As empresas viram o seu price target ser reduzido por parte de uma casa de investimento internacional, mantendo a sua recomendação de compra.
17 de junho de 2011
17-06-2011: Mercados Financeiros
COMENTÁRIOS
Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para a divulgação do índice de preços no consumidor na Zona-Euro, o qual se cifrou em linha com as expectativas dos analistas tanto face ao período homólogo (2,7%) como face ao mês de Abril (0%). Nos EUA os Novos Pedidos de subsídio de desemprego ficaram aquém da previsão dos analistas tendo atingido os 414 mil, enquanto os pedidos de licenças de construção em Maio avançaram 8,7% quando era previsto contraírem 1,1%.
16 de junho de 2011
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Na esfera macroeconómica realce para a inflação no bloco norte-americano que se situou nos 0,2%, acima dos 0% estimados para o mês de Maio. Também o indicador Empire Manufacturing desiludiu o mercado, ao registar uma leitura de -7,79, quando se antecipava um valor de 14, para o mês de Junho. Já ao nível dos inventários semanais de crude, estes recuaram 3406 mil, acima do recuo dos 180 mil estimados, o mesmo aconteceu com as reservas de gasolina que se situaram nos 573 mil, abaixo aquém dos 1050 mil estimados.
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Julho negociados em after hours na Nymex avançaram 73 cêntimos para USD 95,54 por barril.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos registaram a maior queda das últimas duas semanas – S&P (-1,74%), Nasdaq (-1,84%) e Dow Jones (-1,48%) – penalizados pela especulação em trono de um eventual default por parte da Grécia e pela divulgação de dados macroeconómicos nos EUA que sugerem um abrandamento da economia norte-americana. Os sectores financeiros e tecnológicos lideraram as perdas nos índices.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus alargaram as perdas iniciais e encerraram com desvalorizações acima de um ponto percentual – DAX (-1,26%), CAC (-1,49%) e AEX (-1,03%) – reflectindo a divulgação de indicadores macro-económicos relativamente frágeis nos EUA, isto para além da indefinição Europeia no processo de resolução da dívida Grega, nomeadamente entre a clivagem protagonizada pelo eixo germânico (defende envolvimento mais forte do sector privado) em oposição à visão mais suave defendida pelo BCE. Esta situação está na base do movimento correctivo acentuado do Euro face às divisas internacionais, ao passo que na esfera sectorial realce para a underperformance lógica dos principais players financeiros, nomeadamente junto da periferia – National Bank of Greece (-5,97%) e Santander (-3,04%). Já o segmento de telecomunicações também evidenciou uma fragilidade acentuada, em particular a Telefonica e a Telecom Italia que recuaram 2,09% e 2,67% respectivamente, ainda que sem a observância de newsflow específico relevante.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português encerrou a sessão com perdas de 1,83% em linha com as perdas evidenciadas pelos seus congéneres europeus e com apenas dois títulos a registarem valorizações – Soane Industria (+1,51%) e ZON (+0,17%). O sector financeiro liderou as perdas no índice com os três maiores bancos a apresentarem desvalorizações significativas – BCP (-6,14%), BPI (-4,46%) e BES (-3,15%) – penalizados pela indefinição relativamente à resolução da crise de dívida na Grécia. Também a Portugal Telecom encetou um movimento correctivo, tendo recuado 2,78% após ter sido noticiado que o JP Morgan reduziu a sua exposição à empresa para menos de 2%. Realce a nível individual para a Portucel e REN, as quais registaram desvalorizações de 1,48% e 0,74%, respectivamente, a primeira após comunicar que já detém uma posição de 2,48% do seu capital social após reforçar a compra de acções próprias e a segunda após revelar que a Gestmin passou a deter 5,28% do capital social após um conjunto de operações de compra de títulos.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos registaram perdas na sessão penalizados pelo escalar das preocupações em torno da crise de dívida periférica na Europa e a falta de decisão por parte dos dirigentes europeus. O Nikkei 225 recuou 1,6% para os 9411,28 pontos.
Empresas: SONAECOM -ZON
A edição de hoje do Diário Económico volta a lançar a possibilidade de ocorrer uma fusão entre as duas empresas – traduzindo um hipotético negócio que foi várias vezes ventilado nos últimos anos e que, por uma razão ou outra foi entretanto abandonado. Os principais responsáveis das duas empresas não quiseram comentar esta possibilidade, mas a notícia avança que já decorrem conversas informais com vista a explorar a viabilidade de uma operação deste género. Na base do ressurgimento deste tema está a alteração Governativa, uma vez que o anterior executivo de Sócrates mostrava oposição a este negócio, ao passo que a perspectiva de alterações na estrutura accionista das empresas - venda da posição da CGD na ZON (10,93%) e a eventual venda da France Telecom na Sonaecom (20%) – para além das sinergias inerentes a uma fusão deste género acabam por conferir maior credibilidade a este cenário.
Empresas: REN
De acordo com a mesma fonte, a privatização da REN está programada para arrancar em Outubro, não obstante a polémica mantida com o regulador em torno da rejeição de revisão da taxa de remuneração dos activos de gás natural – cujo final do período de regulação apenas expira no final de 2012 – e acaba por limitar os novos investimentos da empresa no segmento. Refira-se que a operação passará pela alienação da posição detida pela Capitalpor (46%), Parpública (3,9%) e da CGD (+1,2%) e permitirá arrecadar receitas na ordem dos EUR 700 mn.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Segundo a edição de hoje do Jornal de Negócios, a Anacom manteve o sentido provável da decisão referente ao apuramento dos prejuízos que a operadora incorreu com o serviço universal – decisão tomada na semana transacta e que já foi desde logo comunicada à PT. Assim, esta decisão determina que a empresa não será ressarcida pelas perdas financeiras que teve até 2007 pela prestação do serviço universal – horizonte temporal que precedeu a cisão da Zon - sendo apenas eventualmente indemnizada em função da quota de mercado detida pela Portugal Telecom.
Empresas: AIR LIQUIDE
A maior produtora de gases industriais a nível mundial ganhou um contrato para o fornecimento de hidrogénio a duas refinarias da Valero Energy no Texas.
Empresas: BARCLAYS
O banco britânico declarou que pretende gerar receitas adicionais no valor de GBP 6,4 mil mn e cortar até GBP 1000 mn de custos até 2013.
Empresas: VEOLIA ENVIRONNEMENT
A empresa anunciou que irá pagar 63,7% do seu dividendo atravé s da distribuição de acções, resultando num aumento de capital de EUR 382,3 mn através da emissão de 20,5 mn de novas acções.
Empresas: E.ON
A eléctrica alemã declarou que comprou de volta a electricidade a ser produzida pelas duas centrais nucleares encerradas por Merkel na segunda metade de Março que já havia vendido, dizendo-se confortável com a situação actual por ter actuado rápido face à necessidade de encerramento.
Empresas: AIR FRANCE - CASINO - NESTLE - CARREFOUR
As empresas foram alvo de um downgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
Empresas: LUFTHANSA
A transportadora aérea alemã foi alvo de upgrades por parte de diversas casas de investimento internacionais.
Empresas: RWE
A eléctrica alemã viu o seu price target ser reduzido de EUR 48 para EUR 42 por uma casa de investimento internacional, a qual reiterou a recomendação neutral no título.
Empresas: L'OREAL
A empresa francesa viu o seu price target ser revisto em alta por uma casa de investimento internacional.
16-06-2011: Mercados Financeiros
COMENTÁRIOS
Macroeconomia: Na esfera macroeconómica realce para a inflação no bloco norte-americano que se situou nos 0,2%, acima dos 0% estimados para o mês de Maio. Também o indicador Empire Manufacturing desiludiu o mercado, ao registar uma leitura de -7,79, quando se antecipava um valor de 14, para o mês de Junho. Já ao nível dos inventários semanais de crude, estes recuaram 3406 mil, acima do recuo dos 180 mil estimados, o mesmo aconteceu com as reservas de gasolina que se situaram nos 573 mil, abaixo aquém dos 1050 mil estimados.
15 de junho de 2011
Análise Técnica: EUR-USD
No seguimento das análises que temos feito nos últimos dias, temos abordado com bastante profundidade alguns elementos bases do Price Action, desde Fibonacci’s a linhas de tendência. Nos últimos dias temos sido galardoados com padrões de excelência exemplar que nos têm ajudado não só a clarificar um pouco melhor o que é o Price Action como também a prevê-lo de uma forma bastante precisa.
Análise Técnica: S&P500
O S&P500, considerado por muitos o grande barómetro da economia mundial, já quase que duplicou o seu valor desde os mínimos de 2009 e encontra-se a cerca de 20% do seu máximo histórico feito em Outubro de 2007.
INFORMAÇÃO MARCO-ECONÓMICA
A nível macroeconómico realce para a divulgação de indicadores nos EUA, nomeadamente o Índice de Preços no Produtor, o qual avançou mais do que o esperado face ao mês anterior (0,2% vs. 0,1%), e as Vendas a Retalho, as quais registaram uma contracção inferior à estimada pelos analistas (-0,2% vs. -0,4%).
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Julho negociados em after hours na Nymex recuaram 31 cêntimos para USD 99,06 por barril.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo, num movimento de recuperação das perdas significativas que têm observado nas últimas sessões, impulsionados por dados macroeconómicos melhores do que o esperado nos EUA. O S&P 500 avançou 1,26%, com o sector de materiais em claro destaque ao avançar mais de 2% na sessão. Também o Nasdaq e o Dow Jones industrial Average avançaram 1,48% e 1,03% respectivamente.
Mercados: EUROPA
Mantendo os ganhos iniciais, os principais índices accionistas Europeus finalizaram a sessão com valorizações acima de um ponto percentual – DAX (+1,69%), CAC (+1,50%) e AEX (+1,04%) – reflectindo um movimento de recuperação técnico face à dimensão das perdas recentes, bem como a divulgação de um conjunto de indicadores macro-económicos robustos a nível global que conferiram maior suporte ao actual movimento de recuperação económica. Na esfera sectorial, realce para a outperformance apresentada por alguns dos principais players tecnológicos, nomeadamente a ASML (+2,73%) e a Infineon (+1,86%), ao passo que a Nokia avançou 2,19%, depois de ter sido noticiado que a empresa chegou a acordo com a Apple num processo de litígio que decorria desde Outubro de 2009, com a empresa americana a comprometer-se a indemnizar a empresa finlandesa num montante não tornado publico. Já a Ericsson valorizou 1,66%, após a empresa ter acordado a aquisição da fabricante de equipamentos de banda larga – Telcordia – numa operação avaliada em cerca de USD 1,2 mil mn.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português encerrou a sessão a valorizar 0,80%, em linha com os ganhos registados nas restantes bolsas europeias. A impedir maiores ganhos no PSI-20 estiveram a Jerónimo Martins e o BPI, os quais recuaram 0,35% e 0,40%, respectivamente, ambos sem newsflow relevante que o justifique. Pela positiva, destaque para a Galp e o BES, os quais registaram valorizações de 2,29% e 2,20%, respectivamente, a primeira após ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Realce para a performance apresentada pelo grupo EDP – EDP (+0,40%) e EDP Renováveis (+1,11%) – após uma casa de investimento internacional reduzir o price target de ambos os títulos, reiterando a recomendação de compra. Já o BCP valorizou 1,15% após a conclusão da operação de aumento de capital, o qual atingiu os EUR 260 mn elevando o Core Tier I para 8,8%.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices asiáticos encerraram mistos, com os receios de novas medidas de contenção da inflação por parte do banco central da China. O Nikkei encerrou a sessão a valorizar 0,28%, com o sector de Health Care a impulsionar o índice, depois de dados macroeconómicos positivos nos EUA.
Resultados: INDITEX
A empresa reportou dados relativos ao 1Q11 que revelaram um crescimento dos lucros que superou as estimativas dos analistas, com a abertura de novas lojas na Austrália e Holanda e expansão das vendas online. O resultado líquido avançou EUR 332 mn, acima dos EUR 301 mn observados em período homólogo e igualmente acima das estimativas dos analistas que apontavam para EUR 316 mn. As receitas avançaram 11% para EUR 2,96 mil mn, em linha com as estimativas.
Empresas: PORTUCEL
A empresa anunciou em comunicado à CMVM que já detém 2,48% do seu capital social após ter reforçado a compra de acções próprias nos últimos dias.
Empresas: CGD
Segundo o Diário Económico, o banco estatal poderá vender as posições que detém em empresas cotadas – REN (1,2%), BCP (2,75%) e ZON (11,7%) – directamente a investidores institucionais, recorrendo para isso à banca internacional.
Empresas: BCP
O banco português precisa de mais EUR 600 mn para atingir o rácio de capital de 10% exigido pela troika. Entre as medidas possíveis para o fazer estão a venda de activos, retenção de resultados e venda de créditos.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
A empresa anunciou junto da CMVM que a JP Morgan, na sequência da alienação de 15.000.000 acções ordinárias da operadora no passado dia 6 de Junho, passou a deter uma participação inferior a 2% do respectivo capital da empresa Portuguesa.
Empresas: REN
A eléctrica revelou que a Gestmin passou a deter 5,28% (a nível da holding e em nome do Sr. Manuel Champalimaud), após um conjunto de operações de compra de títulos realizadas no passado dia 2 de Junho.
Empresas: BELGACOM
A operadora belga, através da Belgacom TV, anunciou que não irá cobrar os seus clientes por verem jogos da liga de futebol belga online.
Empresas: COMMERZBANK
Segundo o Dow Jones, o banco alemão pretende vender 75% de uma unidade eléctrica da RWE, juntamente com empresas seguradoras.
Empresas:ADIDDAS - DANONE - E.ON
As empresas foram alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
Empresas: ROCHE - VALEO
As empresas viram o seu price target elevado por parte de diferentes casas de investimento internacional.
Empresas: RWE
A eléctrica alemã viu o seu price target reduzido de EUR 39 para EUR 33, mantendo a recomendação de venda.
15-06-2011: Mercados Financeiros
COMENTÁRIOS
Macroeconomia: A nível macroeconómico realce para a divulgação de indicadores nos EUA, nomeadamente o Índice de Preços no Produtor, o qual avançou mais do que o esperado face ao mês anterior (0,2% vs. 0,1%), e as Vendas a Retalho, as quais registaram uma contracção inferior à estimada pelos analistas (-0,2% vs. -0,4%).
Crude: Os futuros do crude para entrega em Julho negociados em after hours na Nymex recuaram 31 cêntimos para USD 99,06 por barril.
14 de junho de 2011
Análise Técnica: EUR-USD
Tal como havíamos dito na passada 5ª feira, o EURUSD quebrou em baixa o canal ascendente roxo, depois de ter confirmado o padrão Heads&Shoulder (representado a azul). Como se pode verificar no gráfico abaixo de 4H, depois da correcção que teve após a quebra de sexta, o par reagiu nos 50% de fibonacci, mostrando toda a sua excelência e precisão técnica no price action.
Para hoje, e tendo em conta os acontecimentos macroeconómicos, é possível que o par atinja os máximos da semana passada.
Os números para hoje são: 1,4695; 1,4650; 1,4558; 1,4516; 1,4459; 1,4340.
Para hoje, e tendo em conta os acontecimentos macroeconómicos, é possível que o par atinja os máximos da semana passada.
Os números para hoje são: 1,4695; 1,4650; 1,4558; 1,4516; 1,4459; 1,4340.
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Julho negociados em after hours na Nymex recuaram 11 cêntimos para USD 97,16 por barril, com os receios de que um abrandamento económico nos EUA reduza a procura de crude.
Mercados: EUA
Os principais índices norte-americanos iniciaram a semana praticamente inalterados, com os movimentos de M&A na região a ofuscarem os receios relativamente ao crescimento económico mundial. O S&P avançou 0,07%, com destaque para o sector financeiro que registou a melhor performance. Também o Dow Jones Industrial Average avançou 0,01% enquanto o Nasdaq recuou 0,15%.
Mercados: EUROPA
Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno marginalmente positivo – DAX (+0,22%), CAC (+0,07%) e AEX (+0,06%) – pressionados pela incerteza que assola o novo pacote de auxílio à Grécia. O sector de Health Care evidenciou mais uma vez a melhor performance, com a Sanofi a avançar 1,34%. Já o sector de Oil & Gas foi o mais penalizado, com a Eni e a Repsol a recuarem 0,31% e 0,57% respectivamente, acompanhando o movimento de desvalorização evidenciado pelo crude. Realce para a outperformance da Peugeot, que avançou mais de 1,86%, depois de ter visto o seu Price Target aumentado por uma casa de investimento internacional.
Mercados: PORTUGAL
Já o principal índice nacional encerrou a sessão em terreno negativo, a recuar 0,15%. Realce para a outperformance evidenciada pelo BES e pela Galp que avançaram 0,63% e 0,52% respectivamente, com esta última a contrariar os seus peers europeus. A liderar os ganhos esteve a Sonae Industria, que avançou 5,66%, embora sem a observância de newsflow específico. Pela negativa, destaque para a Portucel e BPI que lideraram as perdas no índice nacional, ao recuarem ambas 1,79%.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, depois dos dados macroeconómicos da China revelarem que a produção abrandou menos que o esperado enquanto a inflação se manteve em linha como estimado. O Nikkei avançou 1,05%, com destaque para o sector das utilities que avançou mais de 5%.
Mercados: GRÉCIA
A agência de rating Standard & Poor’s reviu em baixa o rating da economia grega de B para CCC, mantendo o outlook negativo.
Empresas: REN
Rui Cartaxo, presidente da eléctrica portuguesa, declarou que a privatização total da REN não implica necessariamente a perda de independência como tem sido sugerido por diversas entidades e pessoas.
Empresas: BPN
Segundo o Diário Económico, o BBVA e o Barclays Bank já não estarão interessados na reprivatização do BPN. Apenas o Banco do Brasil e o banco angolano BIC deverão passar à fase de negociações na qual terão acesso a informação adicional.
Empresas: BCP
O aumento de capital do BCP perfez quase EUR 260 mn, elevando o Core Tier I para 8,8% através da entrada de cerca de 5000 novos accionistas. Segundo o Diário Económico, a Ocidental baixou a sua participação para menos de 10% ao vender todos os direitos de subscrição enquanto a Sonangol terá aumentado a sua exposição ao banco português.
Empresas: BCP
Segundo o Jornal de Negócios, Carlos Santos Ferreira pretende elevar o Core Tier I para 10% até ao final do ano sem recorrer a novos aumentos de capital nem ao capital público, ainda que não tenha divulgado as medidas concretas que vão ser adoptadas e que deverão constar no plano que o banco tem de entregar ao Banco de Portugal até ao final de Junho.
Empresas: NOKIA
A empresa chegou a acordo com a Apple num processo de litígio que decorria desde Outubro de 2009, com a empresa americana a comprometer-se a indemnizar a empresa finlandesa num montante não tornado público.
Empresas: TESCO
As vendas LfL excluindo custos extraordinários avançaram 1%, quando os analistas estimavam um crescimento de 1,5%.
Empresas: BMW - PORSCHE
As duas carmakers foram alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: CONTINENTAL
A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: MICHELIN - Q-CELLS
As empresas foram alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: CREDIT AGICOLE
O price target do Banco Francês foi reduzido para EUR 11,10 por parte de uma casa de investimento internacional.
14-06-2011: MERCADOS FINANCEIROS
MERCADOS:
Macroeconomia: Não se registaram dados macroeconómicos relevantes nesta data.
Crude: Os futuros do crude para entrega em Julho negociados em after hours na Nymex recuaram 11 cêntimos para USD 97,16 por barril, com os receios de que um abrandamento económico nos EUA reduza a procura de crude.
13 de junho de 2011
INFORMAÇÃO MARCO-ECONÓMICA
Na esfera macroeconómica realce para os dados relativos à inflação na Alemanha no mês de Maio, que se situou em linha com o estimado, 0% MoM e 2,3% YoY, enquanto no bloco norte-americano o índice de preços de bens importados registou um avanço 0,2% quando era esperada uma quebra de 0,7% MoM no mês de Maio. Uma última nota para o BundesBank que reviu hoje em alta as estimativas para o crescimento do PIB da Alemanha de 2,5% para 3,1% em 2011 e de 1,5% para 1,8% em 2012.
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Julho negociados em after hours na Nymex recuaram 66 cêntimos para USD 98,63 por barril.
Mercados: EUA
Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão com perdas significativas, com os receios de agravamento da crise periférica europeia e abrandamento da economia mundial. O S&P 500 recuou 1,4%, com o sector de Oil&Gas a ser o mais penalizado, depois da Arábia Saudita anunciar que pretende aumentar o output de crude já no próximo mês. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average recuaram 1,58% e 1,42% respectivamente, sendo que em termos semanais, os índices norte-americanos registaram a 6ª semana consecutiva de perdas.
Mercados: EUROPA
Os principais índices europeus encerraram a sessão com perdas significativas – DAX (-1,25%), CAC (-1,90%) e AEX (-1,25%) – depois do BCE ter referido que não pretende participar num novo plano de auxílio à Grécia, não estando disponível para fazer rollover da dívida ou estender a maturidade desta. O sector de serviços registou perdas inferiores, com os títulos a recuarem em média pouco mais de 1%. Já o sector de Health Care registou a pior performance, contrariando o movimento observado nas últimas sessões, com a Sanofi e a Merck KgaA a recuarem2,19% e 1,62 respectivamente. Uma nota para a ThyssenKrupp que avançou 2,54% depois de o Citigroup ter referido que a empresa é um dos seus top picks no segmento de aço.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice nacional encerrou a recuar 1,61%, em linha com as restantes bolsas europeias. A lideraras perdas esteve a EDP que recuou 2,91%, sem newsflow específico. Destaque para o sector financeiro, com o BCP, BES e BPI a recuarem 2,91%, 2,43% e 2,42% respectivamente, depois da Moody’s ter sinalizado eventuais cortes adicionais ao rating dos bancos nacionais. Também a Portugal Telecom e a Galp recuaram 1,46% e 0,48%respectivamente, apesar do Norges Bank ter comunicado que já detém uma posição qualificada superior a 5% do capital da Portugal Telecom. Apenas a REN encerrou positiva, a valorizar 0,65%, sem newsflow relevante que o justifique.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices asiáticos encerraram a sessão negativa, penalizados pelo receio de que a crise periférica na Europa se possa agravar que se junta assim aos receios de abrandamento económico mundial. ONikkei recuou 0,7%, sendo que apenas o sector das utilities negociou positivo.
Empresas: REN
A Morgan Stanley detém 3,98% do capital da REN, uma vez que o BCP utilizou as acções da REN, emprestadas pela Logoplaste, como colateral para obter financiamento junto da instituição americana.
Empresas: AIR FRANCE - KLM
Alguns voos da companhia, nomeadamente os de e para Paris, poderão ser afectados pela greve do staff de manutenção.
Empresas: LOUIS VUITTON
A sua sub-marca de cosméticos Sephora adquiriu mais 20% da empresa russa Ile de Beaute, aumentando assim a sua participação para 65%.
Empresas: TELEFÓNICA
A operadora espanhola anunciou que suspendeu o IPO da Atento Inversiones & Teleservicios devido às condições de mercado pouco favoráveis.
Empresas: AREVA
O governo francês deverá nomear um novo CEO para o lugar de Anne Lauvergeon cujo contracto expira no final deste mês.
Empresas: CARRREFOUR
Os trabalhadores da empresa referem que 350 dos 540 espaços comerciais da retalhista, em França, forma afectados pela greve, enquanto a empresa refere que apenas 50 foram afectados.
Empresas: PEUGEOT
A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: RENAULT
A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: FRANCE TELECOM - TELEFÓNICA
As operadoras viram o seu Price Target ser revisto em baixa por uma casa de investimento internacional.
Empresas: DANONE
A empresa viu o seu Price Target ser revisto em alta por uma casa de investimento internacional.
13-06-2011: MERCADOS FINANCEIROS
Macroeconomia: Na esfera macroeconómica realce para os dados relativos à inflação na Alemanha no mês de Maio, que se situou em linha com o estimado, 0% MoM e 2,3% YoY, enquanto no bloco norte-americano o índice de preços de bens importados registou um avanço 0,2% quando era esperada uma quebra de 0,7% MoM no mês de Maio. Uma última nota para o BundesBank que reviu hoje em alta as estimativas para o crescimento do PIB da Alemanha de 2,5% para 3,1% em 2011 e de 1,5% para 1,8% em 2012.
10 de junho de 2011
INFORMAÇÃO MACRO ECONÓMICA
Na esfera macroeconómica, realce para a divulgação dos pedidos semanais de subsídio de desemprego nos EUA, que se situaram nos 427 mil, acima dos 419 mil estimados. Também nos EUA, realce ainda para a balança comercial que registou um défice inferior ao previsto, - USD 43,7 mil mn vs - USD 48,8 mil mn estimados.
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Julho negociados em after hours na Nymex recuaram 0,3%, ou 29 cêntimos, para USD 101,64 por barril.
Mercados: EUA
Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão positiva, depois de seis sessões consecutivas de perdas, impulsionados pelos dados relativos à balança comercial nos EUA. Os sectores de materiais e de Oil&Gas registaram as melhores performances, enquanto o sector de telecomunicações foi o mais penalizado. O S&P 500 avançou 0,74%, movimento acompanhado pelo Nasdaq e pelo Dow Jones Industrial Average que avançaram 0,17% e 0,63% respectivamente.
Mercados: EUROPA
Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX (+1,41%), CAC (+1,06%) e AEX (+0,71%) – num movimento de recuperação face às constantes perdas observadas nas últimas sessões, beneficiando do resultado melhor que o esperado da balança comercial dos EUA, apesar dos dados menos positivos evidenciados pelo mercado de trabalho. Com todos os sectores positivos, realce para o sector de materiais com a BASF, Bayer e ArcelorMittal a avançar 2,83%, 1,52% e 1,51% respectivamente, depois de ter sido um dos sectores mais penalizado nas últimas semanas. O sector de telecomunicações registou as menores valorizações, com a France Telecom, KPN a avançarem 0,13% e 0,45% respectivamente. Uma nota para a Infineon que recuou 0,64%, depois de ter sido alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português encerrou a sessão com ganhos pela primeira vez na semana (0,30%), em linha com os ganhos registados pelos seus congéneres europeus. O sector financeiro liderou as perdas – BPI (-1,71%), BES (-1,71) e Banif (-0,28%) – após a gência de notação financeira Moody’s declarar que o rating da banca portuguesa poderá ser revisto em baixa devido à sua solidez financeira. Também a Portugal Telecom e a Jerónimo Martins registaram perdas na sessão – 0,49% e 0,76%, respectivamente – a primeira mesmo após ser noticiado que o Banco Central da Noruega aumentou a sua participação na empresa para os 5,18%. A impulsionar os ganhos no PSI-20 estiveram a EDP e a Galp Energia, as quais avançaram 1,90% e 1,0%, respectivamente, a primeira sem newsflow relevante que o justifique e a segunda reagindo ao aumento do preço do petróleo nos mercados internacionais. Destaque para a Sonae.com a qual liderou os ganhos na sessão ao valorizar 3,79% ainda que sem newsflow específico que o justifique.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno negativo, com os receios de novos aumentos de taxas de juro no bloco asiático com o intuito de conter o crescimento da inflação, depois de o Banco Central da Coreia ter aumentado as taxas de juro directoras. No entanto, o Nikkei acompanhou movimento observado no bloco norte-americano e avançou 0,5% com o sector de telecomunicações e Oil&Gas a liderarem os ganhos na sessão.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
O Norges Bank passou a deter uma participação qualificada na operadora nacional superior a 5% do seu capital social.
Empresas: SIEMENS
Fontes ligadas à empresa desvendaram um caso de corrupção, no Kuwait, tendo o mesmo sido comunicado às autoridades.
Empresas: CREDIT AGRICOLE
A Citic Securities Co., maior corretora da China, planeia adquirir 19,9% da unidade de corretagem do banco francês.
Empresas: HERMES
Segundo fontes ligadas à Louis Vuitton a empresa não pretende realizar uma oferta de compra pela Hermes.
Empresas: NOKIA
Segundo o Financial Times, um fundo de Private Equity terá falhado num entendimento com a empresa finlandesa para a compra da unidade de redes Nokia-Siemens.
Empresas: NOVARTIS
A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
10-06-2011: Mercados Financeiros
Macroeconomia: Na esfera macroeconómica, realce para a divulgação dos pedidos semanais de subsídio de desemprego nos EUA, que se situaram nos 427 mil, acima dos 419 mil estimados. Também nos EUA, realce ainda para a balança comercial que registou um défice inferior ao previsto, - USD 43,7 mil mn vs - USD 48,8 mil mn estimados.
9 de junho de 2011
INFORMAÇÃO MACRO ECONÓMICA
A nível macroeconómico realce para a divulgação da evolução do PIB da Zona Euro no primeiro trimestre, o qual avançou 0,8% QoQ e 2,5% face ao 1T10, saindo ambos os valores em linha com as expectativas dos analistas. Na Alemanha, a Produção Industrial no mês de Abril recuou 0,6%, contrariando o avanço de 0,1% que era antecipado pelo mercado, em parte devido à revisão em alta do indicador no mês de Março. Nos EUA, os inventários de crude recuaram bastante acima do esperado (-4,9 mn de barris vs. -1,38 mn de barris esperados).
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Julho avançaram mais de meio ponto percentual para USD 101,47 por barril, prolongando o movimento de valorização após os países da OPEP não terem acordado os targets para o respectivo aumento das quotas de produção.
Mercados: EUA
Os índices accionistas norte-americanos finalizaram com perdas em torno de meio ponto percentual, encerrando a níveis quase mínimos intradiários, penalizados pelo receio dos investidores em torno dos sinais inequívocos de um abrandamento económico nos EUA que se tem observado nas últimas semanas. Não obstante a manutenção de um sentimento de maior aversão o risco, a divisa norte-americana permaneceu relativamente fragilizada face à generalidade das divisas internacionais, ao passo que alguns sectores cíclicos – nomeadamente tecnológico – foram bastante penalizados na sessão.
Mercados: EUROPA
Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno negativo – DAX (-0,61%), CAC (-0,88%) e AEX (-0,97%) – penalizados pelos sinais de abrandamento da economia mundial e por indefinições ao nível do novo pacote de auxílio à Grécia. Com todos os sectores negativos, realce para o sector de Health Care que registou mais uma vez a melhor performance ao nível europeu. Já o sector tecnológico foi o que mais recuou na sessão, com a Nokia a recuar 4,15%, seguida pela Alcatel-Lucent e Infineon a desvalorizarem 3,26% e 2,47%, respectivamente. Uma nota para a E.On que avançou 1% depois de ter sido alvo de mais um upgrade por uma casa de investimento internacional.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português encerrou a sessão com perdas em torno de 1,7%, superiores às desvalorizações registadas pelos seus congéneres europeus numa sessão marcada pela incerteza em torno da resolução da crise da dívida Grega e por reduzido newsflow a nível empresarial. A REN liderou os ganhos ao avançar 0,41% ainda que sem newsflow relevante que o justifique. Já o sector financeiro liderou as perdas, pressionado maioritariamente pelo BCP, o qual registou perdas de 3,87%, e pelo BPI, o qual recuou 3,04%. Também a EDP e a Portugal Telecom registaram perdas na sessão, tendo recuado 2,54% e 2,12%, respectivamente, a segunda após o seu rating de crédito ser cortado pela agência Moody’s durante a sessão de ontem para Baa3 ficando com outlook negativo.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos finalizaram em terreno misto, traduzindo o agregado de riscos que o mercado enfrenta no actual momento. Não obstante, o índice nipónico avançou 0,2%, destacando-se a outperformance apresentada pelo sector de healthcare, em oposição às perdas sofridas por parte dos segmentos de utilities e tecnológico.
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