31 de agosto de 2011

Resultados: HERMES


O resultado líquido no 1H11 avançou para EUR 290,0 mn, acima dos EUR 194,6 mn registados em período homólogo. As vendas também avançaram 22% para EUR 1,31 mil mn. O  management confirmou os targets para 2011, depois de no mês passado a empresa ter revisto em alta a estimativa para as receitas e margens, que estarão próximas do recorde de 2010.

Resultados: VIVENDI


O resultado líquido nos primeiros 6 meses do ano avançou 12% para EUR 884, claramente acima dos EUR 790 mn observados em igual período do ano passado e dos EUR 780 mn estimados pelos analistas. A impulsionar os resultados estiveram as divisões Activision Blizzard e GVT. A empresa confirmou os seus targets anuais.

Resultados: CARREFOUR


A empresa reportou um resultado operacional que recuou 22% para EUR 772 mn, em linha com as estimativas da empresa. Adicionalmente, a retalhista reviu em baixa em 15% o seu  target para os lucros anuais, quando os analistas estimavam uma quebra dos lucros de 11%. O mercado francês continua a penalizar significativamente a empresa, com os resultados operacionais do mercado francês a recuarem 40%.

Resultados: BOUYGUES


A empresa anunciou que as vendas no 2Q11 se situaram nos EUR 8,5 mil mn, um pouco acima dos EUR 8,4 mil mn estimados. Também o resultado líquido superou as estimativas ao situar-se nos EUR 357 mn vs EUR 320 mn estimados. A empresa anunciou igualmente um buy back program de EUR 1,25 mil mn.

Resultados: L'OREAL


Os lucros da empresa no 1H11 situaram-se nos EUR 1,7 mil mn, um aumento de 2% face ao período homólogo, ainda assim aquém dos EUR 1,78 mil mn estimados.

Resultados: VINCI

A empresa anunciou um resultado líquido de EUR 814 mn, acima dos EUR 703 mn observados em período homólogo e acima das estimativas de EUR 806 mn. A empresa reviu em alta o outlook anual, motivada por um backlog recorde.

Mercados: PORTUGAL


O Governo irá apresentar hoje durante a tarde (15H) o documento que deverá conter o já anunciado corte histórico na despesa, sendo que a referida apresentação estará a cargo do actual ministro das finanças e o plano irá incluir também o cenário macroeconómico e orçamental a 4 anos. 

Empresas: METRO


A maioria dos membros do concelho de supervisão da retalhista opusera-se a uma extensão do contracto do CEO após Outubro de 2012.

Empresas: SIEMENS


A unidade de iluminação da empresa, Osram, irá aumentar os preços de alguns de lâmpadas economizadoras de energia e florescentes.

31-08-2011: Mercados Financeiros


Macroeconomia: Na esfera macroeconómica realce para a confiança do consumidor nos EUA, no mês de Agosto, que se situou nos 44,5, significativamente aquém dos 52 estimados. Já o índice que mede o preço das casas nas 20 maiores cidades norte-americanas, S&P/Case Shiller, recuou 4,52%, sensivelmente em linha com o estimado.

Crude: Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex avançaram USD 1,63 para USD 88,90 por barril.

EUA: Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo, mantendo-se a confiança dos investidores relativamente à recuperação económica global. O S&P 500 avançou 0,23%, com os sectores de telecomunicações e materiais em destaque ao registarem valorizações médias próximas de 1%. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average avançaram 0,62% e 0,18% respectivamente.

29 de agosto de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Ao nível macroeconómico, realce para a divulgação das estimativas relativas ao PIB no bloco americano no 2Q11 que deverá registar um avanço de 1%, um pouco aquém dos 1,1% estimados. Também o indicador de confiança Michigan ficou marginalmente aquém das estimativas no mês de Agosto, 55,7 vs 55,8.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex avançaram 29 cêntimos para USD 85,66 por barril.

Mercados: EUA

Os principais índices norte-americanos encerraram em terreno positivo, depois de Ben Bernanke ter anunciado que a deterioração económica não é suficientemente grave para que sejam tomadas medidas imediatas de estímulos à economia. Assim, o S&P 500 avançou 1,51%, sendo que apenas o sector das utilities encerrou negativo. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average avançaram 2,49% e 1,21% respectivamente. 

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a semana em terreno negativo – DAX (-0,84%), CAC (-1,01%) e AEX (-0,68%)  – depois de dados macroeconómicos menos positivos nos EUA e depois de Ben Bernanke não ter dado indicação sobre novas medidas de estímulo à economia. Realce para o sector tecnológico, que foi o único a encerrar positivo, com a SAP, ASML e Infineon a recuarem 1,06%, 0,99% e 1,01% respectivamente., sem newsflow específico. Já o sector financeiro foi o mais penalizado, com o Santander, BNP Paribas e BBVA a recuarem 1,48%, 2,33% e 1,65% respectivamente, mantendo-se ainda alguma incerteza relativamente ao novo plano de auxílio à Grécia, que carece de negociação adicional.

Mercados: PORTUGAL

Em linha com os peers Europeus, o índice PSI-20 finalizou a última sessão da semana com perdas inferiores a um ponto percentual (-0,74%), destacando-se em particular o movimento correctivo sofrido por parte da Portugal Telecom (-2,17%) e Jerónimo Martins (-1,56%), esta última após ser noticiado que pretende adquirir parte dos activos da cadeia Zatoka na Polónia. Igualmente em plano negativo, uma nota individual para o BES que recuou 1,54%, depois de ter anunciado que alienou parte da posição detida no capital do Saxo Bank. No pólo oposto, uma nota individual para o BPI e Banif que lideraram os ganhos do índice ao avançar 3,82% e 5,84% respectivamente, ainda que perante a inobservância de newsflow específico relevante.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, beneficiando dos sinais de optimismo relativos à economia norte-americana transmitidos pela Fed. Assim, o Nikkei avançou 0,61%, com  o sector das telecomunicações a registar ganhos superiores a 2%.

Mercados: EUROPA


Christine Lagarde, actual directora do FMI, referiu este fim-de-semana que os bancos europeus necessitam de uma recapitalização urgente, no sentido de se prevenir uma nova crise financeira global.

Empresas: SOARES DA COSTA


O grupo anunciou que o backlog de construção no estrangeiro atingiu no final do 1H11 o valor máximo histórico, representando 58% do valor da carteira total  – traduzindo EUR 1,5 mil mn, beneficiando em particular da dinâmica favorável que se observa nos mercados de Brasil, EUA e até Angola.

Empresas: BES


Segundo o Diário Económico, o conflito que se verifica presentemente na Líbia não acarreta, salvo zonas de maior tensão, o encerramento da actividade do Aman Bank – instituição participada em 40% pelo grupo BES.

Empresas: EDP

Segundo a imprensa brasileira, a  Electrobras pretende fazer uma oferta sobre a posição que o Estado português detém na eléctrica nacional.

Empresas: CONERGY


A empresa pretende reduzir o número de trabalhadores na Alemanha, devido a uma estratégia de reestruturação da produção em resposta a concorrência da China.

Empresas: VOLKSWAGEN

A marca alemã abriu a sua primeira fábrica de reprocessamento na China.

Empresas: TOTAL


A empresa anunciou o início da produção no campo de Pazflor em Angola.

29-08-2011: Mercados Financeiros


Macroeconomia: Ao nível macroeconómico, realce para a divulgação das estimativas relativas ao PIB no bloco americano no 2Q11 que deverá registar um avanço de 1%, um pouco aquém dos 1,1% estimados. Também o indicador de confiança Michigan ficou marginalmente aquém das estimativas no mês de Agosto, 55,7 vs 55,8.

Crude: Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex avançaram 29 cêntimos para USD 85,66 por barril.

25 de agosto de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica, realce nos EUA para a divulgação das encomendas de bens duradouros que registaram um incremento de 4,0% no mês de Julho (vs +2% estimados), ao passo que o mesmo indicador excluindo veículos/transportes registou um incremento de 0,7%, quando o mercado antecipava um declínio de 0,5%. Noutro âmbito, registo para a divulgação do Índice de Preços das Habitações que no mesmo período registou um incremento mensal de 0,9%, também acima dos 0,2% em que se situava o consenso de mercado.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex permaneceram relativamente inalterados nos USD 85,24 por barril.

Mercados: EUA

Encetando um movimento de correcção significativo na recta final da sessão, os principais índices accionistas Europeus finalizaram com ganhos em torno de um ponto percentual, reflectindo a divulgação de indicadores macroeconómicos globalmente favoráveis e a manutenção da expectativa dos investidores em torno da adopção de políticas de estímulo adicionais. O menor grau de aversão ao risco conduziu ao sell-off dos activos de risco tradicionais - treasuries e do Ouro – sendo que na esfera sectorial destacou-se a outperformance apresentada pelo sector financeiro, em particular o Bank of America que avançou 10,95%.

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX (+2,69%), CAC (+1,79%) e AEX (+1,17%)  – com o mercado confiante na sinalização de novos estímulos económicos por parte do Fed na próxima sexta-feira. Os dados macroeconómicos divulgados no bloco americano também suportaram os ganhos na Europa. Com todos os sectores positivos, realce para a outperformance do sector de materiais, com a BASF, Bayer e ArcelorMittal a avançarem 3,35%, 2,08% e 4,9% respectivamente. Também o sector automóvel registou ganhos assinaláveis, na ordem dos 4,8%, com a Daimler a avançar 5,21% na sessão. O sector de telecomunicações foi o que registou menores ganhos, avançando cerca de 1%. Uma nota para a Heineken, que registou perdas superiores a 7,5%, depois de reportar resultados que ficaram aquém das estimativas e depois de ter revelado um  outlook pouco animador para os restantes meses.

Mercados: PORTUGAL


Ainda que encerrando a sessão em terreno positivo, o índice PSI-20 (+0,52%) registou um movimento de apreciação claramente inferior face ao observado pelos congéneres Europeus, destacando-se em particular a outperformance apresentada pela Mota-Engil (+2,38%), Galp (+2,04%) e Sonae SGPS (+2,28%),  esta última impulsionada pela divulgação de resultados semestrais que acabaram por superar as expectativas do mercado, destacando-se em particular a evolução favorável da quota de mercado da empresa neste período. A limitar maiores ganhos do índice, destaque para as quebras sofridas por parte da Portugal Telecom (-0,62%) e Jerónimo Martins (-0,38%), ainda que perante a inexistência de newsflow específico relevante para o efeito.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices accionistas da regiãop finalizaram com ganhos superiores a um ponto percentual, acompanhando o rally encetado pelos congéneres norte-americanos na véspera, reflectindo os menores receios dos investidores em torno dos efeitos do actual cenário de abrandamento económico. O índice nipónico avançou 1,54%, destacando-se a outperformance do sector exportador, nomeadamente automóvel e tecnológico. 

Resultados: ALTRI


A empresa registou um lucro de EUR 17,8 mn no 1H11, uma quebra de 30% face ao registado em período homólogo. Também o EBITDA recuou 20% para os EUR 63 mn, enquanto os custos aumentaram 16% devido ao aumento do preço da madeira.

Resultados: CREDIT AGRICOLE


Anunciou que os resultados no 2Q11 recuaram 11% para EUR 339 mn, tendo ainda assim superado a projecção média da comunidade de analistas (EUR 187 mn), mesmo depois da instituição francesa ter registado um writedown no valor global de EUR 202 mn associado à sua exposição a dívida Grega. A equipa de gestão reiterou o objectivo para os lucros anuais até 2014, os quais se deverão fixar no intervalo entre EUR 6-7 mil mn e que deverão beneficiar da tendência relativamente positiva da actividade internacional de retalho tradicional. Refira-se que os resultados da banca de investimento recuaram 20% para EUR 321 mn, sendo que as receitas da actividade da banca de investimento recuaram 20% para EUR 321 mn, reflectindo o declínio das receitas de corretagem.

Empresas: EDP

O Diário Económico noticia que os grupos eléctricos franceses (EDF e GDF Suez) e alemães (RWE e E.ON) estão mais próximos do controlo da EDP, depois da alteração do limite dos direitos de voto dos accionistas.

Empresas: PORTUGAL TELECOM


Pelo quarto mês consecutivo, a brasileira Oi voltou a perder quota de mercado no segmento móvel.

Empresas: APPLE


A empresa norte-americana confirmou a saída do emblemático Steve Jobs do cargo de CEO, ainda que o mesmo continuará na empresa e assumirá a posição de chairman. Trata.se de um processo de transição lógico atendendo aos condicionalismos que são do domínio público, sendo que o próprio Steve Jobs nomeou directamente Tim Cook (anterior responsável operacional) como o novo CEO do grupo. Ainda assim, os títulos da Apple recuaram cerca de 7% em negociação after market. 

Empresas: HENKEL


A empresa germânica prevê alienar algumas das suas marcas do pipeline, entre as quais a Dial Soap e a Soft Scrub, procurando assim focar-se nas suas marcas mais representativas.

Empresas: DEUTSCHE TELEKOM


A empresa prevê reforçar a sua actividade no segmento de fibra-óptica, procurando incrementar o headcount no segmento em cerca de 1500.

Empresas: SIEMENS


A empresa alemã irá alterar a sede da sua unidade de energia para a Dinamarca

Empresas: INTERNATIONAL POWER


A empresa britânica foi alvo de um upgrade concedido por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: VEOLIA ENVIRONNEMENT / ARCELOR MITTAL


As empresas foram alvo de um downgrade por diferentes casas de investimento internacionais.

Empresas: CARLSBERG


A empresa foi alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional.

25-08-2011: Mercados Financeiros

Macroeconomia: Na esfera macroeconómica, realce nos EUA para a divulgação das encomendas de bens duradouros que registaram um incremento de 4,0% no mês de Julho (vs +2% estimados), ao passo que o mesmo indicador excluindo veículos/transportes registou um incremento de 0,7%, quando o mercado antecipava um declínio de 0,5%. Noutro âmbito, registo para a divulgação do Índice de Preços das Habitações que no mesmo período registou um incremento mensal de 0,9%, também acima dos 0,2% em que se situava o consenso de mercado.

Apple Declines


Apple, the maker of the iPhone, dropped 2.6 percent to $366.55 after Jobs resigned as chief executive officer.
Jobs, 56, who has battled cancer and had a liver transplant, presided over a 9,020 percent surge in the stock since July 29, 1997, the day before the San Francisco Chronicle broke the news that he would be named interim CEO. Over the same period, the shares grew in value to $348.7 billion from $2.08 billion. Chief Operating Officer Tim Cook, 50, succeeded Jobs.

U.S. Stock Futures Fluctuate Before Fed Meets


Futures on the Standard & Poor’s 500 Index fluctuated as investors sought signs on whether the Federal Reserve will further support the economy. Nasdaq-100 Index futures retreated after Apple Inc. (AAPL)’sSteve Jobs resigned.

24 de agosto de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

Na esfera macroeconómica, realce para os dados relativos às vendas de casas novas no mês de Julho, que se situaram nos 298 mil, aquém dos 310 mil estimados. Já o indicador de manufactura Richmond Fed registou uma leitura de -10, mais negativa que os -5 estimados.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex permaneceram relativamente inalterados nos USD 85,38 por barril, tendo em conta o sentimento dicotómico em torno do actual cenário de abrandamento económico global e a manutenção da incerteza na região do Médio-Oriente.

Mercados: EUA

Acelerando face aos ganhos iniciais, os principais índices accionistas finalizaram com valorizações em torno de 3 pontos percentuais, reflectindo a expectativa dos investidores em torno da eventual adopção de medidas de estímulo adicionais perante a contínua divulgação de indiicadores macro-económicos que conferem sinais de desaceleração económica evidentes. Na esfera sectorial, destaque para os ganhos obtidos por alguns dos principais players tecnológicos e petrolíferos, os quais haviam sido amplamente penalizados no período recente.

Mercados: EUROPA


Ainda que recuando de maiores ganhos face ao observado durante a sessão, os principais índices accionistas encerraram em terreno positivo – DAX (+1,07%), CAC (+1,08%) e AEX (+0,71%) – beneficiando da expectativa dos investidores em torno da adopção de medidas de estímulo adicionais pelo FED na próxima 6ª-feira. Na esfera sectorial, realce para a outperformance evidenciada pelo sector tecnológico, nomeadamente a ASML (+2,65%) e a Infineon (+1,80%), ainda que sem a observância de newsflow específico relevante para o efeito. No pólo oposto, uma nota individual para a manutenção da fragilidade observada pelo sector financeiro, em particular o Deutsche Bank e Natixis que recuaram 1,06% e 1,65% respectivamente. Refira-se ainda assim que este movimento correctivo atingiu com maior incidência alguns players da periferia, em particular a o National Bank of Greece (-9,08%), traduzindo de forma evidente o agravamento/percepção de risco sobre a liquidez do mercado interbancário.

Mercados: PORTUGAL

O principal índice nacional encerrou a sessão com uma ligeira desvalorização de 0,16%. Destaque para a Sonae, que recuou 0,94%, motivado pelas notícias que revelavam uma possível quebra de perto de 50% nos lucros do segundo semestre. No sector financeiro apenas o Banif encerrou no verde, avançando 0,24% - BCP (-0,80%), BES (-0,18%) e BPI (-0,13%). Realce ainda para a EDP e Brisa que avançaram 1,52% e 1,46%, sem qualquer tipo de newsflow relevante que o justifique.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices accionistas asiáticos finalizaram com perdas em torno de um ponto percentual, traduzindo assim algum alívio face ao movimento de apreciação nas últimas sessões, isto para alem de algum newsflow negativo empresarial. O sentimento de mercado foi igualmente penalizado pela decisão da Moodys em rever em baixa o rating da dívida Japonesa para Aa3, pelo que o Nikkei e a própria divisa Japonesa mostraram uma fragilidade relativa superior.

Resultados: SONAE

A retalhista nacional apresentou uma quebra no lucros de 15% no 1H11, para EUR 35 mn, significativamente acima das estimativas que apontavam para uma quebra de 50% dos lucros para EUR 16 mn. Apesar do ambiente de austeridade vivido no mercado ibérico, o volume de negócios avançou 1% no período, para EUR 2,69 mil mn. O EBITDA recuou 3% para EUR 286 mn devido ao investimento na internacionalização do segmento de retalho especializado. As receitas recuaram 2% para EUR 2,7 mn, apesar do segmento alimentar ter registado um avanço de 3% das vendas. Em termos de endividamento, a empresa encerrou o 1H11 com uma dívida de EUR 2,979 mil mn, menos EUR 242 mn que no período homólogo.

Resultados: SONAE


A marca de supermercados e hipermercados do grupo, o Continente, reforçou a sua quota de mercado para 25,4% no retalho alimentar no 1H11, um aumento de 1,2% face ao período homólogo. Este aumento revela-se superior ao registado pelo seu maior concorrente, Pingo Doce, do grupo Jerónimo Martins, que registou um reforço da quota de mercado em 0,8%.

Resultados: HEINEKEN


Anunciou que o EBITDA no 1H11 atingiu EUR 1,26 mil mn, ainda assim inferior ao consenso de mercado (EUR 1,37 mil mn), reflectindo algum arrefecimento da actividade que se fez sentir no mercado Europeu – responsável por cerca de metade das receitas totais – atendendo à deterioração do contexto macro na região e penalizado também por factores exógenos específicos como as temperaturas mais baixas que se observaram neste Verão. Em termos de guidance, a equipa de gestão prevê que os lucros anuais deverão permanecer relativamente estagnados face ao período homólogo, situando-se nos EUR 1,45 mil mn (vs EUR 1,68 mil mn estimados).

Resultados: ACCOR


Anunciou que o EBIT aumentou para EUR 199 mn (vs EUR 156 mn no período homólogo) e que ficou praticamente alinhado com as expectativas do mercado. A equipa de gestão referiu que as tendências a nível operacional mantiveram-se sólidas no período de Verão, pelo que o management projecta que o segundo semestre deverá permanecer relativamente suportado.

Resultados: AGEAS


A instituição registou perdas de EUR 58,8 mn no primeiro semestre do ano, um registo que ainda assim compara favoravelmente com os prejuízos de EUR 115 mn que eram projectados pelo mercado. A equipa de gestão anunciou igualmente um plano de buyback no valor de EUR 250 mn.

Mercados: EUROPA


O ministro das Finanças Germânico – Wolfgang Schaeuble pretende reforçar os mecanismos de decisão associados ao FEEF, com o objectivo de dotar este veículo de maior autonomia e capacidade de actuar menos condicionado face às votações parlamentares dos respectivos Estados Membros.

Empresas: SEMAPA


A empresa informou a CMVM que o Norges Bank reduziu para menos de 5% a participação que detém na empresa nacional.

Empresas: BRISA


A Abertis, segundo maior accionista da empresa nacional, continua à procura de comprador para a posição de 15% que detém Brisa. Adicionalmente, a Abertis descartou qualquer interesse em novas concessões rodoviárias em Portugal, uma das áreas de aposta da empresa portuguesa.

Empresas: SONAECOM


Segundo o Jornal de Negócios, a empresa portuguesa não tem qualquer informação formal da France Telecom sobre a intenção de venda dos 20% que a empresa francesa detém na operadora nacional.

Empresas: EDP RENOVÁVEIS


A empresa vai deixar de integrar o índice Eurostoxx 600 a partir do próximo dia 19 de Setembro, no âmbito da terceira revisão da composição do índice europeu.

Empresas: BASF


A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

24-08-2011: Mercados Financeiros


Macroeconomia: Na esfera macroeconómica, realce para os dados relativos às vendas de casas novas no mês de Julho, que se situaram nos 298 mil, aquém dos 310 mil estimados. Já o indicador de manufactura Richmond Fed registou uma leitura de -10, mais negativa que os -5 estimados.

Crude: Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex permaneceram relativamente inalterados nos USD 85,38 por barril, tendo em conta o sentimento dicotómico em torno do actual cenário de abrandamento económico global e a manutenção da incerteza na região do Médio-Oriente.

23 de agosto de 2011

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex avançaram mais de um ponto percentual para USD 85,41, com os investidores na expectativa que a retoma da produção na Líbia, acompanhada com a mudança de regime do país, poderá demorar mais tempo que o esperado.

Mercados: EUA

Recuando de maiores ganhos obsrvados ao longo da sessão, os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram em terreno praticamente neutro, reflectindo incerteza adicional após o movimento de queda sofrida pela Goldman Sachs (-4,70%) já na recta final da sessão em função do receio dos investidores em torno da viabilidade dos planos de recapitalização do banco. Não obstante, o sector tecnológico manteve-se em terreno claramente positivo, destacando-se nesse particular a outperformance da HP (+3,60%) encetando assim um movimento de recuperação técnico face à dimensão das perdas recentes na sequência do anúncio do spin-off da unidade de computadores.

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a primeira sessão da semana em terreno positivo – DAX (-0,11%), CAC (+1,14%) e AEX (+0,81%) – com a especulação de que o Fed poderá sinalizar esta semana novos estímulos à economia, juntamente com a perspectiva do fim do regime de Kadhafi na Líbia. A liderar os ganhos, beneficiando sobretudo do segundo acontecimento descrito anteriormente, esteve o sector de Oil & Gas, com a Total, Eni e Repsol a avançarem 2,25%, 6,33% e 2,78% respectivamente. Já o sector mais penalizado foi o de materiais, com a BASF e a ArcelorMittal a recuarem 1,56% e 0,22% respectivamente. Uma nota para o sector das utilities, que registou igualmente uma performance bastante positiva, com a GDF Suez, EDF e E.On a avançarem 3,49%, 2,45% e 3,57% respectivamente.

Mercados: PORTUGAL

O principal índice accionista português encerrou a sessão a valorizar 1,53%, uma das melhores performances ao nível europeu. O sector financeiro foi o mais penalizado, sendo que o BES liderou as perdas ao recuar 3,25% - BCP (-3,10%), BPI (-1,28%) e Banif (0,24%). Já a Sonae e a EDP avançaram 2,31% e 3,44% respectivamente. Também a Galp valorizou 1,61%, movimento integrado numa lógica sectorial. A liderar os ganhos esteve a Portugal Telecom que avançou 4,71% para os EUR 5,98 por acção, sem qualquer tipo de newsflow relevante.

Mercados:ÁSIA

Os principais índices accionistas da região finalizaram com ganhos superiores a um ponto percentual, beneficiando da expectativa dos investidores em torno da concretização de medidas adicionais de estímulo pelo FED, isto para além da divulgação de indicadores macro-económicos na China (Produção) que evidenciaram um abrandamento inferior à projecção do mercado. O índice nipónico Nikkei 225 avançou 1,22%, destacando-se a outperformance do segmento tecnológico.

Mercados: PORTUGAL


Segundo o Diário Económico, as construtoras e bancos envolvidos em oito concessões lançadas pelo anterior governo, deverão avançar com pedidos de indemnização devido ao plano de cortes de investimento do actual governo.

Empresas: UBS


A instituição Suiça anunciou que irá reduzir o headcount em cerca de 3.500 em função do contexto de redução de receitas de trading e/ou de gestão de activos. Esta medida deverá permitir poupanças anuais na estrutura de custos em torno dos CHF 2 mil mn.

Empresas: UNILEVER

Citando uma entrevista com o responsável operacional da empresa holandesa, este confirmou que a Unilever demonstra interesse em concretizar eventuais aquisições no mercado germânico.

Empresas: CARREFOUR


A retalhista anunciou que Thierry Garnier irá assumir o cargo de director executivo nos mercados da China e Taiwan até meados de 2012.

Empresas: SECTOR TECNOLÓGICO EUROPEU


O sector foi alvo de uma recomendação negativa por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: SECTOR TELECOMUNICAÇÕES EUROPEU


O sector foi alvo de uma recomendação positiva por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: ARCELORMITTAL / THYSSEN KRUPP


As empresas foram alvo de um downgrade por uma casa de investimento internacional.

Empresas: DEUTSCHE TELEKOM


A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

23-08-2011: Mercados Financeiros


Macroeconomia: Não se registou a observância de dados macroeconómicos relevantes nesta data.

Crude: Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex avançaram mais de um ponto percentual para USD 85,41, com os investidores na expectativa que a retoma da produção na Líbia, acompanhada com a mudança de regime do país, poderá demorar mais tempo que o esperado.

EUA: Recuando de maiores ganhos obsrvados ao longo da sessão, os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram em terreno praticamente neutro, reflectindo incerteza adicional após o movimento de queda sofrida pela Goldman Sachs (-4,70%) já na recta final da sessão em função do receio dos investidores em torno da viabilidade dos planos de recapitalização do banco. Não obstante, o sector tecnológico manteve-se em terreno claramente positivo, destacando-se nesse particular a outperformance da HP (+3,60%) encetando assim um movimento de recuperação técnico face à dimensão das perdas recentes na sequência do anúncio do spin-off da unidade de computadores.

29 de julho de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

A nível macroeconómico realce para a divulgação dos novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA, os quais se cifraram nos 398 mil, abaixo das estimativas dos analistas. Na Zona-Euro o índice de confiança do consumidor atingiu os -11,2 pontos, apresentando uma melhoria face às expectativas que apontavam para -11,4 pontos.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Setembro negociados em after hours na Nymex recuaram USD 0,52 para USD 96,92 por barril.

Mercados: EUA

Os principais índices norte-americanos encerraram na generalidade negativos, com a manutenção dos receios relativos ao aumento do tecto da dívida nos EUA. O S&P 500 recuou 0,32%, com o sector de telecomunicações a ser o mais penalizado, enquanto o sector tecnológico registou novamente a melhor performance, levando o Nasdaq a encerrar praticamente flat. Já o Dow Jones Industrial Average recuou 0,51%.

Mercados: EUROPA

Ainda que recuperando de maiores perdas observadas ao longo da sessão, os principais índices accionistas Europeus não evitaram o fecho em terreno negativo – DAX (-0,86%), CAC (-0,57%) e AEX (-0,16%) – reflectindo a persistência do impasse político norte-americano no que respeita a subida do tecto da dívida, evento que poderá desencadear alterações no rating de crédito da dívida dos EUA. Numa sessão dominada por um intenso newsflow em torno da divulgação de resultados trimestrais, realce para a underperformance do sector tecnológico, nomeadamente a Cap Gemini (-9,18%) e Alcatel-Lucent (-15,33%), esta última após reportar vendas que desiludiram as expectativas do mercado, não obstante a equipa de gestão ter reiterado alguns dos principais targets do exercício (margem operacional). No pólo oposto, realce individual para a Renault (+4,51%) que foi impulsionada pela divulgação de resultados trimestrais acima das expectativas de mercado, ao passo que a nível sectorial destaque para os ganhos do sector financeiro, nomeadamente do bloco periférico core – casos do BBVA (+1,73%) e do Banco Popular (+1,90%).

Mercados: PORTUGAL

O principal índice accionista português registou ganhos na sessão de 0,93%, contrariando as perdas registadas pelos seus congéneres europeus. Realce para a overperformance evidenciada pelo sector financeiro, tendo o BES liderado os ganhos no PSI-20 ao avançar 3,80% enquanto o BCP e BPI registaram valorizações de 1,64% e 0,95%, respectivamente, o primeiro reagindo positivamente à redefinição da estratégia do banco mesmo após apresentar resultados que ficaram aquém das estimativas dos analistas. Realce para os ganhos de 3,29% evidenciados pela Jerónimo Martins, após uma casa de investimento internacional rever em alta o seu price target. No pólo oposto, destaque para a Brisa, a qual liderou as perdas ao recuar 3,81% em antecipação à divulgação de resultados trimestrais que decorrerá amanhã.

Mercados:ÁSIA

Os principais índices asiáticos encerraram negativos, após a continuação do impasse no bloco norte- americano. O Nikkei recuou 0,69%, como sector de telecomunicações a registar a pior performance.

Resultados: GALP

A petrolífera apresentou resultados do 1S11 registando um resultado líquido RCA de EUR 111 mn - dos quais 63% foram realizados no 2T -, um decréscimo de 36% face ao período homólogo penalizado pelo desempenho desfavorável das áreas de Refinação & Distribuição. A Produção de crude net entitlement ficou praticamente inalterada YoY nos 11,7 mobpd, enquanto o volume de gás vendido aumentou 22,3%. O EBITDA RCA totalizou EUR 365 mn (-20%) enquanto a margem de refinação se cifrou nos USD 0,8/bbl também abaixo do valor registado em período homólogo. O investimento no trimestre foi de EUR 590 mn, canalizado principalmente para o projecto de conversão de refinarias.

Resultados: EDP

A eléctrica portuguesa apresentou resultados semestrais que superaram as expectativas dos analistas, tendo o resultado líquido registado um incremento de 8% para os EUR 609 mn, acima dos EUR 577 mn antecipados pelos mercado. Também o EBITDA registou uma evolução positiva, atingindo os EUR 1,9 mil mn, impulsionado pela actividade regulada e pelas operações no Brasil as quais compensaram as perdas no mercado liberalizado na Península Ibérica. Também a dívida líquida registou um aumento para os EUR 16,9 mn penalizando os resultados financeiros da EDP.

Resultados: SONAE INDUSTRIA

Anunciou que os lucros no 2Q11 aumentaram 1% para EUR 356 mn no 2Q11, sendo que o EBITDA mais que duplicou neste período para EUR 34 mn, traduzindo uma margem EBITDA de 9,9% - um registo que compara favoravelmente com os 6,5% em que se ficou este indicador no período homólogo. Não obstante, o forte incremento das provisões (EUR 28 mn) em conjunto com a rubrica de amortizações (EUR 22 mn) e a subida dos encargos financeiros (EUR 14 mn) determinou que os resultados líquidos atingissem um prejuízo de EUR 24 mn, observando-se assim um agravamento face às perdas de EUR 6 mn observadas no período homólogo.

Resultados: SONAECOM

A empresa anunciou na véspera após o fecho de mercado que as receitas no 1H11 atingiram EUR 425,4 mn, diminuindo em 5,5% face ao observado no período homólogo, sendo que o incremento de 1,5% nas receitas de clientes no móvel e o aumento de 8,3% nas receitas de serviços na SSI não compensaram essencialmente a redução de 29,1% no nível da venda de equipamentos. Não obstante, o EBITDA consolidado fixou-se nos EUR 106,5 mn (+7,0%) e a respectiva margem EBITDA aumentou 2,9 p.p. para 25%, uma evolução favorável suportada pelos ganhos de eficiência obtidos, bem como pela tendência positiva nas receitas de clientes do móvel. Já o resultado líquido atribuível ascendeu a EUR 31,9 mn (62,4% acima do 1H10), reflectindo os ganhos ao nível operacional referidos supra, bem como a diminuição dos encargos com amortizações e depreciações.

Resultados: TOTAL

A petrolífera francesa reportou uma quebra de 6% no resultado líquido para EUR 2,8 mil mn, em linha com as estimativas dos analistas, penalizada por operações de manutenção em diversas explorações petrolíferas e pelo encerramento temporário das operações na Líbia. Também a produção recuou 2% para 2,31 mn de barris por dia.

Resultados: ENDESA

A empresa espanhola anunciou que o seu resultado líquido avançou 5,8% para EUR 1,8 mil mn.

Resultados: PPR

A empresa francesa reportou um resultado líquido de de EUR 450 mn, acima dos EUR 438,7 mn estimados e acima do observado em período homólogo. Os resultados foram impulsionados por um crescimento de 23% das vendas na unidade de luxo da empresa. A empresa que em Março vendeu a cadeia Conforama e se prepara para vender a Redcats tem como objectivo reorganizar-se mais em torno do segmento de luxo. No 1H11 as vendas avançaram 7,3% para EUR 7,22 mil mn.

Resultados: MICHELIN

A empresa francesa reportou um resultado operacional de EUR 971 mn, aquém dos EUR 990 estimados pelos analistas. As vendas atingiram EUR 10,1 mil mn, sensivelmente em linha com os EUR 10,2 mil mn estimados. A empresa advertiu para o facto de o Free Cash Flow poder ser temporariamente negativo por causa do Capex e dos custos das matérias-primas. No entanto, a empresa reviu em alta o target para o aumento do volume de vendas.

Resultados: CONTINENTAL

A empresa alemã reportou um resultado liquido de EUR 647 mn, aquém dos EUR 716 mn estimados pelos analistas. No entanto, e tal como a sua concorrente francesa, a empresa reviu em alta o outlook para as receitas para EUR 29,5 mil mn, acima dos EUR 28,5 mil mn estimados anteriormente. Também a margem operacional foi aumentada de 9,7% para cerca de 10%.

Resultados: EDF

A eléctrica francesa reportou um aumento de 6,2% dos lucros no 1H11, com o EBITDA a avançar para EUR 8,62 mil mn, acima dos EUR 8,58 mil mn estimados. Os resultados foram impulsionados por um aumento do output nuclear em France e no Reino Unido. A empresa reiterou a guidance para o presente ano mas reviu em alta o outlook para o output doméstico.

Resultados: SCHNEIDER ELECTRIC

A empresa anunciou que o resultado do primeiro semestre ficou abaixo das expectativas dos analistas, que esperavam lucros de EUR 851 mn atingindo apenas EUR 802 mn. Apesar deste resultado ter ficado abaixo das expectativas subiu 9% face ao período homólogo. A explicação por parte da empresa para que os resultados não tenham superado as estimativas, deve-se à inflação das matérias-primas utilizadas. Relativamente ao segundo trimestre as receitas aumentaram 16% face ao período homólogo, atingindo assim EUR 5,39 mil mn.

Resultados: EADS

A empresa viu os seus lucros no 1H11 avançarem 39%, com o EBITDA a situar-se nos EUR 563 mn, acima dos EUR 511 mn estimados pelos analistas. As vendas avançaram 8% para EUR 21,9 mil mn. A mais procura no segmento da aviação comercial colmatou o enfraquecimento das receitas no segmento militar. A empresa reiterou o outlook para 2011.

Resultados: HEIDELBERG CEMENT

A empresa reportou uma quebra de 10% dos resultados penalizada pelo aumento dos custos com energia. O resultado operacional recuou para EUR 441 mn, aquém dos EUR 480 mn estimados pelos analistas. As vendas avançaram 3% para EUR 3,39 mil mn, superando as estimativas de EUR 3,37 mil mn.

Resultados: SAINT-GOBAIN

A empresa reportou um resultado líquido de EUR 768 mn, acima dos EUR 501 registados em período homologo, ao mesmo tempo que reiterou a guidance anual.

Empresas: EDP

O CEO da eléctrica portuguesa, António Mexia, defende a venda de blocos de acções da EDP no âmbito da sua privatização em vez da sua dispersão em bolsa.

Empresas: EDP

A eléctrica foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: SONAECOM

Segundo o Diário Económico, a France Telecom pretende vender a participação de 20% que detém na operadora portuguesa dado que não pretende deter posições minoritárias.

Empresas: SONAE INDUSTRIA

Em comunicado enviado à CMVM, o presidente da empresa nos últimos 7 anos, Bianchi de Aguiar, apresentou a sua demissão do cargo, sendo substituído interinamente por Rui Correia e João Paulo Pinto.