Sanofi/BP: As empresas foram alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
19 de maio de 2011
18 de maio de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico, destaque para a divulgação dos dados do mercado imobiliário norte-americano, tendo as casas em início de construção e as licenças de construção ficado aquém das expectativas dos analistas ao recuarem 10,6% e 4%, respectivamente, quando o mercado previa uma evolução positiva de ambos os indicadores. Já a Produção Industrial nos EUA não sofreu alterações, desiludindo as expectativas do mercado (+0,4%). Na Zona-Euro, as expectativas relativamente à economia caíram para 13,6 pontos, abaixo do consenso de 17,3 pontos esperados.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Junho negociados em after hours na Nymex avançaram cerca de um ponto percentual para USD 98 por barril, aliviando assim parcialmente face às perdas recentes.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice nacional encerrou a sessão em terreno negativo, recuando 0,15%, ainda assim uma performance bastante menos negativa que a das restantes bolsas europeias. Realce para o BES e BCP que encerraram a desvalorizar 1,92% e 1,09% respectivamente, depois do sucesso observado no aumento de capital deste último. Também a Mota-Engil recuou 0,81%, depois de noticiado que juntamente com a Soares da Costa a empresa portuguesa vai construir a segunda maior ponte sobre o Rio Zambeze. Pela positiva, destaque para a Portugal Telecom que avançou 0,83%, depois de a MSCI revelar que aumentou a posição da operadora nacional no seu índice MSCI Portugal Index. O BPI avançou 1,22%, depois de realizado o aumento de capital por incorporação de reservas. A liderar os ganhos esteve a Cimpor, que avançou 3,54%, sem newsflow especifico que o justifique.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos encetaram um movimento de recuperação intradiário assinalável, impulsionado pelo comportamento favorável das empresas de bens de consumo e do segmento financeiro em oposição ao desempenho negativo do sector tecnológico – nomeadamente depois da HP (-7,26%) ter revisto em baixa um conjunto de targets relevantes.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas Europeus finalizaram a sessão com perdas generalizadas, sendo que o DAX, CAC e AEX recuaram 1,77%, 1,21% e 1,30% respectivamente, traduzindo o crescente pessimismo dos investidores em torno da resolução de um conjunto de desequilíbrios macroeconómicos actuais, os quais se manifestam pela possibilidade da Grécia poder vir a reescalonar “de forma suave” a sua dívida, isto para além da perspectiva (mais evidente face aos indicadores macro recentes) de um eventual abrandamento do ritmo de crescimento da economia norte-americana. O sector tecnológico liderou as perdas na sessão, penalizado igualmente pela divulgação de resultados decepcionantes pela Hewlett-Packard (-8,37%), destacando-se nesse particular a Infineon e a ST Microelectronics que recuaram 3,86% e 3,32% respectivamente. No pólo oposto, uma nota individual para a Vodafone que avançou 0,86%, impulsionada pelo anúncio de resultados anuais que superaram em toda a linha as estimativas do mercado.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice nacional encerrou a sessão em terreno negativo, recuando 0,15%, ainda assim uma performance bastante menos negativa que a das restantes bolsas europeias. Realce para o BES e BCP que encerraram a desvalorizar 1,92% e 1,09% respectivamente, depois do sucesso observado no aumento de capital deste último. Também a Mota-Engil recuou 0,81%, depois de noticiado que juntamente com a Soares da Costa a empresa portuguesa vai construir a segunda maior ponte sobre o Rio Zambeze. Pela positiva, destaque para a Portugal Telecom que avançou 0,83%, depois de a MSCI revelar que aumentou a posição da operadora nacional no seu índice MSCI Portugal Index. O BPI avançou 1,22%, depois de realizado o aumento de capital por incorporação de reservas. A liderar os ganhos esteve a Cimpor, que avançou 3,54%, sem newsflow especifico que o justifique.
Mercados: ÁSIA
Ásia: os principais índices accionistas da região finalizaram com ganhos em torno de um ponto percentual, traduzindo um movimento de recuperação técnico face à dimensão dos ganhos recentes e da observância de um conjunto de newsflow empresarial globalmente favorável. O movimento de apreciação das commodities suportou igualmente o sentimento de mercado, tendo o índice nipónico Nikkei 225 avançado 0,99% para 9.662 pontos.
Resultados: DELL
Dell: A empresa norte-americana divulgou na véspera após o fecho de mercado que os lucros atingiram USD 945 mn ou USD 0,49 por acção (vs USD 0,43 estimados por acção), reflectindo assim um conjunto de tendências mais favorável (pelo 2º trimestre consecutivo) face ao observado pela sua rival HP. O segmento de negócio empresarial suportou a robustez observada a nível operacional e mitigou a quebra do consumo verificada ao nível do consumidor privado, sendo que a equipa de gestão projectou que os resultados operacionais deverão crescer entre 12% a 18% no presente exercício (claramente acima da anterior guidance que previa um incremento desta rubrica entre 6% a 12%), ao passo que as vendas deverão aumentar entre 5% a 9% no mesmo período. Após a divulgação de resultados, a Dell subiu 6% em after-hours.
Empresas: BCP
BCP: A Ocidental Vida, detida em 49% pelo BCP, e o fundo de pensões do banco foram responsáveis pela subscrição de 61,6% da dívida perpétua emitida pelo BCP em 2009, tendo assegurado cerca de metade do aumento de capital do banco ao tornarem-se accionistas após a OPT. Sendo assim, a seguradora tornou-se a segunda maior accionista do banco (10,92%) enquanto o fundo de pensões adquiriu uma participação de 4,27%.
Empresas: MOTA ENGIL
Mota-Engil: A Tertir, subsidiária da construtora portuguesa, foi a única empresa a concorrer para a concessão do terminal de contentores do porto de Ferrol, na Galiza, num investimento que deverá rondar os EUR 100 mn.
Empresas: CGD
CGD: A Caixa Geral de Depósitos admitiu estar a estudar a transferência das participações que detém na Portugal Telecom, REN, BCP e ZON para a Parcaixa, numa operação que deverá permitir o encaixe de EUR 650 mn. Assim, o banco necessitará apenas de EUR 150 mn para atingir o rácio de capital exigido para 2011.
Empresas: SAP
SAP: A empresa alemã prevê que as receitas provenientes de serviços/produtos móveis deverão representar cerca de 25% do topline até 2015, reflectindo as tendências operacionais globalmente favoráveis desta unidade de negócio.
Empresas: DEUTSCHE BANK
Deutsche Bank: Citando a imprensa local, a instituição germânica mostra-se preparada para suportar um eventual haircut da dívida Grega numa amplitude entre 20% a 30%.
Empresas: ARCELOR MITTAL
Arcelor Mittal: Segundo responsáveis executivos da empresa, a procura sobre produtos de aço deverão aumentar cerca de 7% no presente ano civil, o que acarretará um impacto positivo ao nível dos preços.
Empresas: LAFARGE
Lafarge: A cimenteira francesa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: HOLCIM
Holcim: A cimenteira foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: DEUTSCHE TELEKOM - CASINO - NATIXIS
Deutsche Telekom/Casino/Natixis: As empresas foram alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
17 de maio de 2011
Empresas: EDF
Segundo uma agência noticiosa francesa, a inauguração da central nuclear em construção no norte de França ainda está programada para 2014.
Resultados: SONAE SIERRA
A participada do grupo Sonae SGPS anunciou na véspera que o resultado líquido no 1Q11 atingiu EUR 10,4 mn, traduzindo um incremento de 42% face ao observado em idêntico período do ano anterior. A variação positiva do bottomline foi impulsionada por um aumento do resultado directo (+3%) e de uma melhoria do resultado indirecto (+40%), consequência da resiliência e melhoria da eficiência operacional dos activos e da estabilização das taxas de capitalização (yields), sendo que o EBITDA manteve-se estável nos EUR 29,2 mn apesar de um conjunto de vendas de activos na Alemanha, Grécia e do IPO da Sonae Brasil. A taxa de ocupação global do portfólio foi de 96,8%, um crescimento de 1,1% face ao 1Q10, sendo que o NAV da empresa atingiu EUR 1,22 mil mn no final do 1Q11 ou EUR 37,56 por acção (vs 1,25 mil mn ou EUR 38,47 por acção no 1Q10).
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão com perdas superiores a um ponto percentual – S&P (-1,11%) e Nasdaq (-1,02%) – penalizados pela correcção nas commodities e pela divulgação de resultados empresariais que desiludiram as expectativas dos analistas. Os sectores de Oil&Gas e Materiais lideraram as perdas, destacando-se as perdas registadas pela Chevron (-2,01%) e Exxon (-2,66%). Realce para a Intel, a qual valorizou 1,65% após anunciar o aumento do seu dividendo em 16%.
16 de maio de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: A nível macroeconómico, destaque para a divulgação da evolução do PIB francês e alemão no 1T11, os quais superaram as expectativas dos analistas ao avançarem 1% e 1,5% QoQ, respectivamente. Nos EUA, realce para a divulgação do Índice de Preços no Consumidor em Abril, o qual se cifrou nos 0,4% ficando em linha com as estimativas dos analistas, e do Índice de Confiança da Universidade de Michigan, o qual avançou para os 72,4 pontos, acima do consenso de mercado que apontava para os 70,0 pontos.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Junho negociados em after hours na Nymex recuaram cerca de 1,5% para USD 98,35 por barril, reflectindo os comentários do presidente dos EUA acerca da incapacidade da obtenção de um acordo para a subida do cap do nível de dívida norte-americana, o que poderá comprometer o consumo de petróleo na principal economia mundial.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram a última sessão da semana com perdas em torno de um ponto percentual, reflectindo a expectativa dos investidores em torno de uma resolução deficiente da crise de dívida Europeia, isto para além de um eventual abrandamento económico nos EUA que poderá colocar em causa o movimento de recuperação do Equity no presente ano. A maior aversão ao risco provocou assim uma generalizada queda dos activos de risco, em detrimento do movimento de valorização das treasuries, sendo que na esfera sectorial destacou-se a underperformance dos principais players financeiros e de commodities.
Mercados: EUROPA
Europa: Invertendo face aos ganhos iniciais, os principais índices accionistas Europeus finalizaram a última sessão da semana com perdas ligeiras, sendo que o DAX, CAC e AEX recuaram 0,55%, CAC 0,74% respectivamente, traduzindo essencialmente o desempenho negativo apresentado pelo sector financeiro em função da incerteza que subsiste em torno de uma eventual reestruturação da dívida Grega – Commerzbank (-3,34%) e Santander (-1,93%). Numa sessão marcada por um intenso newsflow macro-económico e empresarial, destaque também para a reacção diametralmente oposta apresentada pela Vivendi (+1,54%) e pela Telefónica (-0,77%), isto na sequência da divulgação de resultados trimestrais por parte de ambas as empresas. Já a generalidade das empresas farmacêuticas apresentaram uma outperformance relevante, traduzindo na sua génese a observância de algum newsflow sectorial positivo.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionista português encerrou a última sessão da semana com perdas de 0,10%, em linha com o comportamento evidenciado pelos seus congéneres europeus. Com a maioria dos títulos a registar perdas, destaque para o sector financeiro o qual liderou as perdas inserido num movimento sectorial a nível europeu – BPI (-1,66%), BES (-1,04%) e BCP (-0,89%). Destaque para as perdas registadas pela Portugal Telecom (-0,66%) ainda que não tenha havido newsflow relevante que o justifique. A impedir maiores perdas no índice estiveram a Jerónimo Martins, EDP e Galp, as quais avançaram 1,55%, 0,61% e 0,42%, respectivamente, as primeiras sem newsflow específico que o justifique e a última no dia limite para a apresentação de propostas relativamente à nova equipa de gestão da petrolífera portuguesa para que estas possam ser votadas em Assembleia Geral.
Mercados: ÁSIA
Ásia: os principais índices accionistas asiáticos iniciaram a semana com perdas superiores a um ponto percentual, reflectindo o menor optimismo dos investidores em torno de um eventual cenário de reestruturação da dívida Grega – tema que irá dominar o conteúdo da reunião do Ecofin que se inicia no dia de hoje. O rebound do preço do crude nos mercados internacionais nas últimas sessões também acabou por penalizar o sentimento global, sendo que o índice nipónico recuou 0,94% para 9.558 pontos.
Empresas: BRISA
Brisa: A concessionária portuguesa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: EADS
EADS: Segundo comentários próximos da administração da empresa, a EADS necessitará de ordens realizadas pelo Governo germânico – avaliadas em cerca de EUR 300 mn de modo a manter condições para o desenvolvimento de um conjunto de aparelhos militares.
Empresas: DAIMLER
Daimler: A empresa germânica, em conjunto com a Rolls-Royce, mostrou disponibilidade para elevar o preço da sua oferta de aquisição pela Tognum em cerca de 8,3% respectivamente.
Empresas: CARREFOUR
Carrefour: A empresa francesa revelou que obteve aprovação preliminar por parte dos reguladores espanhóis para proceder à listagem naquele mercado da sua conhecida unidade de retalho de desconto – Dia.
Empresas: VODAFONE
Vodafone: O grupo anunciou que deverá anunciar na presente semana os detalhes relativamente à joint-venture com a norte-americana joint-venture focada no segmento móvel de telecomunicações nos EUA.
Empresas: COMMERZBANK
Commerzbank: O banco alemão foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
12 de maio de 2011
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Junho negociados na Nymex em after hours recuaram 5,5% para USD 98,21 por barril, após as reservas de petróleo nos EUA terem aumentado mais do que o esperado.
Resultados: CISCO
A empresa divulgou na véspera após o fecho de mercado que os lucros por acção no último trimestre fiscal atingiram USD 0,42, acima dos USD 0,37 estimados, ao passo que as receitas no período totalizaram EUR 10,87 mil mn (+4,8%) – traduzindo um registo que não conferiu surpresas relevantes face à projecção do mercado. Em termos de guidance, a equipa de gestão revelou que o EPS no próximo trimestre fiscal situar-se-á no intervalo entre USD 0,37-0,39 (vs USD 0,41 antecipados), ao passo que as receitas também deverão ficar abaixo das expectativas do mercado (entre USD 10,8-11,1 mil mn vs USD 11,6 mil mn estimados), reflectindo a deterioração dos indicadores de rendibilidade da empresa fruto do maior nível de concorrência nos segmentos em que a Cisco opera. Refira-se que os títulos recuaram cerca de 2% em negociação after-market.
Empresas: DAIMLER
A carmaker alemã e o Groupo Rolls Royce poderão aumentar a sua oferta pela Tognum em 8%, avaliando a empresa em cerca de EUR 3,42 mil mn.
Resultados: RWE
A eléctrica alemã apresentou resultados trimestrais que superaram as estimativas dos analistas, apesar de ter registado um declínio dos lucros de 7,5%, penalizados pela redução dos preços da electricidade e pela área de negócio do gás natural. Os lucros cifraram-se nos EUR 1,61 mil mn acima das estimativas de EUR 1,48 mil mn. A empresa reiterou a guidance anual que havia avançado em Fevereiro, continuando a esperar um recuo de 30% do resultado líquido em 2011.
Resultados: SONAE INDUSTRIA
A empresa portuguesa registou prejuízos de EUR 21 mn no 1Q11, o que representa uma redução de 40% nos prejuízos face ao observado em período homólogo. Para tal contribuiu o aumento de 10% do volume de negócios e uma recuperação do EBITDA beneficiando de um comportamento mais favorável do mercado alemão e francês.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português encerrou a sessão com ganhos de 0,65%, numa sessão marcada por fraco newsflow a nível empresarial e em que os índices europeus se revelaram mistos. A impulsionar os ganhos no PSI-20 estiveram a Jerónimo Martins, Portugal Telecom, EDP e Galp, as quais registaram ganhos de 1,75%, 1,72%, 1,63% e 0,97%, respectivamente, sem no entanto haver newsflow relevante que o justifique, tendo a EDP sido mesmo alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Pelo contrário, a EDP Renováveis liderou as perdas no índice ao recuar -2,12%, seguida pela Cimpor, que desvalorizou 1,29%, também sem newsflow específico que o justifique. Realce para o sector financeiro português o qual encerrou misto, com o BES e BCP a registarem perdas de 0,27% e 1,07%, respectivamente, enquanto o Banif e BPI avançaram 0,83% e 0,16%, respectivamente.
Resultados: ALLIANZ
A maior seguradora a nível europeu registou um declínio do resultado líquido de 45% para EUR 1,2 mil mn, devido aos desastres naturais que assolaram a Ásia e aos reduzidos retornos dos seus investimentos. O EBITDA da sua unidade de “property & casualty‟, a mais significativa para o bottom-line, recuou 6,9%, enquanto o EBITDA total se cifrou nos EUR 1,66 mil mn. A equipa de gestão reiterou a guidance anual, avançando que prevê um EBITDA entre EUR 7,5 e 8,5 il mn em 2011.
Mercados: EUROPA
Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno misto – DAX (-0,09%), CAC (+0,14%) e AEX (-0,14%) – penalizados pela abertura em baixa dos índices norte-americanos. O sector de serviços foi o que registou a melhor performance, com a Inditex a valorizar 2,32%, sem a observância de newsflow relevante específico. Já a liderar as perdas esteve o sector de materiais, com a BASF e a ArcelorMittal a recuarem 2,16% e 3,18% respectivamente, apesar desta última ter anunciado um resultado trimestral que superou as estimativas dos analistas. Uma nota para o BNP Paribas que avançou perto de 1%, depois de ter sido alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional. Também a Porsche avançou 1,42% beneficiando igualmente de uma nota positiva de uma casa de investimento internacional.
Empresas: LAFARGE
A cimenteira anunciou que vendeu os seus activos de cimento e betão no sudeste dos EUA por cerca de USD 760 mn.
Resultados: NOVABASE
O resultado líquido da empresa recuou 44% para EUR 2,2 mn no 1Q11. O EBITDA recuou 21% para EUR 4,9 mn, penalizado pelos custos adicionais de internacionalização e pela maior pressão competitiva. Realce no entanto para o crescimento de 115% da actividade internacional.
Resultados: ALTRI
A empresa encerrou o 1Q11 registando um resultado líquido de EUR 9,2 mn, um crescimento de 1,3% face ao mesmo período do ano passado, beneficiando de um crescimento de 19% das exportações. As vendas aumentaram 17,5% para EUR 125,7 mn, sendo que EUR 95,5 mn correspondem a vendas no exterior, um aumento de 19% face ao observado no 1Q10. O EBITDA avançou 4,5% para EUR 32,3 mn enquanto a margem EBITDA recuou de 28,9% para 25,7%.
Resultados: ZON
O lucro da operadora nacional aumentou 9% para EUR 10,2 mn, acima das estimativas dos analistas que previam uma quebra de 3,2% do resultado líquido para EUR 9 mn. Também o EBITDA avançou 8,5% no 1Q11 para EUR 79,5 mn, superando novamente as estimativas que apontavam para EUR 78 mn. Apesar do ambiente económico desafiante, a operadora conseguiu um crescimento no seu negócio core de “Triple Play”, registando um aumento de 24% do número de clientes no 1Q11 quando comparado com o 1Q10. A dívida líquida situava-se, no final de Março, em EUR 641,7 mn, em linha com o observado em 2010.
Resultados: EDF
A eléctrica francesa registou vendas de EUR 19,60 mil mn no trimestre, ficando aquém das estimativas que apontavam para EUR 19,68 mil mn, enquanto as receitas recuaram 0,8%. O management reiterou a guidance para 2011, beneficiando do aumento da produção nuclear em 6,5%.
Resultados: AIR BERLIN
A transportadora aérea alemã divulgou perdas de EUR 120,6 mn no primeiro trimestre, o que compara negativamente com as perdas registados no período homólogo.
Resultados: REPSOL
A maior petrolífera espanhola reportou um aumento dos lucros no primeiro trimestre para os EUR 654 mn, superando o consenso de mercado que apontava para EUR 553 mn.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos registaram perdas na última sessão, penalizados pelas quedas acentuadas de algumas commodities e pela divulgação de resultados empresariais que ficaram aquém das expectativas. O Nikkei 225 recuou 1,50% para os 9716,65 pontos.
Resultados: NATIXIS
O banco francês apresentou resultados trimestrais, tendo registado uma contracção dos lucros de 12% para os EUR 412 mn, mesmo assim superando as estimativas dos analistas (EUR 334 mn). O EBIT da sua unidade de Soluções de Investimento, que inclui gestão de activos, seguros, private equity e private banking, registou um incremento de18% para os EUR 146 mn.
Empresas: THYSSENKRUPP
O sindicato de trabalhadores da empresa aprovou uma reorganização da empresa após o corte no número de trabalhadores ter sido eliminado do acordo entre a entidade patronal e o sindicato.
Empresas: VIVENDI
Segundo o FT, a empresa francesa pretende expandir as suas operações no Brasil através de aquisições, no sentido de consolidar a sua unidade GVT Holding.
Empresas: DEXIA
O banco belga, apesar de ter sido impedido de distribuir dividendos aos seus accionistas devido a intervenção do Estado, irá distribuir cerca de 102,6 mn de acções bónus, aumentando o seu número de acções em 5,56%.
10 de maio de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: Não se registou a divulgação de indicadores macroeconómicos relevantes nesta data.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Junho negociados na Nymex em after hours recuaram USD 2,43 para USD 100,12 por barril.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos registaram ganhos abaixo de meio ponto percentual na sessão – S&P (0,45%) e Dow Jones (0,36%) – impulsionados pela recuperação das commodities e pelo optimismo em torno do crescimento económico. Realce para a Microsoft, a qual registou uma desvalorização de 0,15% após rumores de que estará a negociar a compra da Skype Technologies.
Mercados: EUROPA
Europa: Acelerando face às perdas iniciais, os principais índices accionistas europeus iniciaram a semana com perdas em torno de um ponto percentual, sendo que o DAX, CAC e IBEX desvalorizaram 1,09%, 1,25% e 2,02% respectivamente, reflectindo a deterioração do sentimento de mercado no que respeita o evoluir da crise periférica – depois da agência S&P ter cortado o rating da dívida Grega a longo prazo em dois níveis para a designação de “B”, promovendo comentários adicionais acerca de possibilidade/necessidade da Grécia vir a restruturar a sua dívida. Esta situação provocou um forte sell-off do sector financeiro, com particular incidência junto dos principais players espanhóis, casos do BBVA (-3,01%) e Santander (-2,79%). No pólo oposto, uma nota de destaque para o segmento de transporte de mercadorias, nomeadamente a Scania (+3,67%) e a Man (+1,52%), no caso da última depois da Volkswagen ter reforçado a sua posição no capital da empresa para 30,47% com o objectivo de promover um maior nível sinérgico entre as respectivas empresas.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice accionistas português encerrou a sessão com perdas em torno de meio ponto percentual (-0,58%), em linha com as perdas registadas pelos seus congéneres europeus. O sector financeiro liderou as perdas no PSI-20 – BPI (-3,03%), BES (-2,73%), Banif (-2,06%) e BCP (-1,42%) – penalizado por rumores em torno de uma possível reestruturação da dívida Grega. Também a Galp registou uma desvalorização de 1,30% após ser noticiado que a ENI sugeriu Jochen Weise como novo CEO da petrolífera portuguesa. Pela positiva, realce para a Cimpor e a REN, as quais lideraram os ganhos na sessão ao avançarem 2,03% e 0,87%, respectivamente, em antecipação aos resultados trimestrais a serem divulgados ainda hoje e amanhã antes da abertura do mercado, respectivamente. Realce para a Portugal Telecom que avançou 0,60% após ter sido aprovada em AG a distribuição de um dividendo no valor de EUR 1,30 com ex-date no dia 3 de Junho.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão com ganhos após a China reportar exportações recorde em Abril, seguindo a Coreia do Sul, Taiwan e Malásia, e beneficiando da divulgação de resultados empresariais acima das expectativas no Japão. O Nikkei 225 avançou 0,25% para os 9818,76 pontos.
Resultados: REN
REN: A empresa apresentou um aumento do lucro recorrente de 9,9% para EUR 34,4 mn, em linha com as estimativas, resultante de um corte de custos operacionais de 6%, manutenção do valor da dívida e diminuição de custos com pessoal em 10,2%. Rui Cartaxo, CEO da empresa, realçou que nem o aumento da tributação de 26,5% no 1Q10 para 29% no 1Q11 impediu o crescimento de 10% do resultado líquido. Também o EBITDA avançou 10,5% para EUR 115,5 mn, um pouco aquém do aumento de 12% estimado, beneficiando de uma melhoria operacional e do aumento dos activos regulados. A REN encerrou o 1Q11 com uma dívida líquida de EUR 2,16 mil mn, sendo que mais de 70% está em taxa fixa, mantendo assim um perfil de risco conservador que tem caracterizado a empresa.
Resultados: CIMPOR
Cimpor: A empresa registou um resultado líquido de EUR 57,9 mn no 1Q11, mais 27,1% do que o observado em período homólogo e bastante acima dos EUR 49,1 mn estimados pelos analistas. O volume de negócios aumentou em 14,3% para EUR 547,7 mn e o EBITDA em 15,4% para EUR 142,4 mn. Os resultados operacionais do grupo situaram-se em EUR 405,3 mn, um avanço de 13,9% face ao mesmo período do ano anterior. O aumento de volume na maioria dos mercados onde a empresa está presente mais do que compensa a contracção observada ao nível da Península Ibérica, a quebra de vendas no Egipto e o aumento do preço dos combustíveis e electricidade. A dívida líquida da Cimpor recuou de EUR 1,612 mil mn para EUR 1,551 mil mn entre o 1Q10 e o 1Q11, uma redução de 3,8%.
Resultados: IMPRESA
Impresa: A empresa anunciou que obteve um resultado líquido negativo de EUR 3,4 mn no 1Q11, o que compara com EUR 896,2 mil observados no período homólogo. As receitas totais do grupo ascenderam a EUR 57,82 mn (-6,1% YoY) e o EBITDA gerado fixou-se nos EUR 726,5 mil, traduzindo uma quebra de 77% face ao período idêntico do ano anterior. As receitas publicitárias ascenderam a EUR 30,89 mn, sendo que nas principais áreas de negócio do grupo, a área editorial foi a que sofreu a maior quebra de receitas.
Resultados: DEUTSCHE POST
Deutsche Post: A empresa apresentou resultados do 1T que superaram as estimativas dos analistas beneficiando do aumento da procura nos mercados Asiáticos e da recuperação económica a nível global. As vendas aumentaram 6,9% para os EUR 12,8 mil mn e o EBIT avançou 23% para os EUR 629 mn acima dos EUR 588 mn antecipados pelo mercado. A equipa de gestão reiterou a guidance, avançando que prevê que o EBIT se situe entre EUR 2,2 – 2,4 mil mn em 2011. Quanto ao outlook de longo-prazo, a empresa prevê um crescimento anual do EBIT da unidade DHL de 13-15% até 2015, enquanto o EBIT da unidade de mail deverá estabilizar nos EUR 1000 mn por ano no mesmo prazo.
Empresas: CIMPOR
Cimpor: Em comunicado disponibilizado junto da CMVM, a empresa revelou que aprovou a construção de raiz de uma fábrica integrada de produção de clínquer e cimento em Cerrado Grande, no Estado do Paraná, Sul do Brasil. A construção desta nova fábrica arrancará no início de 2012, traduzindo um investimento global de EUR 190 mn, sendo que o output gerado pela fábrica deverá iniciar-se no princípio de 2014.
Mercados: PORTUGAL
Banca Portuguesa: Os bancos portugueses aumentaram a sua exposição junto do BCE em 22,7% para EUR 48 mil mn no mês de Março.
Empresas: REN
REN: Rui Cartaxo referiu que a privatização tem uma maior probabilidade de sucesso se feita depois de definido o quadro regulatório de electricidade. Acrescentou ainda que parece exequível a venda de 51% da empresa numa única operação, sendo que a REN está preparada para ser privatizada.
Empresas: SANOFI-AVENTIS
Sanofi-Aventis: O CEO da empresa anunciou que pretende expandir a unidade de saúde animal, Merial, talvez através de aquisições ainda que não muito grandes.
Empresas: BNP PARAIBAS
BNP Paribas: O banco francês irá anunciar na próxima Assembleia Geral que o Chariman Michel Pebereau se vai reformar no próximo ano, sendo substituído pelo actual CEO Baudouin Prot. Laurent Bonnafe será o novo CEO.
Empresas: SANOFI-AVENTIS
Sanofi-Aventis: A farmacêutica comunicou ao mercado que a FDA aprovou a venda nos EUA da vacina para a gripe Fluzone Intradermal.
Empresas: INFINEON
Infineon: A produtora de chips anunciou que planeia entregar aos investidores até EUR 300 mn até Março de 2013, através da recompra de 40 mn de acções próprias.
Empresas: PHILIPS ELECTRONICS
Philips Electronics: A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: MUNICH RE
Munich Re: A seguradora alemã foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
9 de maio de 2011
MACROECONOMIA
Macroeconomia: Na esfera macroeconómica, realce nos EUA para a divulgação do importante indicador mensal relativo à criação de emprego nos EUA (Payrolls), observando-se um incremento de 244 mil postos de trabalho a nível agregado (vs 185 mil estimados), tendo o sector privado registado um crescimento assinalável dos postos de trabalho no mês de Abril (268 mil vs 200 mil antecipados). Refira-se que ambos os indicadores relativos ao mês precedente foram igualmente revistos em alta para 221 mil e 231 mil respectivamente, o que compara com a leitura de 216 mil e 230 mil. Não obstante esta dinâmica favorável no mercado laboral no curto prazo, a taxa de desemprego no mês de Abril acelerou para 9%, acima dos 8,8% projectados pelo consenso de mercado.
Mercados: CRUDE
Crude: Os futuros do crude para entrega em Junho negociados na Nymex em after hours avançaram USD 1,82 para USD 99 por barril.
Mercados: EUA
EUA: Os principais índices accionistas norte-americanos registaram ganhos na última sessão da semana – S&P (0,38%), Nasdaq (+0,34%) e Dow Jones (0,43%) – impulsionados pela divulgação de dados macroeconómicos do mercado laboral que superaram as expectativas dos analistas. A nível sectorial realce para o sector das Commodities, o qual registou perdas de 0,8%.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram a última sessão da semana com ganhos generalizados – CAC (+1,33%), DAX (+1,45%) e AEX (+1,21%) – beneficiando da divulgação e dados do mercado laboral norte-americano, os quais superaram as expectativas dos analistas com a economia a criar mais postos de trabalho em Abril do que o previsto. Destaque para o Royal Bank of Scotland, o qual registou uma valorização de 6,8% após declarações por parte do CEO de que o banco irá voltar a registar lucros já em 2011, e para a Lufthansa, a qual valorizou 5% após ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Também a ThyssenKrupp se destacou, ao avançar 8,2% após ser noticiado que a empresa pretende vender ou fazer o spin-off de algumas unidades utilizando os proceeds para reduzir dívida. A nível sectorial, o sector das telecomunicações liderou as perdas nos índices, com a Belgacom e a Telefonica a registarem desvalorizações de 6,1% e 3,90%, respectivamente, a primeira após reduzir o outlook trimestral e a segunda em antecipação à apresentação de resultados trimestrais agendada para a próxima segunda-feira.
Mercados: PORTUGAL
Portugal: O principal índice nacional encerrou a avançar 0,88%, uma performance inferior à das restantes bolsas europeias, depois de nas últimas sessões ter largamente superado os índices europeus comparáveis. Apenas o BCP e a Portugal Telecom registaram uma performance negativa, ao recuarem 0,18% e 0,12% respectivamente, sendo que a última deverá confirmar hoje o pagamento de EUR 1,3 por acção a 3 de Junho. Os restantes títulos do PSI20 encerraram em terreno positivo, com destaque para EDP que avançou 1,87% depois de apresentar resultados que superaram as estimativas dos analistas. Também o BES registou uma valorização significativa, avançando 2,46%. A liderar os ganhos esteve a Brisa ao valorizar mais de 3% na sessão, encerrando a semana com ganhos de cerca de 8,5%.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão com ganhos, com a criação de postos de trabalho nos EUA acima das expectativas a imprimir confiança na retoma económica da maior economia mundial. O Nikkei 225 recuou 0,66% para os 9794,38 pontos penalizado pelo pedido de encerramento de uma outra central nuclear pelo Governo.
Resultados: MUNICH RE
Munich Re: A resseguradora alemã revelou um prejuízo de EUR 947 mn no 1Q11, um registo que ainda assim compara de forma relativamente favorável com as perdas de EUR 1,09 mil mn estimados pelo mercado, sendo que a evolução do bottomline foi penalizada pela ocorrência de um conjunto de desastres naturais (destaca-se o sismo/tsunami no Japão) de consequências incomparavelmente mais graves face ao observado nos últimos anos – o que motivou a que o rácio de indemnizações vs prémios atingiu um valor de 159,4%, muito acima dos 109,2% observados no período homólogo. Refira-se que o consenso de mercado apresentava já uma realidade bastante negativa, nomeadamente depois da equipa de gestão ter revisto em baixa o target (no passado mês de Março) para os lucros no presente exercício.
Mercados: PORTUGAL
Privatizações: Segundo o Sunday Times, o International Consolidated Airlines Group (IAG) poderá fazer uma oferta sobre TAP, referindo que este terá mesmo contratado um banco de investimento com a intenção de avaliar a operação.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Portugal Telecom: A Oi pretende concluir a compra de uma posição de 10% na Portugal Telecom nos próximos 3 a 4 meses.
Empresas: GALP
Galp: Segundo o Diário Económico, a Eni pretende que o alemão Jochen Weise ocupe o lugar de Ferreira de Oliveira como CEO da Galp. Jochen Weise é actualmente conselheiro da Allianz Capital Partners para investimentos em infra-estruturas de gás. No passado foi também membro da comissão executiva do grupo alemão Ruhrgas AG -actualmente E.On Ruhrgas AG.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Portugal Telecom: Foi aprovado em assembleia-geral de accionistas o pagamento do dividendo de EUR 1,30 no dia 3 de Julho, sendo que EUR 0,65 dizem respeito ao dividendo anual e EUR 0,65 ao dividendo extraordinário decorrente da venda da Vivo.
Empresas: EDP RENOVÁVEIS
EDP Renováveis: A empresa está a preparar-se para participar no concurso de eólicas “offshore” que o Governo francês deverá lançar nos próximos meses.
Empresas: FRANCE TELECOM - VIVENDI - BOUYGUES
France Telecom/Vivendi/Bouygues: As unidades de telecomunicações das operadoras francesas terão de reduzir as taxas de terminação a partir de 1 de Julho de acordo com a entidade reguladora do sector.
Empresas: GDF SUEZ
GDF Suez: A empresa demonstrou interesse na compra da produtora de energia italiana Sorgenia, ainda que a família Benedetti, que detém 52% da empresa, não tenha decidido se pretende vender ou não. A Iberdrola, EDF e OAO Inter RAO também demonstraram interesse na aquisição da Sorgenia.
Empresas: ALLIANZ
Allianz: Segundo a administração, a seguradora pretende duplicar a percentagem de receitas proveniente dos mercados asiáticos e Europa de Leste, que agora se situa nos 12%, na próxima década.
Empresas: BMW
BMW: O CEO da carmaker alemã declarou que a empresa prevê aumentar o número de trabalhadores em 2000 este ano, após apresentar resultados que superaram as expectativas dos analistas.
Empresas: COMMERZBANK
Commerzbank: O banco alemão viu aprovado o aumento de capital em duas fases na Assembleia Geral de Accionistas.
Empresas: DEUTSCHE POST
Deutsche Post: O maior serviço postal a nível mundial declarou pretender adquirir o direito de decidir o preço cobrado pelo envio de cartas em vez de ter de obter aprovação do regulador sempre que quer aumentar o preço.
Empresas: HOCHTIEF
Hochtief: A ACS, empresa espanhola que controla cerca de 43,1% da Hochtief, propôs 4 representantes para o Conselho de Supervisão da construtora alemã, um proveniente do Qatar e três candidatos independentes.
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