A empresa garantiu o financiamento de EUR 115 mn para o projecto eólico na Roménia.
22 de junho de 2011
Empresas: SONAE
A empresa está a estudar a internacionalização da marca Modalfa, sendo que o primeiro mercado poderá ser Espanha, numa altura em que a empresa reforça a sua expansão internacional.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
A operadora nacional aguarda para que o conselho de ministros aprove a extinção da golden share para marcar uma Assembleia-geral extraordinária para a alteração dos estatutos.
Empresas: BRISA
A Abertis afirmou não ter pressa em vender a participação de 14,61% que detém na Brisa, apesar de tal fazer parte do plano de venda de activos considerados não estratégicos.
Empresas: PHILIPS
A empresa prevê a concretização de novas políticas de redução de custos, tendo em conta a recente fragilidade de algumas unidades de negócio – situação que se materializou na revisão em baixa de alguns dos principais targets para o segmento do exercício, no qual a equipa de gestão revela que as vendas deverão apresentar um incremento inferior a 5% face ao período homólogo.
Empresas: HENNES & MAURITZ
Anunciou que os lucros recuaram 18% para SEK 4,26 mil mn no 2Q11, reflectindo a subida dos custos de produção em resultado do incremento do preço da generalidade das matérias-primas. A quebra dos lucros ocorre pelo 3º trimestre consecutivo, sendo que os lucros ficaram aquém dos SEK 4,37 mil mn.
Empresas:LINDE
A empresa alemã foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: MAN - UPM KYMMENE
As empresas foram alvo de um upgrade por parte da mesma casa de investimento internacional.
22-06-2011: Mercados Financeiros
Macroeconomia: Na esfera macro-económica, realce nos EUA para a divulgação do número de contratos de venda de habitações existentes que totalizaram 4,81 mn no mês de Maio (em linha com a projecção da comunidade de analistas), traduzindo ainda assim um declínio de 3,8% numa base homóloga. Já na Europa, uma nota individual para o indicador de sentimento económico ZEW (Junho) que registou uma leitura de -5,9 pontos (vs + 6,1 pontos estimado).
21 de junho de 2011
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Não se registou a divulgação de indicadores macro-económicos relevantes nesta data.
Mercados: EUA
Apresentando uma recuperação intradiária assinalável, os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram com ganhos em torno de meio ponto percentual, destacando-se o comportamento amplamente favorável das empresas de healthcare e de bens de consumo, nomeadamente a Biogen Idec (+4,1%) e a Caterpillar (+2,3%), no caso da primeira impulsionada por um upgrade concedido por parte de uma casa de investimento internacional. A maior estabilização em torno dos problemas de dívida Grega e o rebound técnico dos índices accionistas no curto prazo esteve na génese do movimento de recuperação.
Mercados: EUROPA
Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno negativo – DAX (-0,19%), CAC (-0,63%) e AEX (-0,44%) – com o mercado a aguardar por novas informações relativamente ao novo pacote de ajuda externa à Grécia e pelo evoluir da situação política no país. Apenas o sector de bens de consumo encerrou positivo, com a Volkswagen a avançar 1,3%, com a notícia de que o fabricante automóvel alemão pretende aumentar a produção do seus modelos Golf e Tiguan no terceiro trimestre do ano. Também a Heineken avançou 1,65%, depois de a empresa iniciar a última fase do processo de compra de acções próprias que totalizará um montante não superior a EUR 300 mn. Já o sector mais penalizado foi o das utilities, com a GDF Suez, E.ON e RWE a recuarem 1,19%, 1,01% e 1,56% respectivamente. Também o sector financeiro se destacou pela negativa, com o Santander e BBVA a recuarem 1,07% e 1,4% respectivamente.
Mercados: PORTUGAL
Acelerando face às perdas iniciais, o índice PSI-20 encerrou com perdas de 2,02%, destacando-se a underperformance apresentada pelo segmento financeiro – BCP (-3,30%), BES (-3,23%) e BPI (-1,40%) – reflectindo o adiamento da decisão das instâncias Europeias em torno do problema de dívida Grego. Com a generalidade dos títulos em terreno negativo, realce ainda para as desvalorizações sofridas por parte da EDP (-1,81%) e REN (-1,71%), após ser noticiado que as eléctricas alemãs não apresentam interesse no processo de privatização das empresas Portuguesas. Uma nota individual para o Banif que se assumiu como o único título a encerrar no verde (+0,61%), aliviando assim do forte movimento correctivo observado nas últimas semanas.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos avançaram cerca de 1 ponto percentual, beneficiando do maior optimismo dos investidores em torno da situação de dívida na Europa periférica, depois de Jean Claude Juncker ter assegurado que não existe risco de default Grego no curto prazo. O índice nipónico Nikkei 225 avançou 1,13%, impulsionado pela outperformance dos sectores de utilities e de bens de consumo.
Empresas: BCP
Depois do fecho do mercado, foi ontem divulgada a nova estrutura accionista do BCP. A Sonangol aumentou a sua participação no capital do banco nacional de 11,05%, registados após a Oferta Pública de Troca (OPT), para 12,44%, permanecendo como principal accionista, ainda assim abaixo dos 14% detidos antes do início do processo de aumento de capital. Também a EDP aumentou a sua participação de 2,83%, registados após a Oferta Pública de Troca (OPT), para 2,99%, ainda que tenha igualmente ficado com uma participação inferior aos 3,75% detidos antes do processo de aumento de capital. Apenas a Caixa Geral de Depósitos reforçou a sua posição de 2,03%, após a OPT, para 2,99%, acima dos 2,68% que detinha antes do aumento de capital. Já a Teixeira Duarte e Joe Berardo reduziram as suas participações de 7,81% e 6,22% respectivamente, em Dezembro de 2010, para 5,67% e 4,24% respectivamente. Uma nota para a seguradora Ocidental que no final do processo de aumento de capital passou a deter 9,83% do capital social do BCP.
Empresas: JERÓNIMO MARTINS
O CEO da retalhista portuguesa declarou que a empresa prefere financiar-se no mercado de capitais do que recorrer à banca na situação em que Portugal se encontra.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
O fim da ‘golden share’ que o Estado detém na PT imposto pela troika tem como prazo limite o final de Julho. Até lá é necessário que o Estado renuncie aos direitos especiais e que se realize uma Assembleia Geral para alterar os estatutos, a qual geralmente é convocada com 30 dias de antecedência.
Empresas: EDP RENOVÁVEIS
A empresa irá aprovar hoje em Assembleia extraordinária em Oviedo, Espanha, a fixação de um tecto máximo de EUR 600 mil para as remunerações variáveis do conselho de administração, entre outras alterações.
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