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21 de fevereiro de 2013

Mercados: ABERTURA

Os principais índices accionistas europeus iniciaram a sessão com perdas significativas – DAX (-1,58%), CAC (-1,84%) e AEX (-1,84%) – após as Minutas do Fed relevadas ontem terem aumentado a especulação em torno da retirada antecipada dos estímulos à economia norte-americana. Num dia de perdas generalizadas e com todos os sectores negativos, realce para o sector de serviços, que regista a melhor performance da sessão, beneficiando da performance da Casino Guichard e do Dia, com a primeira a recuar 0,51% e a segunda a valorizar 0,27%, após terem divulgado resultados positivos relativos ao exercício de 2012. No polo oposto o sector financeiro regista as maiores perdas, com o Santander e o BNP Paribas a recuarem 2,3% e 3,17% respectivamente. Uma nota para a Allianz, que recua 1,01%, ainda assim uma performance superior à dos seus peers, após a divulgação de resultados anuais que superaram as estimativas dos analistas.

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Abril recuaram USD 0,92 para os USD 94,3 por barril, num dia em que se especulou que um hedge fund de commodities estava em processo de liquidação.

Mercados: EUA


Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno negativo, após a divulgação das minutas do Fed que aumentaram a especulação de que as medias de estimulo poderão ser retiradas mais cedo que o antecipado. O S&P 500 recuou 1,24%, com todos os sectores a registarem perdas na sessão. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average recuaram 1,54% e 0,77% respectivamente.

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno negativo – DAX (-0,30%), CAC (-0,69%) e AEX (-1,16%) – penalizados pela correcção significativa do crude e pela redução dos dividendos por parte de algumas empresas europeias. No polo positivo, realce na esfera sectorial para o sector de bens de consumo, com a Anheuser-Busch e a Univeler a valorizarem 0,92% e 0,44% respectivamente. No polo oposto o sector de telecomunicações registou a pior performance da sessão, penalizado pela quebra de 9,7% protagonizada pela KPN, apesar de noticiado que o principal accionista AMX (Carlos Slim) não elevará a sua posição no capital da empresa para além dos 30%, não tendo exigido alterações ao nível da equipa de gestão, quando se antecipava uma eventual saída do CEO da operadora. Ao nível individual realce para os ganhos de 3,89% do Credit Agricole, reagindo de forma positiva à divulgação de resultados.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice accionista português encerrou hoje a sessão em terreno marginalmente positivo, a avançar 0,06%, contrastando com a tendência negativa dos restantes pares europeus. A dominar os ganhos estiveram os títulos da Jerónimo Martins, BCP e Galp Energia, a valorizarem 1,18%, 0,91% e 0,85%, respectivamente, ainda que não se tenha observado newsflow específico relevante para o efeito. Já no pólo negativo, destaque para EDP, PT e BES, a desvalorizarem 0,90%, 0,68% e 0,59%, num dia em que a Oi, empresa na qual a Portugal Telecom detém uma participação de 25,6%, registou uma quebra nos lucros de 17%, apesar do aumento das suas receitas.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno negativo, com os receios de que o Fed retire os estímulos à economia norte-americana mais cedo que o previsto. O Nikkei recuou 1,39%, com todos os sectores a registarem perdas na sessão. 

20 de fevereiro de 2013

Mercados: ABERTURA


Os principais índices accionistas iniciaram a negociação com um desempenho misto, sendo que o DAX avança 0,33% e o CAC recua 0,10% respectivamente, numa sessão marcada pelo newsflow intenso em torno da divulgação de resultados trimestrais. Neste particular, realce para o desempenho evidenciado pelas francesas Credit Agricole (+4,66%) e France Telecom (-0,61%) que reagem de forma distinta ao anúncio de resultados trimestrais, ao passo que a KPN volta a acentuar a tendência de queda de longo prazo ao recuar mais de 8 p.p., mesmo depois de ser noticiado que o aumento de capital em curso (EUR 4 mil mn) será totalmente subscrito, ainda que o principal accionista AMX (Carlos Slim) não elevará a sua posição no capital da empresa para além dos 30% respectivamente.

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Março (que expiram hoje) avançaram USD 0,06 para os USD 96,72 por barril.

Mercados: EUA


Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo, com o aumento do optimismo em torno dos indicadores de confiança na Alemanha, numa altura em que se aproxima o prazo para um acordo nos EUA relativamente aos cortes na despesa. O S&P 500 avançou 0,73%, com o sector de materiais a ser o único a registar perdas na sessão. Também o Nasdaq o Dow Jones Industrial Average valorizaram 0,66% e 0,39% respectivamente.

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas europeus finalizaram a sessão com ganhos acima de um ponto percentual – DAX (+1,62%), CAC (+1,88%) e AEX (+1,28%) – destacando-se a outperformance evidenciada pelos sectores de materiais e farmacêutico, em particular a Bayer e ArcelorMittal que avançaram 3,61% e 2,38% respectivamente, ainda que não se observe newsflow específico relevante para o efeito. Igualmente em plano positivo, nota individual para os ganhos obtidos pela Francesa Danone que valorizou quase 6 pontos percentuais, reagindo favoravelmente à divulgação de resultados trimestrais. Em relação ao mercado de dívida manteve-se a tendência de quebra da generalidade das yields periféricas, no dia em que Espanha colocou com sucesso EUR 4 mil mn de dívida em emissões de curto prazo, situação que implicou igualmente consequências no mercado cambial – observando-se um ligeiro pick-up do Euro face à generalidade das divisas internacionais.

Mercados: PORTUGAL


O PSI 20 encerrou hoje a sessão a valorizar 1,02%, uma  performance alinhada com as restantes congéneres europeias. A liderar os ganhos esteve o sector da banca, com os títulos do BCP, BPI e BES a avançarem 4,76%, 1,76% e 0,30%, respectivamente. Destaque também para a Jerónimo Martins, a valorizar 3,39%, num dia em que uma casa de investimento internacional iniciou a cobertura da retalhista com a recomendação de overweight, fixando o seu price-target em EUR 18. Em terreno negativo realce para a EDP Renováveis e EDP que recuaram 0,43% e 0,17% respectivamente, embora sem newsflow específico que justifique a sua desvalorização.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, beneficiando de sinais de recuperação económica global. O Nikkei avançou 0,84%, com o sector das utilities a registar os ganhos  mais significativos.

19 de fevereiro de 2013

Mercados: ENCERRAMENTO


Os principais índices accionistas europeus finalizaram a sessão com ganhos acima de um ponto percentual – DAX (+1,62%), CAC (+1,88%) e AEX (+1,28%) – destacando-se a outperformance evidenciada pelos sectores de materiais e farmacêutico, em particular a Bayer e ArcelorMittal que avançaram 3,61% e 2,38% respectivamente, ainda que não se observe newsflow específico relevante para o efeito. Igualmente em plano positivo, nota individual para os ganhos obtidos pela Francesa Danone que valorizou quase 6 pontos percentuais, reagindo favoravelmente à divulgação de resultados trimestrais. Em relação ao mercado de dívida manteve-se a tendência de quebra da generalidade das yields periféricas, no dia em que Espanha colocou com sucesso EUR 4 mil mn de dívida em emissões de curto prazo, situação que implicou igualmente consequências no mercado cambial – observando-se um ligeiro pick-up do Euro face à generalidade das divisas internacionais.

Mercados: ABERTURA


Os principais índices europeus iniciaram a sessão em tereno positivo – DAX (+0,58%), CAC (+0,82%) e AEX (+0,4%) – em antecipação à divulgação de dados macroeconómicos relativos ao bloco dos países da Zona-Euro. Num dia de ganhos generalizados, destaque para o sector de Health Care, com a Bayer a valorizar 2,35%, após anunciado que a farmacêutica iniciou a 3ª fase de testes para avaliar a eficácia e segurança do fármaco Eylea na Rússia, China e noutros países asiáticos. O sector de telecomunicações regista os ganhos mais reduzidos da sessão, com a Deutsche Telekom e a Telefónica a valorizarem 0,15% e 0,38% respectivamente, contrastando com as perdas de 0,24% e 0,65% registadas pela France Telecom e KPN respectivamente. Uma nota individual para a Danone, que valoriza 5,3%, após ter reportado resultados anuais que se cifraram acima das estimativas dos analistas, ainda que ao nível das margens estes tenham sido menos positivas. Destaque ainda para a Michelin, que avança 2,16%, após ter recuado mais de 9% nas últimas sessões.

O PSI 20 abriu hoje a sessão a negociar em terreno positivo, encontrando-se a valorizar cerca de meio ponto percentual, um desempenho em linha com os restantes congéneres europeus. A dominar os ganhos estão os títulos do sector financeiro, com o BCP, Banif e BPI a valorizarem 2,86%, 1,49% e 0,62%, respectivamente, enquanto o BES negoceia a avançar 0,10%. Também a Jerónimo Martins negoceia em alta, com os seus títulos a valorizarem 1,66%, isto depois de uma casa de investimento internacional ter iniciado a cobertura da retalhista com a recomendação de overweight, fixando o seu price-target em EUR 18. No pólo negativo, encontram-se seis cotadas, com a EDP Renováveis a liderar as perdas ao recuar 0,61%, sem newsflow específico que assim o justifique.

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Março (a expirar) recuaram USD 0,61 para os USD 95,25 por barril.

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas Europeus finalizaram a sessão em terreno misto, sendo que o DAX e o CAC avançaram 0,46% e 0,18% respectivamente, ao passo que o IBEX recuou 0,51%. A divulgação de números trimestrais globalmente desapontantes pressionou o sentimento geral, destacando-se na esfera sectorial a outperformance observada por algumas das principais utilities Europeias em oposição às perdas sofridas por parte do sector tecnológico, ainda que sem a observância de  newsflow específico relevante. Numa sessão em que os índices accionistas norte-americanos estiveram encerrados para celebração do feriado President´s day, factor que condicionou o sentimento e o  newsflow da própria sessão, destaque individual para as perdas sofridas pela Telefonica que recuou 1,06% depois de anunciar um profit warning justificado por oscilações cambiais desfavoráveis, ao passo que a Carlsberg desvalorizou 5,81%, na sequência da divulgação de números trimestrais que desiludiram em toda a linha a expectativa do mercado.  

Mercados: PORTUGAL


O principal índice accionista português encerrou hoje a sessão em terreno negativo, ao recuar quase meio ponto percentual (-0,45%), uma performance em linha com a generalidade dos restantes índices europeus. A liderar as perdas esteve a Sonaecom, ao desvalorizar 2,96%, num dia em que a Sonae e a France Telecom chegaram a acordo quanto à venda dos 20% de participação que a operadora francesa detinha na tecnológica nacional. Também a Portugal Telecom fechou a sessão em terreno negativo, com os seus títulos a recuarem 1,14%, isto apesar de o seu management ter anunciado que a operadora nacional continuará a investir anualmente 20 a 25% das suas receitas em novos investimentos. Já no sector financeiro, o BPI encerrou a perder 1,08%, sem newsflow específico que assim o justificasse. A impedir uma descida mais expressiva do índice estiveram o BES, a Sonae e a Zon, a avançarem 1,51%, 0,95% e 0,84%, respectivamente, igualmente sem  newsflow relevante que justificasse a sua valorização.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão em terreno negativo, com receios de que o governo introduza novas medidas para controlar os preços do imobiliário na China, enquanto no Japão o ministro das finanças elevou as  dúvidas relativas a eventuais compras de divida estrangeira com o objectivo de estimular a economia enfraquecendo a moeda. O Nikkei recuou 0,24%, com o sector de telecomunicações a registar as piores perdas da sessão.

Mercados: SECTOR AUTOMÓVEL


As vendas de veículos recuaram 8,5% em Janeiro, alcançando um novo mínimo.

18 de fevereiro de 2013

Mercados: ENCERRAMENTO


Os principais índices accionistas Europeus finalizaram a sessão em terreno misto, sendo que o DAX e o CAC avançaram 0,46% e 0,18% respectivamente, ao passo que o IBEX recuou 0,51%. A divulgação de números trimestrais globalmente desapontantes pressionaram o sentimento geral, destacando-se na esfera sectorial a outperformance observada por algumas das principais utilities Europeias em oposição às perdas sofridas por parte do sector tecnológico, ainda que sem a observância de newsflow específico relevante. Numa sessão em que os índices accionistas norte-americanos estiveram encerrados para celebração do feriado President´s day, factor que condicionou o sentimento e o newsflow da própria sessão, destaque individual para as perdas sofridas pela Telefonica que recuou 1,06% depois de anunciar um profit warning justificado por oscilações cambiais desfavoráveis, ao passo que a Carlsberg desvalorizou 5,81%, na sequência da divulgação de números trimestrais que desiludiram em toda a linha a expectativa do mercado.

O principal índice accionista português encerrou hoje a sessão em terreno negativo, ao recuar quase meio ponto percentual (-0,45%), uma performance em linha com a generalidade dos restantes índices europeus. A liderar as perdas esteve a Sonaecom, ao desvalorizar 2,96%, num dia em que a Sonae e a France Telecom chegaram a acordo quanto à venda dos 20% de participação que a operadora francesa detinha na tecnológica nacional. Também a Portugal Telecom fechou a sessão em terreno negativo, com os seus títulos a recuarem 1,14%, isto apesar de o seu management ter anunciado que a operadora nacional continuará a investir anualmente 20 a 25% das suas receitas em novos investimentos. Já no sector financeiro, o BPI encerrou a perder 1,08%, sem newsflow específico que assim o justificasse. A impedir uma descida mais expressiva do índice estiveram o BES, a Sonae e a Zon, a avançarem 1,51%, 0,95% e 0,84%, respectivamente, igualmente sem newsflow relevante que justificasse a sua valorização.
Não se observou a divulgação de dados macroeconómicos relevantes nesta data.