11 de fevereiro de 2011

Resultados: THYSSENKRUPP

ThyssenKrupp: Revelou que os lucros no último trimestre fiscal permaneceram relativamente inalterados nos EUR 273 mn (vs EUR 271 mn estimados), sendo que a subida dos custos operacionais foi compensada pela evolução favorável da procura na generalidade dos mercados em que a empresa opera. A equipa de gestão revelou que a evolução favorável das tendências operacionais prolongar-se-á ao longo de 2011, ainda que prevê apenas atingir o break-even em termos de EBIT no exercício fiscal de 2011/12.

Empresas: PORTUGAL TELECOM

Portugal Telecom: Segundo o Diário Económico, a operadora nacional deverá receber este ano um valor de EUR 60 mn em dividendos, derivados da sua participação na brasileira Oi.

Empresas: NOKIA

Nokia: A empresa finlandesa anunciou que irá formar uma aliança na unidade de software com a Microsoft, visando reformular o actual sistema operativo (Symbian) utilizado pela Nokia de forma a melhor competir com as plataformas rivais disponibilizados pela Google, Apple, entre outras. Ainda durante a presente sessão são esperados novos desenvolvimentos sobre esta previsível aliança estratégica entre a Microsoft e a Nokia.

Empresas: VALLOUREC

Vallourec: A empresa revelou que assinou uma linha de crédito no valor de EUR 1 mil mn com um prazo de reembolso de 5 anos.

Empresas: ALCATEL LUCENT

A empresa foi alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional.

Empresas: ARCELOR MITTAL

ArcelorMittal: A empresa revelou que a produção de aço da sua unidade da Ucrânia recuou 16% no mês de Janeiro.

Empresas: ALCATEL LUCENT

Alcatel-Lucent: A empresa foi alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional.

Empresas: RENAULT

Renault: A empresa foi alvo de um downgrade por uma casa de investimento internacional.  

10 de fevereiro de 2011

Crise no Egipto: Update 10-02-2011 @ 22:00

Portugal: CRISE POLÍTICA

MACROECONOMIA

Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para a divulgação da evolução das exportações Alemãs em Dezembro, as quais registaram um aumento de 0,5% quando comparados com o mês anterior mas ficaram mesmo assim abaixo do aumento de 1% que era antecipado pelo mercado. Nos EUA, realce para a divulgação dos inventários de crude, os quais avançaram 1898 mil barris, um valor que ficou aquém do esperado pelos analistas (2000 mil), enquanto os inventários de gasolina tiveram um aumento de 4663 mil barris, acima dos 2600 mil barris estimados pelos analistas.

Mercados: CRUDE

Crude: Os futuros do crude para entrega em Março negociados em after hours na Nymex mantiveram a recente tendência de correcção, transaccionando nos USD 86,71 por barril.

Mercados: EUA

EUA: Ainda que recuperando de maiores perdas observadas ao longo da sessão, os principais índices accionistas norte-americanos não evitaram desvalorizações inferiores a meio ponto percentual, destacando-se o comportamento depressivo observado por um conjunto de títulos do segmento petrolífero e de recursos básicos. Na base do sentimento negativo esteve o receio dos investidores em torno do impacto na economia de eventuais pressões inflacionistas e, por consequência, da subida dos custos de financiamento, em particular após o significativo pick-up das taxas de juro no bloco desenvolvido que se observou recentemente.

Mercados: EUROPA

Europa: Os principais índices europeus encerraram a negociar em terreno negativo – DAX (-0,03%), CAC (-0,43%) e AEX (+0,52%) - com a Irlanda a revelar que irá adiar as injecções de capital previstas para a banca. Realce para o sector das utilities, onde se destacaram a GDF Suez, EDF e E.ON ao valorizarem 0,67%, 1,01% e 1,06% respectivamente, depois de noticiado que a E.ON assinou um contrato para a construção de três parques eólicos na Suécia. Já o sector de Health Care foi o mais penalizado, com a Sanofi-Aventis a recuar 1,56% depois de reportar um declínio das receitas no último trimestre e um declínio dos lucros em 2010 devido ao efeito combinado da entrada de genéricos e do declínio das vendas da vacina Influenza. Uma nota individual para a Peugeot, que recuou cerca de 4,5%, apesar de ter reportado resultados sólidos relativos ao exercício de 2010.

Mercados: PORTUGAL

Portugal: O principal índice accionista português encerrou a sessão com uma valorização de 0,73%, contrariando as perdas registadas pelas principais congéneres europeias. Com apenas três títulos a encerrarem com perdas, destaque para a Sonae, que encerrou a recuar 0,72% após ser alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional, e para o BCP, que encerrou com uma desvalorização de 0,10%, sem newsflow específico que o justifique. Pela positiva, destaque para a Mota-Engil, a qual registou uma valorização de 2,46% sem haver newsflow relevante que o justifique. Também a Jerónimo Martins prolongou o movimento de apreciação ao avançar 1,38% sem haver qualquer tipo de newsflow que o suporte. A Semapa encerrou a sessão com uma valorização de 1,67% após a apresentação de resultados anuais da empresa.

Resultados: CREDIT SUISSE

A instituição Suiça reviu em baixa o target para o ROE – o qual se deverá situar nos 15% (vs 18% definidos anteriormente), visando acomodar a regulação ao nível dos rácios de capital mais exigente. Adicionalmente, os lucros no último trimestre fiscal aumentaram 6% YoY para CHF 841 mn, um registo ainda assim aquém dos CHF 928 mn em que se situava o consenso de mercado.

Mercados: ÁSIA

Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos finalizaram com perdas em torno de 1 ponto percentual, reflectindo algum receio dos investidores em torno da sustentabilidade do rally accionista em função da fragilidade que permanece no mercado laboral norte-americano e das perspectivas de sobreaquecimento em determinadas economias emergentes (China). O índice nipónico Nikkei 225 registou desvalorizações ligeiras (-0,11%), penalizado pela underperformance do segmento tecnológico.

Resultados: CREDIT SUISSE

Credit Suisse: A instituição Suiça reviu em baixa o target para o ROE – o qual se deverá situar nos 15% (vs 18% definidos anteriormente), visando acomodar a regulação ao nível dos rácios de capital mais exigente. Adicionalmente, os lucros no último trimestre fiscal aumentaram 6% YoY para CHF 841 mn, um registo ainda assim aquém dos CHF 928 mn em que se situava o consenso de mercado.

Resultados: AIR FRANCE - KLM

Reportou perdas de EUR 46 mn, o que compara com os prejuízos de EUR 295 mn observados no período homólogo, ainda assim bastante pior face aos lucros de EUR 60 mn antecipados pelo mercado. As receitas no período totalizaram EUR 5,9 mil mn, sendo que a equipa de gestão reviu igualmente em baixa o outlook para o presente ano fiscal.

Resultados: HEIDELBERG CEMENT

HeidelbergCement: Anunciou que os resultados operacionais no 4Q10 atingiram EUR 383 mn (vs EUR 418,8 mn estimados) e as vendas no período totalizaram EUR 2,89 mil mn, um incremento de 5,9% em linha com o consenso de mercado – beneficiando essencialmente da evolução favorável da actividade na América do Norte e na região da Ásia-Pacífico.