19 de janeiro de 2011

Mercados: CRUDE

Crude: Os futuros do crude para entrega em Fevereiro negociados em after hours na Nymex recuaram 0,17% para os USD 91,38 por barril.

Mercados: EUA

EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão a registar ganhos – S&P (0,1%), Dow Jones (0,4%) e Nasdaq (0,23%) – beneficiando de algum newsflow favorável a nível empresarial e do desanuviar da actual crise periférica na Europa. Na esfera sectorial, realce para os ganhos obtidos por parte das empresas de energia e/ou petróleo, estas últimas beneficiando da sustentabilidade do preço do crude acima dos USD 92 por barril. No pólo oposto, realce para a underperformance apresentada pelo segmento de telecomunicações, em particular a Verizon que recuou 3,10% para USD 34,36 por acção.

Mercados: ÁSIA

Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão com ganhos impulsionados pela especulação de que os resultados bastante positivos por parte das empresas norte-americanas vão pressionar as exportações da região e que as medidas da China para evitar pressões inflaccionistas não vão retardar o crescimento. O Nikkei 225 encerrou a valorizar 0,36%.

Resultados: APPLE

Apple: A empresa anunciou que os lucros no último trimestre fiscal atingiram USD 6 mil mn ou USD 6,43 por acção (vs USD 4,47 estimados), ao passo que as receitas aumentaram 71% para USD 26,7 mil mn, também muito acima dos USD 20,9 mil mn estimados pelo mercado, beneficiando do primeiro período natalício em que se a empresa comercializou o Iphone4, IPAD e os novos Air Laptops. Os responsáveis da empresa confirmaram que teriam atingido ainda melhores resultados caso esta tivesse incrementado os níveis de oferta da sua gama de produtos. A empresa valorizou 1,3% em negociação after market.

Resultados: IBM

IBM: A empresa apresentou ontem resultados do 4T10 que ficaram acima das expectativas dos analistas em todos os indicadores beneficiando do aumento da procura por sistemas de computadores e softwares. As vendas registaram um aumento de 6,6% para os USD 29 mil mn com um aumento das margens de 48,3% para os 49% e os EPS aumentaram 16% para os USD 4,18 por acção. No outlook para 2011 a empresa apontou para EPS de USD 12,56 por acção. Relativamente aos resultados anuais, o Lucro líquido atingiu os USD 14,8 mil mn, que compara com os USD 13,4 mil mn resgistados em 2009, e as EPS aumentaram 15% para os USD 11,52 por acção.

Mercados: Portugal

Portugal: Segundo o Diário Económico, é quase certo um novo corte do rating da república portuguesa, em um ou dois níveis, por parte da Moody’s.

Empresas: BES

O Grupo Espírito Santo, vendeu a Escom, um dos principais grupos privados em Angola, à Sonangol.

Empresas: BCP

BCP: O Banco de Portugal autorizou que os angolanos da Sonangol reforcem a posição que detêm no banco português até aos 20%.

Empresas: Royal Dutch Shell / BNP Paribas

Royal Dutch Shell / BNP Paribas: As empresas foram alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: L'Oreal

L’Oreal: A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: Repsol

Repsol: O veículo de investimento da Caja Catalunya e do La Caixa confirmaram que pretendem alienar a participação de cerca de 5% detida no capital da Repsol.

Empresas: Aegon

Aegon: A empresa foi alvo de um upgrade concedido por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: ALSTOM

Alstom: A empresa pretende reduzir os custos operacionais no montante de EUR 130 mn na unidade de transmissão/distribuição de energia, adquirida no ano transacto, até 2012.

Empresas: Volkswagen

Volkswagen: A empresa confirmou que está em conversações com parceiros Chineses para desenvolver uma marca própria naquele mercado.

13 de janeiro de 2011

MACROECONOMIA

Macroeconomia: Na esfera macroeconómica destaque nos EUA para a divulgação dos inventários de crude, que recuaram mais do que o previsto, -2154k vs -1400k esperados. Já os inventários de gasolina ficaram acima do antecipado pelo mercado, 5081k vs 2100k esperados. Na Alemanha, o crescimento do PIB em 2010 situou-se nos 3,6%, em linha com o previsto pelos analistas. Na Zona-Euro, a produção industrial (MoM) avançou 1,2% face a 0,5% estimados.

Mercados: CRUDE

Crude: Os futuros do crude para entrega em Fevereiro negociados em after hours na Nymex encerraram praticamente inalterados, nos USD 91,82 por barril.

Mercados: PORTUGAL

Portugal: O principal índice accionista português finalizou a sessão com ganhos significativos (+2,6%), uma performance superior à maioria das restantes bolsas europeias, beneficiando do sucesso na colocação de dívida soberana no leilão que ocorreu de manhã que levou os juros da dívida a recuarem para os 6,75%. Com 19 títulos a registarem ganhos, a Portugal Telecom destacou-se plea negativa ao registar uma desvalorização de 0,38%, penalizada pelo downgrade efectuado por uma casa de investimento internacional. A Banca liderou os ganhos, com o BES, BCP e BPI a avançarem 5,81%, 5,45% e 4,62%, respectivamente, reagindo ao alivio nas taxas de juro da dívida. Também o Grupo EDP impulsionou significativamente o índice com a EDP Renováveis a valorizar 4,92% e a EDP a valorizar 3,83%, beneficiando das notícias de que irá utilizar o encaixe de EUR 100 mn provenientas da venda de parte do défice tarifário espanhol na redução de dívida.

Mercados: EUROPA

Europa: Os principais índices accionistas Europeus encerraram com ganhos generalizados – DAX (+1,83%), CAC (+2,15%) e AEX (+1,15%) – beneficiando do maior optimismo dos investidores em torno da problemática da situação periférica na Europa, isto depois do Estado Português ter procedido com relativo sucesso à colocação de dívida no montante global de EUR 1,25 mil mn (com prazos a 3 e 10 anos), bem como pela possibilidade das autoridades Europeias virem a reforçar os montantes e alargar o alcance da esfera de actuação do Fundo de Estabilização Europeu. Na esfera sectorial, realce para a outperformance apresentada pelo sector financeiro, nomeadamente os bancos Espanhóis Santander e BBVA que avançaram 9,56% e 9,89% respectivamente. Igualmente em plano positivo, destaque para o comportamento da Iberdrola que valorizou 5,77% para EUR 5,81 por acção.

Mercados: EUA

EUA: Os principais índices Norte-Americanos encerraram a sessão em terreno positivo, com o Wells Fargo a divulgar um outlook mais positivo sobre os grandes bancos Norte-Americanos, baseado na distribuição de dividendos e maior estabilidade e recuperação nas economias periféricas. O S&P 500 avançou 0,9%, com o sector da banca a impulsionar os ganhos ao avançar mais de 1,5%, sendo que todos os sectores encerraram positivos. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average encerraram a valorizar cerca de 0,7%.

Mercados: ÁSIA

Ásia: Os principais índices asiáticos encerraram positivos, a beneficiar de um maior optimismo relativamente à capacidade das entidades europeias de controlar a crise da dívida periférica, depois do sucesso verificado na emissão de dívida portuguesa, que teve lugar na sessão de ontem. O Nikkei encerrou a valorizar cerca de 0,7%, igualmente com o sector financeiro em destaque.