Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX (+0,29%), CAC (+0,12%) e AEX (+0,32%) – num dia em que a China anunciou um aumento da taxa de reservas dos bancos em 0,5%. Realce para a outperformance do sector industrial, com a Lafarge a avançar 4,23%, após apresentar resultados relativos ao 4T10 em linha com as estimativas dos analistas, e anunciar o acordo com a Anglo American para a fusão dos activos das duas empresas no Reino Unido. Também a Siemens, Schneider e Vinci avançaram 0,73%, 1,02% e 1,48% respectivamente, num movimento sectorial. A impedir maiores ganhos esteve o sector de Health Care, com a Sanofi-Aventis a recuar 0,95%, depois de ter visto o seu rating de dívida de longo prazo revisto em baixa por uma agência internacional.
21 de fevereiro de 2011
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português encerrou a sessão a recuar 1,18% ao contrário das suas congéneres europeias, penalizado pelo agravamento das yields da dívida soberana e pela problemática em torno de um possível pedido de resgate. A Zon Multimédia liderou os ganhos no índice ao avançar 1,59% após o presidente referir que a empresa não tem necessidades de financiamento até meados de 2012. Pelo contrário, a Jerónimo Martins liderou as perdas no PSI-20 e na Europa ao recuar 5,70% após apresentar resultados anuais, tendo registado um resultado líquido e EBITDA marginalmente inferior às expectativas e vendas em linha com o estimado pelo mercado. Contudo, os resultados alcançados pela retalhista demonstram uma forte performance operacional. Também o sector financeiro registou perdas, com o BPI e o BES a registarem desvalorizações de 1,18% e 0,78%, respectivamente, penalizados pelo agravamento das yields.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno negativo, com o reavivar das tensões no Médio Oriente, nomeadamente na Líbia. Contudo, o Nikkei encerrou a valorizar 0,14%, com destaque para o sector das telecomunicações que registou uma valorização superior a 4%, enquanto o sector tecnológico foi o mais penalizado
Resultados: MERCK KGAA
A farmacêutica alemã reportou resultados relativos ao último trimestre de 2010, que recuaram 18%, pressionados pelo aumento dos custos administrativos e de Marketing devido à aquisição da Millipore Corp. O resultado líquido recuou para EUR 46,5 mn, abaixo dos EUR 56,7 mn registados em período homólogo. O resultado por acção, excluindo imparidades e custos com M&A atingiu os EUR 1,78 por acção, acima dos EUR 1,49 por acção estimados pelos analistas. As receitas aumentaram 26% para EUR 2,55 mil mn, acima dos EUR 2,48 mil mn estimados. As vendas de cristais líquidos que a empresa produz para componentes electrónicos aumentaram 17% para EUR 235 mn. A empresa adiantou ainda que irá distribuir dividendos no valor de EUR 1,25 por acção, acima dos EUR 1 por acção distribuídos em período homólogo. Adicionalmente a empresa referiu que as expectativas de aprovação do seu novo fármaco Claribine são muito baixas, uma vez que este já foi rejeitado em Setembro do ano anterior.Empresas: PORTUGAL TELECOM
Portugal Telecom: A participada da PT em S. Tomé, Companhia Santomense de Telecomunicações, tem vindo a investir, inserida num consórcio de 19 operadores, no primeiro-cabo submarino de fibra, o qual ligará S. Tomé e Príncipe à rede internacional de dados.
Empresas: GALP
Galp: A petrolífera portuguesa mostrou-se disposta a integrar parcerias que contribuam para a redução de custos e das emissões de CO2.
Empresas: JERÓNIMO MARTINS
Jerónimo Martins: A retalhista portuguesa anunciou na sexta-feira que a empresa não irá distribuir mais dividendos em 2011, após ter antecipado o pagamento de dividendos relativos aos resultados da retalhista até Outubro para Dezembro de 2010. A empresa avançou também que apenas 25% do investimento planeado para este ano será destinado em Portugal.
Empresas: VOLKSWAGEN
Volkswagen: Segundo noticia um jornal alemão, a automaker alemã está a aumentar a sua capacidade de produção em Leipzig.
Empresas: COMMERZBANK
Commerzbank: O banco alemão pretende pagar rapidamente a ajuda financeira de EUR 16,2 mil mn que recebeu do Estado.
Empresas: DAIMLER
Daimler: O governo alemão poderá atribuir incentivos à venda de carros electrónicos se a Daimler mantiver a posição que detém no capital da EADS.
Empresas: DAIGEO
Daigeo: A empresa está perto de adquirir a Mey Icki Sanayi por USD 2,5 mil mn, sendo que tal transacção poderá ser anunciada amanhã.
Empresas: REPSOL
Repsol: A Colômbia suspendeu os contractos atribuidos à Repsol e Ecopetrol para a exploração de petróleo na região.
Empresas: ROYAL DUTCH SHELL
Royal Dutch Shell: A empresa pretende vender a sua área de retalho de combustíveis em 14 países do continente Africano por USD 1000 mn.
Empresas: UNILEVER
Unilever: Os três maiores accionistas da empresa estão dispostos a vender os seus direitos preferenciais à retalhista.
Empresas: RENAULT - LAFARGE
Renault/Lafarge: Ambas as empresas francesas foram alvo de upgrades por parte de casas de investimento internacionais.
Empresas: TOM TOM - SCHINDLER
TomTom/Schindler: As empresas foram alvo de um downgrade por parte da mesma casa de investimento internacional.
Empresas: UBS
UBS: O banco suíço foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
17 de fevereiro de 2011
Preço do gasóleo iguala o da gasolina em Espanha.
O preço do litro de gasóleo em Espanha igualou esta semana o da gasolina, revela o boletim semanal de energia da Comissão Europeia.
O preço do gasóleo em Espanha atingiu 1,271 euros por litro e igualou o da gasolina, fruto do aumento de 3% daquele carburante na última semana e de 7% desde o início de 2011.
Esta situação não se verificava naquele país desde há dois anos, quando o litro de gasóleo superou o da gasolina entre Março de 2008 e Janeiro de 2009.
Os dados avançados pelo boletim comunitário para o nosso país indicam um preço médio de 1,344 euros por litro de gasóleo, e de 1,488 por litro de gasolina.
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para a divulgação de indicadores do mercado imobiliário norte-americano que superaram as expectativas dos analistas com as Casas em Início de Construção a cifrarem-se nos 596 mil (vs. 539 mil esperados) e as Licenças de construção a cifrarem-se nos 562 mil (vs. 559 esperados). Já a Produção industrial recuou 0,1% ao invés de avançar 0,5% como previsto, enquanto a capacidade utilizada ficou nos 76,1%, também abaixo dos 76,3% expectáveis. Quanto aos inventários de crude, estes registaram uma variação positiva de 860 mil barris, bastante abaixo do aumento de 2000 mil barris que era antecipado pelos analistas.
Mercados: CRUDE
Crude: os futuros do crude para entrega em Março negociados em after hours na Nymex avançaram USD 0,31 para os USD 85,30.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice nacional encerrou a valorizar 0,97%, sensivelmente em linha com as restantes bolsas europeias. Num dia de ganhos generalizados, marcado pelo leilão de dívida nacional a 12 meses, que registou uma taxa inferior à do anterior leilão comparável, apenas a Cimpor e a Portugal Telecom encerraram negativas, recuando 0,36% e 0,3% respectivamente, sem newsflow específico que o justifique. Com todos os restantes títulos a valorizarem, destaque para o Jerónimo Martins, Galp e EDP que avançaram 0,21%, 0,23% e 2,66% respectivamente. A liderar os ganhos esteve o sector financeiro, com o BPI e o BCP a valorizarem 0,7% e 1,97%, num movimento sectorial, com o BES a liderar os ganhos ao valorizar 3,93%, ainda a beneficiar da nota de Research positiva divulgada ontem por uma casa de investimento internacional.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão com valorizações – S&P (0,63%) e Nasdaq (0,67%) – beneficiando da divulgação de resultados por parte da Dell que superaram as expectativas dos analistas impulsionados pelo aumento do consumo por parte das empresas, e pela divulgação de dados macroeconómicos positivos. Destaque para a Dell a qual encerrou a sessão a valorizar 11,06% após a presentação de resultados.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX (+0,19%), CAC (+1%) e AEX (+0,26%) – com as empresas europeias a reportarem resultados que superaram as expectativas dos analistas e com os dados macroeconómicos nos EUA a revelarem-se globalmente positivo, nomeadamente ao nível do mercado imobiliário. Com a maioria dos sectores a encerrarem em terreno positivo, destaque para o sector financeiro, com o Santander, BBVA, BNP Paribas e Societe Generale a valorizarem 3,76%, 2,93%, 4,06% e 4,86% respectivamente, depois do banco Francês apresentar resultados acima do estimado pelos analistas. Pela negativa, destaque para o sector de bens de consumo, com a Daimler a recuar 4,36%, com destaque para a divulgação dos resultados relativos a 2010, onde a empresa registou um agravamento dos custos de produção e diminuição das margens dos veículos Mercedes-Benz. Também a BMW recuou 0,52% arrastada pelos maus resultados apresentados pelo seu concorrente alemão. Já a Holandesa Heineken avançou mais de 3%, depois de reportar resultados globalmente positivos.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão com valorizações, impulsionados pela divulgação de resultados acima das expectativas por parte de algumas empresas assim como pela divulgação de indicadores macroeconómicos ao nível dos EUA, que aumentam a confiança na recuperação económica global. O Nikkei 225 encerrou a sessão com ganhos de 0,26%.
Resultados: BNP PARAIBAS
BNP Paribas: Anunciou que os lucros em 2010 aumentaram 14% para EUR 1,55 mil mn, beneficiando do desempenho favorável observado pela unidade de investimento e da recuperação da actividade comercial nos EUA. Ainda assim, os lucros ficaram aquém das expectativas do mercado (EUR 1,71 mil mn), tendo a instituição sido penalizada por uma imparidade no valor de EUR 534 mn relativa à sua participação na Axa. Também a impulsionar o crescimento dos lucros esteve a forte quebra das provisões (-43% para EUR 4,8 mil mn) reflectindo a melhoria do contexto económico, sendo que o ROE no final do exercício situou-se nos 12,3% (vs 10,8% em 2009) e o rácio Tier I atingiu 9,2% (vs 8% no período homólogo).
Resultados: PERNOD-RICARD
A empresa francesa reportou resultados do primeiro semestre fiscal que desiludiram as expectativas dos analistas, com as receitas excluindo extraordinários a aumentarem 7%, abaixo dos 7,7% esperados pelo mercado, as receitas totais a avançarem 13% para os EUR 4,28 mil mn e o EBIT a registar um aumento de 8%, também abaixo dos 9% antecipados pelos analistas. No entanto, a empresa elevou a guidance anual após o aumento das vendas de produtos mais caros e com maior margem em mercados como a China. A empresa prevê também que o EBIT avance 7%, acima dos 6% previstos anteriormente.Resultados: AXA
AXA: A seguradora apresentou resultados anuais, registando uma redução dos lucros em 24%, após registar perdas na venda da maior parte da área de negócio de seguros de vida no Reino Unido, para os EUR 2,75 mil mn, ficando abaixo dos EUR 2,87 mil mn esperados pelos analistas. Os resultados da empresa foram penalizados pelas taxas de juro reduzidas e pela redução da procura por seguros de vida. O CEO anunciou que pretende reduzir os custos em EUR 1,5 mil mn até 2015 e que apresentará o seu plano de corte de custos na primeira metade de 2011.
Resultados: Schneider Electric
Schneider Electric: a empresa divulgou resultados anuais que superaram as expectativas dos analistas e avançou que prevê a manutenção do aumento das vendas e das margens em 2011. Os lucros aumentaram para os EUR 1,72 mil mn (vs. EUR 1,67 mil mn estimados) e as vendas aumentaram 24% para os EUR 19,6 mil mn, impulsionados pela expansão em mercados de rápido crescimento e em áreas de negócio como eficiência energética e serviços. Em 2011 a empresa pretende continuar o seu programa de corte de custos prevendo um total de EUR 400 mn de cortes para este ano.
Resultados: NESTLÉ
A empresa apresentou um crescimento das vendas em 2010 que superou as estimativas dos analistas, com os consumidores a revelarem uma procura superior por cápsulas de café Nespresso. Assim, as vendas avançaram 6,2% excluindo aquisições, acima do crescimento de 5,4% estimado pelos analistas. Os resultados anuais relativo a 2010 mais do que triplicaram, atingindo os CHF 34,2 mil mn, face aos CHF 10,4 mil mn obtidos em período homólogo. A empresa estima um aumento das vendas e das margens para o exercício de 2011, apostando igualmente na melhoria operacional da marca alimentar para animais, Purina.
Empresas: AKZO
AKZO Nobel: A maior produtora de tintas a nível mundial poderá reportar resultados do 4T10 com os lucros a atingirem EUR 66 mn, segundo as estimativas de seis analistas.
Empresas: BARCLAYS
Barclays: O banco britânico que reportou resultados antes da sessão de ontem anunciou que pretende vender a sua unidade de retalho na Rússia por não ver escala na mesma.
Empresas: DAIMLER
Daimler: O fundo Mercedes-Benz Auto Lease vendeu USD 1,09 mil mn de dívida suportada pelos leases de automóveis. A empresa terá também avançado que pretende vender metade da participação que detém na EADS ao Governo Alemão.
Empresas: EADS
EADS: A empresa europeia reduziu o custo da sua oferta para a produção de tanques para o Exército norte-americano.
Empresas: ENI
ENI: A petrolífera italiana viu o seu price target ser elevado por três casas de investimento internacionais
16 de fevereiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para a divulgação do PIB da Zona Euro e da Alemanha relativo ao 4T10, os quais avançaram 0,3% e 0,4% relativamente ao trimestre anterior, respectivamente, ambos os valores ficando abaixo das expectativas dos analistas. Também na Alemanha, o índice de confiança dos consumidores ZEW aumentou para os 15,7 pontos (vs. 15,4 em Janeiro) ficando ainda assim abaixo das expectativas do mercado. Nos EUA, as vendas a retalho registaram uma evolução positiva (+0,3%) mas que ficou aquém das estimativas do mercado que apontavam para um aumento de 0,5%, enquanto os Inventários aumentaram 0,8% em Dezembro acima dos 0,7% antecipados. Já o Empire Manufacturing surpreendeu o mercado pela positiva ao cifrar-se nos 15,4 pontos.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Março negociados em after hours na Nymex avançaram 0,6% para os USD 84,80.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão com desvalorizações – S&P (-0,32%) e Dow Jones (-0,34%) – penalizados pela divulgação da evolução das vendas a retalho em Janeiro, as quais desiludiram as expectativas dos analistas, e pela divulgação do Preço de Bens importados, o qual registou um aumento. O sector das Utilities liderou os ganhos enquanto o sector petrolífero liderou as perdas.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão com valorizações generalizadas – CAC (0,33%), DAX (0,05%) e AEX (0,09%) – beneficiando do aumento do Fundo Europeu de Estabilização Financeira divulgado ontem à noite após a reunião do Eurogrupo e da apresentação de resultados que superaram as expectativas dos analistas. Destaque para o sector financeiro o qual liderou os ganhos na sessão, com o Santander, Deutsche Bank e Societé Generale a avançarem 1,48%, 2,47% e 2,23%, respectivamente. Também o Barclays e a Danone encerraram a valorizar 5,79% e 3,33%, respectivamente, após apresentarem resultados anuais acima das expectativas dos analistas. Pela negativa, destaque para as automakers alemãs, BMW e Daimler, as quais encerraram com perdas de 2,30% e 1,04%, respectivamente, penalizadas pela divulgação da taxa de inflação Chinesa a qual ultrapassou o objectivo definido pelo governo. Por último, realce para o recuo de 3,24% da Alcatel Lucent corrigindo dos fortes ganhos registados nas últimas três sessões (+27,88%).
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português encerrou a sessão a registar uma valorização de 0,38%, em linha com os ganhos registados pelas suas principais congéneres europeias. A liderar os ganhos esteve o sector financeiro – BES (2,33%), BCP (1,33%) e BPI (0,42%) – beneficiando da duplicação da capacidade do FEEF por parte do Eurogrupo. O BES beneficiou também da atribuição de um potencial de valorização de 50% por parte de uma casa de investimento internacional. Destaque também para a Jerónimo Martins, a qual registou uma valorização 1,42% sem newsflow específico que o justifique. A liderar as perdas esteve a Galp, que encerrou a recuar 1,24% após ser noticiado que há rumores de que grupos Chineses possam estar interessados na compra que a ENI detém na petrolífera portuguesa e após o processo de venda de activos de gás ter entrado na sua última fase. Também a EDP registou uma desvalorização de 0,07% após comunicar que a AllianceBernstein, subsidiária do Grupo AXA, aumentou a sua posição qualificada representativa para 2,09% do capital da empresa.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão com valorizações na expectativa de que hoje e amanhã sejam divulgados indicadores macroeconómicos que suportem um aceleramento da recuperação económica global. O Nikkei 225 encerrou a sessão a avançar 0,57%.
Resultados: HEINEKEN
Heineken: a cervejeira holandesa apresentou resultados de 2010, superando as expectativas dos analistas ao registar um EBITDA de EUR 2,61 mil mn que compara com os EUR 2,5 mil mn estimados pelo mercado.
Resultados: DELL
Dell: A tecnológica americana apresentou resultados trimestrais que superaram as expectativas dos analistas impulsionados pela substituição de computadores por parte das empresas e a expansão dos data centers. Os Lucros atingiram os USD 0,53 por acção, bastante acima dos USD 0,37 antecipados pelo mercado enquanto as vendas avançaram 5,3% para os USD 15,7 mil mn, em linha com as estimativas. Relativamente ao Outlook anual, a empresa anunciou também que prevê um aumento das vendas entre 5 e 9%, também acima das expectativas dos analistas.
Resultados: SOCIETE GENERALE
Societe Generale: O banco francês revelou que os resultados relativos ao último trimestre de 2010 quadruplicaram, impulsionados por uma melhoria na unidade Russa e por uma diminuição das imparidades ao nível da unidade de banca de investimento. O resultado líquido avançou para EUR 874 mn, acima dos EUR 221 registados em período homólogo e acima dos EUR 865 mn previstos pelos analistas. O ressurgimento da unidade Russa como fonte de receita, algo que não acontecia desde 2009, impulsionou não só os resultados no 4Q10 como deverá ser essencial para o objectivo de atingir EUR 6 mil mn de resultados em 2012. Para o ano de 2010 o banco francês registou EUR 625 mn em imparidades e provisões para activos de risco, um valor inferior ao previsto pela própria empresa, EUR 700 mn. Ao nível dos dividendos, a empresa prevê distribuir um valor de EUR 1,75 por acção, o que compara positivamente com os EUR 0,25 registados no ano anterior.
Empresas: Sector Financeiro
Sector Financeiro: O governador do Banco de Portugal, em entrevista ao Diário Económico, referiu que a banca portuguesa está sólida mas realça o excesso de recurso ao exterior para obtenção de “funding” pelo que afirma que 2011 é o ano para reforçar capitais.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Portugal Telecom: A empresa portuguesa, juntamente com a WeDo, procura novos clientes em Barcelona, no Mobile World Congress.
Empresas: SANOFI-AVENTIS
Sanofi-Aventis: A farmacêutica francesa e a Genzyme chegaram a acordo para a compra da última por USD 20,1 mil mn após 9 meses de negociações entre as duas empresas. Os accionistas da farmacêutica americana irão receber USD 74 por acção assim como direitos que os habilitam ao pagamento até USD 14 que está dependente da performance do medicamento experimental para a esclerose múltipla Lemtrada.
Empresas: LAGARDÉRE
Lagardére: O IPO do Canal Plus France, poderá atingir os EUR 1,35 mil mn, superando as expectativas da Lagardère.
Empresas: DANONE
Danone: A empresa foi alvo de diversos upgrades por casas de investimento internacionais.
15 de fevereiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para a divulgação da produção Industrial na Zona-Euro, a qual registou um recuo de 0,1% em Dezembro, que compara com a redução de 0,2% que era antecipada pelo mercado.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Março negociados em after hours na Nymex avançaram 0,3% para os USD 85,08.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão com valorizações – S&P (0,24%) e Nasdaq (0,27%) – beneficiando do optimismo relativamente ao plano de transição para uma democracia por parte do Egipto. O sector petrolífero destacou-se pela positiva na sessão, enquanto os sectores mais defensivos como Utilities e Telecomunicações penalizaram os índices.
Mercados: EUROPA
Europa: Recuando de maiores ganhos observados ao longo da sessão, os principais índices accionistas Europeus finalizaram a primeira sessão da semana em terreno misto – DAX (+0,34%), CAC (-0,11%) e AEX (+0,14%) – destacando-se a nível sectorial a underperformance apresentada pelo segmento financeiro, ao passo que a nível individual realce para a Nokia que desvalorizou 5,29% - prolongando assim as perdas observadas na véspera - na sequência de um downgrade realizado por uma casa de investimento internacional após a empresa finlandesa ter finalizado uma joint-venture com a Microsoft na unidade de software. De forma inversa, destacamos a Carrefour e a BASF que valorizaram 1,10% e 2,50% respectivamente, sendo ambos os títulos impulsionados por recomendações positivas de algumas casas de investimento internacionais.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português encerrou a sessão a registar ganhos de 0,49%, acima das restantes congéneres europeias. A impulsionar o índice esteve a Jerónimo Martins, a qual liderou os ganhos ao avançar 3,77% na semana em que irá apresentar os resultados de 2010, sem no entanto haver newsflow específico que o justifique. Também a Galp encerrou a sessão a valorizar 2,05% após a divulgação das reservas no final de 2010 as quais atingiram máximos. Já a Portugal Telecom pressionou o índice ao recuar 1,21% após ser alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional. A liderar as perdas esteve o BCP, o qual registou uma desvalorização de 1,48%, sem newsflow relevante que o justifique.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão com valorizações beneficiando do avanço dos preços de commodities tais como o cobre, as quais contrabalançaram o efeito negativo sobre o sector financeiro após a divulgação da inflação na China, a qual avançou menos que o esperado pelos analistas mas ultrapassou os objectivos do governo. O Nikkei 225 encerrou a sessão com uma valorização de 0,20%.
Resultados: EDF
EDF: A empresa francesa reportou uma quebra de 74% dos seus resultados anuais, pressionados por prejuízos no mercado energético Americano e Italiano. O resultado líquido situou-se nos EUR 1 mil mn, aquém dos EUR 3,9 mil mn registados no ano anterior, e abaixo dos EUR 2,29 mil mn estimados pelos analistas. As provisões para o mercado energético atingiram os EUR 1,04 mil mn nos EUA e EUR 915 mn em Itália. O EBITDA aumentou 4,4% para EUR 16,6 mil mn, em linha com as estimativas dos analistas. A empresa revelou ainda que os dividendos se manterão, no limite, ao mesmo nível que os do ano anterior, devendo assim situar-se nos EUR 1,15 por acção.
Resultados: DANONE
Danone: A maior produtora de iogurtes a nível mundial apresentou resultados anuais que ficaram acima das expectativas dos analistas, com os Lucros a cifrarem-se nos EUR 1,67 mil mn acima dos EUR 1,66 mil mn estimados e representando um crescimento de 18,5% YoY. As vendas orgânicas também evoluíram positivamente (+6,9%). Os resultados foram impulsionados pelas vendas de Leite em pó na Ásia, com a empresa a prever que a China seja o maior mercado para leite em pó já em 2011. A empresa avançou também que prevê que em 2011 as vendas aumentem 6% e que a margem operacional melhore em 0,2 pontos percentuais.
Resultados: BARCLAYS
Barclays: Anunciou que os lucros recuaram 62% YoY para GBP 3,56 mil mn (vs GBP 3,2 mil mn estimados), uma evolução desfavorável que está relacionada com a venda da unidade de de Gestão de Activos do grupo – BGI – que havia sido concluída no final de 2009, numa operação avaliada em GBO 6,33 mil mn. Em termos operacionais, o CEO do Barclays, Robert Diamond, referiu que as tendências mantêm-se globalmente favoráveis no período recente, nomeadamente no que respeita a evolução das imparidades – as quais recuaram 39% para GBP 5,67 mil mn em 2010 – e deverão manter esta tendência de estabilização/redução ao longo de 2011.
Europa: FEEF
FEEF: Em conferência de imprensa realizada na véspera, Jean-Claude Juncker, o responsável do Eurogrupo revelou que os ministros das Finanças acordaram os termos para o alargamento/reforço do FEEF, sendo que o futuro mecanismo permanente de estabilização que entrará em vigor a partir de 2013 terá uma capacidade de financiamento de EUR 500 mil mn (vs EUR 440 mil mn actuais ou EUR 250 mil mn efectivos). Os montantes serão sujeitos a revisões regulares de 2 em 2 anos.
Empresas: GALP - EDP
Galp e EDP: As empresas portuguesas têm vindo a reduzir a sua dependência do gás natural da Argélia, estratégia que se baseia na instabilidade política em que o país vive. Actualmente, a Galp adquire cerca de 40% do seu gás natural à Argélia, abaixo dos 60% registados no passado recente, ainda assim o dobro da EDP.
Empresas: GALP
Galp: Uma casa de investimento Norte-Americana, numa nota de Research publicada ontem, refere que grupos Chineses são candidatos à posição da Eni na Galp.
Empresas: EDP
EDP: No dia de ontem, a AllianceBernstein, subsidiária do Grupo AXA, comunicou à eléctrica portuguesa a constituição de uma posição qualificada representativa de 2,09% do capital da empresa.
Empresas: LEGARDÉRE
A empresa francesa anunciou que vai começar o processo de listagem em bolsa da sua participação de 20% no Canal Plus já em Fevereiro para que o processo esteja concluído no máximo a 21 de Março.
Empresas: GALP
Galp: O processo de venda de activos do sector do gás entrou na sua última fase. Este processo que pode render mais de EUR 450 mn e deverá despertar o interesse de vários fundos de infra-estruturas.
Empresas: LEGARDÉRE
Lagardére: A empresa francesa anunciou que vai começar o processo de listagem em bolsa da sua participação de 20% no Canal Plus já em Fevereiro para que o processo esteja concluído no máximo a 21 de Março.
Empresas: DEUTSCHE BOERSE - NYSE
Deutsche Boerse/NYSE: Os conselhos de administração de ambas as empresas irão votar esta manhã a fusão entre as duas bolsas e a criação da maior bolsa a nível mundial.
Empresas: ROCHE - TOTAL - NOKIA - AIR FRANCE - IBERDROLA RENOVABLES
As empresas mencionadas foram alvo de downgrades por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
Empresas: ROCHE - TOTAL - NOKIA - AIR FRANCE - IBERDROLA RENOVABLES
Roche/Total/Nokia/Air France/Iberdrola Renovables: As empresas mencionadas foram alvo de downgrades por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
Empresas: MAN
MAN: A empresa alemã foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
14 de fevereiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: Na esfera macroeconómica, destaque para o indicador de confiança da Universidade de Michigan, que se situou em linha com o estimado pelo mercado.
Mercados: CRUDE
Crude: os futuros do crude para entrega em Março negociados em after hours na Nymex recuaram 1,33% para os USD 85,58, reflectindo essencialmente a diluição das preocupações em torno de uma disrupção do transporte de crude no Médio Oriente.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas americanos encerraram com valorizações – S&P (0,55%) e Nasdaq (0,63%) – beneficiando do alívio das tensões no Egipto após o presidente Hosni Mubarak se ter finalmente demitido. O sector financeiro liderou os ganhos. Realce para a Expedia, a qual registou uma desvalorização de 17,05% após apresentar resultados que ficaram aquém das expectativas dos analistas.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX (+0,42%), CAC (+0,15%) e IBEX (+0,11%) - invertendo as perdas registadas no início da sessão, com a situação no Egipto a mostrar sinais de resolução. Realce para a outperformance da EADS, que valorizou 3,74%, depois de noticiado que o Senegal se prepara para realizar uma encomenda à companhia aérea francesa. Também a Lafarge e a Siemens avançaram 2,32% e 1,05% respectivamente, sem newsflow relevante. Pela negativa, destaque para a Nokia que recuou 14,22%, depois de revelar a criação de uma parceria com a Microsoft numa tentativa de reestruturação operacional da empresa, que tem apresentado uma tendência declinante ao nível de quota de mercado. Uma nota individual para a Alcatel que valorizou 7,19%, depois de ontem ter reportado ganhos que superaram as expectativas dos analistas e depois de hoje ter sido alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O Principal índice nacional encerrou a valorizar 0,15%, em linha com as restantes bolsas europeias. Realce para a underperformance da Portugal Telecom, no dia em que o Diário Económico noticiou que a operadora nacional deverá receber este ano um valor de EUR 60 mn em dividendos, derivados da sua participação na brasileira Oi. Também o BPI e o BES encerraram negativos, recuando 1,12% e 1,09% respectivamente. Pela positiva, realce para o BCP, que valorizou marginalmente, 0,16%. A liderar os ganhos esteve a Galp que avançou mais de 4%, depois de apresentar lucros superiores ao estimado pelos analistas.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão com valorizações após a economia Japonesa ter registado uma contracção inferior à estimada pelos analistas e após a demissão do presidente egípcio Mubarak. O Nikkei 225 encerrou a sessão a avançar 1,13%.
Resultados: CGD
Caixa Geral de Depósitos: A instituição anunciou que os lucros de 2010 recuaram 10,2% para EUR 250,6 mn, sendo penalizados essencialmente pelo registo de imparidades em participações financeiras e outros títulos no valor de EUR 339,1 mn, as quais dizem respeito essencialmente a perdas potenciais com as posições detidas na EDP, ZON e BCP. Já a redução da margem financeira (em linha com o observado por outros peers nacionais) evoluiu desfavoravelmente devido à subida dos custos de funding que não foram acompanhados com o incremento dos spreads de crédito – reflectindo (segundo o management) a opção de atribuir prioridade ao apoio da economia.
Resultados: CGD
Caixa Geral de Depósitos: Na conferência de imprensa relativa à apresentação de resultados, Faria de Oliveira explicou que o Conselho de Administração ainda não decidiu sobre a proposta de aplicação de resultados, admitindo distribuir alguns dividendos, ainda que o montante a propor não deva ser muito elevado.
Empresas: GALP
Galp: As reservas de petróleo da petrolífera portuguesa atingiram no final de 2010 os 574 mn de barris, volume suficiente para garantir o consumo de Portugal durante cinco anos, tendo por base um consumo diário de 300 mil barris. O valor das reservas de em 2010 compara positivamente com o valor de 35 mn de barris registados em 2009.
Empresas: GALP
Galp: Segundo o Diário Económico, a Eni que detém uma participação de 33,34% no capital da Galp não quer um reforço de poderes do Estado na petrolífera portuguesa.
Empresas: SANOFI AVENTIS
Sanofi-Aventis: A empresa anunciou que planeia gastar EUR 1000 mn nos próximos três anos em aquisições na área de oftalmologia. De momento a empresa está a estudar três empresas nos EUA e uma em Israel nesse sentido.
Empresas: DETSCHE TELEKOM - FRANCE TELECOM
Deutshe Telekom e France Telecom: As empresas vão encetar conversas relativamente a uma possível expansão da cooperação na área de negócio de redes sem fios na Europa no sentido de obter poupanças de custos.
Empresas: HOCHTIEF
Hochtief: A empresa aumentou o outlook de 2010, tendo avançado que prevê lucros anuais bastante acima do período homólogo beneficiando da robustez de todas as suas áreas de negócio e de um AUD forte.
Empresas: DAIMLER
Daimler: A empresa alemã rejeitou estar em negociações com a Fiat para a compra de uma posição na produtora de automóveis italiana.
Empresas: DEUTSCHE BANK
Deutsche Bank: O maior banco de investimento Europeu contratou uma empresa britânica para procurar um sucessor para Ackermann, o seu actual CEO.
Empresas: DEUTSCHE BOERSE
Deutsche Boerse: O negócio entre a bolsa alemã e a NYSE poderá ser anunciado dia 15 de Fevereiro.
Empresas: THYSSEN KRUPP
ThyssenKrupp: A empresa alemã está a encontrar dificuldades na produção numa fábrica recentemente construída no Brasil impostas pelas autoridades.
Empresas: MICHELIN
Michelin: A empresa for alvo de diversos upgrades por casas de investimento internacionais.
Empresas: NOKIA
Nokia: A empresa foi alvo de um downgrade por uma casa de investimento internacional.
Empresas: GLAXO-SMITH-KLINE
GlaxoSmithKline: A empresa foi alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional
11 de fevereiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para a divulgação dos indicadores do mercado laboral norte-americano, com os Novos Pedidos de Subsídio de Desemprego a cifrarem-se nos 383 mil, um valor abaixo dos 410 mil novos pedidos antecipados pelo mercado e do incremento de 419 mil registados na semana anterior. O total de pessoas a receber subsídio de desemprego nos EUA também se cifrou abaixo das estimativas dos analistas ao registar uma redução para os 3880 mil (vs. 3935 mil na leitura anterior), ficando também aquém dos 3900 mil estimados. Os inventários grossistas nos EUA avançaram 1% em Dezembro, acima dos 0,7% expectáveis.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Março negociados em after hours na Nymex apresentaram uma valorização inferior a um ponto percentual para USD 87,77, reflectindo essencialmente a instabilidade política que se continua a observar no Egipto.
Mercados: EUA
EUA: Invertendo face às perdas observadas durante a quase totalidade da sessão, os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram com valorizações ligeiras, beneficiando do maior optimismo dos investidores em torno da dinâmica do contexto actual – nomeadamente uma evolução mais benigna em torno da instabilidade política e social que assola o Egipto e o seu impacto na economia global. Na esfera sectorial, realce para os ganhos obtidos por parte do sector petrolífero em oposição à menor performance do segmento tecnológico – penalizado pela divulgação de resultados trimestrais divulgados pela Cisco Systems (-14,16%).
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão em terreno misto recuperando das perdas registadas durante grande parte da sessão – CAC (0,11%), DAX (0,26%), IBEX (-1,35%) – beneficiando da divulgação de indicadores mais benignos do que era antecipado relativamente ao mercado laboral norte-americano e ofuscando os receios em torno das pressões inflacionistas. Pela positiva, destaque para a Alcatel-Lucent, a qual registou uma valorização de 18,50% na sessão beneficiando da apresentação de resultados que superaram as expectativas dos analistas. Pelo contrário, mas reagindo também à apresentação de resultados, a Air-France-KLM recuou 7,7% após divulgar perdas no valor de EUR 46 mn quando o mercado esperava lucros de EUR 60 mn. Também o Credit Suisse registou perdas de 5,68% após apresentar resultados que desiludiram os analistas. Finalmente, realce para a Deutsche Boerse, que encerrou a sessão com um valorização de 3,6% após ser noticiada a possível compra que a empresa alemã lançou sobre a NYSE Euronext.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice nacional encerrou em terreno negativo, recuando 1,83%, uma performance inferior face às restantes bolsas europeias. Com a maioria dos títulos a encerrar em terreno negativo, realce para o sector financeiro, que agravou as perdas registadas no ínicio da sessão, com o BES, BCP a BPI a recuarem 4,37%, 3,34% e 1,51% respectivamente, acompanhando o movimento sectorial registado ao nível europeu. Também a EDP encerrou a recuar 1,67%, depois de ficar excluída do concurso de fornecimento de electricidade à rede de metro de Lisboa, apesar de durante a sessão ter sido noticiada a obtenção de um empréstimo de EUR 300 mn junto do BEI. Também a Portugal Telecom recuou 0,71%, num dia em que venceu um prémio europeu de inovação atribuído à sua rede de fibra óptica. Já Altri inverteu os ganhos registados no início da sessão encerrando a desvalorizar 1,12%, depois de receber autorização para avançar com a realização do “Stock Split” anunciado em Abril de 2010. Apenas a Sonae encerrou com ganhos residuais de 0,12%, sem newsflow específico que o justifique.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos finalizaram a sessão com perdas superiores a um ponto percentual, reflectindo algum profit taking dos investidores face à dimensão do rally recente em oposição ao receio dos investidores em torno da emergência de pressões inflacionistas que terão um impacto significativo ao nível da subida dos custos de financiamento das economias a nível global. Ainda assim, o índice nipónico finalizou praticamente inalterado nos 10.605 pontos.
Resultados: GALP
Galp: A petrolífera portuguesa revelou um resultado líquido RCA de EUR 40 mn no último trimestre de 2010, um crescimento de 16,1% face ao período homólogo, acima dos EUR 38,8 mn estimados pelos analistas. Em termos anuais, a Galp viu o seu resultado líquido avançar 43,3% face a 2009 para os EUR 306 mn. A Produção de crude net entitlement em 2010 aumentou 22% face a 2009, enquanto o volume de gás vendido aumentou 5%. O EBITDA RCA totalizou EUR 854 mn, sendo que o negócio de Refinação e Distribuição contribuiu com 46% para o valor registado. Os investimentos no ano findo foram de EUR 1,233 mil mn, canalizado principalmente para a conversão de refinarias. A empresa destaca ainda a melhoria operacional registada no mercado Espanhol.
Resultados: TOTAL
Total: A empresa revelou que os lucros no 4Q10 aumentaram 23%, impulsionados pelo aumento da produção e dos preços. A produção aumentou 0,4% para EUR 2,39 mn de barris por dia, no 4Q10. Em 2010, os lucros, excluindo alterações nos inventários e o valor da posição na Sanofi-Aventis, aumentaram para EUR 2,6 mil mn, acima dos EUR 2,08 mil mn registados em período homólogo e acima das estimativas dos analistas que previam um valor de EUR 2,5 mil mn. A empresa prevê um crescimento anual de 2% do output até 2014, e estima que os investimentos, excluindo aquisições, deverão aumentar de EUR 18 mil mn para EUR 20 mil mn.
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