Cimpor: A empresa registou um resultado líquido de EUR 57,9 mn no 1Q11, mais 27,1% do que o observado em período homólogo e bastante acima dos EUR 49,1 mn estimados pelos analistas. O volume de negócios aumentou em 14,3% para EUR 547,7 mn e o EBITDA em 15,4% para EUR 142,4 mn. Os resultados operacionais do grupo situaram-se em EUR 405,3 mn, um avanço de 13,9% face ao mesmo período do ano anterior. O aumento de volume na maioria dos mercados onde a empresa está presente mais do que compensa a contracção observada ao nível da Península Ibérica, a quebra de vendas no Egipto e o aumento do preço dos combustíveis e electricidade. A dívida líquida da Cimpor recuou de EUR 1,612 mil mn para EUR 1,551 mil mn entre o 1Q10 e o 1Q11, uma redução de 3,8%.
10 de maio de 2011
Resultados: IMPRESA
Impresa: A empresa anunciou que obteve um resultado líquido negativo de EUR 3,4 mn no 1Q11, o que compara com EUR 896,2 mil observados no período homólogo. As receitas totais do grupo ascenderam a EUR 57,82 mn (-6,1% YoY) e o EBITDA gerado fixou-se nos EUR 726,5 mil, traduzindo uma quebra de 77% face ao período idêntico do ano anterior. As receitas publicitárias ascenderam a EUR 30,89 mn, sendo que nas principais áreas de negócio do grupo, a área editorial foi a que sofreu a maior quebra de receitas.
Resultados: DEUTSCHE POST
Deutsche Post: A empresa apresentou resultados do 1T que superaram as estimativas dos analistas beneficiando do aumento da procura nos mercados Asiáticos e da recuperação económica a nível global. As vendas aumentaram 6,9% para os EUR 12,8 mil mn e o EBIT avançou 23% para os EUR 629 mn acima dos EUR 588 mn antecipados pelo mercado. A equipa de gestão reiterou a guidance, avançando que prevê que o EBIT se situe entre EUR 2,2 – 2,4 mil mn em 2011. Quanto ao outlook de longo-prazo, a empresa prevê um crescimento anual do EBIT da unidade DHL de 13-15% até 2015, enquanto o EBIT da unidade de mail deverá estabilizar nos EUR 1000 mn por ano no mesmo prazo.
Empresas: CIMPOR
Cimpor: Em comunicado disponibilizado junto da CMVM, a empresa revelou que aprovou a construção de raiz de uma fábrica integrada de produção de clínquer e cimento em Cerrado Grande, no Estado do Paraná, Sul do Brasil. A construção desta nova fábrica arrancará no início de 2012, traduzindo um investimento global de EUR 190 mn, sendo que o output gerado pela fábrica deverá iniciar-se no princípio de 2014.
Mercados: PORTUGAL
Banca Portuguesa: Os bancos portugueses aumentaram a sua exposição junto do BCE em 22,7% para EUR 48 mil mn no mês de Março.
Empresas: REN
REN: Rui Cartaxo referiu que a privatização tem uma maior probabilidade de sucesso se feita depois de definido o quadro regulatório de electricidade. Acrescentou ainda que parece exequível a venda de 51% da empresa numa única operação, sendo que a REN está preparada para ser privatizada.
Empresas: SANOFI-AVENTIS
Sanofi-Aventis: O CEO da empresa anunciou que pretende expandir a unidade de saúde animal, Merial, talvez através de aquisições ainda que não muito grandes.
Empresas: BNP PARAIBAS
BNP Paribas: O banco francês irá anunciar na próxima Assembleia Geral que o Chariman Michel Pebereau se vai reformar no próximo ano, sendo substituído pelo actual CEO Baudouin Prot. Laurent Bonnafe será o novo CEO.
Empresas: SANOFI-AVENTIS
Sanofi-Aventis: A farmacêutica comunicou ao mercado que a FDA aprovou a venda nos EUA da vacina para a gripe Fluzone Intradermal.
Empresas: INFINEON
Infineon: A produtora de chips anunciou que planeia entregar aos investidores até EUR 300 mn até Março de 2013, através da recompra de 40 mn de acções próprias.
Empresas: PHILIPS ELECTRONICS
Philips Electronics: A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: MUNICH RE
Munich Re: A seguradora alemã foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
9 de maio de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: Na esfera macroeconómica, realce nos EUA para a divulgação do importante indicador mensal relativo à criação de emprego nos EUA (Payrolls), observando-se um incremento de 244 mil postos de trabalho a nível agregado (vs 185 mil estimados), tendo o sector privado registado um crescimento assinalável dos postos de trabalho no mês de Abril (268 mil vs 200 mil antecipados). Refira-se que ambos os indicadores relativos ao mês precedente foram igualmente revistos em alta para 221 mil e 231 mil respectivamente, o que compara com a leitura de 216 mil e 230 mil. Não obstante esta dinâmica favorável no mercado laboral no curto prazo, a taxa de desemprego no mês de Abril acelerou para 9%, acima dos 8,8% projectados pelo consenso de mercado.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Junho negociados na Nymex em after hours avançaram USD 1,82 para USD 99 por barril.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos registaram ganhos na última sessão da semana – S&P (0,38%), Nasdaq (+0,34%) e Dow Jones (0,43%) – impulsionados pela divulgação de dados macroeconómicos do mercado laboral que superaram as expectativas dos analistas. A nível sectorial realce para o sector das Commodities, o qual registou perdas de 0,8%.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram a última sessão da semana com ganhos generalizados – CAC (+1,33%), DAX (+1,45%) e AEX (+1,21%) – beneficiando da divulgação e dados do mercado laboral norte-americano, os quais superaram as expectativas dos analistas com a economia a criar mais postos de trabalho em Abril do que o previsto. Destaque para o Royal Bank of Scotland, o qual registou uma valorização de 6,8% após declarações por parte do CEO de que o banco irá voltar a registar lucros já em 2011, e para a Lufthansa, a qual valorizou 5% após ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Também a ThyssenKrupp se destacou, ao avançar 8,2% após ser noticiado que a empresa pretende vender ou fazer o spin-off de algumas unidades utilizando os proceeds para reduzir dívida. A nível sectorial, o sector das telecomunicações liderou as perdas nos índices, com a Belgacom e a Telefonica a registarem desvalorizações de 6,1% e 3,90%, respectivamente, a primeira após reduzir o outlook trimestral e a segunda em antecipação à apresentação de resultados trimestrais agendada para a próxima segunda-feira.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice nacional encerrou a avançar 0,88%, uma performance inferior à das restantes bolsas europeias, depois de nas últimas sessões ter largamente superado os índices europeus comparáveis. Apenas o BCP e a Portugal Telecom registaram uma performance negativa, ao recuarem 0,18% e 0,12% respectivamente, sendo que a última deverá confirmar hoje o pagamento de EUR 1,3 por acção a 3 de Junho. Os restantes títulos do PSI20 encerraram em terreno positivo, com destaque para EDP que avançou 1,87% depois de apresentar resultados que superaram as estimativas dos analistas. Também o BES registou uma valorização significativa, avançando 2,46%. A liderar os ganhos esteve a Brisa ao valorizar mais de 3% na sessão, encerrando a semana com ganhos de cerca de 8,5%.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão com ganhos, com a criação de postos de trabalho nos EUA acima das expectativas a imprimir confiança na retoma económica da maior economia mundial. O Nikkei 225 recuou 0,66% para os 9794,38 pontos penalizado pelo pedido de encerramento de uma outra central nuclear pelo Governo.
Resultados: MUNICH RE
Munich Re: A resseguradora alemã revelou um prejuízo de EUR 947 mn no 1Q11, um registo que ainda assim compara de forma relativamente favorável com as perdas de EUR 1,09 mil mn estimados pelo mercado, sendo que a evolução do bottomline foi penalizada pela ocorrência de um conjunto de desastres naturais (destaca-se o sismo/tsunami no Japão) de consequências incomparavelmente mais graves face ao observado nos últimos anos – o que motivou a que o rácio de indemnizações vs prémios atingiu um valor de 159,4%, muito acima dos 109,2% observados no período homólogo. Refira-se que o consenso de mercado apresentava já uma realidade bastante negativa, nomeadamente depois da equipa de gestão ter revisto em baixa o target (no passado mês de Março) para os lucros no presente exercício.
Mercados: PORTUGAL
Privatizações: Segundo o Sunday Times, o International Consolidated Airlines Group (IAG) poderá fazer uma oferta sobre TAP, referindo que este terá mesmo contratado um banco de investimento com a intenção de avaliar a operação.
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