Galp: A empresa elegeu o Rio de Janeiro, no Brasil, para a realização do “Capital Markets Day”, evento onde será revelado o plano de negócios para o período entre 2011-2015.
25 de janeiro de 2011
Empresas: EDP RENOVÁVEIS
EDP Renováveis: A empresa portuguesa reforçou a sua quota de mercado em Espanha, passando dos 8,4% no final de 2009 para 9% no final de 2010, segundo dados da associação eólica espanhola. Recorde-se que a empresa ocupa o terceiro lugar em termos de capacidade instalada, sendo a companhia estrangeira mais bem posicionada no mercado.
Empresas: SOARES DA COSTA
Soares da Costa: A construtora está pré-qualificada para uma concessão rodoviária no Egipto, projecto avaliado em EUR 500 mn e que representa um novo mercado para a empresa.
Empresas: AIR FRANCE - KLM
A maior transportadora aérea francesa anunciou que um relatório relativo ao acidente no trajecto Rio de Janeiro-Paris em 2009 não encontrou indícios de regras quebradas pela equipa.
Empresas: STMICROELECTRONICS
STMicroelectronics: A maior produtora de chips europeia anunciou que prevê receitas do 1T11 acima das expectativas dos analistas citando o aumento da procura de chips para televisões a 3D, assim como margens de 39%.
Empresas: RWE
RWE: Segundo um membro do Conselho de Administração da empresa, as estimativas do governo alemão relativamente à quantidade de energia eólia que pode ser produzida no Mar do Norte e Mar Báltico são duvidáveis.
Empresas: BMW
BMW: A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: PHILIPS
Phillips: A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
24 de janeiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para a divulgação do indicador de confiança das empresas alemãs, o qual atingiu valores recorde ao registar 110,3 pontos, acima dos 109,9 pontos registados na leitura anterior e esperados pelo mercado.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português encerrou a sessão com uma valorização de 0,27%, em linha com as principais congéneres europeias, ainda que com menores ganhos. A impulsionar o índice esteve a EDP que encerrou a avançar 1,49%, sem newsflow específico que o justifique, e a Portugal Telecom, que encerrou com uma valorização de 0,45%, após ser noticiado que a empresa portuguesa poderá ter uma participação maior do que inicialmente previsto na operadora brasileira Oi. No sector das telecomunicações, também a Sonae.com registou valorizações significativas (+2,41%) após ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. A penalizar o índice esteve o BES, que desvalorizou 1,43%, sem newsflow específico que o justifique, assim como a Brisa, a qual recuou 1,13%.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices europeus encerraram a sessão com valorizações significativas – DAX (+0,54%), CAC (+1,33%) e AEX (+1,38%), depois dos dados macroeconómicos alemães reforçarem novamente a solidez desta economia. A impulsionar os ganhos esteve o sector de telecomunicações, com a Telefónica, France Telecom e KPN a avançarem 1,94%, 2,71% e 2,61% respectivamente, sem newsflow específico. Também o sector financeiro espanhol registou mais uma vez, fortes valorizações, com o Santander e o BBVA a valorizarem 3,78% e 3,36% respectivamente. Pela negativa, realce para o sector automóvel, com a Volkswagen, Daimler e Peugeot a recuarem 1,77%, 1,07% e 0,89% respectivamente. A título individual, destaque para a Arcelor Mittal e L’Oreal, que valorizaram perto de 3% e 2% respectivamente, depois de terem sido alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Também a Siemens avançou cerca de 2%, depois de anunciar a criação de pelo menos 2000 postos de emprego na sua divisão de energias renováveis, como resposta ao aumento da procura por energia limpa.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Fevereiro negociados em after hours na Nymex avançaram 0,28% para os USD 89,11 por barril.
mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão em terreno misto – S&P (0,24%) e Dow Jones (0,41%) – beneficiando da divulgação de resultados acima das expectativas dos analistas por parte da General Electric e do aumento da confiança por parte das empresas Alemãs. Destaque para a General Electric, a qual avançou 7,11% após a apresentação de resultados do 4T10.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão com ganhos, impulsionados pela apresentação de resultados acima do esperado e pela expectativa em torno da divulgação de relatórios que poderão dar sinais de crescimento a nível mundial. O Nikkei 225 encerrou a valorizar 0,69%.
Resultados: PHILIPS
Phillips: A empresa apresentou resultados do 4T10, os quais ficaram abaixo das expectativas dos analistas penalizados pela fraca procura na Europa. As vendas aumentaram para os EUR 7,39 mil mn (+1,8%) e o Lucro líquido aumentou 84,5% para os EUR 463 mn, mesmo assim ficando abaixo das estimativas que apontavam para lucros de EUR 513 mn. Relativamente aos resultados anuais, as receitas aumentaram para os EUR 25,4 mil mn enquanto os Lucros aumentaram para os EUR 1,45 mil mn.
Empresas: BRISA
Brisa: A concessionária portuguesa está a preparar uma proposta para concorrer ao programa de concessão das auto-estradas turcas, que deverá ser lançado entre o final do presente mês e o mês de Fevereiro, e inclui dois mil quilómetros na Turquia e duas pontes em Istambul.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Portugal Telecom: Segundo o Diário Económico, a Comissão Europeia está a apurar a existência ou não de um acordo de não concorrência entre a Portugal Telecom e a Telefónica, nos mercados onde actuam.
Empresas: BANIF
Banif: segundo o Jornal de Negócios, o banco português está a analisar a venda de activos não estratégicos, com o objectivo de centrar o negócio no “core business”.
Empresas: REN
REN: Segundo o Jornal de Negócios, a empresa requereu ao governo um regime de excepção no que diz respeito às imposições de redução salarial para o sector empresarial público.
Empresas: UNILEVER
Unilever: A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: FIAT
Fiat: A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: IBÉRIA / BRITISH AIRWAYS
Iberia/British Airways: A empresa resultante da fusão entre as duas transportadoras aéreas, International Consolidated Airlines Group (IAG), irá começar a ser tansaccionada a partir de hoje nas bolsas de Londres e Madrid.
Empresas: COMMERZBANK
Commerzbank: O governo alemão pretende vender a sua participação no banco ainda em 2011.
Empresas: DEUTSCHE TELEKOM
Deutsche Telekom: A unidade americana da operadora, T-Mobile USA, pretende adquirir a Sprint Nextel Corp, a terceira maior operadora norte-americana de telecomunicações móveis.
Empresas: E.ON
E.On: Segundo o Sunday Times, o bilionário Chinês Li Ka-Shing poderá oferecer GBP 3,5 mil mn pela rede que a eléctrica alemã detém no Reino Unido.
Empresas: VOLKSWAGEN
Volkswagen: A maior produtora de carros europeia pretende pôr no mercado a sétima geração do carro de golf em Novembro de 2012.
Empresas: DAIMLER
Daimler: A Daimler e a japonesa Toray Industries Inc formaram uma joint venture na Alemanha para produzir componentes para os carros em fibra de carbono. A empresa alemã irá deter 44,9% e a japonesa 50,1%.
Empresas: SANOFI-AVENTIS
Sanofi-Aventis: A farmacêutica francesa prolongou, uma vez mais, o prazo para a aceitação da sua oferta sobre a Genzyme.
Empresas: DANONE
Danone: O grupo francês demonstrou-se interessado na compra da Dumex India para voltar a estar presente no mercado indiano.
21 de janeiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para a divulgação de dados do mercado de trabalho nos EUA, com os Novos pedidos de subsídio de desemprego a cifrarem-se nos 404 mil, que compara com os 445 mil registados na semana anterior e os 420 mil que eram esperados pelos analistas. Já os número de pessoas a receber subsídio de desemprego recuou 26 mil para os 3,86 mn, abaixo do aumento para 3,99 previsto pelo mercado. Também nos EUA, as vendas de casas existentes avançaram 12% em Dezembro para os 5,28 mn, e os inventários de crude aumentaram em 2617 mil (vs -500 mil estimados pelo mercado). Na Zona-Euro destaque para a divulgação do indicador de confiança dos consumidores que se cifrou nos -11,4%, abaixo dos -11 pontos registados na leitura anterior e esperados pelo mercado. Na Alemanha, destaque para o índice de preços no produtor que avançou 0,7% em Dezembro acima das expectativas dos analistas que apontavam para 0,4%.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Fevereiro negociados em after hours na Nymex recuaram 2,20% para os USD 88,86 por barril.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão com desvalorizações – S&P (-0,13%) e Nasdaq (-0,75%) – tendo recuperado parcialmente das fortes desvalorizações registadas no início da sessão provocadas pela possibilidade de uma nova subida de taxas por parte da China. Destaque para o sector financeiro, que registou ganhos, impulsionado pelos resultados positivos da Morgan Stanley (+4,6%).
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno negativo – DAX (-0,83%), CAC (-0,3%) e AEX (-0,51%). Destaque para o sector das utilities que liderou os ganhos, com a E.ON, GDF Suez e RWE a valorizarem 2,34%, 2,48% e 2,91% respectivamente, com newsflow em torno de possíveis alterações na política de CO2 da Alemanha. Também o Santander, BBVA e BNP Paribas avançaram 0,69%, 1,35% e 1,64% respectivamente, num movimento de valorização sectorial. A pressionar os mercados europeus esteve o sector automóvel, com a Daimler, BMW e Volkswagen a recuarem 3%, 4% e 4,6% respectivamente, depois da boa performance da economia da China sustentar possíveis aumentos adicionais da taxa de juro de referência do país.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português encerrou a sessão a valorizar 1,04%, contrariando as perdas das suas principais congéneres europeias beneficiando da descida das taxas de juro da dívida portuguesa. O sector financeiro liderou os ganhos, com o BES, BCP e BPI a avançarem 3,5%, 3,21% e 2,22%, respectivamente, sem newsflow específico que o justifique. Também a Portugal Telecom encerrou a sessão a valorizar 1,6%, no dia em que foi noticiado que a operadora portuguesa deverá assinar a partir de segunda-feira o acordo para a compra de 23% da operadora brasileira Oi, por cerca de EUR 3,7 mil mn. A Galp impediu maiores ganhos no índice ao registar uma desvalorização de 0,86%, apesar das afirmações por parte de um geólogo da Petrobras de que os campos petrolíferos no pré-sal, na região do Brasil, deverão ter reservas de pelo menos 123 mil mn de barris de petróleo, mais do dobro do estimado pelo governo brasileiro. O Jerónimo Martins liderou as perdas ao recuar 1,06% sem newsflow relevante que o justifique.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão com desvalorizações, penalizados ainda pelas preocupações em torno de um novo movimento por parte da China para abrandar a inflação. O Nikkei 225 encerrou a sessão a recuar 1,56%.
Resultados: GOOGLE
Google: A empresa revelou que os lucros do 4Q10 avançaram 29%, superando as estimativas dos analistas. Os lucros por acção totalizaram os USD 8,75 quando os analistas previam que se ficassem pelos USD 8,08. Também as receitas se revelaram acima das estimativas, totalizando USD 6,37 mil mn, superando os USD 6,06 mil mn esperados. Estas beneficiaram do aumento, em cerca de 23%, da publicidade nos motores de busca nos EUA.
Resultados: AMD
AMD: A segunda maior produtora de processadores apresentou resultados do 4T10 que ficaram acima das expectativas dos analistas. As receitas da empresa cifraram-se nos USD 1,65 mil mn acima das expectativas dos analistas que apontavam para USD 1,63 mil mn, e os EPS aumentaram 27% para os USD 0,14 YoY, apesar dos lucros terem sido menores este ano relativamente ao ano anterior devido aos ganhos extraordinários registados no 4T09. Em 2010, as receitas aumentaram 20% para os USD 6,49 mil mn e os lucros totalizaram USD 471 mn. Relativamente ao outlook, a empresa prevê que as receitas no 1T11 se mantenham ou contraiam em 4%, o que compara com as expectativas dos analistas que apontam para uma contracção das receitas mais acentuada.
Empresas: SONAE
Sonae: A retalhista portuguesa prepara-se para entrar no mercado grossista em Portugal, com serviço de entregas que funcionará através da plataforma do Continente.
Empresas: SONAECOM
Sonaecom: A empresa portuguesa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: ARCELOR MITTAL - L'OREAL
Arcelor Mittal / L’Oreal: As empresas foram alvo de upgrade por parte de casas de investimento internacionais.
Empresas: PEUGEOT CITROEN
Peugeot Citroen: A produtora de automóveis francesa anunciou que pretende cortar a sua base de fornecedores na Europa de 450 para 350 na próxima década, com o intuito de cortar custos.
Empresas: SANOFI-AVENTIS
Sanofi-Aventis: O regulador Norte Americano, FDA, alega que a vacina para a gripe, Fluzone, produzida pela empresa francesa está ligada a registos de febres e convulsões em crianças até os 2 anos.
Empresas: THYSSENKRUPP
ThyssenKrupp: A empresa alemã anunciou que está perto de cumprir os seus objectivos para 2010, e que espera retomar o crescimento anual de encomendas e de vendas no 1T11.
Empresas: SIEMENS
Siemens: A empresa anunciou que irá criar pelo menos 2000 postos de emprego na sua divisão de energias renováveis, como resposta ao aumento da procura por energia limpa.
20 de janeiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico, destaque para a divulgação de dados do mercado imobiliário nos EUA com as casas em início de construção em Dezembro a recuarem 4,3%, bastante abaixo da redução de 0,9% que era antecipada pelo mercado e do aumento de 3,9% registado em Novembro.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices europeus encerraram a sessão em tereno negativo – DAX (-0,85%), CAC (-0,9%) e AEX (-1,59%) - agravando face ao movimento registado no ínicio da sessão, depois dos dados macroeconómicos relativos ao imobiliário nos EUA se revelarem aquém das estimativas dos analistas. A evitar maiores ganhos esteve o sector das Utilities que valorizou mais de 0,2%, com a Enel a avançar mais de 2,3%, depois de ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Já o sector tecnológico foi o mais penalizado, com a Infineon a desvalorizar mais de 3% e a Nokia a recuar mais de 4,5%, depois de ser alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Uma nota individual para a Repsol e Alstom, que agravaram as perdas registadas no inicio da sessão, encerrando a recuar mais de 3% e 2% respectivamente, depois do veículo de investimento da Caja Catalunya e do La Caixa confirmar a alienação da participação de cerca de 5% detida no capital da Repsol e depois da Alstom anunciar que pretende reduzir os custos operacionais no montante de EUR 130 mn na unidade de transmissão/distribuição de energia, adquirida no ano transacto.
Mercados: Portugal
Portugal: O principal índice accionista português encerrou a sessão com ganhos de 0,22%, contrariando as perdas das suas congéneres europeias ao beneficiar do sucesso da emissão de Bilhetes do Tesouro a 12 meses durante a manhã. O sector financeiro liderou os ganhos, com o BPI, BES e BCP a valorizarem 1,53%, 1,46% e 1,02%, respectivamente, o último também após o Banco de Portugal permitir o aumento da posição dos angolanos da Sonangol até aos 20%. Também a EDP registou uma valorização de 1,34%, sem a observância de newsflow relevante que o justifique. A impedir maiores ganhos no índice esteve a Portugal Telecom ao recuar 0,35%, também sem newsflow específico que o justifique. A Zon e Jerónimo Martins lideraram as perdas ao desvalorizarem 1,70% e 1,61%, respectivamente.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Fevereiro negociados em after hours na Nymex recuaram 0,58% para os USD 90,33 por barril.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão a desvalorizar – S&P (1,01%) e Nasdaq (1,09%) – penalizados pela divulgação de resultados da Goldman Sachs que ficaram abaixo das expectativas e pela divulgação de indicadores do mercado imobiliário que também desiludiram as expectativas do mercado. O sector financeiro foi o mais penalizador na sessão, com a Goldman Sachs a recuar 4,7%.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão a registar perdas penalizados pela divulgação de lucros abaixo das expectativas pela Goldman Sachs e pela divulgação de indicadores macroeconómicos na China que aumentam a probabilidade de novas medidas de política monetária por parte do governo. O Nikkei 225 recuou 1,13%.
Resultados: ALSTOM
Alstom: A empresa francesa anunciou que o crescimento das encomendas dever-se-á manter, após ter apresentado encomendas do 3T10 que aumentaram 30%para os EUR 5,49 mil mn beneficiando da aquisição da Areva India e do aumentoda procura nos mercados emergentes. Já as vendas, aumentaram também 12% para os EUR 5,24 mil mn, tendo mesmo assim ficado abaixo das expectativas dos analistas.
Resultados: ACCOR
Accor: A empresa apresentou os resultados de 201010, registando um aumento das receitas de 8,4% para os EUR 5,95 mil mn, que ficou aquém das expectativas dos analistas, impulsionado pelo crescimento das receitas nos mercados emergentes. A empresa aumentou também a guidance para o EBITDA de 2010 para os EUR 440 mn.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: Segundo a Fitch, Portugal será o terceiro país da Zona Euro com maiores necessidades de financiamento face ao valor do PIB, cerca de 23%, superior ao registado no ano anterior.
Empresas: BRISA
Brisa: Daniel Amaral, partner do fundo Arcus, passou a ocupar um lugar não executivo na administração da concessionária portuguesa. A decisão foi tomada em conselho de administração que teve lugar ontem, sendo que Daniel Amaral ocupará o lugar deixado vago por Pedro Bordalo da Silva.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Portugal Telecom: Segundo o Diário Económico, a operadora portuguesa deverá assinar a partir de segunda-feira o acordo para a compra de 23% da operadora brasileira Oi, por cerca de EUR 3,7 mil mn.
Empresas: GALP
Galp: Segundo um geólogo da Petrobras, os campos petrolíferos no pré-sal, na região do Brasil, deverão ter reservas de pelo menos 123 mil mn de barris de petróleo, mais do dobro do estimado pelo governo brasileiro.
Empresas: GlaxoSmithKline / Hennes&Mauritz / Fiat
GlaxoSmithKline / Hennes&Mauritz / Fiat: As empresas foram alvo de downgrades por parte de casas de investimento internacionais.
Empresas: LAGARDÉRE
Lagardére: A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: IBERDROLA
Iberdrola: A maior empresa de energia limpa a nível mundial acordou a compra de 99,68% do capital da brasileira Elektro Electricidade e Serviços por EUR 1,77 mil mn, conseguindo assim entrar no negócio da distribuição de electricidade no Brasil.
Empresas: DANONE
Danone: A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: EDF
EDF: A empresa francesa anunciou que fez um acordo com a Alstom para concorrerem num leilão do governo para parques eólicos offshore em França.
Empresas: LAFARGE
Lafarge: A unidade de gypsum da cimenteira francesa está a ser alvo de interesse por parte de fundos de private equity de acordo com pessoas familiares com a empresa.
19 de janeiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macro-económico nos EUA destaque para a a divulgação do índice Empire Manufacturing que se cifrou nos 11,92 pontos, ficando abaixo das expectativas dos analistas (12,50) mas acima do nível verificado anteriormente (10,57). Relativamente ao mercado imobiliário, o NAHB housing Market registou 16 pontos, também abaixo dos 17 pontos previstos pelo mercado. Na Zona-Euro, o indicador de sentimento relativamente à economia cifrou-se nos 25,4 um valor bastante acima dos 16,6 esperados pelo mercado e os 15,5 registados no mês anterior. Na Alemanha, o mesmo indicador registou 15,4 pontos, também acima dos 7 pontos esperados pelo mercado.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão com valorizações – CAC (0,94%), DAX (0,92%) e AEX (0,73%) – beneficiando das declarações por parte do Eurogrupo de que irão reforçar a rede de segurança dos países com excesso de dívida. Consequentemente, o sector financeiro registou os maiores ganhos na sessão, com o Santander, BBVA, Deutsche Bank, Soc. Genérale e BNP Paribas a valorizarem 4,01%, 5,38%, 1,22%, 2,19% e 1,76%, respectivamente. Também a Daimler encerrou a valorizar 2,8% após ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. A francesa Bouygues valorizou quase 5,5% durante a sessão sem no entanto haver newsflow específico que o justifique. Pelo contrário, destaque para a Nokia, que encerrou a desvalorizar 2,26% após ser alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português encerrou a valorizar 1,38%, em linha com as principais congéneres europeias e com apenas um título a registar perdas. A Inapa recuou 0,76% na sessão sem no entanto haver newsflow relevante que o justifique. Uma vez mais, o sector financeiro liderou os ganhos, com o BCP, BPI e BES a valorizarem 2,63%, 2,46% e 1,79%, respectivamente. Destaque para a Brisa que liderou os ganhos ao avançar 2,7%, após ter embarcado numa estratégia de recompra de acções próprias que já atingiu os 4,028% do capital social da empresa. A EDP também impulsionou o índice ao avançar 1,86% sem haver newsflow específico que o justifique.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Fevereiro negociados em after hours na Nymex recuaram 0,17% para os USD 91,38 por barril.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão a registar ganhos – S&P (0,1%), Dow Jones (0,4%) e Nasdaq (0,23%) – beneficiando de algum newsflow favorável a nível empresarial e do desanuviar da actual crise periférica na Europa. Na esfera sectorial, realce para os ganhos obtidos por parte das empresas de energia e/ou petróleo, estas últimas beneficiando da sustentabilidade do preço do crude acima dos USD 92 por barril. No pólo oposto, realce para a underperformance apresentada pelo segmento de telecomunicações, em particular a Verizon que recuou 3,10% para USD 34,36 por acção.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão com ganhos impulsionados pela especulação de que os resultados bastante positivos por parte das empresas norte-americanas vão pressionar as exportações da região e que as medidas da China para evitar pressões inflaccionistas não vão retardar o crescimento. O Nikkei 225 encerrou a valorizar 0,36%.
Resultados: APPLE
Apple: A empresa anunciou que os lucros no último trimestre fiscal atingiram USD 6 mil mn ou USD 6,43 por acção (vs USD 4,47 estimados), ao passo que as receitas aumentaram 71% para USD 26,7 mil mn, também muito acima dos USD 20,9 mil mn estimados pelo mercado, beneficiando do primeiro período natalício em que se a empresa comercializou o Iphone4, IPAD e os novos Air Laptops. Os responsáveis da empresa confirmaram que teriam atingido ainda melhores resultados caso esta tivesse incrementado os níveis de oferta da sua gama de produtos. A empresa valorizou 1,3% em negociação after market.
Resultados: IBM
IBM: A empresa apresentou ontem resultados do 4T10 que ficaram acima das expectativas dos analistas em todos os indicadores beneficiando do aumento da procura por sistemas de computadores e softwares. As vendas registaram um aumento de 6,6% para os USD 29 mil mn com um aumento das margens de 48,3% para os 49% e os EPS aumentaram 16% para os USD 4,18 por acção. No outlook para 2011 a empresa apontou para EPS de USD 12,56 por acção. Relativamente aos resultados anuais, o Lucro líquido atingiu os USD 14,8 mil mn, que compara com os USD 13,4 mil mn resgistados em 2009, e as EPS aumentaram 15% para os USD 11,52 por acção.
Mercados: Portugal
Portugal: Segundo o Diário Económico, é quase certo um novo corte do rating da república portuguesa, em um ou dois níveis, por parte da Moody’s.
Empresas: BCP
BCP: O Banco de Portugal autorizou que os angolanos da Sonangol reforcem a posição que detêm no banco português até aos 20%.
Empresas: Royal Dutch Shell / BNP Paribas
Royal Dutch Shell / BNP Paribas: As empresas foram alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: L'Oreal
L’Oreal: A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: Repsol
Repsol: O veículo de investimento da Caja Catalunya e do La Caixa confirmaram que pretendem alienar a participação de cerca de 5% detida no capital da Repsol.
Empresas: Aegon
Aegon: A empresa foi alvo de um upgrade concedido por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: ALSTOM
Alstom: A empresa pretende reduzir os custos operacionais no montante de EUR 130 mn na unidade de transmissão/distribuição de energia, adquirida no ano transacto, até 2012.
Empresas: Volkswagen
Volkswagen: A empresa confirmou que está em conversações com parceiros Chineses para desenvolver uma marca própria naquele mercado.
13 de janeiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: Na esfera macroeconómica destaque nos EUA para a divulgação dos inventários de crude, que recuaram mais do que o previsto, -2154k vs -1400k esperados. Já os inventários de gasolina ficaram acima do antecipado pelo mercado, 5081k vs 2100k esperados. Na Alemanha, o crescimento do PIB em 2010 situou-se nos 3,6%, em linha com o previsto pelos analistas. Na Zona-Euro, a produção industrial (MoM) avançou 1,2% face a 0,5% estimados.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Fevereiro negociados em after hours na Nymex encerraram praticamente inalterados, nos USD 91,82 por barril.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português finalizou a sessão com ganhos significativos (+2,6%), uma performance superior à maioria das restantes bolsas europeias, beneficiando do sucesso na colocação de dívida soberana no leilão que ocorreu de manhã que levou os juros da dívida a recuarem para os 6,75%. Com 19 títulos a registarem ganhos, a Portugal Telecom destacou-se plea negativa ao registar uma desvalorização de 0,38%, penalizada pelo downgrade efectuado por uma casa de investimento internacional. A Banca liderou os ganhos, com o BES, BCP e BPI a avançarem 5,81%, 5,45% e 4,62%, respectivamente, reagindo ao alivio nas taxas de juro da dívida. Também o Grupo EDP impulsionou significativamente o índice com a EDP Renováveis a valorizar 4,92% e a EDP a valorizar 3,83%, beneficiando das notícias de que irá utilizar o encaixe de EUR 100 mn provenientas da venda de parte do défice tarifário espanhol na redução de dívida.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas Europeus encerraram com ganhos generalizados – DAX (+1,83%), CAC (+2,15%) e AEX (+1,15%) – beneficiando do maior optimismo dos investidores em torno da problemática da situação periférica na Europa, isto depois do Estado Português ter procedido com relativo sucesso à colocação de dívida no montante global de EUR 1,25 mil mn (com prazos a 3 e 10 anos), bem como pela possibilidade das autoridades Europeias virem a reforçar os montantes e alargar o alcance da esfera de actuação do Fundo de Estabilização Europeu. Na esfera sectorial, realce para a outperformance apresentada pelo sector financeiro, nomeadamente os bancos Espanhóis Santander e BBVA que avançaram 9,56% e 9,89% respectivamente. Igualmente em plano positivo, destaque para o comportamento da Iberdrola que valorizou 5,77% para EUR 5,81 por acção.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices Norte-Americanos encerraram a sessão em terreno positivo, com o Wells Fargo a divulgar um outlook mais positivo sobre os grandes bancos Norte-Americanos, baseado na distribuição de dividendos e maior estabilidade e recuperação nas economias periféricas. O S&P 500 avançou 0,9%, com o sector da banca a impulsionar os ganhos ao avançar mais de 1,5%, sendo que todos os sectores encerraram positivos. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average encerraram a valorizar cerca de 0,7%.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices asiáticos encerraram positivos, a beneficiar de um maior optimismo relativamente à capacidade das entidades europeias de controlar a crise da dívida periférica, depois do sucesso verificado na emissão de dívida portuguesa, que teve lugar na sessão de ontem. O Nikkei encerrou a valorizar cerca de 0,7%, igualmente com o sector financeiro em destaque.
Empresas: JERÓNIMO MARTINS
Jerónimo Martins: A empresa avançou que irá abrir a primeira loja Recheio nos Açores, na ilha de S.Miguel.
Empresas: BRISA
Brisa: A Brisa continua a sua estratégia de recompra de acções próprias, tendo comunicado à CMVM que ontem adquiriu mais 120 mil títulos ao preço médio de EUR 5,087, passando a deter 3,99% do capital social.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Portugal Telecom: A empresa viu o seu price target ser reduzido por uma casa de investimento internacional ainda que mantendo a recomendação de compra.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Portugal Telecom: O presidente executivo da Oi, Luiz Falco, avançou ontem que é expectável que os accionistas da Telemar aprovem hoje a fusão com a Brasil Telecom, desbloqueando assim o negócio com a PT.
Empresas: EDP
EDP: A eléctrica portuguesa vai iniciar na próxima semana uma viagem de 5 dias entre as principais capitais asiáticas numa tentativa de captar investidores tanto para o mercado accionista como obrigacionista.
Empresas: Portugal Telecom
Portugal Telecom: A empresa anunciou na véspera em comunicado que, em resultado da alienação por parte do Barclays Capital de 8.875.000 acções da PT e da aquisição de dois instrumentos financeiros correspondentes a contratos de futuros relativos a um lote de acções idêntico da PT, o grupo Barclays Plc acaba por deter uma participação de 2,40% do respectivo capital social e dos correspondentes direitos de voto.
Empresas: ACCOR
Accor: A empresa comunicou a venda da posição de 49% que detinha no grupo Lucien Barriere por EUR 268 mn.
Empresas: Sanofi-Aventis
Sanofi-Aventis: A possível compra da Genzyme pela Sanofi foi aprovada pela União Europeia.
Empresas: DANONE
Danone: A empresa foi alvo de vários upgrades por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
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