Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão com perdas generalizadas – CAC (-2,51%), DAX (-3,19%) e AEX (-2,31%) – reagindo a um possível abrandamento da recuperação económica global induzido pela problemática em torno dos riscos da energia nuclear após a explosão de três reactores nucleares no Japão. O sector automóvel e químico lideraram as perdas nos índices, ainda que o destaque da sessão tenha recaído, uma vez mais, sobre as utilities, após a Chanceler Angela Merkel ter anunciado a paragem do funcionamento das centrais nucleares na Alemanha - E.On (-4,9%) e RWE (-4,8%). Pelo contrário, realce para as empresas de clean energy, as quais beneficiaram deste newsflow em torno da segurança da energia nuclear, tendo a SolarWorld e a Q-Cells encerrado a sessão com valorizações de 21% e 13%, respectivamente. Destaque também para o sector financeiro Espanhol, com o BBVA e o Santander a registarem as únicas valorizações na sessão entre os títulos que compõem o Eurostoxx, tendo valorizado 0,89% e 2,23%, respectivamente, numa sessão em que as yields do Tesouro recuaram ligeiramente.
16 de março de 2011
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice nacional encerrou a sessão a recuar 1,17%, ainda assim uma performance bastante superior à das restantes bolsas europeias, tendo negociado a maior parte da sessão a recuar cerca de 2%. A liderar as perdas estiveram a Brisa e o BCP ao recuarem 2,29% e 1,83% respectivamente. Também a EDP, Galp e Portugal Telecom desvalorizaram 1,45%, 1,37% e 1,31% respectivamente, sem newsflow relevante que o justifique. A Sonae, que apresenta hoje resultados, também recuou 0,48%. Apenas a EDP Renováveis encerrou positiva, valorizando perto de 4%, num momento em que as empresas de energia renovável registam fortes valorizações na sequência da intensificação dos receios relativos à utilização da energia nuclear.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, pela primeira em 5 dias, com o Nikkei a encetar um movimento de recuperação face às fortes quedas observadas nas últimas sessões, encerrando a valorizar 5,68%, com destaque para o sector de telecomunicações e Oil & Gas.
Resultados: BANIF
Banif: Anunciou na véspera após o fecho de mercado que os lucros no final de 2010 atingiram EUR 33,4 mn, traduzindo uma queda de 33,4% face a período homólogo, ainda que o lucro em 2009 tenha beneficiado de um resultado extraordinário num valor líquido de EUR 14,6 mn, pelo que em termos recorrentes o resultado líquido consolidado recuou 11% face ao período homólogo. A margem financeira aumentou 20,7% para EUR 348,1 mn, resultante sobretudo da integração da Tecnicrédito e representou um contributo de EUR 57,2 mn para o referido indicador. O incremento observado nas comissões líquidas (+9,9%) para EUR 122,1 mn contrastou com a quebra dos resultados de operações financeiras (-42%) para EUR 39,8 mn, um conjunto de factores que motivou uma subida do Produto da Actividade em 8,5% para EUR 552,4 mn. Igualmente a influenciar de forma distinta a evolução do bottomline, realce para a subida dos custos operacionais (+8,5% para EUR 184,9 mn), o que acabou por mitigar a diminuição do valor de provisões e das imparidades líquidas – recuaram 8,6% para EUR 123,9 mn.
Resultados: BANIF
Banif: Ao nível da estrutura de balanço, o Activo líquido registou um incremento de 8,8% para EUR 15,71 mil mn, sendo que o crédito concedido aumentou 5,9% YoY para EUR 12,58 mil mn, ao passo que os recursos de clientes apresentaram também uma expansão significativa (+18,5% para EUR 8,81 mil mn). Noutro âmbito, destaque para o valor do rácio de transformação do grupo (Crédito/Depósitos) que se situou em 145% no final do exercício, ao passo que a generalidade dos rácios de capital apresentaram uma evolução marginalmente positiva – Tier I de 8,47% (vs 8,14% em 2009), Core Tier I fixou-se nos 7,33% (vs 6,24% anterior) e o rácio de solvabilidade total atingiu 10,07%, também acima dos 10,03% observados no período homólogo.
Resultados: SONAE SGPS
Sonae SGPS: Anunciou que os lucros no exercício de 2010 atingiram EUR 192 mn, um incremento de 12,6% face a período homólogo, tendo a generalidade das rubricas mais importantes da empresa apresentado uma evolução favorável neste período. Assim, o volume de negócios atingiu EUR 5,91 mil mn (+4,4%), com o negócio da distribuição a registar um incremento de 5,4% (Sonae MC) e de 12,3% no âmbito da área de retalho especializado. Na esfera operacional, o EBITDA ascendeu a EUR 690 mn (+8,9%), com a respectiva margem a situar-se nos 11,7%, um incremento de 0,5 p.p. face ao período homólogo, uma tendência favorável que foi essencialmente impulsionada pela evolução da actividade de retalho tradicional. A melhoria observada ao nível dos resultados financeiros (+12,6%) e a subida dos resultados indirectos (+22,4%) traduziram outros factores que suportaram o incremento ao nível do resultado consolidado.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: A agência de rating de crédito Moddy’s reviu ontem em baixa o rating da República Portuguesa em dois níveis para A3, baseando-se, entre outros, na possibilidade do Estado ser forçado a recapitalizar o sector bancário, na incapacidade das empresas públicas acederem aos mercados internacionais e às fracas perspectivas de crescimento económico.
Empresas: JERÓNIMO MARTINS
Jerónimo Martins: O Tribunal Central Administrativo do Sul decidiu a favor da DGCI na acusação que esta fez à Jerónimo Martins de fazer planeamento fiscal abusivo, sem no entanto ser expectável a existência de efeitos práticos deste acórdão, uma vez que a acção principal ainda está em curso.
Empresas: GALP
Galp: A petrolífera portuguesa anunciou que irá intensificar a exploração de novos poços de petróleo, tendo planeada a abertura de 16 novas perfurações em quatro países, Timor, Moçambique, Angola e Brasil, até ao final de 2011.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Portugal Telecom: A Telemar celebrou um acordo com o banco britânico Barclays para a compra de uma posição de 3,00% da PT até dia 4 de Abril, sendo-lhe assim possível entrar no Conselho de Administração da Portugal Telecom.
Empresas: E.ON
E.ON: O CEO da utility alemã referiu que o risco do sistema energético aumentou definitivamente, após o governo alemão decidir encerrar as sete centrais nucleares mais antigas no país.
15 de março de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para a divulgação da evolução da Produção Industrial na ZonaEuro, a qual avançou 0,3% em Janeiro, em linha com as expectativas dos analistas.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Abril negociados em after hours na Nymex recuaram USD 2,52, para USD 98,67 por barril, com o abrandamento de actividade nas refinarias do Japão, o terceiro maior consumidor de crude mundial.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno negativo, com os receios de que o sismo no Japão possa limitar a recuperação economica mundial. O S&P 500 encerrou a recuar 0,6%, com destaque para o sector das utilities, o mais penalizado na sequência da quebra de produção de energia nuclear devido aos incidentes nas centrais do Japão. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average recuaram 0,37% e 0,43% respectivamente.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas Europeus encerraram a negociação com perdas em torno de um ponto percentual – DAX (-1,65%) e CAC (-1,29%) – numa sessão marcada por um newsflow intenso que gerou algum sentimento dicotómico entre os investidores. Desta forma, realce para as quebras sofridas por parte dos segmentos de utilities e segurador, traduzindo ainda a incerteza que subsiste quanto à dimensão da tragédia com o sismo/tsunami observado no Japão na passada 6ªfeira. O perigo público que representa a situação instável nalgumas centrais nucleares do país, acabou por despertar o interesse dos investidores no sector de renováveis, impulsionando os fortes ganhos obtidos pela Solarworld (+13,0%) e Vestas Wind Systems (+7,43%). Já o acordo por parte dos líderes Europeus quanto a novos termos de actuação do FEEF e do mecanismo de estabilização permanente acabou por motivar uma reacção acabou muito positiva na periferia, em particular junto do sector financeiro, casos do Santander e BBVA que avançaram 2,31% e 3,43% respectivamente.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português encerrou a sessão apresentando a melhor performance entre as suas congéneres europeias ao registar uma valorização de 0,88%, beneficiando do newsflow relacionado com as novas linhas de actuação da Zona-Euro divulgadas durante este fim-de-semana. Assim, destaque para o sector financeiro, o qual liderou os ganhos, com o BCP, BES e BPI a registarem valorizações de 3,48%, 2,82% e 0,94%, respectivamente. Realce para a EDP Renováveis, que encerrou a sessão a avançar 6,09% inserida num movimento sectorial devido às preocupações que emergiram em torno da energia nuclear após a explosão de centrais nucleares no Japão. Já a Portugal Telecom e a EDP lideraram as perdas ao registarem desvalorizações de 0,98% e 0,72%, respectivamente, a primeira sem haver newsflow específico que o justifique e a segunda após ser noticiado que a Comissão Europeia deverá instaurar um novo processo de infracção contra o Estado Português devido aos direitos especiais (golden share) que o Estado detém na eléctrica portuguesa.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices asiáticos encerraram em terreno negativo, com o Nikkei a recuar mais de 10%, com os receios associados ao agravamento dos receios derivados das explosões nas centrais nucleares no Japão. O agravamento da instabilidade e dos receios no mercado levaram o BoJ a injectar mais USD 98 mil mn para promover a liquidez do sistema financeiro.
Resultados: ENEL
Enel: A empresa italiana apresentou um resultado líquido, relativo ao exercício de 2010, de EUR 4,4 mil mn, sensivelmente em linha com os EUR 4,3 mil mn estimados. A empresa irá pagar um dividendo de EUR 0,28, um pouco acima dos EUR 0,27 antecipados pelos analistas. Adicionalmente, a empresa revelou um Target para o EBITDA de 2011 superior às estimativas dos analistas, ao mesmo tempo que revelou que a venda da unidade da Bulgária permitirá a redução da dívida em EUR 450 mn já em Julho deste ano.
Empresas: SONAE CAPITAL
Sonae Capital: A participada da Sonae Capital, SC, anunciou que vai alienar a participação de 50% que detém na TP – Sociedade Térmica Portuguesa, por EUR 36,9 mn, vendendo-a à Finerge, caso a Autoridade da Concorrência não se oponha.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Portugal Telecom: A empresa portuguesa poderá ficar com mais capital do grupo brasileiro Oi do que inicialmente previsto, dado que as acções da OI cotadas em Nova Iorque não dão direito à participação no aumento de capital, permitindo à PT subscrever uma maior participação.
Empresas: SONAE
Sonae: A retalhista portuguesa investiu cerca de EUR 10 mn para fundir as suas três marcas Modelo, Modelo Bonjour e Continente, concentrando-se apenas na nova marca Continente.
Empresas: GALP
Galp: A petrolífera anunciou ontem que irá fazer um aumento de capital da sua unidade brasileira no valor de EUR 2 mil mn, à semelhança da estratégia da Repsol no ano passado. Ao mesmo tempo, a empresa pretende concretizar a venda de 45% dos activos de distribuição regulada de gás natural em Portugal, permitindo encaixar cerca de EUR 500 mn.
Empresas: GALP
Galp: Ontem, à margem do Dia do Investidor, a Galp elevou também os seus objectivos de longo prazo, prevendo estar a produzir 200 mil barris de petróleo por dia em 2020, 10 vezes mais que o volume gerado actualmente, e 300 mil barris por dia antes de 2025.
Empresas: EDP
EDP: A imposição do fim da golden share que o Estado Português detém na eléctrica portuguesa pela Comissão Europeia foi contestada pelo Executivo como sendo uma decisão a ser tomada pelos accionistas da empresa e não pelo Estado.
Empresas: EDP
EDP: A eléctrica Portuguesa anunciou junto da CMVM que a respectiva Assembleia Geral Anual decorrerá no próximo dia 14 de Abril.
Empresas: E.ON - RWE
E.ON e RWE: O governo alemão sugeriu que poderão vir a ser encerrados os campos nucleares na Alemanha, pelo menos temporariamente.
Empresas: E.ON - RWE
E.ON e RWE: As empresas foram alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional.
Empresas: SECTOR AUTOMÓVEL
Uma casa de investimento internacional afirmou que o sell-off que se tem verificado no sector está a chegar ao fim, acrescentando que nem o sismo no Japão poderá justificar a continuação deste movimento, sobretudo ao nível das construtoras automóveis europeias, uma vez que a exposição destas à Ásia não é directa.
Empresas: FORTUM
Fortum: A empresa finlandesa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: STATOIL
Statoil: A petrolífera norueguesa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: VALLOUREC - TOM TOM
Vallourec/TomTom: As empresas foram alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional
11 de março de 2011
Comentário do Director Jornal Negócios
Uma análise do Director do Jornal de Negócios sobre mais uma série de medidas de "austeridade" que o Governo apresenta aos Portugueses. Já temos vindo a dizer desde o primeiro PEC que este tipo de medidas não resolvem ... pelo contrário, agravam ! Como se tem notado ... Em nosso ver deve incentivar-se a receita do Estado, pela optimização e estimulo da Economia, e nunca pela "repressão".
Continuamos no caminho errado ! E parece que isto vai acabar muito mal ...
8 de março de 2011
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Abril negociados em after hours na Nymex aliviaram dos ganhos recentes ao desvalorizar quase 2 pontos percentuais, reflectindo a expectativa dos investidores de que o conflito na Líbia não deverá acarretar contágio para o resto do bloco no Médio Oriente.
Mercados: EUA
EUA: Invertendo face aos ganhos iniciais, os principais índices accionistas da região encerraram com perdas acima de meio ponto percentual, destacando-se o sell-off observado nos sectores de Materiais Básicos e tecnológico, este último penalizado no âmbito de um downgrade conferido por parte de uma casa de investimento internacional. A escalada do preço do crude nos mercados internacionais condicionou igualmente o sentimento, reflectindo a expectativa que esta situação (caso se prolongue no tempo) poderá acarretar efeitos nocivos sobre a actual dinâmica de crescimento.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas Europeus finalizaram a sessão com perdas em torno de meio ponto percentual – DAX (-0,24%), CAC (-0,74%) e AEX (-0,51%) – invertendo assim face ao movimento de valorização que se observou durante grande parte da negociação, reflectindo a escalada do preço do crude nos mercados internacionais (fixou novos máximos anuais nos USD 106,95) em resultado do agravar da instabilidade que se observa no Médio Oriente e na Líbia em particular. Uma nota de destaque para os ganhos obtidos pela Bulgari (+59,42%), depois de ser noticiado que a Louis Vuitton chegou a acordo para a compra da participação (50,4%) detida pelo principal accionista do grupo que é representado pela família com o mesmo nome. No pólo oposto, realce para a underperformance evidenciada pelos sectores de healthcare e financeiro, ainda que sem a observância de newsflow específico relevante.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: Apresentando perdas inferiores à generalidade dos peers europeus, o índice PSI-20 encerrou com uma desvalorização de 0,07%, penalizado pelo comportamento da Cimpor (-1,26%) e Jerónimo Martins (-1,23%), traduzindo essencialmente um movimento de correcção técnico face à dimensão do rebound observado nas últimas semanas. Já o BCP avançou 0,80%, contrariando assim as perdas sofridas pelos seus principais comparáveis, ao passo que a EDP Renováveis e a Semapa lideraram os ganhos do índice ao valorizar 1,12% e 1,18% respectivamente.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Apresentando alguma volatilidade durante a sessão, os principais índices accionistas asiáticos encerraram em terreno misto, sendo que o newsflow em torno da actividade de M&A acabou por mitigar alguns indicadores desfavoráveis ao nível empresarial (downgrade ao sector tecnológico). O índice nipónico avançou 0,19%, destacando-se a outperformance dos sectores de bens de consumo e de Healthcare.
Empresas: BANCA - FINANCEIRO
Sector Financeiro: De acordo com informação prestada pelo Banco de Portugal, a banca doméstica aumentaram em EUR 70 mn a exposição ao BCE para um valor global de EUR 41,078 mil mn, um registo que mais que triplica face ao observado em idêntico período do ano anterior.
Empresas: BOEING
Boeing: A empresa norte-americana revelou que lhe foi atribuída uma encomenda de 43 aviões comerciais por parte de transportadoras asiáticas, sendo que um dos modelos no âmbito desta ordem será o novo 747-8. A referida encomenda representa um valor na ordem dos USD 10 mil mn.
Empresas: HERMES
Hermes: A empresa anunciou que Jerome Guerrand renunciou às suas funções no âmbito da presidência do Conselho de Administração do grupo.
Empresas: LAGARDÉRE
Lagardére: Os termos do IPO da sua participada Canal Plus poderão ser detalhados no próximo dia 23.
Empresas:SCOR
Scor: A empresa francesa confirmou que está em conversações para a compra da unidade norte-americana da Aegon.
Empresas: SANOFI-AVENTIS
Sanofi-Aventis: A farmacêutica francesa confirmou ao La Tribune que reduziu o headcount em 700 postos de trabalho na Europa desde o mês de Dezembro.
7 de março de 2011
MACROECNONOMIA
Macroeconomia: Na esfera macro-económica, realce nos EUA para a divulgação do importante indicador relativo à criação de emprego no mês de Fevereiro (+192 mil vs 196 mil esperados), sendo que o sector privado adicionou 222 mil postos de trabalho, um registo que superou os 200 mil que eram antecipados pelo mercado. Já a taxa de desemprego registou um declínio para 8,9%, abaixo dos 9,1% estimados, ainda que a variação de rendimento horário tenha permanecido estagnada, quando o mercado antecipava um incremento de duas décimas.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Abril negociados em after hours na Nymex avançaram mais de um ponto percentual para USD 106,39 por barril, prolongando assim a recente tendência de valorização em resultado dos conflitos que se observam no Médio Oriente.
Mercados: EUA
EUA: Permanecendo em terreno negativo ao longo de toda a sessão, os principais índices accionistas norteamericanos finalizaram a última sessão da semana com perdas acima de meio ponto percentual, não obstante a divulgação de indicadores relativos ao mercado laboral que acabaram por ficar, na generalidade, acima das expectativas de mercado. Na esfera empresarial, os títulos do sector financeiro e industrial acabaram por liderar os ganhos.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão em terreno maioritariamente negativo – DAX (-0,65%), CAC (-1,00%) e IBEX (-0,65%) – penalizados pela incerteza em torno da propagação dos conflitos no Norte de África à Arábia Saudita e consequente aumento do preço do crude e pela divulgação dos salários médios nos EUA que desiludiram as expectativas. Pela negativa destaque para a retalhista francesa Carrefour, que encerrou a sessão a recuar 4,6%, penalizada pela atribuição de downgrades por parte de diferentes casas de investimento internacionais. Também a Veolia Environment registou perdas de 3,7% após apresentar resultados anuais que desiludiram as expectativas dos analistas. Também a Legrand registou uma perda de 5,1% após a venda das participações por parte de dois accionistas de referência. Pela positiva, realce para a Areva, a qual encerrou a sessão com uma valorização de 5,2% após declarações por parte da administração de que não irá precisar de mais financiamento, após o aumento de capital realizado em 2010.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O índice PSI-20 finalizou a última sessão da semana com perdas de 0,57%, destacando-se a underperformance evidenciada pela EDP (-1,33%) – penalizada na sequência da divulgação de resultados trimestrais – e da Portugal Telecom, no caso da operadora de telecomunicações após a sua participada Oi ter anunciado números da actividade no último trimestre que desiludiram igualmente as expectativas do mercado. No pólo oposto, destaque para os ganhos obtidos pelas empresas do universo Sonae - Sonae SGPS (+0,61%) e Sonaecom (+0,47%) - esta última depois de ter revelado que irá distribuir dividendos no valor de EUR 0,05 por acção.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos iniciaram a semana com perdas acima de um ponto percentual, reflectindo o nervosismo dos investidores em torno do escalar da violência na Líbia e em toda a instabilidade que se observa no Médio Oriente. Verificou-se igualmente algum newsflow desfavorável do ponto de vista empresarial, sendo que o índice nipónico recuou 1,76% para 10.505, destacando-se a underperformance do segmento financeiro e de bens de consumo.
Empresas: MOTA ENGIL
Mota-Engil: Segundo o Diário Económico, a construtora criou uma parceria com a CGD e o AICEP tendo em vista o apoio financeiro à internacionalização das PME, com um investimento de EUR 300 mn.
Empresas: GALP
Galp: A edição de hoje do Jornal de Negócios adianta que alguns responsáveis da ENI deslocaram-se a Angola, procurando manifestar solidariedade à Sonangol nas suas pretensões de deter uma participação directa na estrutura accionista da Galp. Os responsáveis da empresa Italiana referiram que pretendiam uma relação mais profícua com a Sonangol no segmento de upstream, isto para além de terem admitido o cenário de vetar a continuidade de Ferreira de Oliveira como CEO da Galp.
Empresas: LOUIS VUITTON
Louis Vuitton: A empresa chegou a acordo para a aquisição da Bulgari, depois de ter chegado a acordo com a família Bulgari que detém 50,4% da empresa com o mesmo nome, numa operação que estará avaliada em cerca de EUR 3,7 mil mn.
Mercados: GRÉCIA
Grécia: A Moody´s reviu em baixa o rating de crédito da Grécia para B1, mantendo o outlook negativo.
Empresas: AIR BERLIN
Air Berlin: A transportadora revelou que o tráfego aéreo apresentou um incremento de 1% para 2,13 mn de passageiros no mês de Fevereiro.
Empresas: LINDE
Linde: Citando a imprensa local, a empresa poderá elevar o dividendo anual em cerca de 20%.
Empresas: VOLKSWAGEN
Volkswagen: A fabricante germânica foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: EADS
EADS: A sua participada Airbus elevou a guidance para a procura na região da Ásia-Pacífico em cerca de 3,3%, sendo expectável que a fabricante Europeia entrege cerca de 8.560 aviões no presento exercício, acima do target de 8.290 definido anteriormente.
Empresas: SANOFI-AVENTIS
Sanofi-Aventis: Após a ocorrência de 4 vítimas mortais no Japão após a utilização do fármaco Prevenar, o ministério da saúde local suspendeu a utilização do fármaco produzido pela empresa francesa.
Empresas: AXA
Axa: A empresa oferece cerca de EUR 400 mn com o intuito de adquirir a empresa italiana Metroweb.
Empresas: GDF SUEZ
GDF Suez: A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
4 de março de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para a divulgação de dados do mercado laboral norte-americano, com os Novos Pedidos de Subsídio de desemprego a cifrarem-se nos 368 mil e o Número total de subsídios pedidos a atingir os 3774 mil, ficando ambos os números abaixo das estimativas dos analistas. Na Zona euro, realce para a divulgação do PIB do 4T o qual ficou em linha com as expectativas cifrando-se nos 0,3% QoQ. Enquanto o índice PMI Serviços na Zona Euro superou as expectativas do mercado ao cifrar-se nos 58,6 pontos, o mesmo indicador na Alemanha desiludiu as expectativas ao cifrar-se nos 56,8 pontos.
Mercados: CRUDE
Crude: Prolongando o recente movimento de valorização, os futuros do crude para entrega em Abril negociados em after hours na Nymex avançaram menos de 1 ponto percentual para USD 102,49 por barril.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos encetaram um forte rally obtendo ganhos de quase 2 pontos percentuais, traduzindo um movimento de valorização progressivo intra-diário. Não obstante a forte subida dos custos energéticos no período recente, o optimismo dos investidores deveu-se essencialmente à robustez da recuperação do mercado de trabalho – em linha com os números do indicador ADP e em antecipação ao relevante número dos payrolls em Fevereiro – o que acaba por conferir uma maior sustentabilidade ao actual contexto de crescimento económico nos EUA. Na esfera sectorial, realce para a outperformance apresentada por algumas das principais empresas industriais e tecnológicas.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX (+0,62%), CAC (+0,66%) e AEX (+0,75%) – impulsionados pela divulgação de dados macroeconómicos positivos ao nível europeu e americano, e pelo recuo do preço do petróleo nos mercados internacionais. Realce ainda para as declarações de Jean-Claude Trichet que anunciou hoje que poderá estar para breve um aumento das taxas de juro, de forma a conter as crescentes pressões inflacionistas, agravadas pelo aumento do preço das commodities. Destaque para a outperformance do sector de bens materiais, com a Bayer e a BASF a avançarem 2,22% e 1,04% respectivamente, sem newsflow específico. Já o sector das telecomunicações foi o que mais recuou, com a France Telecom, Deutsche Telekom e Telefónica a desvalorizarem 1,04%, 0,54% e 0,14% respectivamente. Uma nota individual para a Anheuser-Busch que avançou 2,34%, depois de apresentar resultados que superaram as espectativas dos analistas. Já a Carrefour que esteve a recuar mais de 2% durante a sessão, encerrou a valorizar 0,39%, depois de apresentar resultados que ficaram aquém das estimativas.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português inverteu a tendência positiva a meio da sessão, tendo encerrado com perdas de 0,33%, com os índices ibéricos a contrariarem os ganhos registados pelas suas congéneres europeias. O sector financeiro liderou as perdas no índice, com o BPI, BCP e BES, a desvalorizarem 1,06%, 0,95% e 0,80%, respectivamente, penalizados pelas declarações por parte do presidente do BCE acerca do aumento das taxas de juro. A Altri liderou as perdas, ao recuar 1,32%, sem haver newsflow específico que o justifique. Num plano positivo, destaque para a EDP, a qual encerrou a sessão com uma valorização de 0,58% em antecipação à apresentação dos resultados anuais da eléctrica portuguesa que terá lugar hoje após o fecho do mercado. A Sonae.com liderou os ganhos ao avançar 4,08% após apresentar resultados anuais que superaram as expectativas do mercado.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos avançaram mais de um ponto percentual, beneficiando da confiança dos investidores em torno da dinâmica do actual momento económico, impulsionado em particular por uma eventual recuperação mais significativa do mercado laboral norte-americano. Acompanhando igualmente as valorizações obtidas pelos peers norte-americanos na véspera, o índice nipónico Nikkei 225 avançou 1,02% para 10693,6 pontos.
Resultados: EDP
EDP: A empresa reportou lucros relativos ao exercício de 2010 que aumentaram 5,4% para EUR 1079 mn, sensivelmente em linha com as estimativas dos analistas que apontavam para EUR 1069 mn. O EBITDA avançou 7% para EUR 3613 mn, um crescimento justificado pela actividade eólica, pelo negócio no Brasil e pelo crescimento das receitas reguladas que beneficiaram da compra de activos de gás em Espanha. Os resultados operacionais aumentaram em 5% para EUR 2063 mn. A dívida líquida aumentou para EUR 16,3 mil mn em 2010, não obstante a redução de 18% do investimento operacional. No entanto, António Mexia anunciou que a empresa pretende realizar EUR 500 mn com a alienação de activos não estratégicos, isto apesar do custo médio da dívida do grupo se ter reduzido para 3,5% em 2010, uma diminuição de 0,5% face ao período homólogo.
Resultados: HERMES INTERNATIONAL
Hermes International: Revelou que os lucros em 2010 aumentaram 46% para EUR 421,7 mn, um registo que ficou ligeiramente aquém das expectativas do mercado (EUR 426 mn).
Resultados: VEOLIA ENVIRONNEMENT
Veolia Environnement: Anunciou que o bottomline no último exercício recuou para EUR 581,1 mn, aquém do consenso de mercado, ainda que o management projecte uma recuperação dos lucros em 2011 – ano que marcará um período em que a empresa dará início a um conjunto de desinvestimentos relevantes da sua actividade (EUR 4 mil mn no próximo triénio).
Resultados: AREVA
Areva: A empresa francesa revelou que irá reduzir o valor do payout projectado anteriormente sobre a distribuição de lucros referente ao exercício de 2010, isto depois do resultado líquido em 2010 ter aumentado 60% para EUR 883 mn, aquém do consenso de mercado (EUR 1,06 mil mn).
Empresas: GALP
Galp: Segundo noticia o Jornal de Negócios, os novos estatutos da Galp conferem mais direitos aos accionistas minoritários, e a sua votação foi antecipada em um mês para dia 28 de Março.
Empresas: GALP
Galp: Enquanto o accionista Estado, representado pela CGD, e Américo Amorim admitem a recondução de Ferreira de Oliveira à frente da petrolífera portuguesa, a Eni e a Sonangol preferem um novo gestor.
Empresas: SONAECOM
Sonaecom: A empresa anunciou ontem que vai pagar dividendos pela primeira vez, sendo que a administração irá propor a distribuição de EUR 0,05 por acção. Assim, a Sonae vai encaixar cerca de EUR 9,7 mn.
Empresas: PORTUCEL
Portucel: A empresa de pasta e papel voltou a comprar acções próprias no último dia de Fevereiro, tendo aumentado a sua participação para os 2,04% do capital social.
Empresas: BRISA
Brisa: A empresa continua a apostar na sua estratégia de compra de acções próprias, tendo aumentado a sua participação para cerca 4,39% do capital social no dia 2 de Março.
Empresas: CONTINENTAL
Continental: De acordo com a comunicação social, o grupo Schaeffler poderá concretizar a venda de parte da posição (10%-15%) detida no capital da empresa germânica.
1 de março de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para a divulgação dos dados da inflação na Zona Euro, a qual avançou 2,3% YoY em Janeiro, ficando aquém das estimativas que apontavam para um avanço de 2,4%. Nos EUA, destaque para a evolução positiva do Consumo Privado em 0,2%, um avanço que ficou aquém do esperado pelos analistas (0,4%). Também as Vendas de Casas já utilizadas caíram mais do que o esperado, tendo recuado 2,8% em Janeiro, acima da quebra de 2,4% estimada pelo mercado.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Abril negociados em after hours na Nymex avançaram cerca de meio ponto percentual para USD 97,55 por barril, traduzindo a manutenção do cenário de instabilidade no Médio Oriente.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos iniciaram a sessão com ganhos ligeiros, destacando-se nesse particular a outperformance apresentada pelas empresas de telecomunicações, nomeadamente a Verizon e a AT&T que avançou 2,64% respectivamente, ainda que sem a observância de newsflow específico relevante. Apesar da generalidade dos indicadores macroeconómicos ter ficado aquém das expectativas do mercado, o cross Eur-Usd não apresentou oscilações significativas, em parte reflectindo igualmente a ligeira subida das yields a 10 anos para 3,451%.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX (+1,21%), CAC (+0,98%) e AEX (+0,64%) – com a confiança a regressar ao mercado, depois das tensões na Líbia terem penalizado fortemente o Equity na semana anterior. Com todos os sectores positivos, destaque para o sector industrial, com a Siemens a avançar mais de 3,64%, depois de revelar que o IPO da Osram terá lugar dentro de dois meses. Também a Schneider Electric e a MAN avançaram 2,17% e 2,8% respectivamente, sem newsflow relevante. Realce para a Renault e a Volkswagen que valorizaram 3,41% e 2,93% respectivamente. Uma nota para a Inditex que recuou mais de 1,5%, embora sem newsflow específico, enquanto a Hermès avançou 4,47%, igualmente sem newsflow que o justifique.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português encerrou a sessão com ganhos de 0,21%, em linha com as suas congéneres europeias e com apenas três títulos a registar perdas. A Galp e a EDP lideraram as perdas ao recuar 1,08% e 1,04%, respectivamente, sem haver newsflow específico que o justifique. Pelo contrário, mas também sem notícias relevantes que o justifiquem, destaque para o BES, que liderou os ganhos ao avançar 2,50%. A Cimpor encerrou a sessão a valorizar cerca de 0,70%, na sessão anterior à apresentação de resultados da cimenteira portuguesa. Destaque para a Jerónimo Martins, que encerrou com uma valorização de 0,61%, após ter estado a avançar mais de 1,6% durante a sessão, após uma casa de investimento internacional apontar a empresa como uma escolha interessante para beneficiar com a inflação.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos prolongaram os ganhos obtidos na véspera, beneficiando da maior confiança dos investidores em torno da sustentabilidade da dinâmica do actual momentum económico, nomeadamente com a expectativa de que não irão surgir rupturas adicionais ao nível da produção de crude em resultado da instabilidade no Médio Oriente. O índice nipónico avançou 1,22% para 10.754 pontos, beneficiando da outperformance dos sectores financeiros e industriais.
Resultados: CIMPOR
Cimpor: A empresa registou um crescimento dos lucros de 2% para EUR 241,5 mn em 2010, acima das estimativas dos analistas que apontavam para um recuo de 5,4% para EUR 224,3 mn. O EBITDA subiu 3,9% para EUR 629,8 mn, assim como o resultado operacional que avançou 8,6%. O rácio Dívida Líquida/EBITDA recuou de 2,8 em 2009 para 2,48 em 2010. Também as vendas evoluíram favoravelmente no ano passado, avançando 3,2%. Uma nota final para o facto dos mercados emergentes representar já 70% do EBITDA, apresentando uma tendência de crescimento a dois dígitos, o que contrasta com a dinâmica menos favorável observada ao nível do mercado ibérico.
Resultados: VIVENDI
Vivendi: Anunciou que os lucros numa base ajustada aumentaram 4,4% para 2,7 mil mn, um registo que compara com os EUR 2,72 mil mn em que se situava o consenso de mercado. A performance operacional favorável foi impulsionada pela procura crescente no segmento de videojogos e pela actividade bastante robusta que foi observada no Brasil. Em termos de outlook, a equipa de gestão propôs um dividendo anual de EUR 1,40 por acção e revelou que os lucros no presente exercício irão superar os obtidos em 2010.
Resultados: FCC
FCC: Anunciou que os lucros em 2010 atingiram EUR 301,3 mn e as receitas no mesmo período totalizaram EUR 12,1 mil mn, registos que não diferiram substancialmente dos valores em que se situava o consenso de mercado.
Empresas: EDP
EDP: A eléctrica portuguesa avançou ontem que irá propor a distribuição de um dividendo de EUR 0,17 por acção e que as necessidades de financiamento já estão cobertas até ao final de 2012.
Empresas: EDP RENOVÁVEIS
EDP Renováveis: A remuneração dos administradores e gestores da empresa sofreu uma quebra de 24% em 2010, sem contar com a CEO para os EUR 3,25 mn. Já o Conselho de Administração viu a sua remuneração cortada em 9,7%. Ainda assim, nesse ano houve distribuição de prémios aos gestores.
Empresas: MARTIFER
Martifer: A empresa portuguesa, e os seus dois parceiros, Epuron e Macquarie Capital, demonstraram interesse na venda do maior projecto eólico na Austrália, composto por 282 turbinas, no sentido de suportar a estratégia de redução de dívida e de suporte ao desenvolvimento de outros projectos, apresentada pela empresa.
Empresas: NESTLÉ - GENERAL MILLS
Nestle/General Mills: De acordo com fontes junto do processo, as duas empresas mostram-se interessadas na compra da participação de 50% do capital da Yoplait que será alienado por parte do grupo de private equity Pai Partners. O valor do negócio global poderá ascender a EUR 1,6 mil mn, sendo que a resolução deste processo poderá alargar-se durante as próximas semanas.
Empresas: GDF SUEZ
GDF Suez: Segundo a agência Reuters, a empresa francesa encontra-se a explorar a possibilidade de venda da sua actividade de gás no mercado Italiano.
Empresas: PEUGEOT
Peugeot: A marca francesa revelou que o mercado doméstico automóvel poderá registar uma contracção de 8% no presente ano, ainda assim inferior à quebra de 10% projectada anteriormente.
Empresas: SAINT-GOBAIN
Cie. De Saint-Gobain: A empresa prevê alienar o stake minoritário que detém na unidade de Verallia – segmento de Food&Beverage.
Empresas: GAMESA
Gamesa: A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: ENI
Eni: A empresa italiana viu o seu Price Target ser revisto em baixa por uma casa de investimento internacional.
28 de fevereiro de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para a divulgação do PIB norte-americano, o qual avançou 2,8% no 4T10, desiludindo as expectativas dos analistas que apontavam para um crescimento de 3,3% e registando um abrandamento face ao trimestre anterior (3,2%). Já a confiança dos consumidores norte-americanos avançou uma vez mais, tendo o Índice da Universidade de Michigan registado uma leitura de 77,5 pontos, acima dos 75,4 pontos estimados. Na Alemanha, o Índice de Preços no Consumidor avançou 0,5% em Fevereiro, ficando em linha com o esperado.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Abril transaccionados em after hours na Nymex avançaram 2 pontos percentuais para USD 99,96 por barril, reflectindo o receio dos investidores em torno do corte da produção na região do Médio Oriente, em particular na Líbia e em Omã.
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