26 de julho de 2011

Resultados: DEUTSCHE BANK

O banco alemão reportou um incremento dos lucros de 3,3% no 2Q11. O resultado líquido atingiu os EUR 1,2 mil mn, o que compara positivamente com os EUR 1,16 mil mn registados em período homólogo, e negativamente com os EUR 1,3 mil mn estimados pelos analistas. As receitas atingiram os EUR 8,54 mil mn, aquém das estimativas de EUR 8,74 mil mn previstos pelos analistas. A crise periférica fez-se sentir na performance do banco, nomeadamente através da área de trading que registou uma quebra no negócio. Uma nota final para a participação do banco alemão no novo plano de auxílio à Grécia, registando em balanço uma perda de EUR 155 mn em obrigações gregas. 

Resultados: KPN

A operadora holandesa reportou uma quebra de 11%, resultante da diminuição das tarifas telefónicas e do aumento do uso das redes sociais e do skype. O resultado líquido recuou para EUR 414 mn, aquém dos EUR 464 mn registados em igual período do ano anterior e aquém dos EUR 439 mn estimados pelos analistas. A empresa reiterou a guidance para o presente ano. 

Empresas: PORTUGAL TELECOM

A operadora nacional garante que vai manter os dividendos anunciados até 2014, onde prevê um aumento entre 3% a 5% até 2014, tendo já um dividendo ordinário intercalar este ano. 

Empresas: EDP RENOVÁVEIS

A empresa fechou ontem um acordo para se refinanciar de cerca de €103mn no Brasil, podendo assim apostar em vários parques eólicos. 

Empresas: PORTUGAL TELECOM

Os accionistas aprovam hoje em assembleia geral extraordinária, marcada para as 15h, o fim das acções especiais do Estado. 

Empresas: INFINEON

O seu maior rival, STMicroelectronics reportou um ganho de 18% nos resultados do 2Q11. 

Empresas: METRO

A empresa confirmou a guidance para o ano de 2011. 

Empresas: DEUTSCHE BANK

Anshu Jain e Juergen Fitschen irão ser os co-CEO do banco alemão a partir de 2012. 

Empresas: EDP

A empresa foi alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional.

26-07-2011: Mercados Financeiros

Macroeconomia: Não se registou a divulgação de indicadores macro-económicos relevantes nesta data.

Crude: Os futuros do crude para entrega em Setembro negociados em after hours na Nymex avançaram USD 0,4, ou 0,4%, para USD 98,80 por barril.

EUA: Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno negativo, pressionados pela incerteza em torno do aumento do tecto da dívida. O S&P 500 recuou 0,56%, com o sector das telecomunicações a ser o mais penalizado. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average registaram uma performance negativa, ao recuarem 0,56% e 0,7% respectivamente.

25 de julho de 2011

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Setembro negociados em after hours na Nymex recuaram USD 1,13, para USD 98,74.

Mercados: EUA

Os principais índices norte-americanos registaram na generalidade, mais uma sessão de ganhos, beneficiando do optimismo em torno dos novos avanços em torno da crise da dívida periférica na europa. O S&P 500 avançou 0,09%, com destaque para o sector tecnológico que esteve em claro destaque na sessão, beneficiando nos bons resultados apresentados pela Microsoft. Também o Nasdaq avançou 1,05% e o Dow Jones Industrial Average recuou 0,34%.

Mercados: EUROPA

O optimismo dos investidores em torno do anúncio do novo plano de resgate à Grécia no valor global de EUR 159 mil mn e que envolverá a participação dos credores privados em EUR 50 mil mn desse montante, bem como a propalada flexibilização do FEEF ao dotar este veículo de mecanismos capazes de actuar numa lógica similar a um Fundo Monetário Europeu (compra de dívida, linhas de crédito de emergência, recapitalização dos Bancos via Estados) motivou o prolongamento dos ganhos recentes dos índices accionistas, tendo o DAX, CAC e IBEX avançado 0,50%, 0,68% e 0,42% respectivamente, observando-se igualmente uma forte quebra das yields periféricas no mercado de dívida. Na esfera sectorial, realce para a diferente amplitude registada por alguns dos principais títulos do sector financeiro, contrastando os fortes ganhos dos bancos gregos – Alpha Bank (+18,81%) e National Bank of Greece (+9,39%) – com a correcção técnica observada por algumas instituições Core e/ou semi-core, nomeadamente os espanhóis Santander (-1,15%) e BBVA (-0,97%).

Mercados: PORTUGAL

O principal índice português encerrou a última sessão da semana com a maior valorização entre os seus congéneres europeus, registando ganhos de 1,47%. O sector financeiro chegou a liderar os ganhos mas encerrou um pouco abaixo dos valores atingidos a meio da sessão, tendo sido o BES (+3,87%) o banco que mais valorizou – BCP (-0,30%), BPI (+0,68%) e Banif (+1,77%). O título que liderou os ganhos foi a Sonae Indústria valorizando cerca de 4,8%, apesar de não ter qualquer tipo de newsflow que o justifique. Destaque para a EDP a qual valorizou 3,61% após ter sido noticiado pelo Jornal de Negócios que a privatização do bloco de 20% da EDP por parte do Estado poderá ser vendida a alemã RWE.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices asiáticos encerraram me terreno negativo, com o presidente dos EUA a não conseguir reunir consenso em torno do aumento do tecto da dívida, numa altura em que se aproxima a data limite, 2 de Agosto. O Nikkei recuou 0,81%, com realce para a underperformance do sector financeiro e utilities.

Empresas: EDP

Segundo o Diário Económico, representantes da China Power International estiveram em Lisboa, para reiterar o seu interesse na compra de uma participação de 10% no capital da eléctrica portuguesa. Também as francesas EDF e GDF Suez, assim como a alemã RWE, são apontadas como potenciais interessadas na privatização.

Empresas: PORTUGAL TELECOM

Amanhã decorrerá a Assembleia Geral extraordinária agendada que tem como objectivo a alteração dos estatutos para terminar os direitos especiais do Estado.

Empresas: JERÓNIMO MARTINS

A retalhista portuguesa decidiu encerrar as suas lojas de electrodomésticos Electric Co. para se focar no retalho alimentar.

Empresas: DEUTSCHE BANK

Segundo um jornal alemão, o banco deverá reportar uma perda de 50% em dívida grega, no âmbito da participação dos privados no novo plano de auxílio à Grécia.

Empresas: DEXIA

O banco poderá enfrentar perdas de EUR 461 mn em dívida grega, se participar no novo plano de auxílio ao país.

LONDON STOCK EXCHANGE GROUP

Depois de falhadas as conversações entre o Deutsche Boerse e o Nasdaq OMX Group, a bolsa de Londres poderá ser a próxima aposta do grupo norte-americano.

Empresas: SIEMENS

O actual CEO da empresa alemã deverá estender o seu contracto com a empresa por mais 5 anos.

Empresas: AIR FRANCE - KLM

A companhia aérea francesa chegou a acordo com a sua tripulação relativamente a alterações laborais, regressando a empresa ao seu funcionamento normal.

Empresas: CREDIT AGRICOLE

A banco francês também deverá participar no novo plano de auxílio à Grécia.

Empresas: KPN - DEUTSCHE TELEKOM

As empresas do sector de telecomunicações foram alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacional.

25-07-2011: Mercados Financeiros

Macroeconomia: Não se registou a divulgação de indicadores macro-económicos relevantes nesta data.

Crude: Os futuros do crude para entrega em Setembro negociados em after hours na Nymex recuaram USD 1,13, para USD 98,74.

EUA: Os principais índices norte-americanos registaram na generalidade, mais uma sessão de ganhos, beneficiando do optimismo em torno dos novos avanços em torno da crise da dívida periférica na europa. O S&P 500 avançou 0,09%, com destaque para o sector tecnológico que esteve em claro destaque na sessão, beneficiando nos bons resultados apresentados pela Microsoft. Também o Nasdaq avançou 1,05% e o Dow Jones Industrial Average recuou 0,34%.


22 de julho de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

A nível macroeconómico, destaque para os novos pedidos de subsídios de emprego nos EUA, os quais superaram as expectativas ao avançarem 418k quando era esperado um avanço de 410k. Também nos EUA, o total de subsídios de emprego registou uma quebra de 3727k para 3698k, superando as expectativas que apontavam para um recuo para 3705k.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Setembro negociados em after hours na Nymex avançaram cerca de 0,7%, beneficiando do maior optimismo em torno da gestão das crises que afecta com particular urgência as duas principais economias do mundo ocidental.

Mercados: EUA

Acelerando face aos ganhos iniciais, os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram com ganhos generalizados, beneficiando da expectativa favorável quanto à definição do novo plano de resgate à Grécia e à maior aproximação da classe política norte-americana quanto ao levantamento do tecto da dívida. Em termos sectoriais, realce para a outperformance lógica apresentada por alguns dos principais players do sector financeiro.

Mercados: EUROPA

Os principais índices europeus encerraram a sessão com fortes ganhos – DAX (+0,95%), CAC (+1,66%) e AEX (+1,88%) – depois de um intenso newsflow em torno de novas medidas de contenção da crise periférica, mais especificamente em torno da crise grega. Medidas como a extensão das maturidades e redução de taxas dos empréstimos já concedidos pelas Instituições Europeias aos países periféricos, possibilidade de compra de obrigações soberanas em mercado secundário por parte do FEEF, possibilidade de auxílio na recapitalização dos bancos através dos governos locais por parte do FEEF, têm sido avançadas durante o dia de hoje, aguardando-se ainda por desenvolvimentos adicionais. Beneficiando deste newsflow positivo, o sector financeiro registou ganhos médios superiores a 4,5%. Assim, o Santander, BNP Paribas e BBVA avançaram 4,42%, 4,18% e 5,54% respectivamente. Já o sector de Health Care registou a pior performance, acompanhado pelo sector automóvel que registou perdas em redor de 1%. Uma nota adicional para a forte correcção observada ao nível das yields das economias periféricas na generalidade dos prazos.

Mercados: PORTUGAL

O principal índice accionista português encerrou a sessão com a maior valorização entre os seus congéneres europeus, registando ganhos de 2,47%, beneficiando do alívio relativamente à resolução da crise da dívida soberana. O sector financeiro liderou os ganhos na sessão, à semelhança do movimento sectorial a nível europeu, com o BES, BPI e BCP a registarem valorizações de 8,99%, 6,74% e 5,96%, respectivamente. Também a Portugal Telecom, EDP e Jerónimo Martins encerraram a valorizar 3,54%, 3,43% e 1,87%, respectivamente, ainda que sem newsflow empresarial que o justifique. Realce para as únicas perdas no índice, da Portucel (-0,78%) e Galp (-0,19%), a primeira após apresentar resultados semestrais que ficaram aquém das expectativas dos analistas.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices accionistas asiáticos finalizaram com ganhos acima de um ponto percentual, beneficiando do maior optimismo dos investidores em torno do anúncio do novo plano de resgate à Grécia e a sua capacidade de evitar o efeito de contágio a outras economias europeias. O índice nipónico Nikkei 225 avançou 1,22% para 10132, destacando-se a outperformance dos sectores de bens de consumo e financeiro.

Resultados: MICROSOFT

A empresa anunciou na véspera após o fecho de mercado que os lucros atingiram USD 5,87 mil mn (+30% YoY) ou USD 0,69 por acção (vs USD 0,58 estimados pelo mercado), tendo as vendas no 2Q11 totalizado USD 17,4 mil mn, praticamente em linha com o consenso (USD 17,2 mil mn), suportada pelo nível de procura favorável que se observou no segmento empresarial. Ainda assim, os títulos da empresa permaneceram relativamente inalterados em negociação after hours.

Mercados: GRÉCIA

No âmbito da Cimeira Extraordinária do Eurogrupo realizada na véspera, foram acordados os contornos do 2º plano de assistência externa à Grécia – materializados num valor global de EUR 159 mil mn, dos quais EUR 109 mil mn serão disponibilizados pelos respectivos mecanismos Europeus e do FMI, ao passo que os remanescentes EUR 50 mil mn contarão com o envolvimento dos credores privados, tanto por via de um programa de recompra de dívida (EUR 12,6 mil mn) como por um conjunto de alternativas que assentam no mecanismo de debt swap (EUR 37 mil mn) - troca voluntária de dívida Grega por novas Obrigações AAA emitidas pelo FEEF com maturidades de longo prazo (15/30 anos) cujos detalhes técnicos deverão ser explicitados durante a presente sessão (13H CET) – medidas que no seu conjunto irão contribuir para a redução do nível de endividamento da Grécia e que poderão precipitar um eventual default selectivo (temporário) da dívida Grega considerado por parte das agências de rating. Ainda assim, o próprio BCE já assegurou que poderá aceitar os títulos de dívida Grega mesmo em caso de incumprimento, permitindo que os bancos gregos continuem a aceder aos mecanismos de cedência especial de liquidez junto do BCE, atendendo a que os líderes Europeus acordaram conceder garantias adicionais sobre a dívida Grega no montante de EUR 35 mil mn.

Mercados: GRÉCIA

A mesma Cimeira também determinou que será revista em baixa a taxa de juro cobrada à Grécia (de 5% para 3,5%), bem como o alargamento dos prazos de reembolso dos empréstimos (de 7,5 para um mínimo de 15 e um máximo de 30 anos), medidas que serão também adoptadas nos outros 2 países resgatados (Irlanda e Portugal), ainda que no caso Irlandês se verifique um maior compromisso no sentido da convergência da carga fiscal com o nível praticado nos outros países Europeus – traduzindo o objectivo dos líderes Europeus em promover uma maior confiança do mercado no sucesso dos respectivos programas de ajustamento. Adicionalmente, foram acordados os termos de flexibilização do FEEF no âmbito da criação de uma espécie de Fundo Monetário Europeu, destacando-se: 1) possibilidade de recapitalização indirecta dos bancos (via Estados mesmo que não intervencionados) sujeitos a perdas com exposição à dívida Grega; 2) concessão de linhas de crédito de emergência a países com dificuldades pontuais em se financiar no mercado; 3) possibilidade de intervenção em mercado secundário para compra de dívida soberana periférica, ainda que dependente do contexto de “stress” do mercado e da prévia aceitação dos restantes Estados Membros.

Mercados: GRÉCIA

Uma nota ainda de destaque para o facto de ter sido rejeitada a possibilidade de adopção de um imposto extraordinário sobre a Banca (em linha com o proposto recentemente pelo eixo francês) no âmbito da contribuição do sector privado para este novo plano de resgate à Grécia. Adicionalmente, saliente-se que alguns dos principais responsáveis Europeus (Juncker e Sarkozy) aludiram que este consubstanciar-se-á no último pacote de auxílio à Grécia e não será replicado noutros países em dificuldades.

Empresas: EDP

Segundo o Jornal de Negócios, a privatização do bloco de 20% da EDP será mais rentável para o Estado se for feita a um só accionista – por incorporar um prémio de controlo -, pelo que já foi agendada uma Assembleia Geral extraordinária para o dia 25 de Agosto, com o intuito de alterar a blindagem dos direitos de voto que actualmente se cifra nos 5% para 20%.

Empresas: PORTUGAL TELECOM

Segundo um comunicado à CMVM, o Norges Bank reduziu a sua posição no capital da empresa portuguesa para 4,93%.

Empresas: ADIDAS

A equipa de gestão revelou que beneficiará de um incremento entre 6% a 9% das receitas no presente exercício, mantendo-se a tendência favorável observada nos últimos trimestres. A empresa germânica foi igualmente alvo de um upgrade concedido por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: VOLKSWAGEN

A fabricante germânica revelou que poderá elevar a sua participação na joint venture da unidade francesa denominada FAW-Volkswagen para 49% do respectivo capital, em detrimento dos actuais 40% do capital.

Empresas: EADS - BOEING

As principais fabricantes aeronáuticas a nível mundial deverão, segundo notícias avançadas no La Tribune, partilhar uma ordem conjunta por parte do grupo Air France-KLM que ascende a USD 25 mil mn repartida entre 50 aviões A350 (Airbus) e 50 B787 (Boeing), com possibilidade da entrega adicional de 25 aparelhos por casa empresa.

Empresas: LAFARGE

A cimenteira francesa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: GDF SUEZ

A eléctrica francesa foi retirada da lista de títulos preferidos de uma casa de investimento internacional.

22-07-2011: Mercados Financeiros

Macroeconomia: A nível macroeconómico, destaque para os novos pedidos de subsídios de emprego nos EUA, os quais superaram as expectativas ao avançarem 418k quando era esperado um avanço de 410k. Também nos EUA, o total de subsídios de emprego registou uma quebra de 3727k para 3698k, superando as expectativas que apontavam para um recuo para 3705k.

19 de julho de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

A nível macroeconómico, destaque para a divulgação do índice de mercado Imobiliário norte-americano NAHB o qual se cifrou abaixo do esperado, 13 pontos vs 15 pontos antecipados.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para Agosto negociados em after hours na Nymex avançaram cerca de meio ponto percentual para os USD 96,38 por barril, reflectindo a expectativa do incremento de consumo na China e a contracção dos stocks existentes.

Mercados: EUA

Permanecendo em terreno negativo durante a totalidade da sessão, os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram com perdas acima de meio ponto percentual, traduzindo o receio em torno do agudizar da crise de dívida na Europa, bem como a incerteza no que respeita a problemática da renovação do tecto da dívida norte-americana. Na esfera sectorial, realce para a underperformance dos sectores financeiros e industrial.

Mercados: EUROPA

Os principais índices accionistas europeus encerraram a primeira sessão da semana com perdas generalizadas – CAC (-2,04%), DAX (-1,55%) e AEX (-1,92%) – penalizados pela divulgação dos resultados dos stress tests, os quais não foram suficientes para acalmar as preocupações em torno do contágio da crise da dívida periférica. Consequentemente o sector financeiro liderou as perdas destacando-se as perdas dos bancos italianos Unicredit (-6,36%) e Intesa Sanpaolo (-6,51%) e os ganhos registados pelos bancos gregos Alpha Bank (+1,37%) e National Bank of Greece (+1,19%). Realce para as perdas registadas pela Daimler (-3,32%) após ser noticiado que terá de pagar uma compensação ao Estado alemão relativamente a uma joint-venture que detém com a Deutche Telekom (-1,66%). Também a cimenteira francesa Holcim recuou 3,8% penalizada por declarações por parte do CEO relativamente ao impacto do custo das matérias-primas nos lucros da empresa. A Philips Electronics encerrou a sessão a desvalorizar 0,95% após apresentar resultados trimestrais que ficaram aquém das expectativas dos analistas, ainda que a guidance tenha superado as mesmas.

Mercados: PORTUGAL

O principal índice nacional encerrou a sessão a recuar 2,55%, em linha com as perdas registadas nos restantes índices europeus numa sessão marcada por fraco newsflow a nível empresarial. Destaque para o sector financeiro, onde o BCP registou a maior queda do dia, recuando 7,23%, atingindo novo mínimo histórico. BES e Banif recuaram 4,52% e 6,51% respectivamente, e o BPI encerrou a valorizar 0,54%, após apresentar os melhores resultados nos stress tests entre os bancos portugueses. Apenas a Cimpor registou uma valorização ligeira (+0,02%) ainda que sem newsflow relevante, enquanto a Mota-Engil encerrou a sessão com a mesma cotação após ter noticiado que a Tertir integrou uma missão empresarial à Ásia com o intuito de angariar negócios para a sua mais recente concessão portuária, o Porto Exterior de Caneliñas na Galiza.

Mercados: ÁSIA

A generalidade dos índices accionistas da região prolongou o movimento correctivo recente ao desvaloriar cerca de 0,2 p.p., um desempenho ainda assim menos negativo face ao observado na véspera pelos congéneres europeus e norte-americanos. Refira-se que o índice nipónico Nikkei 225 desvalorizou 0,85%, isto depois de se ter encontrado encerrado para negociação na sessão imediatamente prévia, sendo que na esfera sectorial destacou-se o comportamento das empresas de utilities e tecnológico.

Resultados: IBM

A empresa anunciou na véspera após o fecho de mercado que os lucros no 2Q11 aumentaram 8,2% para USD 3,66 mil mn ou USD 3,09 por acção excluindo efeitos não recorrentes, um registo que superou a expectativa do mercado que se situava nos USD 3,02 por acção. As receitas no período totalizaram USD 26,7 mil mn (+12% YoY), igualmente acima do consenso (USD 25,4 mil mn), tendo a equipa de gestão elevado a guidance para os respectivos lucros anuais – deverão situar-se nos USD 13,25 por acção vs EPS de USD 13,21 definidos anteriormente. Refira-se que a actividade de software registou um incremento das vendas em cerca de 17%, ao passo que a principal unidade da empresa – serviços – apresentou igualmente uma evolução favorável do topline (+10%).

Resultados: FORTUM

A eléctrica finlandesa apresentou resultados do 2T que ficaram em linha com as estimativas dos analistas, tendo atingido os EUR 472 mn de lucros.

Resultados: HALLIBURTON

A empresa norte-americana registou um crescimento dos lucros de 54% no 2Q11, com a alta do preço do crude a incentivar o investimento em exploração e produção nos EUA. O resultado líquido aumentou para USD 739 mn, acima dos USD 840 mn registados em período homólogo, e acima das estimativas dos analistas. As vendas aumentaram 35% para USD 5,94 mil mn.

Empresas: MOTA-ENGIL

A empresa portuguesa anunciou que pretende diversificar as suas actividades na América Latina, a região onde é expectável que seja registada a maior taxa de crescimento em 2011, tendo anunciado também a assinatura de um aditamento a um contrato de concessão com o governo mexicano.

Empresas: GALP - EDP

As empresas portuguesas que operam na área do gás natural passaram, desde a publicação de um decreto-lei ontem, a poder vender os respectivos défices tarifários permitindo-lhes encaixar desde já essas verbas que antigamente receberiam apenas no futuro.

Empresas: EDP

A China Power International está a negociar a compra de uma participação entre 2,5% e 5% na eléctrica portuguesa no âmbito da nova fase de privatização, após já ter demonstrado interesse no ano passado. Segundo o Diário Económico, a Parpública alegou não ter recebido nenhuma manifestação formal de interesse por nenhum grupo excepto da Electrobras.

Empresas: HERMÉS

A empresa de bens de luxo elevou o target para as vendas anuais, beneficiando das tendências positivas observadas num conjunto de economias emergentes. A equipa de gestão prevê que as vendas aumentem entre 12% a 14% no exercício de 2011 face ao respectivo período homólogo.

Empresas: AIR FRANCE - KLM

Segundo a notícia avançada pelo Les Echos, os tripulantes de cabina da companhia aérea de bandeira francesa ponderam realizar greves distintas que se materializarão entre os dias 29 de Julho e 8 de Agosto.

Empresas: BASF - TOMTOM - REN

As empresas foram alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: FRANCE TELECOM - PPR

A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

19-07-2011: Mercados Financeiros

Macroeconomia: A nível macroeconómico, destaque para a divulgação do índice de mercado Imobiliário norte-americano NAHB o qual se cifrou abaixo do esperado, 13 pontos vs 15 pontos antecipados.

Crude: Os futuros do crude para Agosto negociados em after hours na Nymex avançaram cerca de meio ponto percentual para os USD 96,38 por barril, reflectindo a expectativa do incremento de consumo na China e a contracção dos stocks existentes.

18 de julho de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

A nível macroeconómico, destaque para a divulgação do Índice de Preços no Consumidor nos EUA, o qual recuou 0,2% face ao mês anterior, que compara com a quebra de 0,1% antecipada pelo mercado. No que concerne o Empire Manufacturing, este registou uma contracção de 3,76 pontos quando era esperado um aumento de 5,0, enquanto a Produção Industrial ficou sensivelmente em linha com as expectativas ao avançar 0,2%. Relativamente ao indicador de confiança da Universidade de Michigan, este desiludiu o mercado ao cifrar-se nos 63,8 pontos versus 72,2 esperados.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Agosto negociados em after hours na Nymex prolongaram o recente movimento de valorização, fixando-se nos USD 97,17 por barril.

Mercados: EUA

Encetando uma recuperação intra-diária assinalável, os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram com ganhos generalizados, destacando-se em particular a recuperação dos segmentos tecnológico e petrolífero, traduzindo essencialmente um movimento de recuperação técnico face à dimensão das perdas recentes.

Mercados: EUROPA

Os principais índices accionista europeus encerraram a última sessão da semana com perdas – CAC (-0,66%), AEX (-0,29%) e DAX (+0,07%) – pressionados pela divulgação dos resultados de stress tests agendada para após a sessão de hoje, assim como pela quebra inesperada da confiança dos consumidores norte-americanos. Naturalmente, o sector financeiro liderou as perdas, destacando-se a underperformance do Credit Agricole (-3,06%) e do Commerzbank (-2,95%). O sector farmacêutico liderou os ganhos com a Sanofi a avançar 1,28% após ser seleccionada como top pick por uma casa de investimento internacional. Destaque para a desvalorização da BHP Billion (2%) após acordar a compra da Petrohawk Energy por USD 12,1 mil mn, e para a valorização das automakers alemãs – BMW (+2,35%) e Volkswagen (+2,8%) – após uma casa de investimento internacional anunciar que prevê lucros recorde no primeiro semestre para o sector automóvel alemão.

Mercados: PORTUGAL

Portugal: O principal índice nacional encerrou a sessão a recuar cerca de 0,42%, em linha com as perdas registadas pelos seus congéneres europeus, em antecipação à divulgação dos resultados dos “stress tests” à banca europeia. Destaque para a Galp que encerrou a valorizar 2,93%, após ter divulgado os resultados operacionais previsionais do primeiro semestre de 2011. Realce ainda para as valorizações da Sonae.com, REN e BPI com resultados positivos de 0,92%, 1,14% e 1,64% respectivamente. Os restantes títulos do sector financeiro encerraram em terreno negativo, sendo o Banif (-3,33%) o banco que registou a maior queda – BCP (1,55%) e BES (-0,87%). A Zon Multimedia liderou as perdas na sessão, encerrando a recuar 3,64% ainda que sem newsflow relevante que o justifique. Destaque para a ligeira valorização da EDP Renováveis (+0,14%) após ter divulgado resultados operacionais previsionais do primeiro semestre.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices accionistas asiáticos iniciaram a semana com desvalorizações em torno de meio ponto percentual, reflectindo a incerteza em torno dos problemas que assolam a crise de dívida na Europa, bem como a indefinição no que respeita o acordo de medidas no Senado norte-americano com o objectivo de redução do défice orçamental. Refira-se em nota individual que a negociação do índice nipónico Nikkei 225 esteve encerrada na presente sessão.

Empresas: PHILIPS

A empresa anunciou que pretende reduzir os custos em EUR 500 mn após reportar a maior perda da última década e depois de não prever melhorias ao nível da performance operacional. Esta poupança de custos ajudará numa melhoria das margens. O EBITDA no 2Q11 recuou para EUR 370 mn face aos EUR 506 mn observados em período homólogo, ainda assim acima dos EUR 304 mn estimados pelos analistas. A empresa reportou uma perda líquida de EUR 1,34 mil mn após imparidades relacionadas com o valor de alguns dos seus activos ao nível do segmento de iluminação e de Health Care. Adicionalmente, a empresa referiu que pretende avançar com um programa de compra de acções próprias de EUR 2 mil mn.

STRESS TESTS

8 dos 90 bancos europeus chumbaram nos testes de stress, realizados pela Autoridade Bancária Europeia (EBA) e divulgados na última sexta-feira. Entre eles, os espanhóis CAM, Banco Pastor, Grupo Banco Grupo Caja, Unnim e CatalunyaCaixa, apresentaram um rácio “Core Tier I” inferior a 5%, e necessitarão de EUR 1500 mn de recapitalização dos EUR 2500 mn necessários para o conjunto dos bancos que falharam a avaliação. Os restantes 3 bancos são o EFG Eurobank, Oesterreichische Volksbak e Agricultural Bank Of Greece e necessitarão dos restantes EUR 1000 mn para se recapitalizarem.

STRESS TESTS

Os bancos nacionais analisados pela Autoridade Bancária Europeia (EBA) (Caixa Geral de Depósitos, Millennium BCP, Banco Espírito Santo, Espírito Santo Financial Group e BPI) passaram nos testes de stress divulgados na última sexta-feira. No entanto, os rácios de capitalização inferiores apresentados pelo Espírito Santo Financial Group e pelo BCP levaram o Banco de Portugal a incentivar um reforço de capital adicional.

Empresas: SEMAPA

Segundo o Diário Económico, o investimento na construção de uma nova fábrica de cimento em Angola, prevista para 2008 e com verbas de EUR 95 mn, ainda não começou devido a um impasse no desbloqueamento das verbas por parte do sócio angolano Encime.

Empresas: SONAE

A subsidiária Sonae Sierra pretende vender a participação de 25% que detém no centro comercial Via Catarina, no Porto, para financiar a sua expansão internacional. De momento, a empresa tem em marcha seis centros comerciais em Itália, Alemanha, Roménia e Brasil os quais envolvem investimentos de EUR 318,8 mn.

Empresas: MOTA-ENGIL

A Tertir, subsidiária da empresa portuguesa, integrou uma missão empresarial à Ásia com o intuito de angariar negócios para a sua mais recente concessão portuária, o Porto Exterior de Caneliñas na Galiza.

Empresas: ALLIANZ

O CFO da empresa germânica revelou que o recente spike das yields italianas não se justifica por fundamentos macro-económicos, mas apenas pela indefinição no que respeita ao novo pacote de auxílio Grego, pelo que poderá observar-se uma normalização das yields a médio-prazo.

Empresas: BMW

A fabricante germânica prevê que manter o movimento operacional favorável ao longo de 2012, antecipando uma margem operacional no exercício entre os 8%-10% no período, caso não se verifique uma deterioração grave do actual contexto económico.

Empresas: LUFTHANSA

O CFO da empresa – Stephan Gemkow – prevê que a generalidade das transportadoras Europeias retome os lucros a partir de 2013.

Empresas: METRO

A marca da empresa germânica – The Saturn – prevê disponibilizar vendas de retalho online já a partir do 4º trimestre do ano actual.

Empresas: SIEMENS

Alguns dos responsáveis da empresa francesa revelaram que o actual de trajecto de crescimento da actividade que se observa nalguns segmentos da empresa não deverá abrandar a curto-médio prazo.

Empresas: COMMERZBANK

O Banco Alemão foi alvo de dois upgrades por parte de diferentes casas de investimento internacional.

Empresas: AXA

De acordo com a imprensa especializada, a empresa francesa prevê duplicar o nível de receitas nos mercados asiáticos nos próximos 3 anos, seja por via de crescimento orgânico e/ou aquisições.

Empresas: FRANCE TELECOM

A operadora francesa encontra-se em conversações com a chinesa ZTO, com o objectivo de adquirir uma posição maioritária na operadora Congo China Telecom – 4º maior operador móvel daquele país Africano.

18-07-2011: Mercados Financeiros

Macroeconomia: A nível macroeconómico, destaque para a divulgação do Índice de Preços no Consumidor nos EUA, o qual recuou 0,2% face ao mês anterior, que compara com a quebra de 0,1% antecipada pelo mercado. No que concerne o Empire Manufacturing, este registou uma contracção de 3,76 pontos quando era esperado um aumento de 5,0, enquanto a Produção Industrial ficou sensivelmente em linha com as expectativas ao avançar 0,2%. Relativamente ao indicador de confiança da Universidade de Michigan, este desiludiu o mercado ao cifrar-se nos 63,8 pontos versus 72,2 esperados.

Crude: Os futuros do crude para entrega em Agosto negociados em after hours na Nymex prolongaram o recente movimento de valorização, fixando-se nos USD 97,17 por barril.

EUA: Encetando uma recuperação intra-diária assinalável, os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram com ganhos generalizados, destacando-se em particular a recuperação dos segmentos tecnológico e petrolífero, traduzindo essencialmente um movimento de recuperação técnico face à dimensão das perdas recentes.

Europa: Os principais índices accionista europeus encerraram a última sessão da semana com perdas – CAC (-0,66%), AEX (-0,29%) e DAX (+0,07%) – pressionados pela divulgação dos resultados de stress tests agendada para após a sessão de hoje, assim como pela quebra inesperada da confiança dos consumidores norte-americanos. Naturalmente, o sector financeiro liderou as perdas, destacando-se a underperformance do Credit Agricole (-3,06%) e do Commerzbank (-2,95%). O sector farmacêutico liderou os ganhos com a Sanofi a avançar 1,28% após ser seleccionada como top pick por uma casa de investimento internacional. Destaque para a desvalorização da BHP Billion (2%) após acordar a compra da Petrohawk Energy por USD 12,1 mil mn, e para a valorização das automakers alemãs – BMW (+2,35%) e Volkswagen (+2,8%) – após uma casa de investimento internacional anunciar que prevê lucros recorde no primeiro semestre para o sector automóvel alemão.

Portugal: O principal índice nacional encerrou a sessão a recuar cerca de 0,42%, em linha com as perdas registadas pelos seus congéneres europeus, em antecipação à divulgação dos resultados dos “stress tests” à banca europeia. Destaque para a Galp que encerrou a valorizar 2,93%, após ter divulgado os resultados operacionais previsionais do primeiro semestre de 2011. Realce ainda para as valorizações da Sonae.com, REN e BPI com resultados positivos de 0,92%, 1,14% e 1,64% respectivamente. Os restantes títulos do sector financeiro encerraram em terreno negativo, sendo o Banif (-3,33%) o banco que registou a maior queda – BCP (1,55%) e BES (-0,87%). A Zon Multimedia liderou as perdas na sessão, encerrando a recuar 3,64% ainda que sem newsflow relevante que o justifique. Destaque para a ligeira valorização da EDP Renováveis (+0,14%) após ter divulgado resultados operacionais previsionais do primeiro semestre.

Ásia: Os principais índices accionistas asiáticos iniciaram a semana com desvalorizações em torno de meio ponto percentual, reflectindo a incerteza em torno dos problemas que assolam a crise de dívida na Europa, bem como a indefinição no que respeita o acordo de medidas no Senado norte-americano com o objectivo de redução do défice orçamental. Refira-se em nota individual que a negociação do índice nipónico Nikkei 225 esteve encerrada na presente sessão.

Philips: A empresa anunciou que pretende reduzir os custos em EUR 500 mn após reportar a maior perda da última década e depois de não prever melhorias ao nível da performance operacional. Esta poupança de custos ajudará numa melhoria das margens. O EBITDA no 2Q11 recuou para EUR 370 mn face aos EUR 506 mn observados em período homólogo, ainda assim acima dos EUR 304 mn estimados pelos analistas. A empresa reportou uma perda líquida de EUR 1,34 mil mn após imparidades relacionadas com o valor de alguns dos seus activos ao nível do segmento de iluminação e de Health Care. Adicionalmente, a empresa referiu que pretende avançar com um programa de compra de acções próprias de EUR 2 mil mn.

Stress Tests: 8 dos 90 bancos europeus chumbaram nos testes de stress, realizados pela Autoridade Bancária Europeia (EBA) e divulgados na última sexta-feira. Entre eles, os espanhóis CAM, Banco Pastor, Grupo Banco Grupo Caja, Unnim e CatalunyaCaixa, apresentaram um rácio “Core Tier I” inferior a 5%, e necessitarão de EUR 1500 mn de recapitalização dos EUR 2500 mn necessários para o conjunto dos bancos que falharam a avaliação. Os restantes 3 bancos são o EFG Eurobank, Oesterreichische Volksbak e Agricultural Bank Of Greece e necessitarão dos restantes EUR 1000 mn para se recapitalizarem.

Stress Tests: Os bancos nacionais analisados pela Autoridade Bancária Europeia (EBA) (Caixa Geral de Depósitos, Millennium BCP, Banco Espírito Santo, Espírito Santo Financial Group e BPI) passaram nos testes de stress divulgados na última sexta-feira. No entanto, os rácios de capitalização inferiores apresentados pelo Espírito Santo Financial Group e pelo BCP levaram o Banco de Portugal a incentivar um reforço de capital adicional.

Semapa: segundo o Diário Económico, o investimento na construção de uma nova fábrica de cimento em Angola, prevista para 2008 e com verbas de EUR 95 mn, ainda não começou devido a um impasse no desbloqueamento das verbas por parte do sócio angolano Encime.

Sonae: A subsidiária Sonae Sierra pretende vender a participação de 25% que detém no centro comercial Via Catarina, no Porto, para financiar a sua expansão internacional. De momento, a empresa tem em marcha seis centros comerciais em Itália, Alemanha, Roménia e Brasil os quais envolvem investimentos de EUR 318,8 mn.

Mota-Engil: A Tertir, subsidiária da empresa portuguesa, integrou uma missão empresarial à Ásia com o intuito de angariar negócios para a sua mais recente concessão portuária, o Porto Exterior de Caneliñas na Galiza.

Allianz: O CFO da empresa germânica revelou que o recente spike das yields italianas não se justifica por fundamentos macro-económicos, mas apenas pela indefinição no que respeita ao novo pacote de auxílio Grego, pelo
que poderá observar-se uma normalização das yields a médio-prazo.

BMW: A fabricante germânica prevê que manter o movimento operacional favorável ao longo de 2012, antecipando uma margem operacional no exercício entre os 8%-10% no período, caso não se verifique uma deterioração grave do actual contexto económico.

Lufthansa: O CFO da empresa – Stephan Gemkow – prevê que a generalidade das transportadoras Europeias retome os lucros a partir de 2013.

Metro: A marca da empresa germânica – The Saturn – prevê disponibilizar vendas de retalho online já a partir do 4º trimestre do ano actual.

Siemens: Alguns dos responsáveis da empresa francesa revelaram que o actual de trajecto de crescimento da actividade que se observa nalguns segmentos da empresa não deverá abrandar a curto-médio prazo.

Commerzbank: o banco alemão foi alvo de dois upgrades por parte de diferentes casas de investimento internacional.

Axa: De acordo com a imprensa especializada, a empresa francesa prevê duplicar o nível de receitas nos mercados asiáticos nos próximos 3 anos, seja por via de crescimento orgânico e/ou aquisições.

France Telecom: A operadora francesa encontra-se em conversações com a chinesa ZTO, com o objectivo de adquirir uma posição maioritária na operadora Congo China Telecom – 4º maior operador móvel daquele país Africano.

7 de julho de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

A nível macroeconómico, destaque para a divulgação das Encomendas às Fábricas na Alemanha, as quais avançaram 1,8% em Maio quando era esperada uma quebra de 0,5%. Nos EUA, no que concerne ao ISM Non-Manufacturing, este revelou-se inferior às expectativas (53,3 vs. 53,5 pontos).

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Agosto negociados em after hours na Nymex avançaram 83 cêntimos para USD 97,48 por barril.

Mercados: EUA

Os principais índices norte-americanos encerraram positivos apesar do newsflow negativo em torno da crise periférica na Europa e do aumento de taxas de juro na China. O S&P 500 avançou 0,1%, com o sector industrial e tecnológico a registarem as melhores performances ao avançarem meio ponto percentual. No polo oposto o sector financeiro e o de telecomunicações não escaparam às perdas. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average valorizaram 0,31% e 0,45% respectivamente.

Mercados: EUROPA

Os principais índices accionistas europeus registaram quebras na sessão – CAC (-0,48%), DAX (-0,11%) e AEX (-0,43%) – penalizados pela revisão em baixa do rating de Portugal por parte da Moody’s para Baa2 assim como pelo aumento da taxa de juro directora na China. Como esperado, o sector financeiro registou perdas relevantes na sessão, com o Credit Agricole, o BBVA e a Societé Generale a recuarem 4,88%, 2,51% e 2,15%, respectivamente. Destaque para a underperformance apresentada pela Carrefour (-3,77%) penalizado por newsflow em torno da fusão com a Companhia Brasileira Pão de Açúcar. O sector farmacêutico liderou os ganhos na Europa, impulsionado pela performance da Sanofi (+0,99%) após esta ter assinado um acordo de investigação com a Rib-X Pharmaceuticals, e da Bayer, a qual liderou os ganhos na Europa ao valorizar 1,34%, sem newsflow relevante que o justifique.

Mercados: PORTUGAL

O principal índice nacional encerrou a sessão a recuar 2,98%, uma performance consideravelmente inferior à das restantes bolsas europeias, penalizado pelo downgrade da Moody’s ao rating da república. Com todos os títulos a encerrarem negativos, o destaque vai naturalmente para a underperformance do sector financeiro, com o BCP, BPI e BES a recuarem 6,85%, 5,95% e 5,68% respectivamente. Também a EDP e a Portugal Telecom desvalorizaram 3,36% e 3,11% respectivamente, sendo que a Cimpor registou a melhor performance da sessão ao recuar 0,62%, num dia em todos os títulos do índice nacional negociaram significativamente pressionados.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno misto, pressionados pelo aumento de taxas de juro na China e pelos fracos dados macroeconómicos nos EUA. O Nikkei recuou 0,11%, com destaque para a underperformance do sector das utilities que recuou perto de 2%, sendo que a impedir maiores perdas esteve o sector de Oil&Gas que valorizou 0,32%.

Empresas: PORTUGAL TELECOM

O fim da golden share detida pelo Estado na PT facilita, no médio-prazo, a fusão entre a operadora portuguesa e a OI, dando origem à uma grande operadora lusófona. No entanto, dada a participação estratégica que o Governo Brasileiro detém na OI, será preciso ultrapassar os eventuais obstáculos políticos do Brasil.

Empresas: EDP

António Mexia foi eleito o melhor gestor ibérico em 2010 pela Câmara de Comércio e Indústria Luso Espanhola devido à estratégia de internacionalização que delineou para as empresas do grupo EDP.

Empresas: EDP

A InterOceânico, empresa que congrega accionistas angolanos, portugueses e israelitas, demonstrou interesse na privatização da EDP, após ter declarado já em Fevereiro que pretende adquirir uma participação até 5% numa empresa do sector energético.

Empresas: AIR FRANCE - KLM

A empresa pretende repartir de forma igual pelo Airbus e pelo Boeing as 100 novas encomendas que pretende realizar, contrariando a petição do país para que toda a encomenda fosse direccionada para a Airbus.

Empresas: ALCATEL-LUCENT

Uma empresa de private equity, Permira, está a oferecer USD 1,3 mil mn pela unidade Genesys na Alcatel-Lucent.

Empresas: LOUIS VUITTON

A empresa recebeu USD 1,45 mn de recompensa de um casa de contrafacção.

Empresas: DEUTSCHE BOERSE

Os accionistas da NYSE Euronext vão hoje votar a oferta de USD 9,33 mil mn realizada pelo operador alemão.

Empresas: THYSSENKRUPP

A empresa pretende angariar EUR 1,68 mil mn através da venda de acções, tendo como objectivo a redução do nível de dívida.

Empresas: BASF

A empresa alemã prevê custos de EUR 100 mn por ano entre 2013 e 2020 relativos às emissões de carbono.

Empresas: SUEZ ENVIRONNEMENT - VEOLIA ENVIRONNEMENT

As empresas foram alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional.

Empresas: SOLARWORLD

As empresas foram alvo de um downgrade por uma casa de investimento internacional.

Empresas: ASML

A empresa foi alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional.