Unicredit (-3,95%) e Intesa Sanpaolo (-3,73%) – numa sessão marcada por newsflow negativo ao nível do sector financeiro periférico. Destaque também para as perdas registadas pela Lagardere (-2,36%) após reduzir as suas estimativas para as vendas em 2012. No pólo positivo, o destaque recai sobre a TomTom, que valorizou 16,20%, após ser noticiado que a empresa acordou com a Apple a utilização dos seus mapas na próxima versão de software da Apple. Também a E.On registou ganhos de 2,02% após ser alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional. 

4 de junho de 2012

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas europeus encerraram a última sessão da semana com fortes perdas – CAC (-2,21%), DAX (-3,42%) e AEX (-2,18%) – penalizados pela divulgação de indicadores macroeconómicos relativos ao mercado laboral norte-americano que desiludiram as expectativas dos analistas, nomeadamente o aumento da taxa de desemprego para os 8,2% e a criação de apenas 69 mil novos postos de trabalho, assim como pelo abrandamento da actividade industrial na China. O sector automóvel liderou as perdas na sessão com particular destaque para as carmakers alemãs – Daimler (-5,10%) e BMW (-3,90%). Já a BP registou uma valorização de 1,9% após anunciar que pretende analisar a possível venda da sua participação de 50% na terceira maior exportadora de petróleo Russa TNK. Já o sector financeiro registou uma performance mista, com os bancos espanhóis e italianos a registarem ganhos – BBVA (+1,15%), Unicredit (+0,81%) e Santander (+0,58%) – enquanto o Deutsche Bank e o Societé Generale recuaram 6,65% e 0,59%, respectivamente, o primeiro após ser noticiado que recorreu ao BCE para obter EUR 11,1 mil mn para a sucursal espanhola.

1 de junho de 2012

Mercados: EUROPA (encerramento)

O valor dos Mercados Europeus caiu após o encerramento de Sexta. Ao encerramento do mercado Europeu, a DAX Alemã caiu 3.42%, o FTSE 100 de Londres caiu 1.14%, o CAC 40 da França caiu 2.21% e o EURO STOXX 50 caiu 2.37%.

Durante o dia, dados oficiais mostraram pagamentos de empregos não-agrícolas nos EUA subiu menos que o esperado para um ajuste sazonal de 69K no mês passado de 77K no mês anterior cuja revisão do valor caiu de 115K.

Analistas esperavam aumento do valor de pagamentos de empregos não-agrícolas nos EUA 150K no mês passado. Entretanto, em Wall Street, o valor dos mercados de ações caiu após a abertura. A Dow Jones Industrial Average caiu 1.53%; o índice S&P 500 caiu 1.73%, enquanto o índice Nasdaq 100 caiu 1.82%.

Mercados: ESPANHA


A “yield” das obrigações espanholas a 10 anos está a subir 6,1 pontos base para 6,622%, aumentando para 546 pontos base a diferença face à rendibilidade da dívida alemã que se encontra nos 1,156%. É a diferença entre estas duas “yields” que corresponde ao prémio de risco, uma vez que a dívida alemã é considerada um refúgio e uma referência. O prémio de risco da dívida espanhola face à alemã está muito próximo dos 550 pontos base, o que corresponde a um novo máximo. Os juros de Espanha voltam hoje a subir, depois do ministro da Economia espanhol ter sublinhado que o futuro do euro vai ser jogado nas próximas semanas. 

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão em terreno misto – IBEX (-0,01%), DAX (-0,26%) e AEX (-0,20%) – penalizados pela divulgação da evolução do PIB norte-americano que desiludiu as expectativas do mercado assim como pelos indicadores relativos ao mercado laboral. Destaque para os ganhos registados pela Telefonica (+1,02%) após anunciar a aprovação do Conselho de Administração para a colocação em bolsa da sua unidade alemã O2 e também após ser alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional. A nível sectorial, o destaque recai sobre o sector petrolífero que liderou os ganhos impulsionado pela ENI (+1,70%) e Total (+0,67%), a primeira após anunciar a venda da sua participação de 30% no capital da Snam por cerca de EUR 3,5 mil mn. Nota particular para as perdas registadas pela Repsol (+0,94%), contrariando a performance do sector, ainda penalizada pelo recente corte do dividendo. O sector financeiro registou uma sessão positiva, destacando-se os ganhos do BNP Paribas, superiores a 3%, ainda que sem newsflow relevante que o justifique.

31 de maio de 2012

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão em terreno negativo – DAX (-1,81%), CAC (-2,24%) e AEX (-1,56%) – com receios de agravamento da crise de divida periférica, suportados por newsflow negativo ao nível da economia espanhola, sobretudo ao nível do sector financeiro, assim como por uma colocação de divida menos conseguida por parte de Itália. Num dia de perdas generalizadas, o sector de Health Care registou perdas inferiores, em oposição ao sector de Oil&Gas que registou as maiores perdas no dia, com a Repsol a recuar 4,91%, após ter anunciado ontem uma redução do dividendo. Realce pela positiva para a Metro, que avançou 1,44%, após ter anunciado a venda da unidade Makro no Reino Unido à Booker Group por USD 218 mn.

30 de maio de 2012

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas Europeus encerraram a sessão com valorizações acima de um ponto percentual – DAX (+1,16%), CAC (+1,37%) e HEX (+1,18%) – beneficiando do maior optimismo dos investidores em torno do actual momento económico, em resultado da expectativa da adopção de estímulos económicos na China e a divulgação de indicadores macroeconómicos globalmente positivos nos EUA. A nível sectorial, destaque para a outperformance de um conjunto de players cíclicos, nomeadamente as fabricantes automóveis francesas Peugeot (+3,81%) e Renault (+4,06%), ao passo que a ArcelorMittal avançou 4,07% impulsionada por um upgrade concedido por parte de uma casa de investimento internacional. No pólo oposto, destaque para o desempenho negativo sofrido pelo índice Espanhol, sendo que a banca Espanhola permanece pressionada pela tendência altista das taxas de juro Espanholas, ao passo que a Repsol recuou 7,17%, depois de a empresa ter cortado em cerca de 40% o valor do dividendo anual, de forma a promover o investimento em activos de upstream nos mercados internacionais que visa mitigar a quebra da produção da Argentina com a nacionalização da YPF.

29 de maio de 2012

Mercados: EUROPA

Os principais índices europeus inverteram a tendência positiva observada no início da sessão – DAX (-0,26%), CAC (-0,16%) e AEX (0,00%) – com as yields da economia espanhola a registarem um aumento significativo na sessão, espelhando o agravar do sentimento negativo que paira sobre o país. Na esfera sectorial, realce para aperformance do sector tecnológico, com a Nokia e a ASML a valorizarem 3,21% e 1,8%respectivamente, ainda que sem newsflow especifico relevante. No polo oposto, o sector das utilities foi o mais penalizado, com a GDF Suez e a E.On a recuarem 1,25% e 1,77% respectivamente. Destaque ainda para o sector financeiro espanhol, com o BBVA, Santander e Popular a recuarem 3,39%, 3,23% e 7,5% respectivamente, acompanhando o agravamento da percepção de risco da região.

25 de maio de 2012

Mercados: EUROPA

Os principais índices accionistas encerraram a sessão próximo de máximos na respectiva sessão, tendo o DAX, CAC e AEX avançado 0,48%, 1,16% e 1,01% respectivamente, traduzindo essencialmente um movimento de recuperação técnico face à dimensão do movimento correctivo recente, alicerçado também num ligeiro alívio das yields de dívida periférica. Não obstante, observou-se a divulgação de um conjunto de indicadores macroeconómicos (Europa e EUA) que ficaram aquém das expectativas do mercado, isto para além dos resultados de mais uma cimeira Europeia (na véspera) não terem produzido quaisquer decisões inovadoras no sentido de resolução da crise vigente. A nível sectorial, destaque para os ganhos observados por algumas das principais utilities germânicas, casos da RWE (+2,47%) e E.On (+2,07%) que evoluíram impulsionadas por recomendações de investimento positivas emitidas por parte de uma casa de investimento internacional, ao passo que o sector petrolífero registou uma outperformance igualmente significativa – Total (+1,46%) e Royal Dutch Shell (+1,93%) – ainda que perante a inobservância de newsflow específico relevante.

24 de maio de 2012

Mercados: EUROPA

Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno fortemente negativo – DAX (-2,33%), CAC (-2,62%) e AEX (-2,29%) – com o agravamento dos receios em torno de uma eventual saída da Grécia do Euro, em antecipação ao encontro informal de líderes europeus que terá lugar hoje. Com todos os sectores negativos, realce para a clara underperformance evidenciada pelo sector financeiro, com os franceses do Credit Agricole e Societe Generale a recuarem 6,31% e 4,33% respectivamente. Uma nota para a Michelin que encerrou a sessão a recuar 4,48%, após ter sido alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Realce pela positiva para a performance da Carrefour, que encerrou a valoriza 3,41%, contrariando as perdas observadas na região, após a empresa ter sido alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Mercados: EUROPA

Cimeira EU: Nesta cimeira informal dedicada a debater políticas de crescimento na Europa a proposta de eurobonds foi novamente afastada pelo governo alemão, sendo que o Presidente da EU, Herman Van Rompuy, foi incumbido de fazer um estudo acerca dos blocos de construção de uma Europa mais integrada a ser divulgado na próxima semana de 28 e 29 de Junho, o qual deverá analisar a possibilidade de existência de um fundo de garantia de depósitos de âmbito europeu. Relativamente à Grécia, os líderes europeus reiteraram a vontade de que a Grécia se mantenha na Zona-Euro desde que cumpra as condições previamente acordadas. No que diz respeito a Espanha, os tópicos de compra de obrigações por parte do BCE e possível recapitalização da banca directamente através do recurso aos fundos europeus não terão sido discutidos segundo declarações de um oficial.

23 de maio de 2012

Mercados: EUROPA

Os principais índices accionistas europeus encerram a sessão com ganhos em torno dos dois pontos percentuais – DAX: +1,65%; CAC: +1,88%; AEX: +1,86% - encetando um movimento de recuperação face às perdas registadas nas últimas sessões, impulsionados pelo maior optimismo em torno da crise da dívida periférica, devido a renovadas expectativas de uma eventual implementação de medidas de estímulo não convencional no bloco Europeu, isto depois de ter sido anunciada a criação de estímulos relacionados com o desenvolvimento de infra-estruturas na China. Os ganhos da sessão foram liderados pelo sector financeiro, com especial destaque para os franceses Credit Agricole - que avançou 4,72% - e Societe Generale (+4,69%). Também o sector automóvel registou ganhos significativos, tendo a Renault registado a performance mais positiva ao avançar 6,29%. No pólo oposto, o sector de media registou a performance mais negativa, tendo a Vivendi recuado 0,41%, ainda que sem newsflow relevante que o justifique.

Mercados: Europa

Hoje terá lugar um encontro informal dos líderes dos 27 países da União Europeia com o intuito de preparar a cimeira dos dias 28 e 29 de Junho, sendo que o presidente da UE emitiu um comunicado afastando a ideia de que este encontro se vai focar apenas na saída da Grécia da Zona Euro, avisando que esse tópico só será debatido no final da reunião.

22 de maio de 2012

Mercados: EUROPA

Os principais índices accionistas europeus registaram ganhos na primeira sessão da semana – CAC (+0,64%), DAX (+0,95%) e AEX (+0,61%) – corrigindo das fortes perdas registadas na semana transacta numa sessão em que as declarações por parte da China de que vai estimular o crescimento económico suplantaram as preocupações em torno da situação Grega. A nível sectorial, as automakers francesas registaram fortes valorizações – Renault (+4,67%) e Peugeot (+4,15%) – após a Renault ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Realce também para a overperformance do banco britânico Barclays (+2,21%) após ser noticiado que pretende vender a sua participação no Blackrock por cerca de USD 6,1 mil mn. No pólo oposto, realce para as perdas de 5,9% registadas pela Carlsberg após uma casa de investimento internacional emitir uma recomendação de venda do título.

21 de maio de 2012

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas europeus terminaram a sessão com um comportamento misto – DAX: - 0,6%; CAC: -0,13%; IBEX +0,44% - penalizados por sinais de abrandamento económico na China, algo que se fez sentir com especial intensidade na performance do sector dos bens de consumo, sendo que o sector automóvel registou algumas das perdas mais elevadas – BMW: -2,26%; Porsche: -2,38%; Renault: -2,0% - tendo a Renault, contudo, anunciado planos de investimento na Roménia no valor de EUR 250 mn. No pólo oposto esteve o sector financeiro que, apesar do downgrade de um conjunto de bancos espanhóis pela casa de investimento Fitch, registou os maiores ganhos da sessão, com especial destaque para o espanhol BBVA que avançou 3,69%, seguido pelo Santander (+2,97%) e pelo francês Societe Generale (+2,30%). Nota final positiva para o sector das utilities, com especial destaque para os constituintes espanhóis, tendo a Iberdrola e a Gas Natural registado valorizações em torno dos três pontos percentuais.

22 de setembro de 2011

Mercados: EUROPA

Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão com perdas – DAX (-2,46%), CAC (-1,62%) e AEX (-1,38%) – após declarações por parte da troika de que irão regressar a Atenas na próxima semana, uma vez que das negociações dos últimos três dias não emergiu nenhuma solução. Realce para as perdas do sector automóvel, destacando-se a Peugeot (-5,70%) e Volkswagen (-2,63%), ainda que sem  newsflow relevante que o justifique. Também a Lufthansa registou perdas na sessão de 5,04% após ser alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional. O sector financeiro liderou as perdas com a maioria dos bancos a registar desvalorizações as quais se revelaram mais pronunciadas em Espanha e Itália – BBVA (-3,42%), Intesa Sanpaolo (-2,86%), Santander (-2,54%) e Unicredit (-2,52%).