O CEO da empresa mostrou-se intransigente com o compromisso de distribuição do actual dividendo, não obstante as actuais críticas do respectivo sindicato.
8 de junho de 2011
Empresas: AIR FRANCE - KLM - ALITALIA
O maior grupo de transporte aéreo Europeu poderá reforçar a actual joint-venture e assim criar uma “mega-holding” com sede em Paris que passará a ter um controlo de gestão mais uniforme e coerente ao nível da gestão das 3 companhias aéreas de bandeira dos respectivos países.
Mercados: GRÉCIA
Segundo comentários do actual ministro das finanças germânico – Wolfgang Scheuble – os credores privados deverão assumir uma parcela mais significativa no 2º plano de intervenção externa do país, sinalizando igualmente que a Grécia deveria estender a maturidade da sua dívida em 7 anos, o que permitiria mais tempo e condições para o país envidar os esforços de consolidação e conseguir assegurar a sustentabilidade da sua dívida.
Empresas: UBS
A instituição financeira viu o seu price target ser revisto em baixa por uma casa de investimento internacional, ainda que se tenha mantido inalterada a recomendação de compra.
Empresas: COMMERZBANK - MICHELIN - E.ON
As empresas foram alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
Empresas: POSTNL
A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
08-06-2011: Mercados Financeiros
COMENTÁRIOS
Macroeconomia: Na esfera macroeconómica, realce nos EUA para a divulgação das vendas a retalho no mês de Maio que registaram um incremento de 0,9% (claramente acima do aumento de 0,3% antecipado), sendo que o mesmo indicador relativo ao mês anterior foi revisto para -0,9% (vs quebra de 1% estimados). Refira-se que numa base anual, as vendas a retalho nos EUA espelharam um crescimento de 0,1%, quando o mercado antecipava que estas permanecessem estagnadas no período.
7 de junho de 2011
Análise Técnica: SEMANA 30-05 a 03-06
Introdução
Uma semana negativa para os mercados accionistas, fruto de contínuos desenvolvimentos negativos na economia Americana. As commodities, porém, foram pouco afectadas, ajudadas pelo facto de o dólar ter desvalorizado.
Análise Técnica: ZON
Os últimos meses de 2007 da PT Multimédia foram marcados pelo início do "Bear Market" (ainda em vigor) da acção e pelo "spinn-off" que a veio separar da casa mãe, PT, e fez nascer o nome ZON Multimédia.
Análise Técnica: ALGODÃO
O algodão está claramente numa tendência descendente, isto depois de ter dado muitas alegrias aos investidores até final do 1º trimestre de 2011.
Como podemos verificar no gráfico, o algodão encontrava-se num pequeno ressalto de curto prazo, tendo reagido em negativa junto da resistência.
Análise Técnica: WHEAT
Colheitas de trigo têm sido afectadas naquilo que se considera ser as piores secas de décadas desde China, passando pelos Estados Unidos e até mesmo Reino Unido, acabando por deixar em segundo plano o retorno da Rússia ao mercado, isto após também esta ser severamente afectada durante o Verão de 2010 por secas e incêndios nas suas colheitas.
Análise Técnica: PE American Markets
Esta análise vai debruçar-se mais sobre uma perspectiva de longo prazo pelo que a nivel de trading praticamente não tem qualquer utilidade.
Os mercados accionistas têm conhecido apenas um sentido desde Março de 2009, para desespero de muitos analistas "Bear" tanto analistas técnicos como fundamentais que continuaram a emitir as suas opiniões em detrimento de seguir o mercado.
Análise Técnica: EUR-USD
Como se pode ver no gráfico de 4H o EURUSD está a quebrar um possível enquadramento com as linhas roxas, isto poderá indicar uma possível subida agressiva até aos máximos do mês passado, durante esta semana, até porque estamos neste momento a quebrar o suporte do 1,4647.
Mercados: NZD-USD
O Dólar Neozelandês subiu contra o Dólar Americano na Terça.
NZD/USD foi negociado a 0.8210, subiu 0.80% no momento da escrita.
O par era susceptível de encontrar apoio em 0.8074, a baixa de Sexta, e resistência a 0.8232, a alta de hoje.
Entretanto, o Dólar Neozelandês subiu contra o Dólar Australiano e o Euro, com AUD/NZD caiu 0.84% para atingir 1.3041 e EUR/NZD caiu 0.25% para atingir 1.7852.
NZD/USD foi negociado a 0.8210, subiu 0.80% no momento da escrita.
O par era susceptível de encontrar apoio em 0.8074, a baixa de Sexta, e resistência a 0.8232, a alta de hoje.
Entretanto, o Dólar Neozelandês subiu contra o Dólar Australiano e o Euro, com AUD/NZD caiu 0.84% para atingir 1.3041 e EUR/NZD caiu 0.25% para atingir 1.7852.
INFORMAÇÃO MACRO ECONÓMICA
A nível macroeconómico, destaque para a divulgação do Índice de Preços no Produtor da Zona Euro em Abril, o qual avançou 0,9% MoM superando as expectativas dos analistas que apontavam para um crescimento de 0,8%.
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Julho negociados em after hours na Nymex recuaram cerca de meio ponto percentual para um valor próximo dos USD 98 por barril.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram com perdas em torno de um ponto percentual, tendo inclusive encerrado a sessão praticamente a mínimos intradiários. O clima de maior aversão ao risco e a expectativa de abrandamento do ritmo de crescimento económico penalizaram a evolução da generalidade dos activos de risco, sendo que a divisa norte-americana e as treasuries apresentaram uma performance favorável ao beneficiar do seu perfil de refúgio. Na esfera sectorial, realce para a amplitude das quebras sofridas por algumas das principais empresas financeiras e do sector petrolífero.
Mercados: EUROPA
Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno negativo – DAX (-0,34%), CAC (-0,7%) e AEX (-0,31%) – com os receios de abrandamento do crescimento económico mundial. Realce para o sector de materiais, com a Bayer e a BASF a avançarem 1,48% e 0,7% respectivamente, depois da primeira anunciar o sucesso de um medicamento para o tratamento do cancro da próstata. Uma nota para o sector de Health Care que registou mais uma vez uma performance superior à do mercado. Já o sector mais penalizado foi o sector financeiro, com o Santander, BNP Paribas e Deutsche Bank a recuarem 1,69%, 1,96% e 1,86% respectivamente. Também a Lufthansa e a Air-France recuaram 0,99% e 1,42%, após terem sido revistas em baixa (-54%) as projecções para o lucro anual da indústria.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português registou perdas superiores aos restantes índices europeus na primeira sessão da semana, tendo recuado 1,19%. Pela positiva, realce para a EDP e Cimpor, as quais valorizaram 0,04% e 0,25%, respectivamente, a primeira após uma casa de investimento internacional iniciar a cobertura do título português com recomendação de compra e um price target de EUR 3,30. No pólo oposto, destaque para a forte desvalorização registada pelo sector financeiro e, em particular, pelo BCP, o qual recuou 3,30% penalizado pela publicação de um relatório que destaca o BCP como o banco europeu com maior exposição a dívida grega. Também a Jerónimo Martins registou perdas significativas (-2,76%) ainda que sem newsflow específico que o justifique. Já a Portugal Telecom registou uma desvalorização de cerca de 0,5% após ser alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos finalizaram a sessão praticamente inalterada, destacando-se ainda assim o comportamento do Nikkei que avançou 0,67%, reflectindo um movimento de recuperação técnico face à dimensão do movimento correctivo observado nas últimas semanas, destacando-se na esfera sectorial a outperformance da generalidade das empresas do sector eléctrico.
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