10 de junho de 2011

Empresas: NOKIA

Segundo o Financial Times, um fundo de Private Equity terá falhado num entendimento com a empresa finlandesa para a compra da unidade de redes Nokia-Siemens.

Empresas: NOVARTIS

A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

10-06-2011: Mercados Financeiros

Macroeconomia: Na esfera macroeconómica, realce para a divulgação dos pedidos semanais de subsídio de desemprego nos EUA, que se situaram nos 427 mil, acima dos 419 mil estimados. Também nos EUA, realce ainda para a balança comercial que registou um défice inferior ao previsto, - USD 43,7 mil mn vs - USD 48,8 mil mn estimados.

9 de junho de 2011

INFORMAÇÃO MACRO ECONÓMICA

A nível macroeconómico realce para a divulgação da evolução do PIB da Zona Euro no primeiro trimestre, o qual avançou 0,8% QoQ e 2,5% face ao 1T10, saindo ambos os valores em linha com as expectativas dos analistas. Na Alemanha, a Produção Industrial no mês de Abril recuou 0,6%, contrariando o avanço de 0,1% que era antecipado pelo mercado, em parte devido à revisão em alta do indicador no mês de Março. Nos EUA, os inventários de crude recuaram bastante acima do esperado (-4,9 mn de barris vs. -1,38 mn de barris esperados).

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Julho avançaram mais de meio ponto percentual para USD 101,47 por barril, prolongando o movimento de valorização após os países da OPEP não terem acordado os targets para o respectivo aumento das quotas de produção.

Mercados: EUA

Os índices accionistas norte-americanos finalizaram com perdas em torno de meio ponto percentual, encerrando a níveis quase mínimos intradiários, penalizados pelo receio dos investidores em torno dos sinais inequívocos de um abrandamento económico nos EUA que se tem observado nas últimas semanas. Não obstante a manutenção de um sentimento de maior aversão o risco, a divisa norte-americana permaneceu relativamente fragilizada face à generalidade das divisas internacionais, ao passo que alguns sectores cíclicos – nomeadamente tecnológico – foram bastante penalizados na sessão.  

Mercados: EUROPA

Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno negativo – DAX (-0,61%), CAC (-0,88%) e AEX (-0,97%) – penalizados pelos sinais de abrandamento da economia mundial e por indefinições ao nível do novo pacote de auxílio à Grécia. Com todos os sectores negativos, realce para o sector de Health Care que registou mais uma vez a melhor performance ao nível europeu. Já o sector tecnológico foi o que mais recuou na sessão, com a Nokia a recuar 4,15%, seguida pela Alcatel-Lucent e Infineon a desvalorizarem 3,26% e 2,47%, respectivamente. Uma nota para a E.On que avançou 1% depois de ter sido alvo de mais um upgrade por uma casa de investimento internacional.

Mercados: PORTUGAL

O principal índice accionista português encerrou a sessão com perdas em torno de 1,7%, superiores às desvalorizações registadas pelos seus congéneres europeus numa sessão marcada pela incerteza em torno da resolução da crise da dívida Grega e por reduzido newsflow a nível empresarial. A REN liderou os ganhos ao avançar 0,41% ainda que sem newsflow relevante que o justifique. Já o sector financeiro liderou as perdas, pressionado maioritariamente pelo BCP, o qual registou perdas de 3,87%, e pelo BPI, o qual recuou 3,04%. Também a EDP e a Portugal Telecom registaram perdas na sessão, tendo recuado 2,54% e 2,12%, respectivamente, a segunda após o seu rating de crédito ser cortado pela agência Moody’s durante a sessão de ontem para Baa3 ficando com outlook negativo. 

Mercados: ÁSIA

Os principais índices accionistas asiáticos finalizaram em terreno misto, traduzindo o agregado de riscos que o mercado enfrenta no actual momento. Não obstante, o índice nipónico avançou 0,2%, destacando-se a outperformance apresentada pelo sector de healthcare, em oposição às perdas sofridas por parte dos segmentos de utilities e tecnológico.

Empresas: JERÓNIMO MARTINS

A retalhista portuguesa comunicou à CMVM que pretende investir cerca de EUR 1,7 mil mn até 2013, dos quais três quartos serão alocados ao negócio retalhista na Polónia e um quarto a Portugal ou a um dos novos mercados que a empresa está de momento a estudar – EUA, Brasil ou Ucrânia. A empresa prevê vendas de dois dígitos até 2013 impulsionadas pela Biedronka assim como pela evolução do negócio em Portugal.

Empresas: EDP

A eléctrica portuguesa pretende renovar a sua imagem em todas as geografias em que opera, após ter sido convidada a fazê-lo pelo Tribunal da Relação de Lisboa devido a um conflito com uma empresa bracarense de nome ‘O Feliz’.

Empresas: BCP

Segundo o Jornal de negócios, a seguradora Ocidental Vida deverá ficar com menos de 10% do capital do banco nacional após o período de negociação dos direitos que terminou na semana passada. 

Empresas: BCP

A Sogema reduziu a participação que detém no BCP para menos de 2%, detendo actualmente 1,99% do capital do banco nacional, quando no final de 2010 a sua participação ascendia a 2,65%.

Empresas: PORTUGAL TELECOM

A empresa portuguesa viu o seu price target cortado para EUR 7,40 por uma casa de investimento internacional.

Empresas: AIR FRANCE - KLM

O grupo de transporte aéreo anunciou um incremento do tráfego aéreo em 4,9% no último mês de Maio, apesar do segmento de carga ter observado um declínio dos volumes em cerca de 1,4% respectivamente.

Empresas: BNP PARAIBAS

A instituição francesa acordou com o Ageas proceder à fusão das suas unidades de seguro de vida detidas no Luxemburgo e Reino Unido.

Empresas: SOCIETE GENERAL

A instituição prevê reduzir em cerca de EUR 6 mil mn a sua exposição a activos de menor qualidade presentes no balanço no actual exercício, seja pela respectiva amortização do investimento e/ou venda de activos.  

Empresas: SCHNEIDER ELECTRIC

A empresa chegou a acordo para a compra da Harvest Power Technologies no mercado Chinês, num investimento avaliado em cerca de USD 650 mn que lhe permitirá reforçar a exposição naquele país – o qual deverá ter um impacto positivo no bottomline já no actual exercício.

Empresas: BMW

A empresa germânica prevê aumentar o investimento em cerca de GBP 500 mn no Reino Unido no próximo triénio.

Empresas: GDF SUEZ - SUEZ ENVIRONNEMENT - COMMERZBANK

As empresas foram alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.