25 de agosto de 2011

Empresas: INTERNATIONAL POWER


A empresa britânica foi alvo de um upgrade concedido por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: VEOLIA ENVIRONNEMENT / ARCELOR MITTAL


As empresas foram alvo de um downgrade por diferentes casas de investimento internacionais.

Empresas: CARLSBERG


A empresa foi alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional.

25-08-2011: Mercados Financeiros

Macroeconomia: Na esfera macroeconómica, realce nos EUA para a divulgação das encomendas de bens duradouros que registaram um incremento de 4,0% no mês de Julho (vs +2% estimados), ao passo que o mesmo indicador excluindo veículos/transportes registou um incremento de 0,7%, quando o mercado antecipava um declínio de 0,5%. Noutro âmbito, registo para a divulgação do Índice de Preços das Habitações que no mesmo período registou um incremento mensal de 0,9%, também acima dos 0,2% em que se situava o consenso de mercado.

Apple Declines


Apple, the maker of the iPhone, dropped 2.6 percent to $366.55 after Jobs resigned as chief executive officer.
Jobs, 56, who has battled cancer and had a liver transplant, presided over a 9,020 percent surge in the stock since July 29, 1997, the day before the San Francisco Chronicle broke the news that he would be named interim CEO. Over the same period, the shares grew in value to $348.7 billion from $2.08 billion. Chief Operating Officer Tim Cook, 50, succeeded Jobs.

U.S. Stock Futures Fluctuate Before Fed Meets


Futures on the Standard & Poor’s 500 Index fluctuated as investors sought signs on whether the Federal Reserve will further support the economy. Nasdaq-100 Index futures retreated after Apple Inc. (AAPL)’sSteve Jobs resigned.

24 de agosto de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

Na esfera macroeconómica, realce para os dados relativos às vendas de casas novas no mês de Julho, que se situaram nos 298 mil, aquém dos 310 mil estimados. Já o indicador de manufactura Richmond Fed registou uma leitura de -10, mais negativa que os -5 estimados.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex permaneceram relativamente inalterados nos USD 85,38 por barril, tendo em conta o sentimento dicotómico em torno do actual cenário de abrandamento económico global e a manutenção da incerteza na região do Médio-Oriente.

Mercados: EUA

Acelerando face aos ganhos iniciais, os principais índices accionistas finalizaram com valorizações em torno de 3 pontos percentuais, reflectindo a expectativa dos investidores em torno da eventual adopção de medidas de estímulo adicionais perante a contínua divulgação de indiicadores macro-económicos que conferem sinais de desaceleração económica evidentes. Na esfera sectorial, destaque para os ganhos obtidos por alguns dos principais players tecnológicos e petrolíferos, os quais haviam sido amplamente penalizados no período recente.

Mercados: EUROPA


Ainda que recuando de maiores ganhos face ao observado durante a sessão, os principais índices accionistas encerraram em terreno positivo – DAX (+1,07%), CAC (+1,08%) e AEX (+0,71%) – beneficiando da expectativa dos investidores em torno da adopção de medidas de estímulo adicionais pelo FED na próxima 6ª-feira. Na esfera sectorial, realce para a outperformance evidenciada pelo sector tecnológico, nomeadamente a ASML (+2,65%) e a Infineon (+1,80%), ainda que sem a observância de newsflow específico relevante para o efeito. No pólo oposto, uma nota individual para a manutenção da fragilidade observada pelo sector financeiro, em particular o Deutsche Bank e Natixis que recuaram 1,06% e 1,65% respectivamente. Refira-se ainda assim que este movimento correctivo atingiu com maior incidência alguns players da periferia, em particular a o National Bank of Greece (-9,08%), traduzindo de forma evidente o agravamento/percepção de risco sobre a liquidez do mercado interbancário.

Mercados: PORTUGAL

O principal índice nacional encerrou a sessão com uma ligeira desvalorização de 0,16%. Destaque para a Sonae, que recuou 0,94%, motivado pelas notícias que revelavam uma possível quebra de perto de 50% nos lucros do segundo semestre. No sector financeiro apenas o Banif encerrou no verde, avançando 0,24% - BCP (-0,80%), BES (-0,18%) e BPI (-0,13%). Realce ainda para a EDP e Brisa que avançaram 1,52% e 1,46%, sem qualquer tipo de newsflow relevante que o justifique.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices accionistas asiáticos finalizaram com perdas em torno de um ponto percentual, traduzindo assim algum alívio face ao movimento de apreciação nas últimas sessões, isto para alem de algum newsflow negativo empresarial. O sentimento de mercado foi igualmente penalizado pela decisão da Moodys em rever em baixa o rating da dívida Japonesa para Aa3, pelo que o Nikkei e a própria divisa Japonesa mostraram uma fragilidade relativa superior.

Resultados: SONAE

A retalhista nacional apresentou uma quebra no lucros de 15% no 1H11, para EUR 35 mn, significativamente acima das estimativas que apontavam para uma quebra de 50% dos lucros para EUR 16 mn. Apesar do ambiente de austeridade vivido no mercado ibérico, o volume de negócios avançou 1% no período, para EUR 2,69 mil mn. O EBITDA recuou 3% para EUR 286 mn devido ao investimento na internacionalização do segmento de retalho especializado. As receitas recuaram 2% para EUR 2,7 mn, apesar do segmento alimentar ter registado um avanço de 3% das vendas. Em termos de endividamento, a empresa encerrou o 1H11 com uma dívida de EUR 2,979 mil mn, menos EUR 242 mn que no período homólogo.

Resultados: SONAE


A marca de supermercados e hipermercados do grupo, o Continente, reforçou a sua quota de mercado para 25,4% no retalho alimentar no 1H11, um aumento de 1,2% face ao período homólogo. Este aumento revela-se superior ao registado pelo seu maior concorrente, Pingo Doce, do grupo Jerónimo Martins, que registou um reforço da quota de mercado em 0,8%.

Resultados: HEINEKEN


Anunciou que o EBITDA no 1H11 atingiu EUR 1,26 mil mn, ainda assim inferior ao consenso de mercado (EUR 1,37 mil mn), reflectindo algum arrefecimento da actividade que se fez sentir no mercado Europeu – responsável por cerca de metade das receitas totais – atendendo à deterioração do contexto macro na região e penalizado também por factores exógenos específicos como as temperaturas mais baixas que se observaram neste Verão. Em termos de guidance, a equipa de gestão prevê que os lucros anuais deverão permanecer relativamente estagnados face ao período homólogo, situando-se nos EUR 1,45 mil mn (vs EUR 1,68 mil mn estimados).

Resultados: ACCOR


Anunciou que o EBIT aumentou para EUR 199 mn (vs EUR 156 mn no período homólogo) e que ficou praticamente alinhado com as expectativas do mercado. A equipa de gestão referiu que as tendências a nível operacional mantiveram-se sólidas no período de Verão, pelo que o management projecta que o segundo semestre deverá permanecer relativamente suportado.

Resultados: AGEAS


A instituição registou perdas de EUR 58,8 mn no primeiro semestre do ano, um registo que ainda assim compara favoravelmente com os prejuízos de EUR 115 mn que eram projectados pelo mercado. A equipa de gestão anunciou igualmente um plano de buyback no valor de EUR 250 mn.

Mercados: EUROPA


O ministro das Finanças Germânico – Wolfgang Schaeuble pretende reforçar os mecanismos de decisão associados ao FEEF, com o objectivo de dotar este veículo de maior autonomia e capacidade de actuar menos condicionado face às votações parlamentares dos respectivos Estados Membros.

Empresas: SEMAPA


A empresa informou a CMVM que o Norges Bank reduziu para menos de 5% a participação que detém na empresa nacional.

Empresas: BRISA


A Abertis, segundo maior accionista da empresa nacional, continua à procura de comprador para a posição de 15% que detém Brisa. Adicionalmente, a Abertis descartou qualquer interesse em novas concessões rodoviárias em Portugal, uma das áreas de aposta da empresa portuguesa.