Munich Re: A resseguradora alemã revelou um prejuízo de EUR 947 mn no 1Q11, um registo que ainda assim compara de forma relativamente favorável com as perdas de EUR 1,09 mil mn estimados pelo mercado, sendo que a evolução do bottomline foi penalizada pela ocorrência de um conjunto de desastres naturais (destaca-se o sismo/tsunami no Japão) de consequências incomparavelmente mais graves face ao observado nos últimos anos – o que motivou a que o rácio de indemnizações vs prémios atingiu um valor de 159,4%, muito acima dos 109,2% observados no período homólogo. Refira-se que o consenso de mercado apresentava já uma realidade bastante negativa, nomeadamente depois da equipa de gestão ter revisto em baixa o target (no passado mês de Março) para os lucros no presente exercício.
9 de maio de 2011
Mercados: PORTUGAL
Privatizações: Segundo o Sunday Times, o International Consolidated Airlines Group (IAG) poderá fazer uma oferta sobre TAP, referindo que este terá mesmo contratado um banco de investimento com a intenção de avaliar a operação.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Portugal Telecom: A Oi pretende concluir a compra de uma posição de 10% na Portugal Telecom nos próximos 3 a 4 meses.
Empresas: GALP
Galp: Segundo o Diário Económico, a Eni pretende que o alemão Jochen Weise ocupe o lugar de Ferreira de Oliveira como CEO da Galp. Jochen Weise é actualmente conselheiro da Allianz Capital Partners para investimentos em infra-estruturas de gás. No passado foi também membro da comissão executiva do grupo alemão Ruhrgas AG -actualmente E.On Ruhrgas AG.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Portugal Telecom: Foi aprovado em assembleia-geral de accionistas o pagamento do dividendo de EUR 1,30 no dia 3 de Julho, sendo que EUR 0,65 dizem respeito ao dividendo anual e EUR 0,65 ao dividendo extraordinário decorrente da venda da Vivo.
Empresas: EDP RENOVÁVEIS
EDP Renováveis: A empresa está a preparar-se para participar no concurso de eólicas “offshore” que o Governo francês deverá lançar nos próximos meses.
Empresas: FRANCE TELECOM - VIVENDI - BOUYGUES
France Telecom/Vivendi/Bouygues: As unidades de telecomunicações das operadoras francesas terão de reduzir as taxas de terminação a partir de 1 de Julho de acordo com a entidade reguladora do sector.
Empresas: GDF SUEZ
GDF Suez: A empresa demonstrou interesse na compra da produtora de energia italiana Sorgenia, ainda que a família Benedetti, que detém 52% da empresa, não tenha decidido se pretende vender ou não. A Iberdrola, EDF e OAO Inter RAO também demonstraram interesse na aquisição da Sorgenia.
Empresas: ALLIANZ
Allianz: Segundo a administração, a seguradora pretende duplicar a percentagem de receitas proveniente dos mercados asiáticos e Europa de Leste, que agora se situa nos 12%, na próxima década.
Empresas: BMW
BMW: O CEO da carmaker alemã declarou que a empresa prevê aumentar o número de trabalhadores em 2000 este ano, após apresentar resultados que superaram as expectativas dos analistas.
Empresas: COMMERZBANK
Commerzbank: O banco alemão viu aprovado o aumento de capital em duas fases na Assembleia Geral de Accionistas.
Empresas: DEUTSCHE POST
Deutsche Post: O maior serviço postal a nível mundial declarou pretender adquirir o direito de decidir o preço cobrado pelo envio de cartas em vez de ter de obter aprovação do regulador sempre que quer aumentar o preço.
Empresas: HOCHTIEF
Hochtief: A ACS, empresa espanhola que controla cerca de 43,1% da Hochtief, propôs 4 representantes para o Conselho de Supervisão da construtora alemã, um proveniente do Qatar e três candidatos independentes.
Empresas: TOGNUM
Tognum: A produtora de motores industriais, que a Daimler e o grupo Rolls Royce pretendem comprar, elevou a guidance para 2011 após divulgar encomendas acima das expectativas dos analistas, prevendo um aumento das vendas de 13% e do EBITDA de 24% para os EUR 300 mn.
Empresas: BP
BP: A petrolífera britânica foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
5 de maio de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico, destaque para a divulgação das reservas de crude nos EUA, as quais avançaram 3421 mil barris, acima dos 2000 mil antecipados pelos analistas, enquanto a margem de refinação se cifrou nos 0,1%, ficando aquém das expectativas (0,5%). Na Zona-Euro, as vendas a retalho no mês de Março recuaram 1%, um decréscimo superior ao antecipado pelo mercado (-0,1%).
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Junho negociados na Nymex em after hours recuaram USD 0,81 para USD 108,43 por barril.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno negativo, penalizadas por um crescimento da oferta de petróleo e por um relatório que refere que as empresas norte-americanas estão a criar menos posto de trabalho que o esperado. O S&P 500 recuou 0,69%, com o sector de Oil&Gas a ser novamente um dos mais penalizados na sessão. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average recuaram 0,2% e 0,66% respectivamente.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices europeus encerraram a sessão com quedas significativas – DAX (-1,69%), CAC (-1,31%) e AEX (-1,25%) – com os dados macroeconomicos nos EUA a desiludirem o mercado. Apenas o sector de Health Care encerrou positivo, impulsionado pela Merck KgaA que avançou cerca de 1%, sem newsflow relevante. Já o sector de materiais registou a pior performance, com a BASF e a Bayer a recuarem cerca de 3% e 2% respectivamente. A BMW, encerrou a sessão a recuar mais de 1,6%, mesmo depois de reportar números trimestrais que superaram as expectativas do mercado, ao passo que a Siemens desvalorizou quase 3 pontos percentuais, não obstante a equipa de gestão ter elevado a guidance para os principais targets financeiros no presente exercício.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português inverteu dos ganhos registados durante a maior parte da sessão, encerrando com uma desvalorização de 0,20%, em linha com as perdas registadas pelos seus congéneres europeus. O sector financeiro liderou os ganhos no índice – BPI (+4,87%), BCP (+2,23%9, Banif (+1,74%) e BES (+0,35%) – após ser anunciado que os bancos terão de aumentar o seu core tier one para 9% em 2011 e 10% apenas em 2012. A Jerónimo Martins avançou 3,46% após apresentar resultados trimestrais bastante positivos, impulsionados pelas operações na Polónia, o que fez com fosse alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Realce para a Brisa, a qual avançou 2,20% em antecipação à apresentação de resultados trimestrais a ter lugar agora após o fecho do mercado. Pela negativa, realce para o Grupo EDP – EDP (-2,53%) e EDP Renováveis (-5,41%) – destacando-se a inversão significativa do movimento da EDP Renováveis no final da sessão penalizada por rumores de que a ‘troika’ poderá exigir a renegociação dos contratos de compra de energia pré-existentes.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno misto, com os indicadores macroeconómicos nos EUA a impedirem uma performance superior. Mais uma vez o Nikkei esteve encerrado, por comemoração do Children’s Day.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: A edição de hoje do Jornal de Negócios adianta que a primeira tranche do empréstimo internacional no valor de EUR 50 mil mn poderá ocorrer já em Junho, mas ainda é desconhecida a taxa de juro subjacente que será praticada. O programa Português prevê assim a entrega de 2/3 do valor da assistência no curto prazo, seguido da disponibilização de 20% do montante global em 2012 e o valor remanescente em 2013. Já a taxa de financiamento associada ao empréstimo do FMI assentará numa taxa base variável associada ao SDR acrescida de um spread que rondará os 250 p.b. – traduzindo um valor global próximo de 4%. As tranches provenientes dos mecanismos Europeus (FEEF e MEF) poderão contar com um spread na ordem dos 300 p.b. sobre os respectivos custos de financiamento (taxa de juro de quase 6%), ainda que a reunião do Ecofin no próximo dia 16 de Maio possa viabilizar a redução do nível de spreads exigidos pela Europa – para uma taxa de juro idealmente mais próxima daquela que foi renegociada com a Grécia.
Empresas: EDP - EDP RENOVÁVEIS
EDP/EDP Renováveis: O Memorando de Entendimento entre Portugal e a ‘troika’ inclui reestruturações profundas na área da electricidade, incluindo mudanças regulatórias, que poderão penalizar as eléctricas portuguesas.
Empresas: GALP
Galp: Segundo Américo Amorim, os accionistas da Amorim Energia não se terão mostrado contra a recondução de Ferreira de Oliveira à frente da equipa de gestão da Galp. Da mesma maneira, o empresário adianta que as notícias de que a ENI terá enviado uma carta ao presidente da Amorim Energia a propor nomes para o cargo também não correspondem à verdade.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Portugal Telecom: Segundo um comunicado enviado à CMVM, o Barclays voltou a adquirir acções da PT, reduzindo o interesse a descoberto na operadora para 0,88%.
Empresas: JERÓNIMO MARTINS
Jerónimo Martins: A retalhista prevê um crescimento praticamente nulo em Portugal nos próximos meses, tendo como objectivo para 2011 apenas o aumento da sua market share no país.
Resultados: BRISA
Brisa: A concessionária apresentou resultados do 1T tendo registado um aumento das receitas operacionais de 1,2%, impulsionados pelo crescimento do tráfego apesar da situação macroeconómica do país e por uma descida dos custos. Os lucros avançaram 41,7% para os EUR 25 mn, superando as expectativas dos analistas que apontavam para EUR 19 mn, enquanto a margem EBITDA se cifrou nos 69,2%, também acima das estimativas. A nível de dívida, a empresa viu manter-se inalterada a sua dívida relativamente ao final de 2010 (EUR 3,6 mil mn) ainda que se tenha verificado uma ligeira redução da dívida líquida no mesmo período.
Resultados: IBERDROLA
Iberdrola: A empresa espanhola revelou que o resultado líquido avançou para EUR 1,01 mil mn no 1Q11, acima das estimativas de EUR 906,6 mn estimados.
Resultados: ADIDAS
Adidas: A empresa anunciou que o resultado líquido avançou 25 no primeiro trimestre do ano, com uma maior procura do calçado da Reebok e maiores receitas nos mercados emergentes. Assim, o resultado líquido aumentou para EUR 209 mn, o que compara com os EUR 168 mn registados em período homologo e com os EUR 183 mn estimados. As vendas avançaram 22% para EUR 3,27 mil mn.
Resultados: SOCIETE GENERAL
Societe General: O segundo maior banco francês revelou que os lucros recuaram 14% no 1Q10, penalizados por um aumento das provisões resultante da instabilidade vivida no Egipto e por um aumento dos custos relacionados com dívida. O Resultado liquido atingiu os EUR 916 mn, abaixo dos EUR 1,06 mil mn observados em período homologo e estimados pelos analistas.
Resultados: LAFARGE
Lafarge: A maior cimenteira do mundo reportou resultados que ficaram aquém das estimativas dos analistas no 1Q11. Os resultados operacionais recuaram para EUR 224 mn, o que compara negativamente com os EUR 236 mn registados no ano anterior e com os EUR 250 mn estimados pelos analistas. O management revelou que os resultados foram penalizados pela inflação e pela instabilidade no Egipto.
Resultados: HEIDELBERG CEMENT
HeidelbergCement: A terceira maior cimenteira do mundo anunciou que os resultados operacionais avançaram 48% no primeiro trimestre do ano. O resultado operacional aumentou para EUR 253 mn, acima dos EUR 171 mn observados no ano anterior e acima dos EUR 229,5 mn estimados. As vendas aumentaram 19% para EUR 2,6 mil mn, igualmente acima dos EUR 2,43 mil mn estimados.
4 de maio de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico, realce para a divulgação das Encomendas às Fábricas nos EUA, as quais avançaram 3% em Março, bastante acima das estimativas que apontavam para um crescimento de 1,5%. Na Zona-Euro, realce para o Índice de Preços no Produtor, o qual se cifrou exactamente em linha com as expectativas dos analistas ao avançar 0,7% em Março face ao trimestre anterior.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Junho negociados na Nymex em after hours recuaram USD 0,82 para USD 110,23 por barril.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão em terreno negativo na segunda sessão da semana. A penalizar o mercado estiveram as empresas do sector de Oil&Gas e a Sears Holdings que apresentou resultados significativamente abaixo das estimativas. O sector das telecomunicações negociou em sentido contrário, avançando cerca de 1,5%. O Nasdaq recuou 0,48% enquanto o Dow Jones Industrial Average encerrou praticamente inalterado.
Mercados: EUROPA
Europa: Ainda que recuperando de maiores perdas evidenciadas durante a sessão, os principais índices accionistas Europeus não evitaram o fecho no vermelho, sendo que o DAX, CAC e IBEX recuaram 0,36%, 0,29% e 0,48% respectivamente. Na esfera sectorial, realce para a underperformance apresentada pelo sector automóvel, nomeadamente os players germânicos BMW (-1,66%) e Daimler (-1,64%), traduzindo essencialmente um movimento de correcção técnico e a expectativa de um eventual agravamento da carga fiscal sobre a venda de veículos no mercado Alemão. Refira-se que a actual earning season continua a decorrer de forma intensa, destacando-se em particular o comportamento distinto apresentado entre a Metro (-2,3%) e a Infineon (+2,33%) na sequência da divulgação de resultados trimestrais, sendo que no caso da última a própria equipa de gestão acabou por elevar a guidance para os lucros no exercício.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português registou perdas na sessão de 0,63%, em linha com a performance registada pelos seus congéneres europeus. A penalizar o índice esteve o sector financeiro – BCP (-1,47%), Banif (-1,43%9, BES (-1,22%) e BPI (-0,74%) – numa sessão marcada pelas notícias de que a “troika” vai exigir à banca portuguesa um rácio de core tier one de 9% em 2011 e 10% em 2012. Também a Galp registou uma desvalorização de 1,43% penalizada pela redução do preço do crude nos mercados internacionais. Também a EDP Renováveis recuou 1,33% após ser alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Pela positiva, destaque para a Jerónimo Martins e para a Cimpor, as quais registaram valorizações de 1,78% e 1,11%, respectivamente, a primeira após ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional e a segunda no primeiro dia em que transaccionou sem direito a dividendo.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão em terreno negativo, pela segunda sessão consecutiva, penalizados pelos receios de novas políticas de contenção da inflação por parte da economia chinesa que poderão levar a agravamento do crescimento económico do país. O Nikkei esteve novamente encerrado, por comemoração do Greenery Day
Resultados: BNP PARAIBAS
BNP Paribas: O banco francês anunciou que os lucros no 1Q11 avançaram 15%, impulsionados pelo negócio em França e nos EUA. O resultado líquido situou-se nos EUR 2,62 mil mn, o que compara positivamente com os EUR 2,28 mn registados no ano anterior e com os EUR 2,22 mil mn estimados pelos analistas. O rácio Tier 1 avançou para 9,5% no Março deste ano, acima dos 8,3% registados em período homólogo.
Resultados: SIEMENS
Siemens: A empresa anunciou hoje as vendas aumentaram para EUR 17,72 mil mn, tendo elevado o outlook para o presente ano anunciando que o resultado líquido deverá avançar para os EUR 7,5 mil mn. As vendas também deverão registar um avanço superior ao observado em período homólogo.
Resultados: BMW
BMW: O resultado trimestral da construtora automóvel alemã mais do que quadruplicou suportadas pelos modelos série 5 e X3. O EBIT avançou para os EUR 1,9 mil mn, acima dos EUR 1,54 mil mn estimados. As vendas avançaram 29% para EUR 16 mn. A empresa prevê superar no presente ano os resultados recorde atingidos no ano passado.
Resultados: ANHEUSER-BUSCH
Anheuser-Busch: A maior cervejeira mundial anunciou que o volume relativo ao 1Q10 ficou aquém das estimativas, com o aumento do número de desempregados nos EUA a penalizar a venda de bebidas alcoólicas. Segundo os analistas, o volume deveria registar um aumento de 1,4%, tendo-se observado no entanto, uma quebra de 0,4%. Apesar da quebra de volume a empresa mais produtos com preços elevados. Também a quota de mercado nos EUA continua a registar uma tendência declinante. O resultado líquido mais do que duplicou para USD 964 mn, ainda assim, aquém dos USD 1,15 mil mn estimados pelos analistas. As vendas aumentaram para USD 9 mil mn, sensivelmente em linha com as estimativa do mercado de USD 8,89 mil mn. Em Abril, a Standard & Poor‟s aumentou o rating de longo prazo da empresa para A-.
Resultados: HENKEL
Henkel: Anunciou que os resultados no 1Q11 atingiram EUR 285 mn (+10% YoY), acima dos EUR 278 mn projectados pelo consenso de mercado, sendo que as vendas espelharam um crescimento de 8,9% para EUR 3,82 mil mn, beneficiando essencialmente da dinâmica favorável conferida pelo segmento industrial. A equipa de gestão elevou ainda de forma relativa alguns dos principais targets para o presente exercício, destacando-se a previsão de crescimento do EPS ajustado - deverá aumentar 10% em 2011 face ao período homólogo.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: o 1º ministro demissionário – José Sócrates – anunciou na véspera numa curta declaração ao país que foram finalizados os termos do acordo da intervenção externa entre o Governo/restantes partidos do arco da Governação e os diferentes responsáveis dos órgãos internacionais incumbentes (BCE, Comissão Europeia e FMI). O empréstimo global ascende a EUR 78 mil mn (um pouco abaixo das nossas estimativas iniciais – EUR 80/85 mil mn), sendo que a duração do programa concretizar-se-á por 3 anos e prevê um ajustamento mais moderado do défice orçamental, sendo que o objectivo do défice de 3% acaba por ser adiado até 2013 (vs 2012 anteriormente). Ainda não foram apresentados os detalhes essenciais do programa de ajustamento, nem tão pouco a taxa de juro associada ao referido empréstimo, ainda que a mesma deverá ser próxima do valor praticado com a Grécia (entre 4% a 5%). Noutro particular, refira-se que o Jornal de Negócios adianta na sua edição de hoje que uma parte do empréstimo global será destinada a uma eventual recapitalização do sector financeiro (até EUR 12 mil mn), uma vez que a “Troika” exigirá efectivamente o reforço dos rácios de capital dos bancos, nomeadamente a obtenção de um Core Tier I mínimo de 9% este ano e de 10% no final de 2012.
Empresas: GALP
Galp : Segundo o Jornal de Negócios, mantém-se a indefinição relativamente à recondução ou não de Ferreira de Oliveira na gestão da petrolífera portuguesa.
Empresas: GALP
Galp: Segundo o Diário Económico, a italiana ENI entregou há duas semanas uma proposta à Amorim Energia relativamente à sucessão na liderança da petrolífera portuguesa, não tendo ainda obtido resposta por parte da Amorim Energia.
Empresas: EDP - REN
EDP/REN: As eléctricas portuguesas estão na lista prioritária de privatizações que serão realizadas até ao final de 2011.
Empresas: SONAECOM
Sonaecom: A empresa francesa France Telecom anunciou que não pretende desfazer-se da posição de 20% que detém na Sonaecom, apesar de ter anunciado que vai vender activos em vários países europeus.
Empresas: SANOFI-AVENTIS
Sanofi-Aventis: A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: METRO
Metro: A retalhista alemã foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: JERÓNIMO MARTINS
Jerónimo Martins: A retalhista portuguesa apresentou resultados do 1T11 os quais foram impulsionados pelos resultados na Polónia (+23% YoY), registando um aumento dos resultados de 33,5% para os EUR 56,4 mn, ficando em linha com as estimativas dos analistas, e do EBITDA para os EUR 146,7 mn, superando a previsão do mercado (EUR 144,4 mn). As vendas registaram um aumento de 14,7% para os EUR 2,24 mil mn e as vendas LFL um aumento de 6,9%, ambos os valores impulsionados maioritariamente pela Biedronka. A empresa registou também uma redução da dívida líquida de 18,15%. A Jerónimo Martins reiterou a Guidance para 2011, baseando-se no fortalecimento da liderança na Polónia, esperando crescimento a dois dígitos das vendas, com o EBITDA consolidado a crescer acima das vendas.
Empresas: EDP RENOVÁVEIS
EDP Renováveis: A empresa superou as expectativas dos analistas, ao apresentar um aumento dos lucros de 16% face ao período homólogo para os EUR 49 mn, acima dos EUR 43 mn esperados, e um avanço do EBITDA de 19% para os EUR 220 mn. No 1T11 a capacidade instalada aumentou em 1,2 GW e a produção registou um incremento de 21% para os 4 421 GW, impulsionada pelo aumento de produção nos EUA (37%). A dívida líquida aumentou EUR 0,2 mil mn embora a dívida bruta tenha sido reduzida no mesmo montante para EUR 3,4 mil mn.
Empresas: HERMES
Hermes: A empresa contabilizou um lucro de EUR 30 mn da venda da posição na Jean Paul Gautier.
3 de maio de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: Realce nos EUA para a divulgação dos dados relativos aos gastos com a construção no mês de Março que avançaram 1,4%, bastante acima dos 0,4% estimados. O ISM Indústria no mês de Abril superou igualmente as estimativas dos analistas, ao situar-se nos 60,4 vs 59,5 estimados. Já na Zona Euro, o indicador PMI Indústria no mês de Abril revelou igualmente uma tendência positiva, ao situar-se nos 58 vs 57,7 estimados pelo mercado.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Junho negociados na Nymex em after hours recuaram USD 0,77 para USD 112,75 por barril.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão em terreno negativo, depois iniciarem a sessão com ganhos. O índice S&P 500 recuou 0,18%, com destaque para o sector de Oil&Gas que desvalorizou 1,33%. O Nasdaq escapou às perdas encerrando praticamente inalterado enquanto o Dow Jones Industrial Average recuou 0,02%.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas Europeus finalizaram a primeira sessão da semana em terreno positivo – DAX (+0,18%), CAC (+0,05%) e AEX (+0,45%) – com os investidores a reagir de forma favorável ao anúncio da morte de Osama Bin Laden por parte da administração norte-americana. Numa sessão marcada por um newsflow relativamente curto na esfera empresarial, realce para a outperformance apresentada pelo sector tecnológico e farmacêutico, nomeadamente as francesas Alcatel-Lucent (+1,75%) e Sanofi-Aventis (+0,90%), esta última impulsionada por uma recomendação favorável emitida por parte de uma casa de investimento internacional. Destaque ainda para o Commerzbank (+3,16%) e para a TNT (-1,35%) que reagiram de forma distinta à divulgação de resultados trimestrais, ainda que a empresa holandesa tenha apresentado um forte movimento de recuperação intradiário.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português encerrou a primeira sessão da semana com ganhos de 0,40%, em linha com os ganhos registados pelos seus congéneres europeus. A pressionar o índice esteve a Galp (+0,13%), após ser noticiado que poderá adiar de novo a sua AG por não haver ainda acordo entre os accionistas de referência relativamente à escolha da nova equipa de administração. Também Portucel e a Semapa registaram desvalorizações de 0,16% e 0,29%, respectivamente, em antecipação à divulgação de resultados da Portucel que terá lugar ainda hoje, após o fecho de mercado. A Cimpor liderou os ganhos, tendo avançado 2,53%, no último dia em que a cimenteira nacional negociou com direito ao dividendo. Também a Portugal Telecom e a Jerónimo Martins impulsionaram o índice - 1,92% e 1,22%, respectivamente – ainda que não se tenha observado newsflow relevante que o justifique.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno negativo, com os resultados empresariais a ficarem aquém das estimativas dos analistas, levado à maior sessão de perdas em três semanas. O Nikkei esteve encerrado por celebração do Constitution Memorial Day.
Resultados: BES
Anunciou na véspera após a apresentação de resultados que o resultado líquido do 1Q11 recuou 48,9% para EUR 60,9 mn, uma situação que reflecte o contexto de deterioração da actividade económica e traduz em particular o efeito desfavorável do novo encargo fiscal sobre o sector bancário, bem como os custos resultantes do esforço de deleveraging – registo de uma perda de EUR 41 mn na rubrica de operações financeiras por via de ter vendido carteiras de crédito norte-americanas e inglês com desconto. A queda do bottomline foi ainda assim mitigada pela evolução positiva dos resultados da actividade internacional (+16,9%), ao passo que o resultado financeiro(+7,0%) e o produto bancário (+3,5%) registaram um incremento face ao valor observado no período homólogo, fixando-se assim nos EUR 271 mn e EUR 460,9 mn respectivamente.
Resultados: BES
Em termos das principais rubricas de balanço, verificou-se uma dinâmica relevante na captação de recursos, o que se materializou num crescimento de 15,2% dos depósitos – motivando que o rácio Crédito/Depósitos evoluísse de 188% (Março de 2010) para 163% no último trimestre. Tal como é sabido, refira-se que o objectivo passa por alcançar um rácio Crédito/Depósitos de 120% em 2012, sendo que o respectivo Activo líquido diminuiu EUR 3 mil mn no 3Q11. Noutro âmbito, ressalve-se a deterioração ao nível da sinistralidade do crédito vencido, sendo que o crédito vencido (+90 dias) subiu de 1,95% do total da carteira de crédito para 2,17%. O rácio provisões/crédito a clientes aumentou para 3,47% e o montante de provisões para crédito no balanço ascendeu a EUR 1790 mn.
Resultados: BES
Ao nível dos rácios de capital, o Core Tier I ascendeu a 7,9% no final do último trimestre, sendo que a já anunciada venda da participação no Bradesco permitirá o reforço deste rácio em 30 p.b., ao passo que o rácio Tier I e o rácio total fixaram-se nos 8,8% e 11,4% respectivamente. Refira-se que o próprio presidente do BES confirmou na véspera a possibilidade de realização de um aumento de capital até ao final do ano, caso as condições da intervenção externa assim o exijam, ainda que este cenário será sempre o último recurso – uma vez que o BES continuará a vender a carteira de crédito de project finance internacional no âmbito do plano de deleveraging. Uma nota final para o aumento da exposição do BES ao BCE (EUR 5,8 mil mn), contrariando a tendência de redução observada em trimestres anteriores, sendo que o banco tem cerca de EUR 1,6 mil mn de dívida portuguesa e admite que continuará a investir em OTs.
Resultados: INFINEON
Infineon: A empresa anunciou que o resultado liquido ajustado relativo aos primeiros 3 meses do ano se situou nos EUR 194 mn vs EUR 160 mn estimados pelos analistas, sendo que também as vendas superaram as estimativas ao situarem-se nos EUR 994 vs EUR 969 mn estimados. A empresa aumentou a guidance para o presente ano, pela quinta vez consecutiva desde o inicio de 2010, beneficiando de um aumento da procura superior ao previsto. Assim, a empresa prevê um aumento das vendas de 20% das vendas e de 19,8% do resultado operacional.
Resultados: METRO
Metro: A empresa reportou um perda liquida de EUR 3 mn no primeiro trimestre do ano, após reportar uma perda de EUR 16 mn no mesmo período do ano passado. Ainda assim, a perda registou perdas inferiores às estimativas que apontavam para um recuou de EUR 12,9 mn do resultado líquido. As vendas revelaram-se sensivelmente em linha, nos EUR 15,5 mil mn.
Resultados: FRANCE TELECOM
France Telecom: O resultado relativo ao 1Q111 recuou 1,3% devido ao aumento dos impostos sobre os consumidores e instabilidade vivida no Egipto e na Tunísia. O EBITDA totalizou EUR 3,73 mil mn, sensivelmente em linha com os EUR 3,78 mil mn registados no período homólogo. As vendas aumentaram 2,5% para EUR 11,2 mil mn, em linha com as estimativas. A empresa afirmou que os resultados apresentados se revelam em linha com os targets.
Resultados: MAN
MAN: A empresa registou um crescimento de mais de 50% do resultado operacional no primeiro trimestre do ano, com o aumento da procura por empresas de construção e transportadores. EBITDA avançou para EUR 325 mn, bastante acima os EUR 128 mn registados em período homologo. Já as vendas aumentaram 19% para EUR 3,7 mil mn. A empresa espera que a margem operacional avance 1% este ano.Hannover Re: a empresa reviu, em baixa, as estimativas para os resultados para os resultados anuais após os resultados trimestrais terem recuado 65% penalizados pelo sismo no japão. O resultado líquido recuou para EUR 52,3 mn face a EUR 151 mn registados em período homólogo, ainda assim um valor superior aos EUR 30,7 mn estimados pelos analistas.
Resultados: LAGARDÉRE
Lagardére: As receitas no primeiro trimestre de 2011 avançaram 3,1% beneficiando da valorização do Franco Suíço e do Dólar Australiano face ao Euro. As vendas avançaram para EUR 1,8 mil mn, acima do registado em período homólogo. As vendas like-for-like ficaram praticamente inalteradas.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: Segundo noticia o Diário Económico, a missão técnica da ‘troika’ chegou a um valor de EUR 100 mil mn, acima dos EUR 80 mil mn inicialmente estimados, relativamente ao montante que Portugal necessita para reequilibrar as contas do Estado.
Mercados: PORTUGAL
Sector Financeiro Português: Segundo um relatório da Comissão Europeia, a banca portuguesa é a menos capitalizada da Europa, registando um rácio de capital médio de 9,8% no 1S10 que compara com o rácio médio de 13,9% registado na EU, ainda que ultrapasse os 8% exigidos por Basileia a partir de 2015.
Mercados: PORTUGAL
Sector Financeiro Português: Segundo o Jornal de Negócios, o plano da ‘troika’ para o sector financeiro está já terminado, incluindo um aumento do rácio core tier one para 9% este ano e 10% no ano seguinte, a redução do rácio de crédito sobre depósitos até 120% e entrada de liquidez na economia através da criação de um fundo de capitalização das empresas públicas.
Empresas: GALP
Galp: A petrolífera portuguesa pretende participar no novo leilão de blocos petrolíferos no Brasil a ser realizado no dia 12 de Setembro, que não inclui as grandes reservas da região do pré-sal.
Empresas: BRISA
Brisa: A concessionária portuguesa voltou a aumentar a sua participação no capital da empresa através da compra de acções próprias, controlando já 5,5% do seu capital social.
Empresas: TEIXEIRA DUARTE
Teixeira Duarte: A empresa vai propor em AG a distribuição de EUR 6,3 mn em dividendos, o que se traduz em 1,55 cêntimos por acção.
Empresas: EDP RENOVÁVEIS
EDP Renováveis: A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: JERÓNIMO MARTINS
Jerónimo Martins: A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: AREVA
Areva: A empresa anunciou que as receitas no 1Q11 aumentaram 2,2% para EUR 1,98 mil mn.
Empresas: PHILIPS ELECTRONICS / ERICSSON
Philips Electronics/Ericsson: As empresas foram alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
2 de maio de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico realce para a divulgação do índice de confiança da Universidade de Michigan o qual desiludiu as expectativas dos analistas ao cifrar-se nos 69,8 pontos (vs. 70,0 pontos esperados). Na Zona Euro, o Índice de Confiança do Consumidor cifrou-se nos -11,6 pontos, uma leitura mais negativa que o consenso de mercado que se situava nos -11 pontos, e a estimativa da inflação em Abril ficou aquém das expectativas (2,5% versus 2,7% esperados).
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Junho negociados na Nymex em after hours recuaram USD 1,72 para USD 112,21 por barril.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão com ganhos beneficiando de uma earnings season que tem revelado resultados ao nível empresarial acima das estimativas dos analistas. Os índices bolsistas americanos encerraram assim a semana para o nível mais alto desde Junho de 2008. O S&P 500 avançou 0,23%, com destaque para o sector de Oil&Gas que liderou os ganhos. Já o Nasdaq recuou 0,24% enquanto o Dow Jones Industrial avançou 0,37%.
Mercados: EUROPA
Europa: Invertendo face às perdas iniciais, os principais índices accionistas Europeus finalizaram a última sessão da semana com ganhos ligeiros, sendo que o DAX, CAC e IBEX avançaram 0,52%, 0,05% e 0,10% respectivamente, destacando-se a amplitude do movimento de valorização apresentado pelo sector automóvel - nomeadamente os ganhos da Volkswagen (+1,53%) em oposição às perdas sofridas pela Daimler (-1,70%), esta última reagindo de forma negativa à divulgação de resultados trimestrais. Observando-se um nível de liquidez mais reduzidos e alguma ausência de newsflow empresarial relevante, destaque ainda para a underperformance apresentada pelo sector tecnológico, destacando-se nesse particular as quebras sofridas pela ASML (-1,31%), ST Microelectronics (-1,12%) e Nokia (-1,27%), traduzindo no geral algum newsflow negativo que rodeou o sector.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português encerrou a sessão com ganhos de 0,25%, em linha com a performance registada pelos seus congéneres europeus. A impedir maiores ganhos no índice esteve o sector financeiro – BES (-1,28%), BPI (-1,14%), BCP (-0,74%) e Banif (-0,14%) – após ser noticiado que a troika está a estudar a possibilidade de exigir o reforço do capital dos bancos portugueses. Também a EDP registou uma desvalorização de 0,83% após ser noticiado que a eléctrica voltou a perder market share no mercado liberalizado no mês de Março. Realce para a Galp, a qual liderou os ganhos ao avançar 3,64% após apresentar resultados que superaram as expectativas dos analistas e após o fundo soberano de Abu Dhabi mostrar interesse nos activos que a petrolífera portuguesa detém no Brasil. Também a Portugal Telecom e a Jerónimo Martins registaram valorizações na última sessão da semana (0,27% e 0,23%, respectivamente), ainda que sem newsflow relevante que o justifique.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, beneficiando da boa performance do sector empresarial ao nível da earnings season. Também a morte de Osama Bin Laden influenciou positivamente a performance do mercado bolsista. O Nikkei avançou 1,57%, beneficiando da outperformance evidenciada pelo sector de materiais.
Resultados: TNT
TNT: A empresa holandesa apresentou uma quebra de 14% nos resultados relativos ao 1Q10. O resultado líquido atingiu os EUR 123 mn, o que compara com os EUR 143 mn registados no período homólogo. As receitas avançaram 4,3% para EUR 1,1 mil mn. O negócio apresenta uma tendência declinante, sendo que a empresa pretende propor aos seus accionistas o spin-off da unidade de express arm, unidade que regista ainda uma evolução operacional positiva.
Empresas: GALP
Galp: A petrolífera portuguesa anunciou que pretende renegociar os contratos de longo prazo de gás natural que tem com a empresa nigeriana NLNG, tendo para isso recorrido ao tribunal.
Empresas: GALP
Galp: Após o adiamento da Assembleia Geral de 26 de Abril para 30 de Maio, esta poderá voltar a ser adiada devido à inexistência de acordo relativamente à escolha da nova equipa de gestão.
Empresas: SONAE SGPS
Sonae SGPS: A empresa anunciou que investiu cerca de EUR 2 mn no novo Centro de Eventos Aqualuz em Tróia.
Empresas: BCP
BCP: A Operação Pública de Troca de dívida perpétua por acções começa hoje e termina às 15 horas do dia 13 de Maio, sendo que por cada título de dívida os investidores deverão receber 1600 novas acções do BCP.
Mercados: PORTUGAL
Sector Financeiro: A troika tem vindo a avaliar a hipóteses de exigir aos bancos portugueses um aumento do seu ‘core tier 1’ para um valor mínimo de 10% até ao final de 2011. A confirmar-se este novo limite, é expectável que os bancos necessitem de cerca de EUR 3 mil mn, tendo de vender mais activos, realizar novos aumentos de capital ou pedir ajuda ao Estado.
Mercados: PORTUGAL
Sector Financeiro: Segundo a edição de hoje do Jornal de Negócios corroborada por responsáveis do ministério das finanças, o executivo que sair vencedor das eleições legislativas (5 de Junho) tem condições para relançar de imediato o processo de privatização do BPN.
Empresas: PPR
PPR: A empresa vai adquirir a empresa californiana Volcom, por USD 607,5 mn com o intuito de expandir a sua área de skateboard, snowboard e surf.
Empresas: SANOFI-AVENTIS
Sanofi-Aventis: A Total reduziu a sua participação na farmacêutica francesa para 4,9%.
24 de março de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para a divulgação de dados do mercado imobiliário norte-americano, com as Vendas de Casas Novas nos EUA a registarem o valor mais baixo desde Dezembro de 2003, cifrando-se nos 250k e desiludindo as expectativas do mercado que apontavam para vendas de 290k casas. Já os inventários de crude registaram uma evolução positiva de 2131k barris, superando as estimativas dos analistas que apontavam para um aumento de 1500k barris. Na Zona-Euro, realce para o Indicador de Confiança do Consumidor o qual registou uma leitura mais favorável que o estimado (-10,6 vs. -11 pontos).
Mercados: CRUDE
Crude: os futuros do crude para entrega em Maio negociados em after hours na Nymex recuaram cerca de meio ponto percentual, reflectindo a expectativa de que a crise no Médio Oriente não se irá alargar a outros países da região, nomeadamente a Arábia Saudita, isto para além da expectativa da subida do nível de oferta nos EUA.
Mercados: EUA
EUA: Invertendo face às perdas iniciais, os principais índices accionistas Americanos finalizaram a sessão com ganhos até meio ponto percentual, destacando-se a outperformance observada pelos sectores tecnológico e de recursos básicos, não obstante a divulgação de indicadores macro-económicos que continuam a espelhar uma fragilidade evidente ao nível do mercado imobiliário. Já o sector financeiro contrariou o sentimento positivo geral e encerrou em terreno marcadamente negativo.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX (+0,35%), CAC (+0,54%) e AEX (+0,94%) – mesmo com as vendas de casas novas nos EUA a ficarem abaixo das estimativas do mercado, e com o aumento da instabilidade política vivida em Portugal. Com todos os sectores positivos, o sector de bens de consumo foi o que registou maiores valorizações, com a Daimler, BMW, Unilever e Heineken a valorizarem 1,9%, 1,25%, 1,62% e 2,03% respectivamente, depois de anunciado que a Colgate acordou a compra da unidade Sanex da Unilever por USD 490 mn. No polo oposto, o sector financeiro foi o que se mostrou mais resiliente, com o Santander e o BNP Paribas a recuarem 0,14% e 0,02% respectivamente. Uma nota individual para a Inditex que avançou mais de 6%, com a empresa a apresentar resultados que superaram as estimativas dos analistas.
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