24 de agosto de 2011

Resultados: SONAE


A marca de supermercados e hipermercados do grupo, o Continente, reforçou a sua quota de mercado para 25,4% no retalho alimentar no 1H11, um aumento de 1,2% face ao período homólogo. Este aumento revela-se superior ao registado pelo seu maior concorrente, Pingo Doce, do grupo Jerónimo Martins, que registou um reforço da quota de mercado em 0,8%.

Resultados: HEINEKEN


Anunciou que o EBITDA no 1H11 atingiu EUR 1,26 mil mn, ainda assim inferior ao consenso de mercado (EUR 1,37 mil mn), reflectindo algum arrefecimento da actividade que se fez sentir no mercado Europeu – responsável por cerca de metade das receitas totais – atendendo à deterioração do contexto macro na região e penalizado também por factores exógenos específicos como as temperaturas mais baixas que se observaram neste Verão. Em termos de guidance, a equipa de gestão prevê que os lucros anuais deverão permanecer relativamente estagnados face ao período homólogo, situando-se nos EUR 1,45 mil mn (vs EUR 1,68 mil mn estimados).

Resultados: ACCOR


Anunciou que o EBIT aumentou para EUR 199 mn (vs EUR 156 mn no período homólogo) e que ficou praticamente alinhado com as expectativas do mercado. A equipa de gestão referiu que as tendências a nível operacional mantiveram-se sólidas no período de Verão, pelo que o management projecta que o segundo semestre deverá permanecer relativamente suportado.

Resultados: AGEAS


A instituição registou perdas de EUR 58,8 mn no primeiro semestre do ano, um registo que ainda assim compara favoravelmente com os prejuízos de EUR 115 mn que eram projectados pelo mercado. A equipa de gestão anunciou igualmente um plano de buyback no valor de EUR 250 mn.

Mercados: EUROPA


O ministro das Finanças Germânico – Wolfgang Schaeuble pretende reforçar os mecanismos de decisão associados ao FEEF, com o objectivo de dotar este veículo de maior autonomia e capacidade de actuar menos condicionado face às votações parlamentares dos respectivos Estados Membros.

Empresas: SEMAPA


A empresa informou a CMVM que o Norges Bank reduziu para menos de 5% a participação que detém na empresa nacional.

Empresas: BRISA


A Abertis, segundo maior accionista da empresa nacional, continua à procura de comprador para a posição de 15% que detém Brisa. Adicionalmente, a Abertis descartou qualquer interesse em novas concessões rodoviárias em Portugal, uma das áreas de aposta da empresa portuguesa.

Empresas: SONAECOM


Segundo o Jornal de Negócios, a empresa portuguesa não tem qualquer informação formal da France Telecom sobre a intenção de venda dos 20% que a empresa francesa detém na operadora nacional.

Empresas: EDP RENOVÁVEIS


A empresa vai deixar de integrar o índice Eurostoxx 600 a partir do próximo dia 19 de Setembro, no âmbito da terceira revisão da composição do índice europeu.

Empresas: BASF


A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

24-08-2011: Mercados Financeiros


Macroeconomia: Na esfera macroeconómica, realce para os dados relativos às vendas de casas novas no mês de Julho, que se situaram nos 298 mil, aquém dos 310 mil estimados. Já o indicador de manufactura Richmond Fed registou uma leitura de -10, mais negativa que os -5 estimados.

Crude: Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex permaneceram relativamente inalterados nos USD 85,38 por barril, tendo em conta o sentimento dicotómico em torno do actual cenário de abrandamento económico global e a manutenção da incerteza na região do Médio-Oriente.

23 de agosto de 2011

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex avançaram mais de um ponto percentual para USD 85,41, com os investidores na expectativa que a retoma da produção na Líbia, acompanhada com a mudança de regime do país, poderá demorar mais tempo que o esperado.

Mercados: EUA

Recuando de maiores ganhos obsrvados ao longo da sessão, os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram em terreno praticamente neutro, reflectindo incerteza adicional após o movimento de queda sofrida pela Goldman Sachs (-4,70%) já na recta final da sessão em função do receio dos investidores em torno da viabilidade dos planos de recapitalização do banco. Não obstante, o sector tecnológico manteve-se em terreno claramente positivo, destacando-se nesse particular a outperformance da HP (+3,60%) encetando assim um movimento de recuperação técnico face à dimensão das perdas recentes na sequência do anúncio do spin-off da unidade de computadores.

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a primeira sessão da semana em terreno positivo – DAX (-0,11%), CAC (+1,14%) e AEX (+0,81%) – com a especulação de que o Fed poderá sinalizar esta semana novos estímulos à economia, juntamente com a perspectiva do fim do regime de Kadhafi na Líbia. A liderar os ganhos, beneficiando sobretudo do segundo acontecimento descrito anteriormente, esteve o sector de Oil & Gas, com a Total, Eni e Repsol a avançarem 2,25%, 6,33% e 2,78% respectivamente. Já o sector mais penalizado foi o de materiais, com a BASF e a ArcelorMittal a recuarem 1,56% e 0,22% respectivamente. Uma nota para o sector das utilities, que registou igualmente uma performance bastante positiva, com a GDF Suez, EDF e E.On a avançarem 3,49%, 2,45% e 3,57% respectivamente.

Mercados: PORTUGAL

O principal índice accionista português encerrou a sessão a valorizar 1,53%, uma das melhores performances ao nível europeu. O sector financeiro foi o mais penalizado, sendo que o BES liderou as perdas ao recuar 3,25% - BCP (-3,10%), BPI (-1,28%) e Banif (0,24%). Já a Sonae e a EDP avançaram 2,31% e 3,44% respectivamente. Também a Galp valorizou 1,61%, movimento integrado numa lógica sectorial. A liderar os ganhos esteve a Portugal Telecom que avançou 4,71% para os EUR 5,98 por acção, sem qualquer tipo de newsflow relevante.

Mercados:ÁSIA

Os principais índices accionistas da região finalizaram com ganhos superiores a um ponto percentual, beneficiando da expectativa dos investidores em torno da concretização de medidas adicionais de estímulo pelo FED, isto para além da divulgação de indicadores macro-económicos na China (Produção) que evidenciaram um abrandamento inferior à projecção do mercado. O índice nipónico Nikkei 225 avançou 1,22%, destacando-se a outperformance do segmento tecnológico.

Mercados: PORTUGAL


Segundo o Diário Económico, as construtoras e bancos envolvidos em oito concessões lançadas pelo anterior governo, deverão avançar com pedidos de indemnização devido ao plano de cortes de investimento do actual governo.

Empresas: UBS


A instituição Suiça anunciou que irá reduzir o headcount em cerca de 3.500 em função do contexto de redução de receitas de trading e/ou de gestão de activos. Esta medida deverá permitir poupanças anuais na estrutura de custos em torno dos CHF 2 mil mn.

Empresas: UNILEVER

Citando uma entrevista com o responsável operacional da empresa holandesa, este confirmou que a Unilever demonstra interesse em concretizar eventuais aquisições no mercado germânico.

Empresas: CARREFOUR


A retalhista anunciou que Thierry Garnier irá assumir o cargo de director executivo nos mercados da China e Taiwan até meados de 2012.

Empresas: SECTOR TECNOLÓGICO EUROPEU


O sector foi alvo de uma recomendação negativa por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: SECTOR TELECOMUNICAÇÕES EUROPEU


O sector foi alvo de uma recomendação positiva por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: ARCELORMITTAL / THYSSEN KRUPP


As empresas foram alvo de um downgrade por uma casa de investimento internacional.

Empresas: DEUTSCHE TELEKOM


A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

23-08-2011: Mercados Financeiros


Macroeconomia: Não se registou a observância de dados macroeconómicos relevantes nesta data.

Crude: Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex avançaram mais de um ponto percentual para USD 85,41, com os investidores na expectativa que a retoma da produção na Líbia, acompanhada com a mudança de regime do país, poderá demorar mais tempo que o esperado.

EUA: Recuando de maiores ganhos obsrvados ao longo da sessão, os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram em terreno praticamente neutro, reflectindo incerteza adicional após o movimento de queda sofrida pela Goldman Sachs (-4,70%) já na recta final da sessão em função do receio dos investidores em torno da viabilidade dos planos de recapitalização do banco. Não obstante, o sector tecnológico manteve-se em terreno claramente positivo, destacando-se nesse particular a outperformance da HP (+3,60%) encetando assim um movimento de recuperação técnico face à dimensão das perdas recentes na sequência do anúncio do spin-off da unidade de computadores.

29 de julho de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

A nível macroeconómico realce para a divulgação dos novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA, os quais se cifraram nos 398 mil, abaixo das estimativas dos analistas. Na Zona-Euro o índice de confiança do consumidor atingiu os -11,2 pontos, apresentando uma melhoria face às expectativas que apontavam para -11,4 pontos.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Setembro negociados em after hours na Nymex recuaram USD 0,52 para USD 96,92 por barril.

Mercados: EUA

Os principais índices norte-americanos encerraram na generalidade negativos, com a manutenção dos receios relativos ao aumento do tecto da dívida nos EUA. O S&P 500 recuou 0,32%, com o sector de telecomunicações a ser o mais penalizado, enquanto o sector tecnológico registou novamente a melhor performance, levando o Nasdaq a encerrar praticamente flat. Já o Dow Jones Industrial Average recuou 0,51%.

Mercados: EUROPA

Ainda que recuperando de maiores perdas observadas ao longo da sessão, os principais índices accionistas Europeus não evitaram o fecho em terreno negativo – DAX (-0,86%), CAC (-0,57%) e AEX (-0,16%) – reflectindo a persistência do impasse político norte-americano no que respeita a subida do tecto da dívida, evento que poderá desencadear alterações no rating de crédito da dívida dos EUA. Numa sessão dominada por um intenso newsflow em torno da divulgação de resultados trimestrais, realce para a underperformance do sector tecnológico, nomeadamente a Cap Gemini (-9,18%) e Alcatel-Lucent (-15,33%), esta última após reportar vendas que desiludiram as expectativas do mercado, não obstante a equipa de gestão ter reiterado alguns dos principais targets do exercício (margem operacional). No pólo oposto, realce individual para a Renault (+4,51%) que foi impulsionada pela divulgação de resultados trimestrais acima das expectativas de mercado, ao passo que a nível sectorial destaque para os ganhos do sector financeiro, nomeadamente do bloco periférico core – casos do BBVA (+1,73%) e do Banco Popular (+1,90%).

Mercados: PORTUGAL

O principal índice accionista português registou ganhos na sessão de 0,93%, contrariando as perdas registadas pelos seus congéneres europeus. Realce para a overperformance evidenciada pelo sector financeiro, tendo o BES liderado os ganhos no PSI-20 ao avançar 3,80% enquanto o BCP e BPI registaram valorizações de 1,64% e 0,95%, respectivamente, o primeiro reagindo positivamente à redefinição da estratégia do banco mesmo após apresentar resultados que ficaram aquém das estimativas dos analistas. Realce para os ganhos de 3,29% evidenciados pela Jerónimo Martins, após uma casa de investimento internacional rever em alta o seu price target. No pólo oposto, destaque para a Brisa, a qual liderou as perdas ao recuar 3,81% em antecipação à divulgação de resultados trimestrais que decorrerá amanhã.

Mercados:ÁSIA

Os principais índices asiáticos encerraram negativos, após a continuação do impasse no bloco norte- americano. O Nikkei recuou 0,69%, como sector de telecomunicações a registar a pior performance.

Resultados: GALP

A petrolífera apresentou resultados do 1S11 registando um resultado líquido RCA de EUR 111 mn - dos quais 63% foram realizados no 2T -, um decréscimo de 36% face ao período homólogo penalizado pelo desempenho desfavorável das áreas de Refinação & Distribuição. A Produção de crude net entitlement ficou praticamente inalterada YoY nos 11,7 mobpd, enquanto o volume de gás vendido aumentou 22,3%. O EBITDA RCA totalizou EUR 365 mn (-20%) enquanto a margem de refinação se cifrou nos USD 0,8/bbl também abaixo do valor registado em período homólogo. O investimento no trimestre foi de EUR 590 mn, canalizado principalmente para o projecto de conversão de refinarias.

Resultados: EDP

A eléctrica portuguesa apresentou resultados semestrais que superaram as expectativas dos analistas, tendo o resultado líquido registado um incremento de 8% para os EUR 609 mn, acima dos EUR 577 mn antecipados pelos mercado. Também o EBITDA registou uma evolução positiva, atingindo os EUR 1,9 mil mn, impulsionado pela actividade regulada e pelas operações no Brasil as quais compensaram as perdas no mercado liberalizado na Península Ibérica. Também a dívida líquida registou um aumento para os EUR 16,9 mn penalizando os resultados financeiros da EDP.

Resultados: SONAE INDUSTRIA

Anunciou que os lucros no 2Q11 aumentaram 1% para EUR 356 mn no 2Q11, sendo que o EBITDA mais que duplicou neste período para EUR 34 mn, traduzindo uma margem EBITDA de 9,9% - um registo que compara favoravelmente com os 6,5% em que se ficou este indicador no período homólogo. Não obstante, o forte incremento das provisões (EUR 28 mn) em conjunto com a rubrica de amortizações (EUR 22 mn) e a subida dos encargos financeiros (EUR 14 mn) determinou que os resultados líquidos atingissem um prejuízo de EUR 24 mn, observando-se assim um agravamento face às perdas de EUR 6 mn observadas no período homólogo.

Resultados: SONAECOM

A empresa anunciou na véspera após o fecho de mercado que as receitas no 1H11 atingiram EUR 425,4 mn, diminuindo em 5,5% face ao observado no período homólogo, sendo que o incremento de 1,5% nas receitas de clientes no móvel e o aumento de 8,3% nas receitas de serviços na SSI não compensaram essencialmente a redução de 29,1% no nível da venda de equipamentos. Não obstante, o EBITDA consolidado fixou-se nos EUR 106,5 mn (+7,0%) e a respectiva margem EBITDA aumentou 2,9 p.p. para 25%, uma evolução favorável suportada pelos ganhos de eficiência obtidos, bem como pela tendência positiva nas receitas de clientes do móvel. Já o resultado líquido atribuível ascendeu a EUR 31,9 mn (62,4% acima do 1H10), reflectindo os ganhos ao nível operacional referidos supra, bem como a diminuição dos encargos com amortizações e depreciações.

Resultados: TOTAL

A petrolífera francesa reportou uma quebra de 6% no resultado líquido para EUR 2,8 mil mn, em linha com as estimativas dos analistas, penalizada por operações de manutenção em diversas explorações petrolíferas e pelo encerramento temporário das operações na Líbia. Também a produção recuou 2% para 2,31 mn de barris por dia.

Resultados: ENDESA

A empresa espanhola anunciou que o seu resultado líquido avançou 5,8% para EUR 1,8 mil mn.

Resultados: PPR

A empresa francesa reportou um resultado líquido de de EUR 450 mn, acima dos EUR 438,7 mn estimados e acima do observado em período homólogo. Os resultados foram impulsionados por um crescimento de 23% das vendas na unidade de luxo da empresa. A empresa que em Março vendeu a cadeia Conforama e se prepara para vender a Redcats tem como objectivo reorganizar-se mais em torno do segmento de luxo. No 1H11 as vendas avançaram 7,3% para EUR 7,22 mil mn.

Resultados: MICHELIN

A empresa francesa reportou um resultado operacional de EUR 971 mn, aquém dos EUR 990 estimados pelos analistas. As vendas atingiram EUR 10,1 mil mn, sensivelmente em linha com os EUR 10,2 mil mn estimados. A empresa advertiu para o facto de o Free Cash Flow poder ser temporariamente negativo por causa do Capex e dos custos das matérias-primas. No entanto, a empresa reviu em alta o target para o aumento do volume de vendas.

Resultados: CONTINENTAL

A empresa alemã reportou um resultado liquido de EUR 647 mn, aquém dos EUR 716 mn estimados pelos analistas. No entanto, e tal como a sua concorrente francesa, a empresa reviu em alta o outlook para as receitas para EUR 29,5 mil mn, acima dos EUR 28,5 mil mn estimados anteriormente. Também a margem operacional foi aumentada de 9,7% para cerca de 10%.

Resultados: EDF

A eléctrica francesa reportou um aumento de 6,2% dos lucros no 1H11, com o EBITDA a avançar para EUR 8,62 mil mn, acima dos EUR 8,58 mil mn estimados. Os resultados foram impulsionados por um aumento do output nuclear em France e no Reino Unido. A empresa reiterou a guidance para o presente ano mas reviu em alta o outlook para o output doméstico.

Resultados: SCHNEIDER ELECTRIC

A empresa anunciou que o resultado do primeiro semestre ficou abaixo das expectativas dos analistas, que esperavam lucros de EUR 851 mn atingindo apenas EUR 802 mn. Apesar deste resultado ter ficado abaixo das expectativas subiu 9% face ao período homólogo. A explicação por parte da empresa para que os resultados não tenham superado as estimativas, deve-se à inflação das matérias-primas utilizadas. Relativamente ao segundo trimestre as receitas aumentaram 16% face ao período homólogo, atingindo assim EUR 5,39 mil mn.

Resultados: EADS

A empresa viu os seus lucros no 1H11 avançarem 39%, com o EBITDA a situar-se nos EUR 563 mn, acima dos EUR 511 mn estimados pelos analistas. As vendas avançaram 8% para EUR 21,9 mil mn. A mais procura no segmento da aviação comercial colmatou o enfraquecimento das receitas no segmento militar. A empresa reiterou o outlook para 2011.

Resultados: HEIDELBERG CEMENT

A empresa reportou uma quebra de 10% dos resultados penalizada pelo aumento dos custos com energia. O resultado operacional recuou para EUR 441 mn, aquém dos EUR 480 mn estimados pelos analistas. As vendas avançaram 3% para EUR 3,39 mil mn, superando as estimativas de EUR 3,37 mil mn.

Resultados: SAINT-GOBAIN

A empresa reportou um resultado líquido de EUR 768 mn, acima dos EUR 501 registados em período homologo, ao mesmo tempo que reiterou a guidance anual.

Empresas: EDP

O CEO da eléctrica portuguesa, António Mexia, defende a venda de blocos de acções da EDP no âmbito da sua privatização em vez da sua dispersão em bolsa.

Empresas: EDP

A eléctrica foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: SONAECOM

Segundo o Diário Económico, a France Telecom pretende vender a participação de 20% que detém na operadora portuguesa dado que não pretende deter posições minoritárias.

Empresas: SONAE INDUSTRIA

Em comunicado enviado à CMVM, o presidente da empresa nos últimos 7 anos, Bianchi de Aguiar, apresentou a sua demissão do cargo, sendo substituído interinamente por Rui Correia e João Paulo Pinto.

Empresas: BCP

A nova estratégia de internacionalização do BCP pretende estar mais ligada ao petróleo, procurando tirar partido do negócio financeiro associado a essa indústria.

Empresas: BCP

O banco português poderá encaixar cerca de EUR 1,5 mil mn com a venda das unidades na Polónia, Roménia e Grécia.

Empresas: CREDIT AGRICOLE

O banco francês referiu que a crise da dívida grega não terá um impacto superior a EUR 850 mn nos seus resultados relativos ao 2Q11.

Empresas: ROYAL DUTCH SHELL

A empresa anunciou que está confiante no início da exploração de petróleo no Alasca já no próximo ano.

Empresas: BBVA - REPSOL - STM MICROELECTRONICS

As empresas foram alvo de um downgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.

29-07-2011: Mercados Financeiros

Macroeconomia: A nível macroeconómico realce para a divulgação dos novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA, os quais se cifraram nos 398 mil, abaixo das estimativas dos analistas. Na Zona-Euro o índice de confiança do consumidor atingiu os -11,2 pontos, apresentando uma melhoria face às expectativas que apontavam para -11,4 pontos.

Crude: Os futuros do crude para entrega em Setembro negociados em after hours na Nymex recuaram USD 0,52 para USD 96,92 por barril.

28 de julho de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

A nível macroeconómico, destaque para o índice de preços do consumidor na Alemanha que ficou acima do esperado subindo 2,6% vs 2,4% esperados. Nos EUA, os inventários de crude registaram uma quebra de 2296 mil, superando as expectativas que apontavam para um recuo de 2000 mil. De realçar que as encomendas de bens duradouros, registaram valores abaixo do esperado, recuando 2,1% contra os 0,3% esperados.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Setembro negociados em after hours na Nymex recuaram USD 0,89 para USD 96,51 por barril.

Mercados: EUA

Os principais índices norte-americanos registaram perdas significativas, penalizados pela falta de entendimento entre Republicanos e Democratas relativamente ao aumento do tecto da dívida e ao plano adjacente de redução de dívida. O S&P 500 recuou 2,03%, com o sector tecnológico a ser o mais penalizado, factor que justifica a queda mais acentuada de 2,56% do Nasdaq. Também o Dow Jones Industrial Average recuou 1,59%.

Mercados: EUROPA

Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX (-1,32%), CAC (-1,42%) e AEX (-1,08%) – penalizados mais uma vez pela falta de entendimento político ao nível do bloco norte-americano para o aumento do nível de endividamento do país. Todos os sectores encerraram negativos, com o sector tecnológico a registar a melhor performance, com a SAP a avançar 1,21% beneficiando da divulgação de resultados positivos relativos ao 2Q11. Já o sector financeiro registou a pior performance, com o Santander a recuar mais de 3% após resultados que desiludiram as estimativas dos analistas. Uma nota individual para a Arcelor Mittal que avançou 0,77% após resultados que superaram o consenso dos analistas, e para a Alcatel-Lucent que recuou perto de 7%, penalizada pelos fracos resultados apresentados por um dos seus peers.

Mercados: PORTUGAL

O principal índice accionista português encerrou a sessão com perdas de 2,67%, em linha com a underperformance dos seus principais congéneres europeus ainda que tenha registado a maior desvalorização. O sector financeiro liderou as perdas, com particular destaque para o BCP, o qual recuou 6,73% na sua última sessão antes da apresentação de resultados semestrais que terá hoje lugar. Realce para as perdas de 5,58% registadas pela Jerónimo Martins, após ser retirada da lista de favoritos de uma casa de investimento internacional, mesmo após apresentar resultados que superaram as expectativas dos analistas. Já a EDP Renováveis encerrou a recuar 0,31% após ter apresentado resultados que superaram o consenso de mercado. Apenas a Cimpor registou ganhos na sessão (+2,24%) após declarações por parte da Camargo Corrêa de que poderá fazer uma OPA à Cimpor no momento apropriado.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices asiáticos também encerraram em terreno negativo, penalizados pelo impasse nos EUA. O Nikkei recuou 1,45%, penalizado igualmente pelo sector tecnológico, sendo oque todos os sectores encerraram negativos.

Resultados: BCP

Anunciou na véspera após o fecho de mercado que os lucros no 1H11 atingiram EUR 88,4 mn, traduzindo uma quebra de 45,8% face aos resultados obtidos no período homólogo e que comparam desfavoravelmente com aquela que era a projecção média da comunidade de analistas. A evolução negativa do bottomline foi essencialmente penalizada pela diminuição dos resultados em operações financeiras (EUR 21 mn vs EUR 314 mn no período homólogo) e pelo reforço significativo das dotações para imparidade de crédito (aumentaram de EUR 384 mn para EUR 562 mn no 1H11), não obstante se ter verificado uma evolução positiva da margem financeira, a qual registou um incremento de 14,6% para EUR 807,7 mn, isto para além de se ter observado uma redução dos custos operacionais (-3,5% numa base consolidada para EUR 749,5 mn). A actividade em Portugal apresentou lucros de EUR 24 mn (-82,6%), em contraste com a evolução claramente mais positiva da actividade internacional que totalizou EUR 64,4 mn, traduzindo um incremento homólogo de 154,1%.

Resultados: BCP

Ao nível dos principais indicadores de solvabilidade, realce para o rácio Core Tier I que se situou nos 8,5% no 1H11 e 9,3% no que respeita o Tier I, ao passo que o rácio total ascendeu a 10,5%, com a generalidade destes indicadores a comparar favoravelmente com o observado no ano transacto, em função do relevante aumento de capital que foi realizado no presente exercício. Adicionalmente, refira-se que o rácio de crédito sobre depósitos fixou-se nos 144% (vs 160% no 1H10, traduzindo o esforço de desalavancagem do BCP e que tem sido adoptada pela generalidade da banca nacional. Uma nota final para a redução do uso do BCE para o financiamento da actividade do Banco no médio prazo, ainda que esta exposição ascenda a EUR 15 mil mn – traduzindo nesse particular a maior dependência ao BCE entre os principais bancos nacionais.

Resultados: BCP

No âmbito da divulgação dos resultados trimestrais da instituição, o BCP definiu uma clara redefinição da sua estratégia internacional que passará pela entrada num conjunto de mercados internacionais de elevado potencial – destacando-se entre outros o Brasil, China e Moçambique – admitindo a possibilidade da venda de activos na Europa que são entendidos pelo management como não core (Polónia, Grécia e Roménia), caso surjam obviamente propostas interessantes. A equipa de gestão revela que esta estratégia pretende acompanhar as alterações no que respeita o eixo mundial da riqueza, afastando qualquer tipo de pressão que possa ter sido exercida por alguns dos actuais accionistas para que o BCP procedesse a alterações estratégicas tão significativas como as que foram anunciadas na véspera.

Resultados: ZON

A ZON apresentou resultados semestrais que revelaram uma quebra dos lucros de 15,4% para os EUR 19,4 mn, ainda assim superando o consenso de mercado que apontava para uma quebra de 28,7%. Já o EBITDA avançou 5,7% no 1S e 3% quando consideramos a performance trimestral, traduzindo-se num aumento da margem EBITDA para 37,1% em ambos os casos, impulsionados pelo bom desempenho das receitas mensais de Triple Play.

Resultados: ALCATEL - LUCENT

A empresa francesa apresentou resultados do 2T11 que superaram as expectativas dos analistas, impulsionados pelo aumento da procura na América do Norte e América Latina assim como na Ásia. As vendas avançaram 2,4% para os EUR 3,9 mil mn enquanto os lucros atingiram os EUR 43 mn, que compara com as perdas registadas no mesmo trimestre do ano anterior e com os EUR 13 mn que eram antecipados pelo mercado. A equipa de gestão reiterou a guidance anual, prevendo crescer a um ritmo mais elevado que o mercado e registando uma margem operacional superior a 5% das vendas.

Resultados: LAFARGE

A cimenteira francesa desiludiu as estimativas do mercado, ao apresentar os resultados do 2T cujos lucros se cifraram nos EUR 289 mn, quando o mercado antecipava lucros de EUR 304 mn. Ainda assim, a empresa reiterou a guidance anual.

Resultados: INFINEON TECHNOLOGIES

A empresa alemã apresentou resultados do 3T fiscal, os quais superaram as estimativas dos analistas, tendo reportado um aumento dos lucros operacionais de 54% para os EUR 212 mn, quando o mercado previa um aumento para os EUR 198 mn. A empresa elevou a guidance anual baseada no aumento da procura de chips utilizados nos equipamentos de electrónica e no sector automóvel, prevendo um aumento das vendas anuais superior a 20%.

Resultados: LUFTHANSA

A segunda maior companhia aérea europeia reportou lucros que ficaram aquém das expectativas dos analistas, penalizados pela crise política nos países Árabes e pelo aumento do preço do crude nos mercados internacionais.

Resultados: RENAULT

A carmaker francesa apresentou resultados semestrais os quais foram penalizados pelo aumento do custo das matérias-primas e problemas no fornecimento de partes (Japão) assim como pela manutenção de uma procura fraca na Europa. O EBITDA recuou 19% para os EUR 630 mn, ainda assim superando as expectativas dos analistas que apontavam para EUR 595 mn, enquanto as receitas aumentaram 7,3% para os EUR 21,1 mil mn. Relativamente ao outlook anual, a empresa reiterou a sua estimativa de crescimento das vendas, ainda que tenha revisto em baixa a estimativa para o crescimento do mercado automóvel para 3 a 4% quando antes estimava um crescimento de 6%.

Resultados: VALEO

A segunda maior fabricante de peças automóveis francesa reportou um aumento dos lucros de 30% no 1S beneficiando do aumento da procura pelas suas tecnologias eficientes superior ao crescimento do mercado automóvel.

Resultados: DANONE

A empresa anunciou que o resultado líquido do primeiro semestre ficou abaixo das expectativas dos analistas, que esperavam lucros de EUR 899,1 mn atingindo apenas EUR 861 mn. Apesar deste resultado ter sido abaixo das expectativas ficou acima dos resultados apresentados no período homólogo (EUR 838 mn). A explicação por parte da Danone para estes resultados deve se ao facto de os custos com o leite e o plástico ter subido, mas dizem que estes custos não teram tanto impacto no período seguinte.

Resultados: REPSOL

A empresa espanhola apresentou um lucro ajustado de EUR 485 mn no 2Q11, abaixo do registado em período homólogo, ainda que acima das estimativas dos analistas que previam um lucro de EUR 418 mn.

Resultados: BBVA

O banco espanhol apresentou uma quebra nos lucros, no 2Q11, de 7,6% para EUR 1,19 mil mn, aquém do observado em igual período do ano anterior, ainda que tenha superado as estimativas dos analistas que apontavam para um valor de EUR 1,09 mil mn.

Resultados: TELEFÓNICA

A operadora apresentou uma quebra de 27% nos lucros no 2Q11, penalizada por um aumento d competição no mercado doméstico. O resultado liquido situou-se nos EUR 1,54 mil m, aquém dos EUR 2,12 mil mn alcançados em período homologo, e abaixo dos EUR 1,64 mil mn estimados pelos analistas. Já as vendas avançaram 2,2% para EUR 15,45 mil mn, ainda que aquém das estimativas de EUR 15,7 mil mn. A América Latina será a grande aposta da empresa que prevê mesmo a diminuição de cerca de 20% dos postos de trabalho no mercado espanhol.

Resultados: Casino Guichard Perrachon

A retalhista francesa apresentou um resultado liquido de EUR 133 mn, aquém dos EUR 166 mn observados em período homólogo, e aquém dos EUR 197 mn estimados pelos analistas. Na sequencia da divulgação dos resultados a empresa adiantou que pretende elevar o seu target de venda de activos em 2011, de EUR 700 mn para mais de EUR 1000 mn.

Resultados: BASF

A maior empresa química a nível mundial apresentou um lucro de EUR 2,24 mil mn, sensivelmente em linha com o observado em período homólogo, mas aquém das estimativas de EUR 2,4 mil mn. As vendas avançaram 14% para EUR 18,5 mil mn. Adicionalmente a empresa reiterou a guidance para o presente ano.

Resultados: BAYER

A empresa anunciou um resultado líquido de EUR 747 mn, aquém dos EUR 777,7 mn estimados pelos analistas.

Resultados: AIR FRANCE

A transportadora aérea francesa reportou uma quebra dos lucros penalizada por um enfraquecimento da procura e aumento dos custos com combustível. A empresa registou uma perda de EUR 145 mn, significativamente aquém dos lucros de EUR 43,4 mn estimados.

Resultados: DEUTSCHE LUFTHANSA

A empresa alemã também registou um resultado líquido aquém das estimativas, com lucros de EUR 3 mn, abaixo dos EUR 96 mn estimados, penalizada igualmente por uma quebra na procura e aumento dos custos dos combustíveis.

Resultados: FRANCE TELECOM

A empresa de telecomunicações francesa um declínio de 2,2% no 1H11. O EBITDA recuou para EUR 7,61 mil mn, quem dos EUR 7,78 mil mn observados em período homologo, sensivelmente em linha com os EUR 7,63 mil mn estimados. As receitas avançaram 1,9% para EUR 22,6 mil mn. A empresa reiterou a guidance para o resultado de 2011.

Resultados: SANOFI

A empresa anunciou um resultado líquido e EUR 2,15 mil mn, sensivelmente aquém das estimativas de EUR 2,13 mil mn, enquanto as vendas se situaram em linha com as estimativas de EUR 8,35 mil mn. A empresa reviu em alta a guidance para o presente ano, impulsionada pela aquisição da Genzyme.

Resultados: ROYAL DUTCH SHELL

A petrolífera reportou um resultado líquido de USD 8,66 ml mn, acima dos USD 4,39 mil mn observados em período homólogo, em linha com as estimativas. A produção recuou 2% no período.

Resultados: SIEMENS

A empresa reportou uma quebra nos seus resultados trimestrais de 47%. O resultado líquido recuou para EUR 763 mn, aquém dos EUR 1,43 mil mn observados em período homólogo. A empresa continua a reiterar o seu target de atingir um lucro de EUR 7,5 mil mn relativos aos resultados anuais cujo exercício termina em Setembro de 2011. As vendas avançaram 2% para EUR 17,84 mil mn, impulsionada pelo segmento industrial.

Empresas: PORTUGAL TELECOM

A participada brasileira OI perdeu quota de mercado no Brasil em Junho, tendo fechado o mês com 41,5 mn de clientes o que corresponde a 19,1% do mercado contra 19,38% que a empresa apresentava em Maio.

Empresas: EDP

Segundo o novo quadro regulatório do sector energético apresentado pela ERSE, as empresas que operam no mercado de produção de electricidade pagarão parte da factura do uso da rede quando antes este era apenas imputado aos consumidores.

Empresas: BPN

Após a fase de apresentação de propostas de compra, em que foram apresentadas 4 propostas, apenas três passaram à fase de negociação – BIC Angola, Montepio Geral e Núcleo Estratégico de Investidores (NEI).

Empresas: JERÓNIMO MARTINS

A retalhista portuguesa vai criar um fundo de emergência social para ajudar cerca de 1200 trabalhadores carenciados, tanto através de ajuda financeira como através de ajuda técnica.

Empresas: JERÓNIMO MARTINS

A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: BP

Segundo os advogados da petrolífera britânica, os trabalhadores não poderão processar os gestores do plano de pensões por estes terem escolhido investir em acções próprias visto que os investimentos foram inicialmente aceites pelos trabalhadores.

Empresas: HSBC

O banco britânico prepara-se para despedir parte da sua força laboral.

Empresas: Merck KgaA - Vallourec - Areva

As empresas foram alvo de um downgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.

28-07-2011: Mercados Financeiros

Macroeconomia: A nível macroeconómico, destaque para o índice de preços do consumidor na Alemanha que ficou acima do esperado subindo 2,6% vs 2,4% esperados. Nos EUA, os inventários de crude registaram uma quebra de 2296 mil, superando as expectativas que apontavam para um recuo de 2000 mil. De realçar que as encomendas de bens duradouros, registaram valores abaixo do esperado, recuando 2,1% contra os 0,3% esperados.

Crude: Os futuros do crude para entrega em Setembro negociados em after hours na Nymex recuaram USD 0,89 para USD 96,51 por barril.

26 de julho de 2011

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Setembro negociados em after hours na Nymex avançaram USD 0,4, ou 0,4%, para USD 98,80 por barril.

Mercados: EUA

Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno negativo, pressionados pela incerteza em torno do aumento do tecto da dívida. O S&P 500 recuou 0,56%, com o sector das telecomunicações a ser o mais penalizado. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average registaram uma performance negativa, ao recuarem 0,56% e 0,7% respectivamente. 

Mercados: EUROPA

Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram a primeira sessão da semana em terreno misto – DAX (+0,25%), CAC (-0,77%) e AEX (-0,39%) – pressionadas pelo impasse relativamente ao aumento do tecto da dívida nos EUA e pelas preocupações de que poderá culminar num default da dívida norte-americana assim como pelo downgrade à dívida grega por parte da Moody’s. Consequentemente, o sector financeiro liderou as perdas na Europa com destaque para as perdas registadas pelos bancos italianos Intesa Sanpolo e Unicredit (8,33% e 7,06%, respectivamente). Realce para as perdas de 1,8% registadas pela Ryanair após apresentar resultados que ficaram aquém das expectativas dos analistas. No pólo oposto, destaque para os ganhos da Fiat (+5,4%) após a sua unidade de tractores e camiões elevar a guidance anual e da Roche (+2,0%) após ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Mercados: EUROPA

Os principais índices accionistas europeus encerraram a primeira sessão da semana em terreno misto – DAX (+0,25%), CAC (-0,77%) e AEX (-0,39%) – pressionadas pelo impasse relativamente ao aumento do tecto da dívida nos EUA e pelas preocupações de que poderá culminar num default da dívida norte-americana assim como pelo downgrade à dívida grega por parte da Moody’s. Consequentemente, o sector financeiro liderou as perdas na Europa com destaque para as perdas registadas pelos bancos italianos Intesa Sanpolo e Unicredit (8,33% e 7,06%, respectivamente). Realce para as perdas de 1,8% registadas pela Ryanair após apresentar resultados que ficaram aquém das expectativas dos analistas. No pólo oposto, destaque para os ganhos da Fiat (+5,4%) após a sua unidade de tractores e camiões elevar a guidance anual e da Roche (+2,0%) após ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. 

Mercados: PORTUGAL

O principal índice português encerrou a primeira sessão da semana a recuar 0,71%, em linha com os seus congéneres europeus. Destaque para o sector financeiro que foi o mais penalizado, onde todos os bancos encerraram em terreno negativo – BCP (-4,75%), BES (-5,52%), BPI (-2,89%) e Banif (-1,54%). Realce para a Jerónimo Martins a qual encerrou a sessão a valorizar 2,11% após ter decidido encerrar as suas lojas de electrodomésticos Electric Co. para se focar no retalho alimentar. Segundo noticiado pelo Diário Económico, representantes da China Power International estiveram em Lisboa, para reiterar o seu interesse na compra de uma participação de 10% no capital da EDP, levando o título a valorizar 0,28%. Realce para as perdas registadas pela Portugal Telecom (-0,96%) mesmo após apresentar resultados preliminares do primeiro semestre os quais se revelaram positivos. 

Mercados: ÁSIA

Os principais índices asiáticos encerraram em terreno negativo, beneficiados por uma maior aproximação de um consenso em torno do aumento do tecto da dívida, e por Outlook positivo ao nível empresarial. O Nikkei avançou 0,47%, sendo que apenas o sector das utilities encerrou negativo.

Resultados: BPI

Anunciou que os lucros no 1H11 atingiram EUR 79,1 mn, traduzindo um declínio de 20,4% face ao período homólogo e que compara com os EUR 79,7 mn em que se situava a projecção média da comunidade de analistas, sendo que a instituição reconheceu um encargo de EUR 7,6 mn relativo à contribuição extraordinária sobre o sector bancário, sem o qual a queda do lucro teria sido de apenas 12,8%. Já a margem financeira recuou 4,7% para EUR 305,1 mn, ao passo que o Produto bancário aumentou 9,9% para EUR 603,9 mn, beneficiando essencialmente da evolução favorável da rubrica de ganhos em operações financeiras (+20%). Adicionalmente, a instituição reconheceu igualmente um custo de EUR 40 mn relativo a um programa de reformas antecipadas a concretizar até final de 2011 e um reforço das imparidades de crédito no valor global de EUR 24 mn. Refira-se que a actividade doméstica contribuiu com EUR 31,8 mn para o lucro no 1H11, enquanto o peso da actividade internacional, através do BFA em Angola, assegurou EUR 47,4mn – traduzindo cerca de 60% do respectivo bottomline.