Macroeconomia: A nível macro-económico, destaque para a divulgação do indicador de confiança na Zona Euro Sentix Investor Confidence, o qual registou uma leitura de 16,7 pontos, ficando acima dos 14,0 pontos estimados e também acima dos 10,6 pontos registados na leitura anterior.
8 de fevereiro de 2011
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Março negociados na Nymex em after hours permaneceram relativamente inalterados nos USD 87,50 por barril.
Mercados: EUA
EUA: Prolongando o recente movimento de valorização, os principais índices accionistas finalizaram a primeira sessão da semana com ganhos em torno de meio ponto percentual, destacando-se a outperformance do sector financeiro e do segmento industrial, em oposição às perdas sofridas por sectores tradicionalmente defensivos (Telecomunicações e Healthcare).
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão em terreno positivo – CAC (1,08%), DAX (+0,93%), AEX (+1,19%), impulsionados por um crescimento do movimento de M&A e por um aliviar das tensões no Egipto. Realce para a outperformance do sector tecnológico, com a Nokia a avançar 2,77%, depois do newsflow positivo relativo ao novo telemóvel E7 que começa hoje a ser distribuído. Já o sector de telecomunicações foi o que registou valorizações inferiores, com a Telefónica, France Telecom e KPN a valorizarem 0,3%, 0,49% e 0,43% respectivamente. Uma nota adicional para o sector automóvel, onde a BMW, Volkswagen e Daimler lideraram os ganhos ao avançarem 3,52%, 3,16% e 1,77% respectivamente, depois da primeira anunciar que pretende incrementar o número de colaboradores do grupo para 290 mil (vs 250 mil actuais) até 2018. Por último, destaque para a Adidas que valorizou 3,64%, depois do CEO comunicar que a empresa deverá registar um incremento significativo das vendas, mesmo depois de um conjunto de tendências favoráveis que se observaram em 2010.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português encerrou a sessão com uma valorização de 0,59%, em linha com as suas congéneres europeias. A liderar os ganhos na sessão esteve o BCP, o qual encerrou a valorizar 4% após ser noticiado que o banco pretende alienar a sua unidade na Polónia. Também a EDP e a EDP Renováveis impulsionaram o índice ao avançarem 0,70% e 1,85%, respectivamente, sem no entanto haver newsflow relevante que o justifique. Pela negativa, destaque para a Galp, a qual encerrou com perdas de 0,26% após ser suspensa em bolsa durante cerca de 30 minutos após o comunicado da Petrobras de que abandonou as negociações para a compra de uma participação de 25% na Galp pertencente à ENI. A Cimpor liderou as perdas ao recuar 0,80% após anunciar que devido ao clima de instabilidade que se vive no Egipto, a unidade fabril que a empresa opera no país foi encerrada.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos encerraram com ganhos inferiores a meio ponto percentual, beneficiando de um conjunto de newsflow empresarial favorável – lucros acima das expectativas por parte do National Australia Bank. Esta situação suportou a outperformance do sector financeiro em oposição ao menor desempenho do segmento tecnológico. O índice nipónico Nikkei 225 valorizou cerca de 0,4%.
Resultados: UBS
UBS: A instituição Suiça reportou que os lucros aumentaram 7% no 4Q10 para CHF 1,29 mil mn, um registo que ainda assim ficou aquém das expectativas do mercado (CHF 1,35 mil mn), sendo que a actividade de banca de investimento registou uma quebra de 75% do nível de lucros – reflectindo uma imparidade no valor de CHF 509 mn associado a posições de dívida, com a generalidade das geografias do banco a apresentarem uma performance negativa. Refira-se ainda assim que a equipa de gestão prevê uma melhoria dos resultados da actividade de trading no presente trimestre face ao período anterior.
Resultados: ARCELOR MITTAL
ArcelorMittal: A empresa reportou perdas de USD 780 mn no 4Q10 (vs lucros de EUR 1,1 mil mn observados no período anterior), sendo que o EBITDA atingiu EUR 1,85 mil mn, superando os EUR 1,68 mil mn em que se situava o consenso de mercado. A equipa de gestão prevê uma recuperação da actividade no presente exercício em resultado da recuperação dos níveis de procura no segmento, projectando que o cash-flow operacional situar-se-á no intervalo entre USD 2-2,5 mil mn, um intervalo que superou largamente os USD 2,03 mil mn esperados pelo mercado.
Resultados: XSTRATA
Xstrata: Anunciou que os lucros no último exercício totalizaram USD 5,15 mil mn, acima dos USD 5,02 mil mn estimados pelo mercado, beneficiando do incremento da procura nas economias emergentes que estiveram na base do pick-up a nível de preços – uma tendência que permanece sólida no início de 2011. A equipa de gestão mantém o compromisso de elevar os níveis de produção em 50% até 2014, sendo que o EBITDA atingiu EUR 10,39 mil mn no período (também acima dos EUR 10,08 mil mn estimados).
Empresas: BCP
BCP: Segundo noticiou a Reuters, o banco português poderá estar a procurar vender as suas operações na Polónia, uma afirmação que a equipa de gestão do BCP não quis comentar.
Empresas: CIMPOR
Cimpor: A cimenteira portuguesa anunciou que a fábrica encerrada devido aos protestos no Egipto retomará a produção ainda esta semana.
Empresas: BCP
BCP: O Banco Pekao, segundo maior banco da Polónia, mostrou-se interessado na compra da unidade polaca do Millenium BCP caso esta esteja, de facto, à venda.
Empresas: GALP
Galp: Segundo o Jornal de Negócios, o fim das negociações entre a Eni e a Petrobras deixou os italianos insatisfeitos, continuando a querer vender a sua posição de 33,34%. No negócio inicialmente acordado, a Petrobras, com 25% de participação na Galp, iria ficar com mais poderes do que a Eni tem hoje com uma participação de 33,34%, por via de uma alteração de estatutos que estava a ser negociada, pretendendo agora a Eni ficar com esses mesmos poderes reduzindo a sua participação na Galp para 25%.
Empresas: MOTA-ENGIL
Mota-Engil: O consórcio, no qual a construtora portuguesa detém uma participação de 50%, que detém a concessão do porto peruano de Paita pretende investir mais de EUR 10 mn na adequação da infra-estrutura para atrair exportações de petróleo e soja da região.
Empresas: VOLKSWAGEN
Volkswagen: A equipa de gestão confirmou que chegou a acordo com o respectivo sindicato no que respeita a evolução salarial de cerca de 100 mil colaboradores (aumento de 3,2% respectivamente).
Empresas: RENAULT
Renault: Segundo o Le Figaro, a fabricante acordou com cerca de 3000 colaboradores os termos da sua reforma antecipada.
Empresas: PUBLICIS
Publicis: A empresa foi alvo de uma recomendação positiva por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: EDF
EDF: A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: VIVENDI
Vivendi: A empresa francesa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
7 de fevereiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: Na esfera macro-económica, realce para a divulgação dos indicadores laborais nos EUA, sendo que foram criados cerca de 36 mil postos de trabalho nos EUA (vs consenso 146 mil), ao passo que no sector privado foram criados 50 mil novos postos de trabalho (vs 145 mil estimados), sendo que a leitura dos indicadores não é totalmente linear, uma vez que se observou um impacto negativo exógeno que resultou de condições meteorológicas adversas. Já a taxa de desemprego no mês de Janeiro atingiu 9,0%, um registo claramente melhor que os 9,5% em que se situava o consenso de mercado.
Mercados: CRUDE
Crude: Depois do forte movimento de apreciação na sequência da instabilidade política verificada no Egipto no início da semana transacta, os futuros do crude para entrega em Março negociados em after hours na Nymex recuaram 0,25% para USD 88,81 por barril.
Mercados: EUA
EUA: Apesar de alguma volatilidade observada durante a sessão, os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram a última sessão da semana com ganhos em torno de meio ponto percentual, destacando-se a outperformance dos segmentos tecnológico e de bens de consumo, com os investidores a reagirem favoravelmente à divulgação dos payrolls relativos ao mês de Janeiro que, no geral, espelharam uma tendência relativamente híbrida. No pólo oposto, realce para as perdas sofridas por algumas das principais utilities norte-americanas.
Mercados: EUROPA
Europa: Numa sessão marcada por alguma volatilidade, os principais índices accionistas Europeus encerraram a sessão com ganhos ligeiros – DAX (+0,31%), CAC (+0,26%) e AEX (+0,17%) – beneficiando da divulgação de indicadores globalmente positivos referentes à evolução do mercado laboral nos EUA. A nível sectorial, destaque para a outperformance observada pelos sectores segurador e industrial, em particular o ING (+2,33%) e a Saint-Gobain (+3,61%), esta última impulsionada por um upgrade concedido por parte de uma casa de investimento internacional. No pólo oposto, realce individual para a Louis Vuitton que recuou 2,44% ao reagir negativamente à divulgação de resultados trimestrais.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice nacional encerrou a valorizar 0,3%, em linha com as restantes bolsas europeias. Destaque para a EDP Renováveis que recuou 1%, sem newsflow relevante que o justifique. Também a Portugal Telecom recuou 0,35%, depois da operadora portuguesa revelar que concorreu a uma licença de terceira geração móvel (3G) em Cabo Verde. A EDP encerrou inalterada, no dia em que apresentou resultados previsionais de 2010. O sector financeiro encerrou positivo, com o BCP, BES e BPI a valorizarem 0,5%, 0,99% e 1,77% respectivamente, sendo o registo evidenciado pelo BPI o melhor da sessão. A acompanhar os ganhos esteve também o sector retalhista, com a Sonae e Jerónimo Martins a avançarem 0,37% e 1,34% respectivamente.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos finalizaram a primeira sessão da semana em terreno misto, com os investidores relativamente optimistas tendo em conta a evolução de uma earning season robusta, bem como do desanuviar das tensões políticas do Egipto. O índice nipónico Nikkei 225 avançou 0,46%, destacando-se a outperformance evidenciada por algumas das principais empresas do segmento exportador.
Empresas: CIMPOR
Cimpor: A cimenteira portuguesa anunciou que, devido ao clima de instabilidade que se vive no Egipto, a unidade fabril que a empresa opera no país foi encerrada.
Empresas: ADIDAS
Adidas: O CEO da empresa germânica revelou que a empresa deverá registar um incremento de vendas significativo, mesmo depois de um conjunto de tendências favoráveis que se observaram em 2010.
Empresas: BAYER
Bayer: A empresa pretende reduzir em cerca de 700 o número de head-count na sua actividade doméstica.
Empresas: DAIMLER
Daimler: O CEO do grupo confirmou que o topline deverá evoluir favoravelmente no presente exercício, depois das vendas de veículos no mês de Janeiro terem espelhado tendências bastante positivas.
Empresas: METRO
Metro: A retalhista germânica permanece interessada num eventual processo de fusão da sua participada – Kaufhof– com a sua rival Karstadt.
Empresas: VOLKSWAGEN
Volkswagen: A fabricante germânica pretende incrementar o número de colaboradores do grupo para 290 mil (vs 250 mil actuais) até 2018.
Empresas: VEOLIA ENVIRONNEMENT
Veolia Environnement: A empresa deverá nomear Jerome Gallot como o novo CEO do grupo.
Empresas: DEUTSCHE BANK
Deutsche Bank: O banco alemão viu o seu price target ser elevado por uma casa de investimento internacional.
4 de fevereiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para os dados do mercado laboral norte-americano, com os novos pedidos de subsídio de desemprego a cifrarem-se abaixo das previsões que apontavam para 420 mil ao atingirem os 415 mil e os pedidos totais a atingirem os 3925 mil versus 3950 mil antecipados pelos analistas. As encomendas às fábricas nos EUA avançaram 0,2%, comparando com a contracção de 0,5% antecipada. Na Europa, o PMI composto na Zona-Euro cifrou-se nos 57 pontos, acima dos 56,3 pontos estimados pelo mercado.
Mercados:CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Março, negociados em after hours na Nymex, avançaram USD 0,66, para USD 91,20.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices norte-americanos encerraram moderadamente positivos, depois dos dados macroeconómicos divulgados, juntamente com as declarações de Ben Bernanke, reiterarem a confiança na recuperação da economia americana. O S&P 500 valorizou 0,24%, com destaque para o sector de bens de consumo que valorizou perto de 1%. O Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average encerraram igualmente em terreno positivo, avançando 0,17% e 0,09% respectivamente.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão em terreno misto – CAC (-0,74%), DAX (+0,14%) e AEX (-0,68%) – penalizados pelos confrontos que tiveram início no Egipto. O sector automóvel destacou-se na sessão, com a BMW e a Daimler a avançarem 1,52% e 0,97%, respectivamente, beneficiando da divulgação das vendas da Mercedes-Benz no mês de Janeiro, as quais avançaram 23% impulsionadas pela procura por parte da China. Destaque também para o Deutsche Bank que registou uma valorização de 1,4% após apresentar resultados antes da abertura da sessão de hoje superaram as expectativas dos analistas em todas as rubricas operacionais na unidade de banca de investimento. Pelo contrário, a Royal Dutch Shell encerrou a sessão a recuar 3% penalizada pela divulgação de resultados que ficaram aquém das previsões dos analistas. Também a Sanofi-Aventis e a ACS registaram desvalorizações de 1,44% e 9,6%, respectivamente, a primeira penalizada pela continuação das negociações com a Genzyme e a segunda penalizada pela venda de uma participação de 5% por parte de um accionista de referência a um preço inferior ao praticado no mercado.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português encerrou a sessão com perdas de 0,41%, em linha com a maioria das restantes bolsas europeias. As valorizações registadas pela Galp, reagindo ao interesse demonstrado pela Sonangol, Petrobras e Chineses na participação da ENI na petrolífera portuguesa, e pela Portugal Telecom – 1,07% e 0,09%, respectivamente - não foram suficientes para impedir perdas do índice. Pela negativa, destaque para o BPI, o qual liderou as perdas na sessão ao recuar 2,21% sem newsflow específico que o justifique. Também o grupo EDP penalizou o PSI-20, com a EDP e a EDP Renováveis a registarem perdas de 1,01% e 1,46%, respectivamente, penalizadas pela apresentação de resultados operacionais previsionais da subsidiária EDP R. Apesar de ter apresentado resultados que superaram as expectativas dos analistas, o BCP também registou uma desvalorização de 0,83% na sessão.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, impulsionados pelos bons resultados divulgados pelas empresas Japonesas e pelo aumento da procura por parte dos EUA por activos com yields superiores. O Nikkei valorizou mais de 1%, com destaque para o sector de telecomunicações que avançou mais de 2,5%.
Resultados: EDP
EDP: A eléctrica portuguesa apresentou resultados operacionais previsionais de 2010 ontem após o fecho do mercado, tendo registado um aumento da capacidade instalada de 7% para os 22,0 GW, um aumento de 9% da produção total para os 59,3 TWh e um aumento de 20% da energia distribuída. Na Península Ibérica, destaque para a Distribuição de Gás, a qual registou um aumento de 109% impulsionada pelo território Espanhol e consolidação dos activos comprados à Gas Natural. No Brasil, a electricidade distribuída avançou 11% enquanto o número de clientes avançou apenas 2,7%.
Resultados: LOUIS VUITTON
Louis Vuitton: A empresa produtora de bens de luxo, apresentou resultados relativos a 2010 que superaram as expectativas dos analistas, valorizando 73% para EUR 3,03 mil mn, acima dos EUR 1,76 mil mn registados em período homólogo, e acima dos EUR 2,52 mil mn estimados pelos analistas. As receitas foram impulsionadas pela introdução de novos produtos em pele. A margem operacional aumentou para 21,3%, com as vendas a aumentarem igualmente 19% para EUR 20,3 mil mn. A empresa referiu ainda que o outlook para 2011 é “excelente”.
Resultados: BANCO POPULAR
Banco Popular: O banco espanhol divulgou que o resultado líquido relativo ao exercicio de 2010 recuou para EUR 590 mn, abaixo dos EUR 766,1 registados em período homólogo, e abaixo dos EUR 599 mn estimados pelos analistas. O Core Capital situou-se nos 9,43% enquanto o rácio Loan to Deposits avançou para 5,27%. Para 2011, a empresa prevê uma diminuição ligeira da margem financeira.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Portugal Telecom: A empresa portuguesa concorreu a uma licença de terceira geração móvel (3G) em Cabo Verde.
Empresas: BMW
BMW: A empresa revelou que espera um aumento significativo das vendas no primeiro semestre do ano devido ao aumento da procura por novos modelos.
Empresas: L'OREAL
L’Oreal: A empresa foi alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional.
3 de fevereiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macro-económico destaque para a divulgação dos dados do mercado imobiliário nos EUA com as Hipotecas a avançarem 11,3% após terem decrescido 12,9% no mês anterior. Já o mercado laboral norte-americano registou uma criação de empregos de 187 mil postos de trabalho, acima das expectativas que apontavam para os 140 mil. Os inventários de crude registaram um aumento de 2594 mil barris (vs. 2500 mil esperados), os de gasolina avançaram 6154 mil barris, também acima dos 2404 mil esperados, e os produtos destilados recuaram 1579 mil superando também as expectativas que apontavam para um recuo de 140 mil.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Março, negociados em after hours na Nymex, avançaram USD 0,89, para USD 91,75.
Mercados: EUA
EUA: O mercado norte-americano encerrou na generalidade negativo, pressionados pelos resultados divulgados pela Broadcom e Aflac que se situaram abaixo do estimado pelos analistas, sendo que a primeira recuou mais de 5,5% na sessão, depois de apresentar margem de lucro que desiludiu os analistas. O S&P 500 encerrou a recuar 0,27%, com o sector financeiro a ser o mais penalizado. O Nasdaq também recuou 0,17% enquanto o Dow Jones Industrial Average encerrou a sessão praticamente inalterado.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão mistos – CAC (-0,15%), DAX (-0,01%) e AEX (0,08%) – penalizados pela apresentação de resultados de diversas empresas que desiludiram as expectativas dos analistas. Pela negativa e inseridas no grupo de empresas que reportaram resultados abaixo das expectativas encontram-se a Electrolux, a Roche e a Fortum que encerraram a recuar 8%, 2% e 3,3%, respectivamente. Pelo contrário, destaque para a Nokia que encetou uma recuperação de 4,28% após ser noticiada uma possível aliança estratégica entre a Nokia e a Microsoft para fazerem face à popularidade do iPhone. Também a Unilever se destacou pela positiva (+1,61%) em antecipação à apresentação de resultados que terá lugar amanhã antes da abertura do mercado. A nível sectorial, o sector de Materiais destacou-se beneficiando de uma nota sectorial por parte de uma casa de investimento internacional, a qual levou a BHP Billiton e a Rio Tinto a avançarem 2,6% e 2,8%, respectivamente.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: Ainda que recuando de maiores ganhos observados ao longo da sessão, o índice PSI-20 encerrou a sessão com ganhos de 0,28% - um comportamento superior face ao exibido pelos peers. Na base da outperformance do PSI-20 esteve o relativo sucesso de colocação de dívida por parte do IGCP no montante global de EUR 1,255 mil mn por via de duas emissões de curto prazo (6 e 12 meses), as quais denotaram rácios procura sólidos e níveis de taxas subjacentes inferiores a emissões anteriores. Em termos individuais, realce para os ganhos obtidos por parte da Portugal Telecom e da REN que avançaram 1,91% e 1,18% respectivamente, ainda que sem newsflow específico relevante. Já o BCP, em antecipação à divulgação de resultados do exercício, constituiu-se no título mais líquido da sessão (quase 24 milhões de acções) ao avançar 0,50% respectivamente.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices asiáticos encerraram mistos, penalizados pela divulgação de resultados ao nível empresarial que se situaram aquém do previsto, e pela violência e protestos que se vivem no Egipto. O Nikkei 225 encerrou a recuar 0,25%, com destaque para o sector de serviços que valorizou mais de 1,5%.
Resultados: EDP RENOVÁVEIS
EDP Renováveis: A empresa apresentou dados operacionais previsionais de 2010, tendo encerrado o ano com uma capacidade instalada total de 6,68 GW, o que representa um aumento de 1,1 GW relativamente a 2009, com a capacidade instalada nos EUA a superar a mesma na Europa pela primeira vez (3,224 vs. 3,2 GW). Em construção encontram-se mais 649 MW, dos quais 421 MW na Europa e 99 MW nos EUA. No ano de 2010, a empresa registou um aumento da electricidade produzida de 32%.
Resultados: BCP
BCP: Anunciou na véspera após o fecho de mercado que os lucros no exercício de 2010 totalizaram EUR 301,6 mn (+33,9% YoY), acima dos EUR 256 mn estimado, beneficiando do desempenho favorável da actividade internacional – contribuição desta actividade para o resultado consolidado ascendeu a EUR 51,8 mn ou 17,2% dos lucros. Igualmente a suportar a evolução dos lucros esteve o incremento observado ao nível da margem financeira que aumentou 13,7% para EUR 1,516 mil mn (vs EUR 1,491 mil mn esperados), sendo que a margem financeira em Portugal apresentou inclusive o melhor desempenho trimestral observado desde o 2Q09 – potenciado pelos efeitos de volume e taxa de juro favoráveis, reflectindo assim o incremento do volume de negócios e da carteira de activos financeiros, bem como o efeito da subida gradual das taxas de juro das operações com clientes que assim compensaram o aumento do custo de financiamento decorrente da instabilidade no mercado de dívida interbancário. Para além da subida da margem financeira, realce para o incremento do produto bancário que ascendeu a EUR 2,892 mil mn (+16% YoY) que beneficiou da evolução favorável das comissões líquidas (+10,9% para EUR 811,6 mn) e dos resultados em operações financeiras (EUR 429,2 mn), parcialmente contrariado pelo reforço das dotações para imparidade do crédito.
Resultados: BCP
BCP: O rácio de crédito vencido há mais de 90 dias situou-se em 3,0%, em linha com as expectativas associadas ao enquadramento projectado pelo management, sendo que o rácio de cobertura situou-se nos 109,4%. Noutro âmbito, observou-se uma ligeira deterioração ao nível dos rácios de capital, sendo que o rácio Tier I situou-se nos 9,2% (vs 9,3% anteriores) e o rácio de solvabilidade atingiu 10,3% (vs 11,5% no período homólogo).
Resultados: BCP
BCP: A equipa de gestão apresentou uma proposta a submeter à Assembleia Geral de Accionistas que assenta na incorporação de EUR 120 mn de reservas em capital, sendo que a proposta deste script dividend reflecte, segundo o management, o compromisso entre os interesses dos accionistas e a preservação do capital e da liquidez do grupo.
Resultados: SANTANDER
Santander: O banco espanhol revelou que os seus lucros recuaram para EUR 8,18 mil mn em 2010, abaixo dos EUR 8,94 mil mn registados em período homólogo, mas em linha coms EUR 8,12 mil mn estimados. O dividendo a distribuir deverá manter no EUR 0,6, o terceiro ano consecutivo de manutenção do dividendo. Os empréstimos aumentaram 6% enquanto os depósitos avançaram 22%. O Core capital avançou 0,3% para 8,8%, esperando-se que exceda os 9% no final do presente ano.
Resultados: UNILEVER
Unilever: A empresa reportou um crescimento das vendas que superou as expectativas dos analistas. As vendas que excluem o efeito de aquisições e flutuações cambiais aumentaram 5,1% nos últimos 3 meses de 2010, acima do crescimento de 4,1% antecipado pelos analistas, tendo avançado 4,1% no total de 2010, em linha com o estimado. O resultado líquido aumentou para EUR 955 mn no 4Q10, superando as estimativas que apontavam para um valor de EUR 883 mn.
Resultados: DEUTSCHE BANK
Deutsche Bank: O banco alemão anunciou que os resultados relativos ao 4Q10 na sua unidade de banca de investimento aumentaram 57%. Os resultados antes de impostos aumentaram para EUR 625 mn, acima dos EUR 398 mn registados no ano anterior. As receitas provenientes de trading e venda de obrigações totalizaram EUR 1,57 mil mn, enquanto o trading de acções reportou receitas de EUR 872 mn, ambas as rubricas superaram os valores registados em periodo homólogo.
Resultados: ROYAL DUTCH SHELL
Royal Dutch Shell: A petrolífera apresentou resultados trimestrais que ficaram aquem das expectativas dos analistas, pressionados por fracas margens de refinação. A empresa lucrou USD 4,1 mil mn no 4Q10, abaixo dos USD 4,7 mil mn estimados pelos analistas. Os lucros anuais situaram-se nos USD 18,6 mil mn em 2010.
Empresas: GALP
Galp: Segundo o Diário Económico, a brasileira Petrobras abandonou as negociações para a compra da posição de 25% da ENI na petrolífera portuguesa após uma proposta por parte da Sonangol de compra da totalidade da posição da ENI (33,34%). Também foi noticiado o possível interesse da parte de Chineses e Árabes relativamente a esta mesma participação.
Empresas: SONAE
Sonae: A retalhista portuguesa, à semelhança do que fez a Jerónimo Martins, lançou uma área de negócio de comércio tradicional e de proximidade sob o nome de ‘Meu Super’.
Empresas: CARREFOUR
Carrefour: A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: ROCHE
Roche: A empresa foi alvo de dois downgrades por parte de casas de investimento internacionais.
2 de fevereiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para a divulgação do Índice norte-americano ISM Manufacturing o qual revelou uma evolução positiva da manufactura nos EUA ao cifrar-se nos 60,8 pontos, acima dos 58,0 esperados e dos 57,0 registados na leitura anterior.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Março, negociados em after hours na Nymex, recuaram USD 01,42, para USD 90,77.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice português encerrou a valorizar pouco mais de 1%, um pouco abaixo das restantes bolsas europeias. Destaque pela negativa para a Inapa, que recuou cerca de 1%, sem newsflow específico. Pela positiva, realce para a Sonae, Portugal Telecom e Galp, que valorizaram 0,24%, 0,47% e 0,57% respectivamente, sem newsflow relevante. Também o sector financeiro registou valorizações significativas, com o BES, BCP e BPI a avançarem 1,99%, 2,04% e 2,06%, depois do banco liderado por Santos Ferreira revelar que a actividade na Polónia apresentou lucros de PLN 326 mn, com a margem financeira a apresentar um crescimento de 46,1% no exercício de 2010. Também a evolução favorável das comissões motivou um incremento de 18% dos proveitos operacionais para PLN 1,45 mil mn. A liderar os ganhos esteve a EDP, que valorizou 2,25%, acompanha pela ZON e a Sonaecom que valorizaram 3,24% e 4,84% respectivamente, sem newsflow relevante. Uma nota individual para a Cimpor queEgipto, o seu quarto maior mercado.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices norte-americanos encerraram em terreno positivo, beneficiando dos dados macroeconómicos positivos nos EUA, ao nível da Manufactura, fazendo aumentar o optimismo na recuperação económica. O S&P 500 encerrou a valorizar 1,67%, com realce para o sector de materiais que avançou perto de 3%, seguido do sector financeiro que valorizou cerca de 2%. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average valorizaram 1,89% e 1,25% respectivamente.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão com valorizações significativas – CAC (1,68%), DAX (1,51%) e AEX (1,77%) – impulsionados por um aumento da confiança resultante de dois relatórios que indiciam uma expansão da manufactura tanto nos EUA como na China. Com todos os sectores a encerrarem positivos, o sector petrolífero liderou os ganhos – ENI (4,10%), Repsol (2,24%) e Total (+3,20%) - beneficiando da evolução do preço do crude nos mercados internacionais o qual tem reagido aos conflitos perto do Canal do Suez. Também pela positiva, destaque para as alemãs Infineon e Continental, as quais encerraram a valorizar 1,6% e 1,7%, respectivamente, a primeira após apresentar resultados que ficaram acima das expectativas dos analistas e a segunda após ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Apenas a Philips Electronics, a Daimler e a Anheuser-Busch registaram perdas de 0,26%, 0,22% e 0,14%, respectivamente, sem no entanto haver newsflow relevante que o justifique.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices asiáticos encerraram em terreno positivo, impulsionados por uma earnings season que se tem revelado positiva e pelos dados macroeconómicos robustos nos EUA que aumentam a confiança numa recuperação da economia mundial. O Nikkei encerrou a valorizar 1,78%, com destaque para o sector financeiro que valorizou mais de 3%.
Resultados: BBVA
A instituição Espanhola revelou que os lucros no 4Q10 atingiram EUR 939 mn, um registo inferior aos EUR 962,9 mn em que se situava o consenso de mercado, beneficiando da forte recuperação dos resultados da actividade internacional – em particular no México tendo em conta o nível de writedowns (EUR 1,05 mil mn) realizados no respectivo período homólogo, compensando assim a deterioração dos lucros na Península Ibérica (-20%). A margem financeira recuou 13% para 3,14 mil mn, sendo que o rácio de NPL situou-se nos 4,1% do crédito total (vs 4,3% anteriores) e o core capital atingiu 9,6% no final do período. A equipa de gestão anunciou que irá propor a distribuição de dividendos (2 dos 4 dividendos intercalares) em acções.Empresas: GALP
Galp: Segundo noticia o Diário Económico, a Sonangol pretende reunir-se com o Primeiro Ministro português para pressionar um desfecho da venda da participação da ENI na Galp que inclua uma participação directa para a Sonangol, ameaçando vetar a entrada da Petrobras caso isso não aconteça.
Empresas: EDP
EDP: O presidente da eléctrica portuguesa declarou ontem que irá propor uma subida dos dividendos distribuídos pela EDP em EUR 0,015 por acção.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Portugal Telecom: A Anacom decidiu preliminarmente que a PT não irá ser ressarcida pelos custos incurridos até 2007 com a prestação do Serviço Universal por considerar que não existia concorrência no mercado nessa altura.
Empresas: MOTA ENGIL
Mota-Engil: De acordo com o Comunicado anunciado na CMVM, o administrador Eng.º António Mota adquiriu 5000 acções da Mota-Engil entre as sessões de bolsa de 14 a 18 de Janeiro, pelo que o mesmo passou a deter uma participação de 2,45% do respectivo capital.
Empresas: MÉDIA
Sector de Media: De acordo com os últimos indicadores publicados no sector em termos de audiência, a SIC apresentou um share médio em Janeiro de 24,1%, evidenciando a maior recuperação numa base mensal entre os 4 operadores a nível nacional (vs 22,4% em Dezembro). Já em termos homólogos, verificou-se uma ligeira deterioração do share dos 4 operadores, penalizados pela maior captação de audiência pelos canais da rede Cabo.
Empresas: BANCO POPULAR
Banco Popular: O banco espanhol poderá recomprar EUR 650 mn em obrigações emitidas em 2005.
Empresas: SANOFI-AVENTIS
Sanofi-Aventis: As conversações com a Genzyme poderão levar a Sanofi-Aventis a oferecer entre USD 76 – USD 77 por acção pela empresa americana.
Empresas: BMW
BMW: A construtora automóvel alemã juntamente com a PSA Peugeot Citroen vai criar uma Joint-venture para a cooperação na área das tecnologias híbridas.
Empresas: GAMESA
Gamesa: A empresa espanhola contratou a Morgan Stanley para avaliar a possibilidade de aquisição de activos eólicos na India.
Empresas: VOLKSEWAGEN
Volkswagen: A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: DAIMLER
Daimler: A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
1 de fevereiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: Destaque ao nível macroeconómico para o rendimento pessoal nos EUA que avançou 0,4%, em linha com o estimado pelos analistas, enquanto os gastos pessoais aumentaram 0,7%, acima dos 0,5% antecipados pelo mercado. Já o indicador Chicago PMI situou-se nos 68,8, acima dos 64,5 estimados.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Março, negociados em after hours na Nymex, recuaram 0,4%, ou USD 0,37, para USD 91,82.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo, beneficiando da evolução positiva nos gastos com consumo nos EUA, e dos resultados da Exxon Mobil, que superaram as expectativas dos analistas. Os títulos da petrolífera encerraram a valorizar mais de 2%, acompanhada pelas restantes empresas do sector, com realce para a Chesapeake e Devon Energy que valorizaram cerca de 8% e mais de 4% respectivamente. O S&P 500 encerrou a sessão a avançar 0,77%, movimento acompanhado igualmente pelo Nasdaq e Dow Jones Industrial Average que avançaram cerca de 0,5%.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão em terreno misto – DAX (-0,36%), CAC (+0,08%), AEX (-0,11%) e IBEX (+0,55%), com destaque para a outperformance evidenciada pela periferia. Destaque pela negativa para o sector automóvel, com a Daimler, Volkswagen e BMW a recuarem 2,52%, 2% e 1,8% respectivamente, depois de noticiado que a Daimler suspendeu a produção de automóveis no Egipto por dois dias. Pela positiva, realce para o sector de Health Care que valorizou 1,34%, e para a Merck que avançou 0,9%. Uma nota individual para a Carrefour que valorizou mais de 5%, depois de rumores em torno de um eventual split, autonomizando a cadeia Dia e a unidade de Real-Estate da retalhista.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice português encerrou em terreno positivo, recuperando das perdas registadas no inicio da sessão. Pela negativa, realce para a Sonae que recuou 0,55% e para o BCP que encerrou a recuar cerca de 0,34%, sem newsflow relevante. Destaque para a Portugal Telecom que avançou 1,31%, depois de noticiado o reforçou da posição que o BES detém no capital da operadora portuguesa (de 8,3% para 10,03%). A EDP avançou igualmente 1,37%, depois de a Bloomberg noticiar que a eléctrica portuguesa vai emitir CHF 100 mn, perto de EUR 80 mn em dívida. A liderar os ganhos esteve o BES, que valorizou mais de 3,5%, após ter divulgado resultados referentes ao último exercício, onde registou lucros de EUR 510,5 mn, acima dos EUR 504 mn estimados, beneficiando essencialmente do impacto positivo da actividade internacional. Adicionalmente, foi divulgado que o Conselho de Administração do banco pretende propor um dividendo anual de EUR 0,126 por acção referente ao último exercício, uma quebra de 10% face ao dividendo distribuído no período anterior.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os mercados asiáticos encerraram em alta, pela primeira vez em três sessões, com as empresas asiáticas a apresentarem resultados que se revelaram positivos, beneficiando igualmente dos indicadores macroeconómicos nos EUA que revelaram um aumento dos gastos com consumo. O Nikkei valorizou 0,36%, com destaque para a outperformance do sector de Health Care.
Resultados: PORTUCEL
Portucel: A produtora de Pasta e Papel portuguesa apresentou resultados de 2010 que atingiram os EUR 210,6 mn, beneficiando da entrada em produção de uma nova fábrica em Setúbal e da entrada em funcionamento dos novos investimentos na área de energia. Assim, as receitas aumentaram 26,5% para os EUR 1,85 mil mn e o EBITDA registou um aumento de 80,1% para os EUR 400,2 mn, ficanda assim acima das expectativas dos analistas que apontavam para lucros de EUR 194,6 mn, receitas de EUR 1,354 mil mn e EBITDA de EUR 390,3 mn. O Grupo exportou cerca de EUR 1,2 mil mn, um incremento de 25% em termos homólogo. Relativamente ao outlook para 2011, a empresa revelou-se prudente, assumindo uma possível penalização dos resultados proveniente das medidas de consolidação orçamental em toda a Europa.
resultados: INFINEON
Infineon: A empresa produtora de chips alemã, apresentou resultados relativos ao último trimestre, reportando um resultado líquido de EUR 232 mn, acima dos EUR 66 mn registado em período hmólogo e a acima dos EUR 161,3 mn estimados pelos analistas, suportado pelo aumento da procura por semicondutores para o sector automóvel e industrial. A empresa aumentou ainda as estimativas relativas ao resultado de 2011.
Resultados: DEUTSCHE BANK
Deutsche Bank: O Banco alemão reportou lucros relativos ao 4Q10, que registaram uma quebra de 54%, ficando aquém das estimativas dos analistas, pressionados pelos custos relacionados com a aquisição do Deutsche Postbank e Sal. Oppenheim Group. O resultado líquido recuou para EUR 600 mn, o que compara com os EUR 1,3 mil mn registados em período hjomólogo, e com os EUR 785 mn estimados pelos analistas. Por outro lado, as receitas líquidas aumentaram EUR 5,5 mil mn para EUR 7,4 mil mn.
Empresas: CIMPOR
Cimpor: A cimenteira portuguesa reduziu temporariamente a sua produção no Egipto, que constitui o seu quarto maior mercado, devido aos conflitos.
Empresas: EDP
EDP: A eléctrica portuguesa voltou ontem a emitir obrigações no valor de CHF 200 mn com um cupão de 3,5% e com uma maturidade de 3 anos.
Empresas: BCP
BCP: A instituição Portuguesa revelou que a actividade na Polónia apresentou lucros de PLN 326 mn, observando-se uma recuperação dos proveitos base (+32% YoY), em especial da margem financeira que apresentou um crescimento de 46,1% exercício de 2010. A evolução favorável das comissões levou a que os proveitos operacionais registassem um incremento de 18% para PLN 1,45 mil mn no exercício, sendo que o rácio de solvabilidade atingiu 14,4% e o rácio de crédito/depósitos quedou-se perto dos 100%.
Empresas: RENAULT
Renault: A empresa francesa revelou que o free cash flow atingiu EUR 1,67 mil mn, um registo implícito acima do dobro das estimativas iniciais traçadas pela empresa (EUR 700 mn).
Empresas: FIAT
Fiat: A marca Italiana irá reportar a evolução das vendas de veículos no mês de Janeiro.
Empresas: BANCO SABADELL
A instituição Espanhola revelou que irá proceder a um aumento de capital e procurará transformar dívida em Equity com o objectivo de incrementar os respectivos rácios de capital.
Empresas: INFINEON / METRO
Infineon /Metro: As empresas alemãs foram alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
31 de janeiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macro-económico destaque para a divulgação dos dados da evolução do PIB dos EUA no 4T10, o qual registou um aumento de 3,2%, que ficou abaixo das expectativas dos analistas que apontavam para 3,5% ainda que represente uma aceleração relativamente ao trimestre anterior (+2,6%). O Índice de Confiança do Consumidor da Univ. de Michigan cifrou-se nos 74,2 pontos, um valor que fica acima das expectativas do mercado (+73,3) e do valor registado na última leitura (+72,7).
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Março, negociados em after hours na Nymex, avançaram USD 1,53 para USD 90,87 por barril, com os investidores a recearem o encerramento do canal Suez, motivado pelas tensões observadas no Egipto.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
