A eléctrica francesa reportou um aumento de 6,2% dos lucros no 1H11, com o EBITDA a avançar para EUR 8,62 mil mn, acima dos EUR 8,58 mil mn estimados. Os resultados foram impulsionados por um aumento do output nuclear em France e no Reino Unido. A empresa reiterou a guidance para o presente ano mas reviu em alta o outlook para o output doméstico.
29 de julho de 2011
Resultados: SCHNEIDER ELECTRIC
A empresa anunciou que o resultado do primeiro semestre ficou abaixo das expectativas dos analistas, que esperavam lucros de EUR 851 mn atingindo apenas EUR 802 mn. Apesar deste resultado ter ficado abaixo das expectativas subiu 9% face ao período homólogo. A explicação por parte da empresa para que os resultados não tenham superado as estimativas, deve-se à inflação das matérias-primas utilizadas. Relativamente ao segundo trimestre as receitas aumentaram 16% face ao período homólogo, atingindo assim EUR 5,39 mil mn.
Resultados: EADS
A empresa viu os seus lucros no 1H11 avançarem 39%, com o EBITDA a situar-se nos EUR 563 mn, acima dos EUR 511 mn estimados pelos analistas. As vendas avançaram 8% para EUR 21,9 mil mn. A mais procura no segmento da aviação comercial colmatou o enfraquecimento das receitas no segmento militar. A empresa reiterou o outlook para 2011.Resultados: HEIDELBERG CEMENT
A empresa reportou uma quebra de 10% dos resultados penalizada pelo aumento dos custos com energia. O resultado operacional recuou para EUR 441 mn, aquém dos EUR 480 mn estimados pelos analistas. As vendas avançaram 3% para EUR 3,39 mil mn, superando as estimativas de EUR 3,37 mil mn.
Resultados: SAINT-GOBAIN
A empresa reportou um resultado líquido de EUR 768 mn, acima dos EUR 501 registados em período homologo, ao mesmo tempo que reiterou a guidance anual.
Empresas: EDP
O CEO da eléctrica portuguesa, António Mexia, defende a venda de blocos de acções da EDP no âmbito da sua privatização em vez da sua dispersão em bolsa.
Empresas: SONAECOM
Segundo o Diário Económico, a France Telecom pretende vender a participação de 20% que detém na operadora portuguesa dado que não pretende deter posições minoritárias.
Empresas: SONAE INDUSTRIA
Em comunicado enviado à CMVM, o presidente da empresa nos últimos 7 anos, Bianchi de Aguiar, apresentou a sua demissão do cargo, sendo substituído interinamente por Rui Correia e João Paulo Pinto.
Empresas: CREDIT AGRICOLE
O banco francês referiu que a crise da dívida grega não terá um impacto superior a EUR 850 mn nos seus resultados relativos ao 2Q11.
Empresas: ROYAL DUTCH SHELL
A empresa anunciou que está confiante no início da exploração de petróleo no Alasca já no próximo ano.
Empresas: BBVA - REPSOL - STM MICROELECTRONICS
As empresas foram alvo de um downgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
29-07-2011: Mercados Financeiros
Macroeconomia: A nível macroeconómico realce para a divulgação dos novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA, os quais se cifraram nos 398 mil, abaixo das estimativas dos analistas. Na Zona-Euro o índice de confiança do consumidor atingiu os -11,2 pontos, apresentando uma melhoria face às expectativas que apontavam para -11,4 pontos.
Crude: Os futuros do crude para entrega em Setembro negociados em after hours na Nymex recuaram USD 0,52 para USD 96,92 por barril.
28 de julho de 2011
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
A nível macroeconómico, destaque para o índice de preços do consumidor na Alemanha que ficou acima do esperado subindo 2,6% vs 2,4% esperados. Nos EUA, os inventários de crude registaram uma quebra de 2296 mil, superando as expectativas que apontavam para um recuo de 2000 mil. De realçar que as encomendas de bens duradouros, registaram valores abaixo do esperado, recuando 2,1% contra os 0,3% esperados.
Mercados: EUA
Os principais índices norte-americanos registaram perdas significativas, penalizados pela falta de entendimento entre Republicanos e Democratas relativamente ao aumento do tecto da dívida e ao plano adjacente de redução de dívida. O S&P 500 recuou 2,03%, com o sector tecnológico a ser o mais penalizado, factor que justifica a queda mais acentuada de 2,56% do Nasdaq. Também o Dow Jones Industrial Average recuou 1,59%.
Mercados: EUROPA
Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX (-1,32%), CAC (-1,42%) e AEX (-1,08%) – penalizados mais uma vez pela falta de entendimento político ao nível do bloco norte-americano para o aumento do nível de endividamento do país. Todos os sectores encerraram negativos, com o sector tecnológico a registar a melhor performance, com a SAP a avançar 1,21% beneficiando da divulgação de resultados positivos relativos ao 2Q11. Já o sector financeiro registou a pior performance, com o Santander a recuar mais de 3% após resultados que desiludiram as estimativas dos analistas. Uma nota individual para a Arcelor Mittal que avançou 0,77% após resultados que superaram o consenso dos analistas, e para a Alcatel-Lucent que recuou perto de 7%, penalizada pelos fracos resultados apresentados por um dos seus peers.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português encerrou a sessão com perdas de 2,67%, em linha com a underperformance dos seus principais congéneres europeus ainda que tenha registado a maior desvalorização. O sector financeiro liderou as perdas, com particular destaque para o BCP, o qual recuou 6,73% na sua última sessão antes da apresentação de resultados semestrais que terá hoje lugar. Realce para as perdas de 5,58% registadas pela Jerónimo Martins, após ser retirada da lista de favoritos de uma casa de investimento internacional, mesmo após apresentar resultados que superaram as expectativas dos analistas. Já a EDP Renováveis encerrou a recuar 0,31% após ter apresentado resultados que superaram o consenso de mercado. Apenas a Cimpor registou ganhos na sessão (+2,24%) após declarações por parte da Camargo Corrêa de que poderá fazer uma OPA à Cimpor no momento apropriado.
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