O principal índice nacional encerrou a sessão a recuar 2,98%, uma performance consideravelmente inferior à das restantes bolsas europeias, penalizado pelo downgrade da Moody’s ao rating da república. Com todos os títulos a encerrarem negativos, o destaque vai naturalmente para a underperformance do sector financeiro, com o BCP, BPI e BES a recuarem 6,85%, 5,95% e 5,68% respectivamente. Também a EDP e a Portugal Telecom desvalorizaram 3,36% e 3,11% respectivamente, sendo que a Cimpor registou a melhor performance da sessão ao recuar 0,62%, num dia em todos os títulos do índice nacional negociaram significativamente pressionados.
7 de julho de 2011
Mercados: ÁSIA
Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno misto, pressionados pelo aumento de taxas de juro na China e pelos fracos dados macroeconómicos nos EUA. O Nikkei recuou 0,11%, com destaque para a underperformance do sector das utilities que recuou perto de 2%, sendo que a impedir maiores perdas esteve o sector de Oil&Gas que valorizou 0,32%.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
O fim da golden share detida pelo Estado na PT facilita, no médio-prazo, a fusão entre a operadora portuguesa e a OI, dando origem à uma grande operadora lusófona. No entanto, dada a participação estratégica que o Governo Brasileiro detém na OI, será preciso ultrapassar os eventuais obstáculos políticos do Brasil.
Empresas: AIR FRANCE - KLM
A empresa pretende repartir de forma igual pelo Airbus e pelo Boeing as 100 novas encomendas que pretende realizar, contrariando a petição do país para que toda a encomenda fosse direccionada para a Airbus.
Empresas: ALCATEL-LUCENT
Uma empresa de private equity, Permira, está a oferecer USD 1,3 mil mn pela unidade Genesys na Alcatel-Lucent.
Empresas: DEUTSCHE BOERSE
Os accionistas da NYSE Euronext vão hoje votar a oferta de USD 9,33 mil mn realizada pelo operador alemão.
Empresas: THYSSENKRUPP
A empresa pretende angariar EUR 1,68 mil mn através da venda de acções, tendo como objectivo a redução do nível de dívida.
Empresas: BASF
A empresa alemã prevê custos de EUR 100 mn por ano entre 2013 e 2020 relativos às emissões de carbono.
Empresas: SUEZ ENVIRONNEMENT - VEOLIA ENVIRONNEMENT
As empresas foram alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional.
Empresas: SOLARWORLD
As empresas foram alvo de um downgrade por uma casa de investimento internacional.
07-07-2011: Mercados Financeiros
Macroeconomia: A nível macroeconómico, destaque para a divulgação das Encomendas às Fábricas na Alemanha, as quais avançaram 1,8% em Maio quando era esperada uma quebra de 0,5%. Nos EUA, no que concerne ao ISM Non-Manufacturing, este revelou-se inferior às expectativas (53,3 vs. 53,5 pontos).
27 de junho de 2011
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Na esfera macro económica, realce na Alemanha para a divulgação do indicador de actividade IFO Business Climate que se situou em 114,5, acima dos 113,5 estimados no mês de Junho. Já nos EUA, realce para as encomendas de bens duradouros no mês de Maio que avançaram 1,9% quando se estimava um avanço de 1,5%, enquanto o PIB no 1Q11 avançou 1,9%, em linha com as estimativas e um pouco acima da estimativa anterior.
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Agosto negociados em after hours na Nymex recuaram mais de um ponto percentual para USD 90,07 por barril.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos recuaram pela terceira sessão consecutiva – S&P (-1,2%), Nasdaq (-1,68%) e Dow Jones (-0,96%) – penalizados pela crise da dívida europeia e pela possibilidade de contágio a outras economias, nomeadamente a Italiana, já que a Moody’s declarou que poderá fazer um downgrade a 13 bancos Italianos. O sector tecnológico liderou as perdas após a Oracle divulgar vendas que ficaram aqué das expectativas.
Mercados: EUROPA
Invertendo face aos ganhos iniciais, os principais índices accionistas europeus finalizaram a última sessão da semana em terreno marginalmente negativo, sendo que o DAX e o CAC recuaram 0,39% e 0,08% respectivamente, traduzindo o receio dos investidores em torno da problemática da crise Grega, nomeadamente a incerteza da aprovação do novo plano de austeridade (EUR 28 mil mn) que será submetido a aprovação no Parlamento na próxima semana, uma condição indispensável para assegurar um novo empréstimo dos parceiros Europeus e assim evitar um default do país. Desta forma, o sector financeiro evoluiu bastante penalizado, em particular alguns players italianos, sob a ameaça de um eventual corte de rating por parte da Agência Moodys. A limitar maiores perdas dos índices, destaque para os ganhos obtidos pelas fabricantes automóveis germânicas BMW (+2,94%) e Volkswagen (+2,29%), encetando um movimento de recuperação técnico face às perdas recentes.
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