A empresa viu os seus lucros no 1H11 avançarem 39%, com o EBITDA a situar-se nos EUR 563 mn, acima dos EUR 511 mn estimados pelos analistas. As vendas avançaram 8% para EUR 21,9 mil mn. A mais procura no segmento da aviação comercial colmatou o enfraquecimento das receitas no segmento militar. A empresa reiterou o outlook para 2011.29 de julho de 2011
Resultados: EADS
A empresa viu os seus lucros no 1H11 avançarem 39%, com o EBITDA a situar-se nos EUR 563 mn, acima dos EUR 511 mn estimados pelos analistas. As vendas avançaram 8% para EUR 21,9 mil mn. A mais procura no segmento da aviação comercial colmatou o enfraquecimento das receitas no segmento militar. A empresa reiterou o outlook para 2011.Resultados: HEIDELBERG CEMENT
A empresa reportou uma quebra de 10% dos resultados penalizada pelo aumento dos custos com energia. O resultado operacional recuou para EUR 441 mn, aquém dos EUR 480 mn estimados pelos analistas. As vendas avançaram 3% para EUR 3,39 mil mn, superando as estimativas de EUR 3,37 mil mn.
Resultados: SAINT-GOBAIN
A empresa reportou um resultado líquido de EUR 768 mn, acima dos EUR 501 registados em período homologo, ao mesmo tempo que reiterou a guidance anual.
Empresas: EDP
O CEO da eléctrica portuguesa, António Mexia, defende a venda de blocos de acções da EDP no âmbito da sua privatização em vez da sua dispersão em bolsa.
Empresas: SONAECOM
Segundo o Diário Económico, a France Telecom pretende vender a participação de 20% que detém na operadora portuguesa dado que não pretende deter posições minoritárias.
Empresas: SONAE INDUSTRIA
Em comunicado enviado à CMVM, o presidente da empresa nos últimos 7 anos, Bianchi de Aguiar, apresentou a sua demissão do cargo, sendo substituído interinamente por Rui Correia e João Paulo Pinto.
Empresas: CREDIT AGRICOLE
O banco francês referiu que a crise da dívida grega não terá um impacto superior a EUR 850 mn nos seus resultados relativos ao 2Q11.
Empresas: ROYAL DUTCH SHELL
A empresa anunciou que está confiante no início da exploração de petróleo no Alasca já no próximo ano.
Empresas: BBVA - REPSOL - STM MICROELECTRONICS
As empresas foram alvo de um downgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
29-07-2011: Mercados Financeiros
Macroeconomia: A nível macroeconómico realce para a divulgação dos novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA, os quais se cifraram nos 398 mil, abaixo das estimativas dos analistas. Na Zona-Euro o índice de confiança do consumidor atingiu os -11,2 pontos, apresentando uma melhoria face às expectativas que apontavam para -11,4 pontos.
Crude: Os futuros do crude para entrega em Setembro negociados em after hours na Nymex recuaram USD 0,52 para USD 96,92 por barril.
28 de julho de 2011
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
A nível macroeconómico, destaque para o índice de preços do consumidor na Alemanha que ficou acima do esperado subindo 2,6% vs 2,4% esperados. Nos EUA, os inventários de crude registaram uma quebra de 2296 mil, superando as expectativas que apontavam para um recuo de 2000 mil. De realçar que as encomendas de bens duradouros, registaram valores abaixo do esperado, recuando 2,1% contra os 0,3% esperados.
Mercados: EUA
Os principais índices norte-americanos registaram perdas significativas, penalizados pela falta de entendimento entre Republicanos e Democratas relativamente ao aumento do tecto da dívida e ao plano adjacente de redução de dívida. O S&P 500 recuou 2,03%, com o sector tecnológico a ser o mais penalizado, factor que justifica a queda mais acentuada de 2,56% do Nasdaq. Também o Dow Jones Industrial Average recuou 1,59%.
Mercados: EUROPA
Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX (-1,32%), CAC (-1,42%) e AEX (-1,08%) – penalizados mais uma vez pela falta de entendimento político ao nível do bloco norte-americano para o aumento do nível de endividamento do país. Todos os sectores encerraram negativos, com o sector tecnológico a registar a melhor performance, com a SAP a avançar 1,21% beneficiando da divulgação de resultados positivos relativos ao 2Q11. Já o sector financeiro registou a pior performance, com o Santander a recuar mais de 3% após resultados que desiludiram as estimativas dos analistas. Uma nota individual para a Arcelor Mittal que avançou 0,77% após resultados que superaram o consenso dos analistas, e para a Alcatel-Lucent que recuou perto de 7%, penalizada pelos fracos resultados apresentados por um dos seus peers.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português encerrou a sessão com perdas de 2,67%, em linha com a underperformance dos seus principais congéneres europeus ainda que tenha registado a maior desvalorização. O sector financeiro liderou as perdas, com particular destaque para o BCP, o qual recuou 6,73% na sua última sessão antes da apresentação de resultados semestrais que terá hoje lugar. Realce para as perdas de 5,58% registadas pela Jerónimo Martins, após ser retirada da lista de favoritos de uma casa de investimento internacional, mesmo após apresentar resultados que superaram as expectativas dos analistas. Já a EDP Renováveis encerrou a recuar 0,31% após ter apresentado resultados que superaram o consenso de mercado. Apenas a Cimpor registou ganhos na sessão (+2,24%) após declarações por parte da Camargo Corrêa de que poderá fazer uma OPA à Cimpor no momento apropriado.
Resultados: BCP
Anunciou na véspera após o fecho de mercado que os lucros no 1H11 atingiram EUR 88,4 mn, traduzindo uma quebra de 45,8% face aos resultados obtidos no período homólogo e que comparam desfavoravelmente com aquela que era a projecção média da comunidade de analistas. A evolução negativa do bottomline foi essencialmente penalizada pela diminuição dos resultados em operações financeiras (EUR 21 mn vs EUR 314 mn no período homólogo) e pelo reforço significativo das dotações para imparidade de crédito (aumentaram de EUR 384 mn para EUR 562 mn no 1H11), não obstante se ter verificado uma evolução positiva da margem financeira, a qual registou um incremento de 14,6% para EUR 807,7 mn, isto para além de se ter observado uma redução dos custos operacionais (-3,5% numa base consolidada para EUR 749,5 mn). A actividade em Portugal apresentou lucros de EUR 24 mn (-82,6%), em contraste com a evolução claramente mais positiva da actividade internacional que totalizou EUR 64,4 mn, traduzindo um incremento homólogo de 154,1%.
Resultados: BCP
Ao nível dos principais indicadores de solvabilidade, realce para o rácio Core Tier I que se situou nos 8,5% no 1H11 e 9,3% no que respeita o Tier I, ao passo que o rácio total ascendeu a 10,5%, com a generalidade destes indicadores a comparar favoravelmente com o observado no ano transacto, em função do relevante aumento de capital que foi realizado no presente exercício. Adicionalmente, refira-se que o rácio de crédito sobre depósitos fixou-se nos 144% (vs 160% no 1H10, traduzindo o esforço de desalavancagem do BCP e que tem sido adoptada pela generalidade da banca nacional. Uma nota final para a redução do uso do BCE para o financiamento da actividade do Banco no médio prazo, ainda que esta exposição ascenda a EUR 15 mil mn – traduzindo nesse particular a maior dependência ao BCE entre os principais bancos nacionais.
Resultados: BCP
No âmbito da divulgação dos resultados trimestrais da instituição, o BCP definiu uma clara redefinição da sua estratégia internacional que passará pela entrada num conjunto de mercados internacionais de elevado potencial – destacando-se entre outros o Brasil, China e Moçambique – admitindo a possibilidade da venda de activos na Europa que são entendidos pelo management como não core (Polónia, Grécia e Roménia), caso surjam obviamente propostas interessantes. A equipa de gestão revela que esta estratégia pretende acompanhar as alterações no que respeita o eixo mundial da riqueza, afastando qualquer tipo de pressão que possa ter sido exercida por alguns dos actuais accionistas para que o BCP procedesse a alterações estratégicas tão significativas como as que foram anunciadas na véspera.
Resultados: ZON
A ZON apresentou resultados semestrais que revelaram uma quebra dos lucros de 15,4% para os EUR 19,4 mn, ainda assim superando o consenso de mercado que apontava para uma quebra de 28,7%. Já o EBITDA avançou 5,7% no 1S e 3% quando consideramos a performance trimestral, traduzindo-se num aumento da margem EBITDA para 37,1% em ambos os casos, impulsionados pelo bom desempenho das receitas mensais de Triple Play.Resultados: ALCATEL - LUCENT
A empresa francesa apresentou resultados do 2T11 que superaram as expectativas dos analistas, impulsionados pelo aumento da procura na América do Norte e América Latina assim como na Ásia. As vendas avançaram 2,4% para os EUR 3,9 mil mn enquanto os lucros atingiram os EUR 43 mn, que compara com as perdas registadas no mesmo trimestre do ano anterior e com os EUR 13 mn que eram antecipados pelo mercado. A equipa de gestão reiterou a guidance anual, prevendo crescer a um ritmo mais elevado que o mercado e registando uma margem operacional superior a 5% das vendas.
Resultados: LAFARGE
A cimenteira francesa desiludiu as estimativas do mercado, ao apresentar os resultados do 2T cujos lucros se cifraram nos EUR 289 mn, quando o mercado antecipava lucros de EUR 304 mn. Ainda assim, a empresa reiterou a guidance anual.
Resultados: INFINEON TECHNOLOGIES
A empresa alemã apresentou resultados do 3T fiscal, os quais superaram as estimativas dos analistas, tendo reportado um aumento dos lucros operacionais de 54% para os EUR 212 mn, quando o mercado previa um aumento para os EUR 198 mn. A empresa elevou a guidance anual baseada no aumento da procura de chips utilizados nos equipamentos de electrónica e no sector automóvel, prevendo um aumento das vendas anuais superior a 20%.
Resultados: LUFTHANSA
A segunda maior companhia aérea europeia reportou lucros que ficaram aquém das expectativas dos analistas, penalizados pela crise política nos países Árabes e pelo aumento do preço do crude nos mercados internacionais.
Resultados: RENAULT
A carmaker francesa apresentou resultados semestrais os quais foram penalizados pelo aumento do custo das matérias-primas e problemas no fornecimento de partes (Japão) assim como pela manutenção de uma procura fraca na Europa. O EBITDA recuou 19% para os EUR 630 mn, ainda assim superando as expectativas dos analistas que apontavam para EUR 595 mn, enquanto as receitas aumentaram 7,3% para os EUR 21,1 mil mn. Relativamente ao outlook anual, a empresa reiterou a sua estimativa de crescimento das vendas, ainda que tenha revisto em baixa a estimativa para o crescimento do mercado automóvel para 3 a 4% quando antes estimava um crescimento de 6%.
Resultados: VALEO
A segunda maior fabricante de peças automóveis francesa reportou um aumento dos lucros de 30% no 1S beneficiando do aumento da procura pelas suas tecnologias eficientes superior ao crescimento do mercado automóvel.
Resultados: DANONE
A empresa anunciou que o resultado líquido do primeiro semestre ficou abaixo das expectativas dos analistas, que esperavam lucros de EUR 899,1 mn atingindo apenas EUR 861 mn. Apesar deste resultado ter sido abaixo das expectativas ficou acima dos resultados apresentados no período homólogo (EUR 838 mn). A explicação por parte da Danone para estes resultados deve se ao facto de os custos com o leite e o plástico ter subido, mas dizem que estes custos não teram tanto impacto no período seguinte.
Resultados: REPSOL
A empresa espanhola apresentou um lucro ajustado de EUR 485 mn no 2Q11, abaixo do registado em período homólogo, ainda que acima das estimativas dos analistas que previam um lucro de EUR 418 mn.
Resultados: TELEFÓNICA
A operadora apresentou uma quebra de 27% nos lucros no 2Q11, penalizada por um aumento d competição no mercado doméstico. O resultado liquido situou-se nos EUR 1,54 mil m, aquém dos EUR 2,12 mil mn alcançados em período homologo, e abaixo dos EUR 1,64 mil mn estimados pelos analistas. Já as vendas avançaram 2,2% para EUR 15,45 mil mn, ainda que aquém das estimativas de EUR 15,7 mil mn. A América Latina será a grande aposta da empresa que prevê mesmo a diminuição de cerca de 20% dos postos de trabalho no mercado espanhol.
Resultados: Casino Guichard Perrachon
A retalhista francesa apresentou um resultado liquido de EUR 133 mn, aquém dos EUR 166 mn observados em período homólogo, e aquém dos EUR 197 mn estimados pelos analistas. Na sequencia da divulgação dos resultados a empresa adiantou que pretende elevar o seu target de venda de activos em 2011, de EUR 700 mn para mais de EUR 1000 mn.
Resultados: BASF
A maior empresa química a nível mundial apresentou um lucro de EUR 2,24 mil mn, sensivelmente em linha com o observado em período homólogo, mas aquém das estimativas de EUR 2,4 mil mn. As vendas avançaram 14% para EUR 18,5 mil mn. Adicionalmente a empresa reiterou a guidance para o presente ano.
Resultados: BAYER
A empresa anunciou um resultado líquido de EUR 747 mn, aquém dos EUR 777,7 mn estimados pelos analistas.
Resultados: AIR FRANCE
A transportadora aérea francesa reportou uma quebra dos lucros penalizada por um enfraquecimento da procura e aumento dos custos com combustível. A empresa registou uma perda de EUR 145 mn, significativamente aquém dos lucros de EUR 43,4 mn estimados.
Resultados: DEUTSCHE LUFTHANSA
A empresa alemã também registou um resultado líquido aquém das estimativas, com lucros de EUR 3 mn, abaixo dos EUR 96 mn estimados, penalizada igualmente por uma quebra na procura e aumento dos custos dos combustíveis.
Resultados: FRANCE TELECOM
A empresa de telecomunicações francesa um declínio de 2,2% no 1H11. O EBITDA recuou para EUR 7,61 mil mn, quem dos EUR 7,78 mil mn observados em período homologo, sensivelmente em linha com os EUR 7,63 mil mn estimados. As receitas avançaram 1,9% para EUR 22,6 mil mn. A empresa reiterou a guidance para o resultado de 2011.
Resultados: SANOFI
A empresa anunciou um resultado líquido e EUR 2,15 mil mn, sensivelmente aquém das estimativas de EUR 2,13 mil mn, enquanto as vendas se situaram em linha com as estimativas de EUR 8,35 mil mn. A empresa reviu em alta a guidance para o presente ano, impulsionada pela aquisição da Genzyme.
Resultados: ROYAL DUTCH SHELL
A petrolífera reportou um resultado líquido de USD 8,66 ml mn, acima dos USD 4,39 mil mn observados em período homólogo, em linha com as estimativas. A produção recuou 2% no período.
Resultados: SIEMENS
A empresa reportou uma quebra nos seus resultados trimestrais de 47%. O resultado líquido recuou para EUR 763 mn, aquém dos EUR 1,43 mil mn observados em período homólogo. A empresa continua a reiterar o seu target de atingir um lucro de EUR 7,5 mil mn relativos aos resultados anuais cujo exercício termina em Setembro de 2011. As vendas avançaram 2% para EUR 17,84 mil mn, impulsionada pelo segmento industrial.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
A participada brasileira OI perdeu quota de mercado no Brasil em Junho, tendo fechado o mês com 41,5 mn de clientes o que corresponde a 19,1% do mercado contra 19,38% que a empresa apresentava em Maio.
Empresas: BPN
Após a fase de apresentação de propostas de compra, em que foram apresentadas 4 propostas, apenas três passaram à fase de negociação – BIC Angola, Montepio Geral e Núcleo Estratégico de Investidores (NEI).
Empresas: JERÓNIMO MARTINS
A retalhista portuguesa vai criar um fundo de emergência social para ajudar cerca de 1200 trabalhadores carenciados, tanto através de ajuda financeira como através de ajuda técnica.
Empresas: JERÓNIMO MARTINS
A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: BP
Segundo os advogados da petrolífera britânica, os trabalhadores não poderão processar os gestores do plano de pensões por estes terem escolhido investir em acções próprias visto que os investimentos foram inicialmente aceites pelos trabalhadores.
Empresas: Merck KgaA - Vallourec - Areva
As empresas foram alvo de um downgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
28-07-2011: Mercados Financeiros
Macroeconomia: A nível macroeconómico, destaque para o índice de preços do consumidor na Alemanha que ficou acima do esperado subindo 2,6% vs 2,4% esperados. Nos EUA, os inventários de crude registaram uma quebra de 2296 mil, superando as expectativas que apontavam para um recuo de 2000 mil. De realçar que as encomendas de bens duradouros, registaram valores abaixo do esperado, recuando 2,1% contra os 0,3% esperados.
Crude: Os futuros do crude para entrega em Setembro negociados em after hours na Nymex recuaram USD 0,89 para USD 96,51 por barril.
26 de julho de 2011
Mercados: EUA
Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno negativo, pressionados pela incerteza em torno do aumento do tecto da dívida. O S&P 500 recuou 0,56%, com o sector das telecomunicações a ser o mais penalizado. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average registaram uma performance negativa, ao recuarem 0,56% e 0,7% respectivamente.
Mercados: EUROPA
Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram a primeira sessão da semana em terreno misto – DAX (+0,25%), CAC (-0,77%) e AEX (-0,39%) – pressionadas pelo impasse relativamente ao aumento do tecto da dívida nos EUA e pelas preocupações de que poderá culminar num default da dívida norte-americana assim como pelo downgrade à dívida grega por parte da Moody’s. Consequentemente, o sector financeiro liderou as perdas na Europa com destaque para as perdas registadas pelos bancos italianos Intesa Sanpolo e Unicredit (8,33% e 7,06%, respectivamente). Realce para as perdas de 1,8% registadas pela Ryanair após apresentar resultados que ficaram aquém das expectativas dos analistas. No pólo oposto, destaque para os ganhos da Fiat (+5,4%) após a sua unidade de tractores e camiões elevar a guidance anual e da Roche (+2,0%) após ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus encerraram a primeira sessão da semana em terreno misto – DAX (+0,25%), CAC (-0,77%) e AEX (-0,39%) – pressionadas pelo impasse relativamente ao aumento do tecto da dívida nos EUA e pelas preocupações de que poderá culminar num default da dívida norte-americana assim como pelo downgrade à dívida grega por parte da Moody’s. Consequentemente, o sector financeiro liderou as perdas na Europa com destaque para as perdas registadas pelos bancos italianos Intesa Sanpolo e Unicredit (8,33% e 7,06%, respectivamente). Realce para as perdas de 1,8% registadas pela Ryanair após apresentar resultados que ficaram aquém das expectativas dos analistas. No pólo oposto, destaque para os ganhos da Fiat (+5,4%) após a sua unidade de tractores e camiões elevar a guidance anual e da Roche (+2,0%) após ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice português encerrou a primeira sessão da semana a recuar 0,71%, em linha com os seus congéneres europeus. Destaque para o sector financeiro que foi o mais penalizado, onde todos os bancos encerraram em terreno negativo – BCP (-4,75%), BES (-5,52%), BPI (-2,89%) e Banif (-1,54%). Realce para a Jerónimo Martins a qual encerrou a sessão a valorizar 2,11% após ter decidido encerrar as suas lojas de electrodomésticos Electric Co. para se focar no retalho alimentar. Segundo noticiado pelo Diário Económico, representantes da China Power International estiveram em Lisboa, para reiterar o seu interesse na compra de uma participação de 10% no capital da EDP, levando o título a valorizar 0,28%. Realce para as perdas registadas pela Portugal Telecom (-0,96%) mesmo após apresentar resultados preliminares do primeiro semestre os quais se revelaram positivos.
Resultados: BPI
Anunciou que os lucros no 1H11 atingiram EUR 79,1 mn, traduzindo um declínio de 20,4% face ao período homólogo e que compara com os EUR 79,7 mn em que se situava a projecção média da comunidade de analistas, sendo que a instituição reconheceu um encargo de EUR 7,6 mn relativo à contribuição extraordinária sobre o sector bancário, sem o qual a queda do lucro teria sido de apenas 12,8%. Já a margem financeira recuou 4,7% para EUR 305,1 mn, ao passo que o Produto bancário aumentou 9,9% para EUR 603,9 mn, beneficiando essencialmente da evolução favorável da rubrica de ganhos em operações financeiras (+20%). Adicionalmente, a instituição reconheceu igualmente um custo de EUR 40 mn relativo a um programa de reformas antecipadas a concretizar até final de 2011 e um reforço das imparidades de crédito no valor global de EUR 24 mn. Refira-se que a actividade doméstica contribuiu com EUR 31,8 mn para o lucro no 1H11, enquanto o peso da actividade internacional, através do BFA em Angola, assegurou EUR 47,4mn – traduzindo cerca de 60% do respectivo bottomline.
Resultados: BPI
Ao nível dos principais indicadores de solvabilidade, refira-se que o rácio Core Tier I subiu de 8,1% para 9,1% e o Tier I atingiu 9,6% (vs 8,6% anterior), com o rácio total a fixar-se nos 10,7%. Refira-se que ao nível do rácio de transformação de depósitos em crédito, este situou-se nos 110%, sendo que no final de Junho o financiamento líquido do BPI junto do BCE fixou-se nos EUR 1 mil mn.
Resultados: DEUTSCHE BANK
O banco alemão reportou um incremento dos lucros de 3,3% no 2Q11. O resultado líquido atingiu os EUR 1,2 mil mn, o que compara positivamente com os EUR 1,16 mil mn registados em período homólogo, e negativamente com os EUR 1,3 mil mn estimados pelos analistas. As receitas atingiram os EUR 8,54 mil mn, aquém das estimativas de EUR 8,74 mil mn previstos pelos analistas. A crise periférica fez-se sentir na performance do banco, nomeadamente através da área de trading que registou uma quebra no negócio. Uma nota final para a participação do banco alemão no novo plano de auxílio à Grécia, registando em balanço uma perda de EUR 155 mn em obrigações gregas.
Resultados: KPN
A operadora holandesa reportou uma quebra de 11%, resultante da diminuição das tarifas telefónicas e do aumento do uso das redes sociais e do skype. O resultado líquido recuou para EUR 414 mn, aquém dos EUR 464 mn registados em igual período do ano anterior e aquém dos EUR 439 mn estimados pelos analistas. A empresa reiterou a guidance para o presente ano.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
A operadora nacional garante que vai manter os dividendos anunciados até 2014, onde prevê um aumento entre 3% a 5% até 2014, tendo já um dividendo ordinário intercalar este ano.
Empresas: EDP RENOVÁVEIS
A empresa fechou ontem um acordo para se refinanciar de cerca de €103mn no Brasil, podendo assim apostar em vários parques eólicos.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Os accionistas aprovam hoje em assembleia geral extraordinária, marcada para as 15h, o fim das acções especiais do Estado.
Empresas: INFINEON
O seu maior rival, STMicroelectronics reportou um ganho de 18% nos resultados do 2Q11.
Empresas: DEUTSCHE BANK
Anshu Jain e Juergen Fitschen irão ser os co-CEO do banco alemão a partir de 2012.
26-07-2011: Mercados Financeiros
Macroeconomia: Não se registou a divulgação de indicadores macro-económicos relevantes nesta data.
Crude: Os futuros do crude para entrega em Setembro negociados em after hours na Nymex avançaram USD 0,4, ou 0,4%, para USD 98,80 por barril.
EUA: Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno negativo, pressionados pela incerteza em torno do aumento do tecto da dívida. O S&P 500 recuou 0,56%, com o sector das telecomunicações a ser o mais penalizado. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average registaram uma performance negativa, ao recuarem 0,56% e 0,7% respectivamente.
25 de julho de 2011
Mercados: EUA
Os principais índices norte-americanos registaram na generalidade, mais uma sessão de ganhos, beneficiando do optimismo em torno dos novos avanços em torno da crise da dívida periférica na europa. O S&P 500 avançou 0,09%, com destaque para o sector tecnológico que esteve em claro destaque na sessão, beneficiando nos bons resultados apresentados pela Microsoft. Também o Nasdaq avançou 1,05% e o Dow Jones Industrial Average recuou 0,34%.
Mercados: EUROPA
O optimismo dos investidores em torno do anúncio do novo plano de resgate à Grécia no valor global de EUR 159 mil mn e que envolverá a participação dos credores privados em EUR 50 mil mn desse montante, bem como a propalada flexibilização do FEEF ao dotar este veículo de mecanismos capazes de actuar numa lógica similar a um Fundo Monetário Europeu (compra de dívida, linhas de crédito de emergência, recapitalização dos Bancos via Estados) motivou o prolongamento dos ganhos recentes dos índices accionistas, tendo o DAX, CAC e IBEX avançado 0,50%, 0,68% e 0,42% respectivamente, observando-se igualmente uma forte quebra das yields periféricas no mercado de dívida. Na esfera sectorial, realce para a diferente amplitude registada por alguns dos principais títulos do sector financeiro, contrastando os fortes ganhos dos bancos gregos – Alpha Bank (+18,81%) e National Bank of Greece (+9,39%) – com a correcção técnica observada por algumas instituições Core e/ou semi-core, nomeadamente os espanhóis Santander (-1,15%) e BBVA (-0,97%).
Mercados: PORTUGAL
O principal índice português encerrou a última sessão da semana com a maior valorização entre os seus congéneres europeus, registando ganhos de 1,47%. O sector financeiro chegou a liderar os ganhos mas encerrou um pouco abaixo dos valores atingidos a meio da sessão, tendo sido o BES (+3,87%) o banco que mais valorizou – BCP (-0,30%), BPI (+0,68%) e Banif (+1,77%). O título que liderou os ganhos foi a Sonae Indústria valorizando cerca de 4,8%, apesar de não ter qualquer tipo de newsflow que o justifique. Destaque para a EDP a qual valorizou 3,61% após ter sido noticiado pelo Jornal de Negócios que a privatização do bloco de 20% da EDP por parte do Estado poderá ser vendida a alemã RWE.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices asiáticos encerraram me terreno negativo, com o presidente dos EUA a não conseguir reunir consenso em torno do aumento do tecto da dívida, numa altura em que se aproxima a data limite, 2 de Agosto. O Nikkei recuou 0,81%, com realce para a underperformance do sector financeiro e utilities.
Empresas: EDP
Segundo o Diário Económico, representantes da China Power International estiveram em Lisboa, para reiterar o seu interesse na compra de uma participação de 10% no capital da eléctrica portuguesa. Também as francesas EDF e GDF Suez, assim como a alemã RWE, são apontadas como potenciais interessadas na privatização.Empresas: PORTUGAL TELECOM
Amanhã decorrerá a Assembleia Geral extraordinária agendada que tem como objectivo a alteração dos estatutos para terminar os direitos especiais do Estado.
Empresas: JERÓNIMO MARTINS
A retalhista portuguesa decidiu encerrar as suas lojas de electrodomésticos Electric Co. para se focar no retalho alimentar.
Empresas: DEUTSCHE BANK
Segundo um jornal alemão, o banco deverá reportar uma perda de 50% em dívida grega, no âmbito da participação dos privados no novo plano de auxílio à Grécia.
Empresas: DEXIA
O banco poderá enfrentar perdas de EUR 461 mn em dívida grega, se participar no novo plano de auxílio ao país.
LONDON STOCK EXCHANGE GROUP
Depois de falhadas as conversações entre o Deutsche Boerse e o Nasdaq OMX Group, a bolsa de Londres poderá ser a próxima aposta do grupo norte-americano.
Empresas: SIEMENS
O actual CEO da empresa alemã deverá estender o seu contracto com a empresa por mais 5 anos.
Empresas: AIR FRANCE - KLM
A companhia aérea francesa chegou a acordo com a sua tripulação relativamente a alterações laborais, regressando a empresa ao seu funcionamento normal.
Empresas: CREDIT AGRICOLE
A banco francês também deverá participar no novo plano de auxílio à Grécia.
Empresas: KPN - DEUTSCHE TELEKOM
As empresas do sector de telecomunicações foram alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacional.
25-07-2011: Mercados Financeiros
Macroeconomia: Não se registou a divulgação de indicadores macro-económicos relevantes nesta data.
Crude: Os futuros do crude para entrega em Setembro negociados em after hours na Nymex recuaram USD 1,13, para USD 98,74.
EUA: Os principais índices norte-americanos registaram na generalidade, mais uma sessão de ganhos, beneficiando do optimismo em torno dos novos avanços em torno da crise da dívida periférica na europa. O S&P 500 avançou 0,09%, com destaque para o sector tecnológico que esteve em claro destaque na sessão, beneficiando nos bons resultados apresentados pela Microsoft. Também o Nasdaq avançou 1,05% e o Dow Jones Industrial Average recuou 0,34%.
22 de julho de 2011
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
A nível macroeconómico, destaque para os novos pedidos de subsídios de emprego nos EUA, os quais superaram as expectativas ao avançarem 418k quando era esperado um avanço de 410k. Também nos EUA, o total de subsídios de emprego registou uma quebra de 3727k para 3698k, superando as expectativas que apontavam para um recuo para 3705k.
Mercados: EUA
Acelerando face aos ganhos iniciais, os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram com ganhos generalizados, beneficiando da expectativa favorável quanto à definição do novo plano de resgate à Grécia e à maior aproximação da classe política norte-americana quanto ao levantamento do tecto da dívida. Em termos sectoriais, realce para a outperformance lógica apresentada por alguns dos principais players do sector financeiro.
Mercados: EUROPA
Os principais índices europeus encerraram a sessão com fortes ganhos – DAX (+0,95%), CAC (+1,66%) e AEX (+1,88%) – depois de um intenso newsflow em torno de novas medidas de contenção da crise periférica, mais especificamente em torno da crise grega. Medidas como a extensão das maturidades e redução de taxas dos empréstimos já concedidos pelas Instituições Europeias aos países periféricos, possibilidade de compra de obrigações soberanas em mercado secundário por parte do FEEF, possibilidade de auxílio na recapitalização dos bancos através dos governos locais por parte do FEEF, têm sido avançadas durante o dia de hoje, aguardando-se ainda por desenvolvimentos adicionais. Beneficiando deste newsflow positivo, o sector financeiro registou ganhos médios superiores a 4,5%. Assim, o Santander, BNP Paribas e BBVA avançaram 4,42%, 4,18% e 5,54% respectivamente. Já o sector de Health Care registou a pior performance, acompanhado pelo sector automóvel que registou perdas em redor de 1%. Uma nota adicional para a forte correcção observada ao nível das yields das economias periféricas na generalidade dos prazos.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português encerrou a sessão com a maior valorização entre os seus congéneres europeus, registando ganhos de 2,47%, beneficiando do alívio relativamente à resolução da crise da dívida soberana. O sector financeiro liderou os ganhos na sessão, à semelhança do movimento sectorial a nível europeu, com o BES, BPI e BCP a registarem valorizações de 8,99%, 6,74% e 5,96%, respectivamente. Também a Portugal Telecom, EDP e Jerónimo Martins encerraram a valorizar 3,54%, 3,43% e 1,87%, respectivamente, ainda que sem newsflow empresarial que o justifique. Realce para as únicas perdas no índice, da Portucel (-0,78%) e Galp (-0,19%), a primeira após apresentar resultados semestrais que ficaram aquém das expectativas dos analistas.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos finalizaram com ganhos acima de um ponto percentual, beneficiando do maior optimismo dos investidores em torno do anúncio do novo plano de resgate à Grécia e a sua capacidade de evitar o efeito de contágio a outras economias europeias. O índice nipónico Nikkei 225 avançou 1,22% para 10132, destacando-se a outperformance dos sectores de bens de consumo e financeiro.
Resultados: MICROSOFT
A empresa anunciou na véspera após o fecho de mercado que os lucros atingiram USD 5,87 mil mn (+30% YoY) ou USD 0,69 por acção (vs USD 0,58 estimados pelo mercado), tendo as vendas no 2Q11 totalizado USD 17,4 mil mn, praticamente em linha com o consenso (USD 17,2 mil mn), suportada pelo nível de procura favorável que se observou no segmento empresarial. Ainda assim, os títulos da empresa permaneceram relativamente inalterados em negociação after hours.
Mercados: GRÉCIA
No âmbito da Cimeira Extraordinária do Eurogrupo realizada na véspera, foram acordados os contornos do 2º plano de assistência externa à Grécia – materializados num valor global de EUR 159 mil mn, dos quais EUR 109 mil mn serão disponibilizados pelos respectivos mecanismos Europeus e do FMI, ao passo que os remanescentes EUR 50 mil mn contarão com o envolvimento dos credores privados, tanto por via de um programa de recompra de dívida (EUR 12,6 mil mn) como por um conjunto de alternativas que assentam no mecanismo de debt swap (EUR 37 mil mn) - troca voluntária de dívida Grega por novas Obrigações AAA emitidas pelo FEEF com maturidades de longo prazo (15/30 anos) cujos detalhes técnicos deverão ser explicitados durante a presente sessão (13H CET) – medidas que no seu conjunto irão contribuir para a redução do nível de endividamento da Grécia e que poderão precipitar um eventual default selectivo (temporário) da dívida Grega considerado por parte das agências de rating. Ainda assim, o próprio BCE já assegurou que poderá aceitar os títulos de dívida Grega mesmo em caso de incumprimento, permitindo que os bancos gregos continuem a aceder aos mecanismos de cedência especial de liquidez junto do BCE, atendendo a que os líderes Europeus acordaram conceder garantias adicionais sobre a dívida Grega no montante de EUR 35 mil mn.Mercados: GRÉCIA
A mesma Cimeira também determinou que será revista em baixa a taxa de juro cobrada à Grécia (de 5% para 3,5%), bem como o alargamento dos prazos de reembolso dos empréstimos (de 7,5 para um mínimo de 15 e um máximo de 30 anos), medidas que serão também adoptadas nos outros 2 países resgatados (Irlanda e Portugal), ainda que no caso Irlandês se verifique um maior compromisso no sentido da convergência da carga fiscal com o nível praticado nos outros países Europeus – traduzindo o objectivo dos líderes Europeus em promover uma maior confiança do mercado no sucesso dos respectivos programas de ajustamento. Adicionalmente, foram acordados os termos de flexibilização do FEEF no âmbito da criação de uma espécie de Fundo Monetário Europeu, destacando-se: 1) possibilidade de recapitalização indirecta dos bancos (via Estados mesmo que não intervencionados) sujeitos a perdas com exposição à dívida Grega; 2) concessão de linhas de crédito de emergência a países com dificuldades pontuais em se financiar no mercado; 3) possibilidade de intervenção em mercado secundário para compra de dívida soberana periférica, ainda que dependente do contexto de “stress” do mercado e da prévia aceitação dos restantes Estados Membros.Mercados: GRÉCIA
Uma nota ainda de destaque para o facto de ter sido rejeitada a possibilidade de adopção de um imposto extraordinário sobre a Banca (em linha com o proposto recentemente pelo eixo francês) no âmbito da contribuição do sector privado para este novo plano de resgate à Grécia. Adicionalmente, saliente-se que alguns dos principais responsáveis Europeus (Juncker e Sarkozy) aludiram que este consubstanciar-se-á no último pacote de auxílio à Grécia e não será replicado noutros países em dificuldades.Empresas: EDP
Segundo o Jornal de Negócios, a privatização do bloco de 20% da EDP será mais rentável para o Estado se for feita a um só accionista – por incorporar um prémio de controlo -, pelo que já foi agendada uma Assembleia Geral extraordinária para o dia 25 de Agosto, com o intuito de alterar a blindagem dos direitos de voto que actualmente se cifra nos 5% para 20%.Empresas: PORTUGAL TELECOM
Segundo um comunicado à CMVM, o Norges Bank reduziu a sua posição no capital da empresa portuguesa para 4,93%.
Empresas: ADIDAS
A equipa de gestão revelou que beneficiará de um incremento entre 6% a 9% das receitas no presente exercício, mantendo-se a tendência favorável observada nos últimos trimestres. A empresa germânica foi igualmente alvo de um upgrade concedido por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: VOLKSWAGEN
A fabricante germânica revelou que poderá elevar a sua participação na joint venture da unidade francesa denominada FAW-Volkswagen para 49% do respectivo capital, em detrimento dos actuais 40% do capital.
Empresas: EADS - BOEING
As principais fabricantes aeronáuticas a nível mundial deverão, segundo notícias avançadas no La Tribune, partilhar uma ordem conjunta por parte do grupo Air France-KLM que ascende a USD 25 mil mn repartida entre 50 aviões A350 (Airbus) e 50 B787 (Boeing), com possibilidade da entrega adicional de 25 aparelhos por casa empresa.
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