Anunciou que os lucros recuaram 18% para SEK 4,26 mil mn no 2Q11, reflectindo a subida dos custos de produção em resultado do incremento do preço da generalidade das matérias-primas. A quebra dos lucros ocorre pelo 3º trimestre consecutivo, sendo que os lucros ficaram aquém dos SEK 4,37 mil mn.
22 de junho de 2011
Empresas:LINDE
A empresa alemã foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: MAN - UPM KYMMENE
As empresas foram alvo de um upgrade por parte da mesma casa de investimento internacional.
22-06-2011: Mercados Financeiros
Macroeconomia: Na esfera macro-económica, realce nos EUA para a divulgação do número de contratos de venda de habitações existentes que totalizaram 4,81 mn no mês de Maio (em linha com a projecção da comunidade de analistas), traduzindo ainda assim um declínio de 3,8% numa base homóloga. Já na Europa, uma nota individual para o indicador de sentimento económico ZEW (Junho) que registou uma leitura de -5,9 pontos (vs + 6,1 pontos estimado).
21 de junho de 2011
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Não se registou a divulgação de indicadores macro-económicos relevantes nesta data.
Mercados: EUA
Apresentando uma recuperação intradiária assinalável, os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram com ganhos em torno de meio ponto percentual, destacando-se o comportamento amplamente favorável das empresas de healthcare e de bens de consumo, nomeadamente a Biogen Idec (+4,1%) e a Caterpillar (+2,3%), no caso da primeira impulsionada por um upgrade concedido por parte de uma casa de investimento internacional. A maior estabilização em torno dos problemas de dívida Grega e o rebound técnico dos índices accionistas no curto prazo esteve na génese do movimento de recuperação.
Mercados: EUROPA
Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno negativo – DAX (-0,19%), CAC (-0,63%) e AEX (-0,44%) – com o mercado a aguardar por novas informações relativamente ao novo pacote de ajuda externa à Grécia e pelo evoluir da situação política no país. Apenas o sector de bens de consumo encerrou positivo, com a Volkswagen a avançar 1,3%, com a notícia de que o fabricante automóvel alemão pretende aumentar a produção do seus modelos Golf e Tiguan no terceiro trimestre do ano. Também a Heineken avançou 1,65%, depois de a empresa iniciar a última fase do processo de compra de acções próprias que totalizará um montante não superior a EUR 300 mn. Já o sector mais penalizado foi o das utilities, com a GDF Suez, E.ON e RWE a recuarem 1,19%, 1,01% e 1,56% respectivamente. Também o sector financeiro se destacou pela negativa, com o Santander e BBVA a recuarem 1,07% e 1,4% respectivamente.
Mercados: PORTUGAL
Acelerando face às perdas iniciais, o índice PSI-20 encerrou com perdas de 2,02%, destacando-se a underperformance apresentada pelo segmento financeiro – BCP (-3,30%), BES (-3,23%) e BPI (-1,40%) – reflectindo o adiamento da decisão das instâncias Europeias em torno do problema de dívida Grego. Com a generalidade dos títulos em terreno negativo, realce ainda para as desvalorizações sofridas por parte da EDP (-1,81%) e REN (-1,71%), após ser noticiado que as eléctricas alemãs não apresentam interesse no processo de privatização das empresas Portuguesas. Uma nota individual para o Banif que se assumiu como o único título a encerrar no verde (+0,61%), aliviando assim do forte movimento correctivo observado nas últimas semanas.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos avançaram cerca de 1 ponto percentual, beneficiando do maior optimismo dos investidores em torno da situação de dívida na Europa periférica, depois de Jean Claude Juncker ter assegurado que não existe risco de default Grego no curto prazo. O índice nipónico Nikkei 225 avançou 1,13%, impulsionado pela outperformance dos sectores de utilities e de bens de consumo.
Empresas: BCP
Depois do fecho do mercado, foi ontem divulgada a nova estrutura accionista do BCP. A Sonangol aumentou a sua participação no capital do banco nacional de 11,05%, registados após a Oferta Pública de Troca (OPT), para 12,44%, permanecendo como principal accionista, ainda assim abaixo dos 14% detidos antes do início do processo de aumento de capital. Também a EDP aumentou a sua participação de 2,83%, registados após a Oferta Pública de Troca (OPT), para 2,99%, ainda que tenha igualmente ficado com uma participação inferior aos 3,75% detidos antes do processo de aumento de capital. Apenas a Caixa Geral de Depósitos reforçou a sua posição de 2,03%, após a OPT, para 2,99%, acima dos 2,68% que detinha antes do aumento de capital. Já a Teixeira Duarte e Joe Berardo reduziram as suas participações de 7,81% e 6,22% respectivamente, em Dezembro de 2010, para 5,67% e 4,24% respectivamente. Uma nota para a seguradora Ocidental que no final do processo de aumento de capital passou a deter 9,83% do capital social do BCP.
Empresas: JERÓNIMO MARTINS
O CEO da retalhista portuguesa declarou que a empresa prefere financiar-se no mercado de capitais do que recorrer à banca na situação em que Portugal se encontra.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
O fim da ‘golden share’ que o Estado detém na PT imposto pela troika tem como prazo limite o final de Julho. Até lá é necessário que o Estado renuncie aos direitos especiais e que se realize uma Assembleia Geral para alterar os estatutos, a qual geralmente é convocada com 30 dias de antecedência.
Empresas: EDP RENOVÁVEIS
A empresa irá aprovar hoje em Assembleia extraordinária em Oviedo, Espanha, a fixação de um tecto máximo de EUR 600 mil para as remunerações variáveis do conselho de administração, entre outras alterações.
Empresas: SONAE
A empresa reforçou a expansão da marca Zippy na Turquia, tendo aberto mais um loja em Istambul.
Empresas: SONAE
A subsidiária do grupo Sonae, Sonae Sierra, anunciou ontem a criação de uma joint venture com a empresa alemã MAB Development para a construção de um centro comercial em Solingen, Alemanha, num investimento conjunto que rondará os EUR 120 mn.
Empresas: BPN
O administrador do BBVA declarou ontem que o banco não está a procura de comprar o BPN por não ser o timing adequado para crescer através de aquisições no mercado português.
Empresas: RENAULT
A empresa francesa adiou a entrada em mercado (para 2014) dos seus novos modelos Laguna e Escape.
Empresas: EADS - BOEING
A empresa adjudicou um contrato que visa a entrega de 90 aviões A320 na feira mais importante da indústria de aviação que decorre nos arredores de Paris. Já a Boeing fechou um contrato referente à entrega de 17 B 747-8 – numa ordem avaliada em USD 5,4 mil mn.
Empresas: SAINT-GORBAIN
A empresa francesa adiou a operação de IPO da sua participada Verallia que actua na actividade de armazenagem.
Empresas:ASTRAZENECA
A empresa britânica encontra-se no estágio final do processo para assegurar a venda da sua actividade de healtcare na Suécia.
Empresas: METRO
A retalhista alemã foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: TNT EXPRESS
A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
21-06-2011: Mercados Financeiros
Macroeconomia: Não se registou a divulgação de indicadores macro-económicos relevantes nesta data.
Crude: Os futuros do crude para entrega em Julho negociados em after hours na Nymex avançaram mais de meio ponto percentual para USD 93,91, estabilizando assim face ao recente movimento correctivo.
20 de junho de 2011
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Na esfera macro-económica, realce nos EUA para a leitura do indicador relativo ao Índice de Confiança medido pela Universidade de Michigan no mês de Junho que se situou nos 71,8 pontos, abaixo dos 74,0 pontos estimados, ao passo que os Leading Indicators fixaram-se nos 0,8% relativo ao mês de Maio, um valor que acabou por superar a projecção média da comunidade de analistas (0,3%).
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Julho negociados em after hours na Nymex recuaram cerca de 1% ponto percentual para USD 91.40 por barril, acentuando assim o movimento correctivo recente.
Mercados: EUA
Aliviando face ao movimento correctivo observado nas últimas semanas, a generalidade dos índices accionistas norte-americanos finalizaram a sessão com ganhos inferiores a meio ponto percentual, ainda que tendo encerrado praticamente a níveis mínimos intradiários. Na esfera sectorial, a outperformance do sector financeiro e de telecomunicações contrastou com a fragilidade exibida pelo sector tecnológico – penalizado pela RIMM que recuou 21,45%, depois de ter revisto em baixa um conjunto de targets para a sua actividade no actual exercício.
Mercados: EUROPA
Invertendo face as perdas inicias, os principais índices accionistas Europeus encerraram com valorizações generalizadas – DAX (+0,76%), CAC (+0,83%) e AEX (+0,23%) – reagindo favoravelmente aos comentários no âmbito da reunião entre os responsáveis Merkel e Sarkozy destinada a procurar consensos para debelar o actual clima de fortíssimo stress que continua a abater-se sobre a Grécia. O maior compromisso da líder Germânica em acomodar as intenções do BCE, o qual defende em linhas gerais a participação voluntária do sector privado no roll-over da dívida Grega à semelhança da Iniciativa de Viena acabou por devolver alguma confiança no curto prazo, justificando o rally intradiário do sector financeiro, nomeadamente os players mais expostos à periferia como o National Bank of Greece (+8,45%). No pólo oposto, uma nota individual para a Carrefour que recuou 1,66%, após a empresa francesa ter reportado vendas no 1H11 que ficaram aquém das expectativas do mercado.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português encerrou a última sessão da semana com ganhos de 1,46%, em linha com a performance dos seus congéneres europeus. O sector financeiro liderou os ganhos na sessão, com o BPI, BES e BCP a valorizarem 6,20%, 3,95% e 1,44%, respectivamente, corrigindo das fortes perdas registadas nas últimas sessões e beneficiando das declarações de Angela Merkel relativamente à resolução da crise de dívida Grega. Destaque também para a Jerónimo Martins, Galp e EDP, as quais registaram valorizações de 3,06%, 1,74% e 1,72%, respectivamente, sem newsflow relevante que o justifique. A Sonaecom avançou 6,67% beneficiando de rumores de M&A com a sua concorrente Zon. No pólo oposto realce para o Banif, o qual recuou 6,14% sem newsflow específico que o justifique.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas da região iniciaram a semana em terreno negativo, reflectindo a menor confiança dos investidores em torno do actual momentum económico, em particular no que respeita a fragilidade exibida no bloco Europeu. Não obstante as quedas da generalidade dos índices asiáticos, o Nikkei 225 avançou 0,03% para 9.354 pontos, destacando-se a outperformance do sector energético.
Mercados: GRÉCIA
Os órgãos Europeus não chegaram a acordo quanto à definição do reforço do plano de assistência financeira à Grécia, isto para além de não ter sido ainda disponibilizado a última tranche do empréstimo acordado anteriormente, sendo que na base desta situação estará a instabilidade política que se observa naquele país. Recorde-se que na sequência das modificações conduzidas na equipa de Governo, o actual 1º Ministro solicitou um voto de confiança no parlamento (decisão deverá ser conhecida amanhã) para implementar o novo programa de austeridade que estará subjacente ao reforço do plano de assistência financeira.Empresas: BCP
O banco português deverá revelar hoje a lista actualizada das participações qualificadas no seu capital, após o aumento de capital decorrido.
Mercados: Portugal - Privatizações
As empresas alemãs E.ON e RWE do sector eléctrico e Deutsche Telekom no sector das telecomunicações descartaram interesse na privatização da EDP, REN e Portugal Telecom, respectivamente.
Empresas: GAMESA
A empresa foi alvo de um downgrade efectuado por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: BRITISH AMERICAN TOBACCO
A empresa foi alvo de um upgrade concedido por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: PUBLICIS
A empresa de media francesa chegou a acordo para a aquisição do grupo Genedigi na China, reforçando a sua exposição naquele país, ainda que não foram divulgados detalhes adicionais sobre esta operação.
Empresas: BASF
A empresa germânica aumentou a projecção para as vendas e lucros no actual exercício, traduzindo assim um conjunto de tendências favoráveis a nível operacional que estão directamente correlacionadas com o crescimento do backlog recente.
Empresas: SIEMENS
Segundo a imprensa local, foi atribuído um contrato à empresa germânica avaliado em cerca de EUR 1 mil mn destinado à construção e exploração de um parque de gás natural na Tailândia.
Empresas: THYSSENKRUPP
A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
20-06-2011: Mercados Financeiros
Macroeconomia: Na esfera macro-económica, realce nos EUA para a leitura do indicador relativo ao Índice de Confiança medido pela Universidade de Michigan no mês de Junho que se situou nos 71,8 pontos, abaixo dos 74,0 pontos estimados, ao passo que os Leading Indicators fixaram-se nos 0,8% relativo ao mês de Maio, um valor que acabou por superar a projecção média da comunidade de analistas (0,3%).
17 de junho de 2011
Análise Técnica: EUR-USD
Como se pode ver no gráfico abaixo, e passado um dia depois de identificados os 3 padrões que confirmariam esta descida de preço, o par veio mesmo para baixo, ainda não aos valores do 1,40 que tínhamos defiido como objectivo, mas ainda assim a ter uma quebra baixista notável.
Análise Técnica: Indice INDIA
Nas últimas semanas os índices accionistas um pouco por todo o mundo têm tido uma performance bastante má, muito derivado dos dados macro económicos. Obviamente os dados macro económicos só inverteram uns meses após os mercados inverterem, como bem sabemos o mercado antecipa os ciclos económicos derivado das expectativas do agregado de investidores que compôem o mercado.
Análise Técnica: PRATA
A prata como temos vindo a testemunhar no último mes e meio sofreu um crash violentíssimo nas primeiras semanas de Maio Desde então que a prata não tem dado sinais de força e ao que parece tem estado a consolidar nestes patamares com vista a novas descidas.
Análise Técnica: SONAE
A Sonae é uma cotada que já não visávamos há algum tempo. Na nossa última análise à Sonae falámos sobre a lateralização em vigor de médio prazo que esta se encontrava, e dependendo para que lado "partisse" estaria o mote dado para um movimento mais interessante que os aborrecidos últimos meses. De facto, eis que na última semana de Maio, finalmente a Sonae teve o seu sinal de partida ao quebrar o suporte que apresentamos no gráfico. Com isto, a Sonae tinha espaço de sobra para continuar a cair e foi isso mesmo que fez.
Análise Técnica: APPLE
Fruto dos sucessivos lançamentos tecnológicos, que têm conquistado inúmeros fãs por todo o mundo, e dos bons resultados apresentados, a Apple (AAPL) tem vivido um “Bull Market” fortíssimo que se iniciou em Março de 2009. Quem tivesse investido nessa altura na acção estaria a ganhar actualmente aproximadamente 310%, em pouco mais de 2 anos.
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
A nível macroeconómico destaque para a divulgação do índice de preços no consumidor na Zona-Euro, o qual se cifrou em linha com as expectativas dos analistas tanto face ao período homólogo (2,7%) como face ao mês de Abril (0%). Nos EUA os Novos Pedidos de subsídio de desemprego ficaram aquém da previsão dos analistas tendo atingido os 414 mil, enquanto os pedidos de licenças de construção em Maio avançaram 8,7% quando era previsto contraírem 1,1%.
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Julho negociados em after hours na Nymex recuaram 0,7% para USD 94,33 por barril.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos registaram ganhos na sessão – S&P (0,18%) e Dow Jones (0,54%) – beneficiando da divulgação de indicadores macroeconómicos favoráveis ao nível do mercado imobiliário e laboral nos EUA. Realce para os grandes players do sector financeiro, os quais registaram perdas após rumores de que os maiores bancos poderão ter de pagar uma taxa imposta pelo Basel Committee se quiserem continuar a crescer.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus encetaram uma recuperação assinalável durante a sessão, ainda que não conseguindo evitar o fecho no vermelho – DAX (-0,07%), CAC (-0,38%) e AEX (-0,51%) – reflectindo a permanência de um forte nível de incerteza acerca da resolução do caso Grego, após ter sido noticiado que as negociações entre BCE e Alemanha no âmbito dos critérios de envolvimento do sector privado no âmbito do roll-over da dívida Grega deverão prolongar-se até meados de Julho, não obstante a referida determinação dos líderes Europeus em assegurar o reforço do plano de assistência financeira do país. Na esfera sectorial, realce para a underperformance do sector farmacêutico, casos da Sanofi (-0,44%) e Merck KgaA (-1,15%), aliviando assim parcialmente face ao rebound observado nas últimas semanas. Uma nota individual para a Carrefour que recuou 3,48%, penalizada por um downgrade efectuado por parte de uma casa de investimento internacional.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português recuperou das fortes perdas registadas durante a sessão tendo encerrado a recuar 0,59% numa sessão marcada pela inexistência de newsflow a nível empresarial e pela indefinição em torno da resolução da crise de dívida Grega. Realce para os ganhos registados pelo BCP (+1,21%) após ter atingido o novo mínimo histórico de EUR 0,397 durante a sessão. Também o BES e a Portugal Telecom encerraram a valorizar 0,52% e 0,27%, respectivamente, ainda que sem newsflow relevante que o justifique. A pressionar o índice estiveram a Jerónimo Martins e a EDP, as quais recuaram 1,80% e 0,29%, respectivamente, também sem newsflow específico que o justifique.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a última sessão da semana com perdas, na expectativa da reunião dos representantes da União Europeia que terá lugar hoje para discutir como evitar o default por parte da Grécia. O Nikkei 225 recuou 0,64% para os 9351,4 pontos.
Resultados: RIMM
A fabricante dos telemóveis Blackberry apresentou resultados do 1T registando uma quebra de 9,6% do resultado líquido para USD 695 mn ainda que as vendas tenham aumentado 16% penalizada pela perda de market share para a Apple e smartphones com o software Android. Relativamente à guidance para o próximo trimestre, esta ficou bastante aquém das expectativas, com a empresa a prever receitas de USD 4,2 a 4,8 mil mn e lucros de USD 0,75 a 1,05 por acção, que comparam com os USD 5,47 mil mn e USD 1,40 por acção antecipados pelos analistas.
Empresas: BRISA
A concessionária portuguesa mantém o seu programa de recompra de acções, tendo comunicado à CMVM que já detém cerca de 6,46% do seu capital próprio.
Empresas: BPN
O Ministério das Finanças português aprovou a passagem dos activos com imparidades do BPN para o Tesouro no sentido de facilitar a venda do banco.
Empresas: REN
Segundo o Jornal de Negócios, apesar de a ERSE ter recusado rever a remuneração dos activos de gás como a REN pretendia, a apresentação de uma proposta sobre infra-estruturas energéticas pela Comissão Europeia em Outubro poderá levar a uma revisão forçada do modelo regulatório.
Empresas: EADS
Segundo o jornal francês La Tribune, os modelos da Airbus A350-800 e A350-1000 inicialmente programados para 2014 e 2015 foram adiados para 2016 e 2017, respectivamente, devido a pedidos de novos motores por parte de algumas companhias aéreas da região do Golfo.
Empresas: CARREFOUR
A retalhista francesa nomeou Noel Prioux para director executivo da unidade em França após os resultados semestrais terem ficado aquém das expectativas da equipa de gestão.
Empresas: RWE
A eléctrica alemã declarou que a sua central nuclear Biblis B German não irá voltar a estar operacional após ter sido encerrada para manutenção.
Empresas: THYSSENKRUPP
A produtora de aço alemã declarou que entre outras opções, também está a considerar fazer um IPO da sua unidade de aço inóxidavel.
Empresas: VOLKSWAGEN - BMW
As carmakers alemãs lideraram a recuperação das vendas de carro na Europa em Maio, com os novos modelos a atraírem novos compradores na Alemanha e França. As vendas aumentaram 7,6%, face ao período homólogo, para os 1,25 mn de veículos.
Empresas: CARREFOUR
A retalhista francesa viu o seu price target ser reduzido por parte de uma casa de investimento internacional, mantendo a sua recomendação de manter.
Empresas: ANHEUSER-BUSCH - TNT EXTRESS - ARCELOR MITTAL - DEUTSCHE POST
As empresas viram o seu price target ser reduzido por parte de uma casa de investimento internacional, mantendo a sua recomendação de compra.
17-06-2011: Mercados Financeiros
COMENTÁRIOS
Macroeconomia: A nível macroeconómico destaque para a divulgação do índice de preços no consumidor na Zona-Euro, o qual se cifrou em linha com as expectativas dos analistas tanto face ao período homólogo (2,7%) como face ao mês de Abril (0%). Nos EUA os Novos Pedidos de subsídio de desemprego ficaram aquém da previsão dos analistas tendo atingido os 414 mil, enquanto os pedidos de licenças de construção em Maio avançaram 8,7% quando era previsto contraírem 1,1%.
16 de junho de 2011
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Na esfera macroeconómica realce para a inflação no bloco norte-americano que se situou nos 0,2%, acima dos 0% estimados para o mês de Maio. Também o indicador Empire Manufacturing desiludiu o mercado, ao registar uma leitura de -7,79, quando se antecipava um valor de 14, para o mês de Junho. Já ao nível dos inventários semanais de crude, estes recuaram 3406 mil, acima do recuo dos 180 mil estimados, o mesmo aconteceu com as reservas de gasolina que se situaram nos 573 mil, abaixo aquém dos 1050 mil estimados.
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Julho negociados em after hours na Nymex avançaram 73 cêntimos para USD 95,54 por barril.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos registaram a maior queda das últimas duas semanas – S&P (-1,74%), Nasdaq (-1,84%) e Dow Jones (-1,48%) – penalizados pela especulação em trono de um eventual default por parte da Grécia e pela divulgação de dados macroeconómicos nos EUA que sugerem um abrandamento da economia norte-americana. Os sectores financeiros e tecnológicos lideraram as perdas nos índices.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus alargaram as perdas iniciais e encerraram com desvalorizações acima de um ponto percentual – DAX (-1,26%), CAC (-1,49%) e AEX (-1,03%) – reflectindo a divulgação de indicadores macro-económicos relativamente frágeis nos EUA, isto para além da indefinição Europeia no processo de resolução da dívida Grega, nomeadamente entre a clivagem protagonizada pelo eixo germânico (defende envolvimento mais forte do sector privado) em oposição à visão mais suave defendida pelo BCE. Esta situação está na base do movimento correctivo acentuado do Euro face às divisas internacionais, ao passo que na esfera sectorial realce para a underperformance lógica dos principais players financeiros, nomeadamente junto da periferia – National Bank of Greece (-5,97%) e Santander (-3,04%). Já o segmento de telecomunicações também evidenciou uma fragilidade acentuada, em particular a Telefonica e a Telecom Italia que recuaram 2,09% e 2,67% respectivamente, ainda que sem a observância de newsflow específico relevante.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português encerrou a sessão com perdas de 1,83% em linha com as perdas evidenciadas pelos seus congéneres europeus e com apenas dois títulos a registarem valorizações – Soane Industria (+1,51%) e ZON (+0,17%). O sector financeiro liderou as perdas no índice com os três maiores bancos a apresentarem desvalorizações significativas – BCP (-6,14%), BPI (-4,46%) e BES (-3,15%) – penalizados pela indefinição relativamente à resolução da crise de dívida na Grécia. Também a Portugal Telecom encetou um movimento correctivo, tendo recuado 2,78% após ter sido noticiado que o JP Morgan reduziu a sua exposição à empresa para menos de 2%. Realce a nível individual para a Portucel e REN, as quais registaram desvalorizações de 1,48% e 0,74%, respectivamente, a primeira após comunicar que já detém uma posição de 2,48% do seu capital social após reforçar a compra de acções próprias e a segunda após revelar que a Gestmin passou a deter 5,28% do capital social após um conjunto de operações de compra de títulos.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos registaram perdas na sessão penalizados pelo escalar das preocupações em torno da crise de dívida periférica na Europa e a falta de decisão por parte dos dirigentes europeus. O Nikkei 225 recuou 1,6% para os 9411,28 pontos.
Empresas: SONAECOM -ZON
A edição de hoje do Diário Económico volta a lançar a possibilidade de ocorrer uma fusão entre as duas empresas – traduzindo um hipotético negócio que foi várias vezes ventilado nos últimos anos e que, por uma razão ou outra foi entretanto abandonado. Os principais responsáveis das duas empresas não quiseram comentar esta possibilidade, mas a notícia avança que já decorrem conversas informais com vista a explorar a viabilidade de uma operação deste género. Na base do ressurgimento deste tema está a alteração Governativa, uma vez que o anterior executivo de Sócrates mostrava oposição a este negócio, ao passo que a perspectiva de alterações na estrutura accionista das empresas - venda da posição da CGD na ZON (10,93%) e a eventual venda da France Telecom na Sonaecom (20%) – para além das sinergias inerentes a uma fusão deste género acabam por conferir maior credibilidade a este cenário.
Empresas: REN
De acordo com a mesma fonte, a privatização da REN está programada para arrancar em Outubro, não obstante a polémica mantida com o regulador em torno da rejeição de revisão da taxa de remuneração dos activos de gás natural – cujo final do período de regulação apenas expira no final de 2012 – e acaba por limitar os novos investimentos da empresa no segmento. Refira-se que a operação passará pela alienação da posição detida pela Capitalpor (46%), Parpública (3,9%) e da CGD (+1,2%) e permitirá arrecadar receitas na ordem dos EUR 700 mn.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Segundo a edição de hoje do Jornal de Negócios, a Anacom manteve o sentido provável da decisão referente ao apuramento dos prejuízos que a operadora incorreu com o serviço universal – decisão tomada na semana transacta e que já foi desde logo comunicada à PT. Assim, esta decisão determina que a empresa não será ressarcida pelas perdas financeiras que teve até 2007 pela prestação do serviço universal – horizonte temporal que precedeu a cisão da Zon - sendo apenas eventualmente indemnizada em função da quota de mercado detida pela Portugal Telecom.
Empresas: AIR LIQUIDE
A maior produtora de gases industriais a nível mundial ganhou um contrato para o fornecimento de hidrogénio a duas refinarias da Valero Energy no Texas.
Empresas: BARCLAYS
O banco britânico declarou que pretende gerar receitas adicionais no valor de GBP 6,4 mil mn e cortar até GBP 1000 mn de custos até 2013.
Empresas: VEOLIA ENVIRONNEMENT
A empresa anunciou que irá pagar 63,7% do seu dividendo atravé s da distribuição de acções, resultando num aumento de capital de EUR 382,3 mn através da emissão de 20,5 mn de novas acções.
Empresas: E.ON
A eléctrica alemã declarou que comprou de volta a electricidade a ser produzida pelas duas centrais nucleares encerradas por Merkel na segunda metade de Março que já havia vendido, dizendo-se confortável com a situação actual por ter actuado rápido face à necessidade de encerramento.
Empresas: AIR FRANCE - CASINO - NESTLE - CARREFOUR
As empresas foram alvo de um downgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
Empresas: LUFTHANSA
A transportadora aérea alemã foi alvo de upgrades por parte de diversas casas de investimento internacionais.
Empresas: RWE
A eléctrica alemã viu o seu price target ser reduzido de EUR 48 para EUR 42 por uma casa de investimento internacional, a qual reiterou a recomendação neutral no título.
Empresas: L'OREAL
A empresa francesa viu o seu price target ser revisto em alta por uma casa de investimento internacional.
16-06-2011: Mercados Financeiros
COMENTÁRIOS
Macroeconomia: Na esfera macroeconómica realce para a inflação no bloco norte-americano que se situou nos 0,2%, acima dos 0% estimados para o mês de Maio. Também o indicador Empire Manufacturing desiludiu o mercado, ao registar uma leitura de -7,79, quando se antecipava um valor de 14, para o mês de Junho. Já ao nível dos inventários semanais de crude, estes recuaram 3406 mil, acima do recuo dos 180 mil estimados, o mesmo aconteceu com as reservas de gasolina que se situaram nos 573 mil, abaixo aquém dos 1050 mil estimados.
15 de junho de 2011
Análise Técnica: EUR-USD
No seguimento das análises que temos feito nos últimos dias, temos abordado com bastante profundidade alguns elementos bases do Price Action, desde Fibonacci’s a linhas de tendência. Nos últimos dias temos sido galardoados com padrões de excelência exemplar que nos têm ajudado não só a clarificar um pouco melhor o que é o Price Action como também a prevê-lo de uma forma bastante precisa.
Análise Técnica: S&P500
O S&P500, considerado por muitos o grande barómetro da economia mundial, já quase que duplicou o seu valor desde os mínimos de 2009 e encontra-se a cerca de 20% do seu máximo histórico feito em Outubro de 2007.
INFORMAÇÃO MARCO-ECONÓMICA
A nível macroeconómico realce para a divulgação de indicadores nos EUA, nomeadamente o Índice de Preços no Produtor, o qual avançou mais do que o esperado face ao mês anterior (0,2% vs. 0,1%), e as Vendas a Retalho, as quais registaram uma contracção inferior à estimada pelos analistas (-0,2% vs. -0,4%).
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Julho negociados em after hours na Nymex recuaram 31 cêntimos para USD 99,06 por barril.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo, num movimento de recuperação das perdas significativas que têm observado nas últimas sessões, impulsionados por dados macroeconómicos melhores do que o esperado nos EUA. O S&P 500 avançou 1,26%, com o sector de materiais em claro destaque ao avançar mais de 2% na sessão. Também o Nasdaq e o Dow Jones industrial Average avançaram 1,48% e 1,03% respectivamente.
Mercados: EUROPA
Mantendo os ganhos iniciais, os principais índices accionistas Europeus finalizaram a sessão com valorizações acima de um ponto percentual – DAX (+1,69%), CAC (+1,50%) e AEX (+1,04%) – reflectindo um movimento de recuperação técnico face à dimensão das perdas recentes, bem como a divulgação de um conjunto de indicadores macro-económicos robustos a nível global que conferiram maior suporte ao actual movimento de recuperação económica. Na esfera sectorial, realce para a outperformance apresentada por alguns dos principais players tecnológicos, nomeadamente a ASML (+2,73%) e a Infineon (+1,86%), ao passo que a Nokia avançou 2,19%, depois de ter sido noticiado que a empresa chegou a acordo com a Apple num processo de litígio que decorria desde Outubro de 2009, com a empresa americana a comprometer-se a indemnizar a empresa finlandesa num montante não tornado publico. Já a Ericsson valorizou 1,66%, após a empresa ter acordado a aquisição da fabricante de equipamentos de banda larga – Telcordia – numa operação avaliada em cerca de USD 1,2 mil mn.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português encerrou a sessão a valorizar 0,80%, em linha com os ganhos registados nas restantes bolsas europeias. A impedir maiores ganhos no PSI-20 estiveram a Jerónimo Martins e o BPI, os quais recuaram 0,35% e 0,40%, respectivamente, ambos sem newsflow relevante que o justifique. Pela positiva, destaque para a Galp e o BES, os quais registaram valorizações de 2,29% e 2,20%, respectivamente, a primeira após ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Realce para a performance apresentada pelo grupo EDP – EDP (+0,40%) e EDP Renováveis (+1,11%) – após uma casa de investimento internacional reduzir o price target de ambos os títulos, reiterando a recomendação de compra. Já o BCP valorizou 1,15% após a conclusão da operação de aumento de capital, o qual atingiu os EUR 260 mn elevando o Core Tier I para 8,8%.
Mercados: ÁSIA
Ásia: Os principais índices asiáticos encerraram mistos, com os receios de novas medidas de contenção da inflação por parte do banco central da China. O Nikkei encerrou a sessão a valorizar 0,28%, com o sector de Health Care a impulsionar o índice, depois de dados macroeconómicos positivos nos EUA.
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