22 de setembro de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

A nível macroeconómico, destaque para a divulgação da venda de casas usadas nos EUA, a qual avançou 7,7% em Agosto, superando largamente as expectativas (+1,7%). Já os inventários de crude recuaram também mais do que o esperado (-7336 mil barris vs. -1300 mil barris estimados) enquanto a taxa de refinação se cifrou nos 1,30% quando era expectável que recuasse 0,28%.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Novembro negociados em after hours na Nymex recuaram mais de um ponto percentual para USD 84,05 por barril, reflectindo a expectativa dos investidores em torno da prossecução do actual cenário de abrandamento económico global.

Mercados: EUA

Os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram com perdas em torno de 3 pontos percentuais – praticamente a níveis mínimos intradiários – mesmo depois do FED ter sinalizado que irá avançar para a compra de títulos de dívida de longo prazo em contraposição à venda de treasuries de curto prazo, numa acção denominada por Operação Twist – a qual já era amplamente esperada pelo mercado e que previsivelmente terá um efeito limitado na economia real tendo em conta que o nível de taxas de juro (mesmo nos prazos mais longos) encontra-se a níveis historicamente reduzidos. Os principais activos de risco acabaram por ter uma reacção negativa a este evento, sendo que as Treasuries (10 anos e nos prazos mais longos) encetaram um rally significativo, reflectindo algum frontrunning desta nova medida enunciada pela Reserva Federal norte-americana.

Mercados: EUROPA

Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão com perdas – DAX (-2,46%), CAC (-1,62%) e AEX (-1,38%) – após declarações por parte da troika de que irão regressar a Atenas na próxima semana, uma vez que das negociações dos últimos três dias não emergiu nenhuma solução. Realce para as perdas do sector automóvel, destacando-se a Peugeot (-5,70%) e Volkswagen (-2,63%), ainda que sem  newsflow relevante que o justifique. Também a Lufthansa registou perdas na sessão de 5,04% após ser alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional. O sector financeiro liderou as perdas com a maioria dos bancos a registar desvalorizações as quais se revelaram mais pronunciadas em Espanha e Itália – BBVA (-3,42%), Intesa Sanpaolo (-2,86%), Santander (-2,54%) e Unicredit (-2,52%).

Mercados: PORTUGAL

O principal índice nacional encerra a sessão com ganhos ligeiros (+0,38%), contrariando a  performance negativa dos índices Europeus. No pólo negativo, destaque para a Mota-Engil, que encerra a desvalorizar 5,60%, após ser noticiado que o consórcio que lidera (Ascendi) vai ser compensado em EUR 717,1 mn pelo Estado Português devido à introdução de portagens nas SCUTS. Realce para a Brisa que liderou os ganhos da sessão, valorizando 2,86%, sem newsflow relevante que o justifique. A Galp valorizou 1,46%, após ter noticiado que irá duplicar o seu investimento em Angola entre 2015 e 2016 para EUR 2000 mn.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices accionistas da região finalizaram com perdas em torno de 3 pontos percentuais, reflectindo alguma preocupação com os comentários do FED que sinalizaram que se têm vindo a acentuar os riscos de downside para a actividade económica no curto/médio prazo, pelo que os investidores voltaram a optar por alienar a generalidade dos activos de risco. Na esfera sectorial, realce para a underperformance exibida por um conjunto de players cíclicos, destacando-se igualmente a quebra de algumas commodities (entre as quais o cobre), em oposição a um comportamento favorável exibido por um conjunto de activos de refúgio, nomeadamente Ouro e Treasuries.

Resultados: GENERAL MILLS

A empresa reportou um resultado liquido deduzido de investimentos em matéria-prima e avaliações de USD 64 cêntimos por acção, acima dos USD 62 cêntimos estimados pelos analistas. As receitas avançaram 9% para USD 3,85 mil mn, superando as estimativas que apontavam para os USD 3,81 mil mn. Foi a primeira vez que a Yoplait integrou os resultados da empresa, tendo contribuído com 3% para o aumento das receitas acima descrito. A empresa pretende expandir-se para fora dos EUA, apesar de este continuar a ser um mercado bastante atractivo.

Mercados: GRÉCIA

Na sequência das duas Conference Calls realizadas nos últimos dois dias, o executivo Grego anunciou uma nova ronda de políticas de austeridade, a qual recairá sobre o corte de salários de cerca de 30 mil funcionários públicos, bem como a redução do valor das pensões em 20% (acima de EUR 1200/mês) e em 40% para os pensionistas com menos de 55 anos e que aufiram valores superiores a EUR 1000 mensais. Este anúncio acaba por espelhar alguma convergência entre as medidas exigidas pela Troika e os esforços de consolidação pelos responsáveis helénicos, pelo que a possibilidade de ser libertada a 6ª tranche (até final do mês) associada ao primeiro plano de assistência financeira é no presente bastante elevada – pelo que deverá ser evitado um default da Grécia no curto prazo.

Empresas: EDP

A eléctrica brasileira Electrobras declarou estar apenas interessada na privatização da congénere portuguesa caso tenha poder no conselho de administração da empresa.

Empresas: EDP

Segundo o Jornal de Negócios, as brasileiras Cemig e CPFL estão a estudar o lançamento de uma proposta, em conjunto com a Electrobras, para a compra da participação de 20% que o Estado português detém na eléctrica e que pretende privatizar.

Empresas: JERÓNIMO MARTINS / SONAE


Segundo um estudo elaborado pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição, a retalhista do grupo Jerónimo Martins aumentou em 11% a sua facturação por área em 2010 enquanto a Sonae facturou menos 3% por área de venda.

Empresas: JERÓNIMO MARTINS

Segundo noticia o Jornal de Negócios, a porta-voz da retalhista portuguesa descartou a possibilidade de compra da polaca Emperia devido à grande sobreposição entre ambas as redes. 

Empresas: BCP

Segundo o Jornal de negócios, o banco português vai avançar ainda este mês com uma operação de troca de títulos que deverá aumentar as reservas em EUR 310 mn que serão utilizadas no aumento do rácio de capital core tier one em 0,45 pontos percentuais, colocando o rácio perto dos 9%. 

Empresas: GALP

Uma casa de investimento internacional iniciou a sua cobertura da petrolífera portuguesa atribuindo um price target de EUR 17,30 e uma recomendação de compra.

Empresas: SEMAPA

O price target da empresa portuguesa foi revisto em baixa por uma casa de investimento internacional de EUR 7,76 para EUR 5,52, mantendo a recomendação existente.

Empresas: SONAE

O price target da empresa portuguesa foi revisto em baixa por uma casa de investimento internacional de EUR 0,80 para EUR 0,60, mantendo a recomendação neutral.

Empresas: ENDESA

A empresa sofreu um upgrade do seu rating de dívida por parte da Standard & Poor’s, de BBB+ para A-.

Empresas: VALEO

A empresa noticiou que procedeu à recompra de 558.302 acções próprias para cobrir bónus e planos de compra de acções.

Empresas: VINCI

A construtora francesa veio anunciar que, juntamente com a Royal BAM Groep NY, foi finalizado o acordo que irá financiar a modernização de um segmento da auto-estrada que liga Berlim a Munique, num projecto que deverá ascender aos EUR 220 mn. 

Empresas: IBERDROLA

A empresa espanhola vai comprar mais 12,5% num projecto que está a construir uma central nuclear no Reino Unido, totalizando uma participação de 50% no mesmo. 

Empresas: AIRBUS

O BNP e a Societé General interromperam o financiamento para compra de aviões, devido a dificuldades em obterem refinanciamentos em dólares. A Airbus deverá ser mais afectada que outras empresas, por ter poucas facilidades de crédito nos EUA. 

Empresas: NESTLÉ

A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: INDITEX

A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

2 de setembro de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

Na esfera macroeconómica destaque para a divulgação dos novos pedidos de subsídio de desemprego semanais, nos EUA, que se situaram nos 409 mil, um pouco abaixo dos 410 mil estimados, enquanto o indicador agregado alcançou os 3735 mil, um pouco acima das estimativas de 3681 mil. Já o indicador de actividade ISM Manufacturing, correspondente ao mês de Agosto, registou uma leitura de 50,6 pontos, acima dos 48,5 estimados.

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em  after hours  na Nymex  avançaram USD 0,37 para USD 88,56 por barril, com a expectativa de que os dados macroeconómicos de hoje confirmem a fraqueza da economia Americana.

Mercados: EUA

Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno negativo, apesar dos bons dados macroeconómicos divulgados, com os investidores receosos com os números relativos aos  Payrolls e taxa de desemprego que serão divulgados hoje. Assim, o S&P 500 recuou 1,19%, com o sector financeiro a ser o mais penalizado, recuando mais de 2% na sessão. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average recuaram 0,98% e 1,03% respectivamente.

Mercados: EUROPA

Ainda que encetando um movimento de recuperação assinalável ao longo da sessão, os principais índices accionistas Europeus finalizaram em terreno misto, beneficiando sobretudo da divulgação de indicadores macroeconómicos globalmente positivos nos EUA e que de alguma forma refrearam os riscos actuais em torno da possibilidade da principal economia mundial resvalar para um cenário de recessivo. Na esfera sectorial, realce para a outperformance apresentada pelo sector financeiro, em particular o Royal Bank of Scotland (+8,16%) que evoluiu suportado pela expectativa de menores restrições regulatórias. Igualmente em plano positivo, destaque para a Nokia que avançou mais de 5%, após ter concretizado a venda de um portfolio de 2000 patentes a uma empresa Canadiana. No pólo oposto, realce para as desvalorizações sofridas por parte da Lagardére (-11,11%) e Eiffage (-17,58), penalizada na sequência da divulgação de resultados trimestrais.

Mercados: PORTUGAL

O principal índice accionista português encerrou a sessão a recuar 0,26%, numa sessão em que os restantes índices europeus registaram performances mistas. A penalizar o índice estiveram a Galp, a qual recuou 1,62%, penalizada pela quebra do preço do crude nos mercados internacionais, e a EDP, a qual desvalorizou 0,44%, mesmo após ser noticiado que a Electrobras, potencial compradora da participação de 20% que o Estado ainda detém na eléctrica portuguesa, já iniciou um plano para obter o financiamento através de uma emissão de obrigações destinada ao mercado internacional. No pólo oposto, realce para os ganhos registados pela Mota-Engil (+0,98%) após apresentar resultados semestrais que superaram as estimativas dos analistas. Destaque particular para a underperformance evidenciada pela Portugal Telecom (-0,22%) após uma casa de investimento internacional rever em baixa o seu price target em 5%.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices asiáticos encerraram igualmente negativos, com os receios de que os números que irão ser divulgados hoje no bloco norte-americano, respeitantes ao mercado de trabalho, possam evidenciar a perda de fulgor da economia Americana. O Nikkei recuou 1,21%, com o sector financeiro a ser o mais penalizado na sessão.

Empresas: CIMPOR


A cimenteira portuguesa viu o seu rating de curto e longo prazo ser reafirmado pela agência de notação financeira Standard & Poor’s.

Empresas: EDP

Segundo noticia o Jornal de Negócios, o presidente da alemã E.On terá demonstrado interesse na compra da posição de 20% que o Estado ainda detém na eléctrica portuguesa no encontro que teve com Pedro Passos Coelho.

Empresas: SONAE


O CEO da France Telecom reiterou o seu interesse na venda da posição que a operadora francesa detém na Sonaecom (20%) após já ter anunciado em Maio que não pretende deter posições minoritárias.

Empresas: GALP

Segundo o documento de Estratégia Orçamental divulgado ontem pelo Governo, a CGD tem apenas quatro meses para vender a participação de 1% que ainda detém na petrolífera portuguesa.

Empresas: BANIF


A holding que detém o Banco Banif, a Rentipar Financeira, irá precisar de reforçar o seu capital dado que no final de Junho apresentava um core capital de 7,84%. A empresa já se tem vindo a posicionar para arrecadar entre EUR 150 a 200 mn, não excluindo a hipótese de fazer um aumento de capital.

Empresas: BP / ROYAL DUTCH SHELL


As empresas começaram a evacuar os seus trabalhadores das plataformas petrolíferas do golfo do México devido a uma tempestade que se intensifica na região.

Empresas: FRANCE TELECOM


A empresa revelou que tem targets para aquisição de empresas no Médio Oriente e África, onde poderá entrar igualmente através de parcerias, no sentido de reduzir os custos.

Empresas: PORSCHE

As vendas no mercado norte-americano avançaram 7,5% no mês de Agosto quando comparado com o período homólogo.

Empresas: PERNOD RICHARD / L'OREAL / METRO

As empresas foram alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.

Empresas: CARREFOUR / EDF


As empresas francesas viram o seu price target ser cortado por diferentes casas de investimento internacionais.

Empresas: SCHNEIDER / HEINEKEN


As empresas foram alvo de um  downgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.

02-09-2011: Mercados Financeiros


Macroeconomia: Na esfera macroeconómica destaque para a divulgação dos novos pedidos de subsídio de desemprego semanais, nos EUA, que se situaram nos 409 mil, um pouco abaixo dos 410 mil estimados, enquanto o indicador agregado alcançou os 3735 mil, um pouco acima das estimativas de 3681 mil. Já o indicador de actividade ISM Manufacturing, correspondente ao mês de Agosto, registou uma leitura de 50,6 pontos, acima dos 48,5 estimados.

Crude: Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em  after hours  na Nymex  avançaram USD 0,37 para USD 88,56 por barril, com a expectativa de que os dados macroeconómicos de hoje confirmem a fraqueza da economia Americana.

31 de agosto de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

Na esfera macroeconómica realce para a confiança do consumidor nos EUA, no mês de Agosto, que se situou nos 44,5, significativamente aquém dos 52 estimados. Já o índice que mede o preço das casas nas 20 maiores cidades norte-americanas, S&P/Case Shiller, recuou 4,52%, sensivelmente em linha com o estimado.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex avançaram USD 1,63 para USD 88,90 por barril.

Mercados: EUA

Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo, mantendo-se a confiança dos investidores relativamente à recuperação económica global. O S&P 500 avançou 0,23%, com os sectores de telecomunicações e materiais em destaque ao registarem valorizações médias próximas de 1%. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average avançaram 0,62% e 0,18% respectivamente.

Mercados: EUROPA


Ainda que perdendo algum fulgor ao longo da sessão em resultado da divulgação de indicadores macroeconómicos que ficaram aquém das expectativas do mercado, os principais índices accionistas Europeus encerraram em terreno misto  – DAX (-0,46%), CAC (+0,18%) e AEX (+0,85%). Numa sessão marcada por um newsflow empresarial globalmente curto e em que a perspectiva da divulgação das minutas do FED centrou a atenção dos investidores, realce para a outperformance apresentada pelo sector petrolífero, em particular a Repsol (+4,15%) que beneficiou do reforço da posição da Petroleos Mexicanos que passará a deter cerca de 10% no capital da empresa espanhola. A limitar o melhor desempenho dos índices, realce para as quebras sofridas por alguns dos principais players de utilities  – E.On (-2,48%) e RWE (-2,76%)  – ainda que sem a observância de  newsflow específico relevante.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice nacional encerrou a sessão a recuar 0,12%, uma das piores performances ao nível europeu. O Banif liderou as perdas na sessão, recuando 3%, movimento acompanhado pelos peers BPI e BCP que recuaram igualmente 2,27% e 0,78% respectivamente, com excepção para o BES que avançou 0,93%. Também a Portugal Telecom recuou 0,9%, na véspera de apresentar resultados semestrais. Já a Mota-Engil, que reporta igualmente amanhã os números relativos aos primeiros 6 meses do ano, avançou 0,89%. A liderar os ganhos esteve a Brisa, ao valorizar 3,67% sem newsflow especifico que o justifique.

Mercados: ÁSIA

A generalidade dos índices asiáticos encerrou positivo, com a especulação de que o Fed pode introduzir medidas de apoio è economia americana no próximo mês. O Nikkei encerrou flat, +0,01%, com o sector de serviços em destaque na sessão.

Resultados: PORTUGAL TELECOM


A empresa anunciou em comunicado enviado à CMVM que ajustou as suas demonstrações financeiras de 2010, de forma a reconhecer a Vivo como operação descontinuada, bem como a integração da actividade da Oi – participação de 25,3% concretizada em Março de 2011. Assim, no 2Q11 as receitas operacionais consolidadas atingiram EUR 1,79 mil mn, acima do consenso de mercado (EUR 1,67 mil mn), ao passo que o EBITDA atingiu EUR 642 mn (vs EUR 611 mn estimados) e a respectiva margem fixou-se nos 37,5% respectivamente. A actividade no Brasil Oi representa cerca de 45% das receitas totais e os lucros no trimestre recuaram 40% para EUR 98,1 mn, reflectindo o impacto das operações descontinuadas. Refira-se que a posição de liquidez, excluindo a consolidação proporcional da Oi e da Contax e incluindo o valor das disponibilidades de caixa, papel comercial, linhas de crédito e o montante a receber da Telefonica devido à aquisição por parte desta da participação da PT na Vivo, ascendeu a EUR 5,37 mil mn , sendo que as responsabilidades/compromissos da empresa estão integralmente cobertos até ao final de 2013.

Resultados: SOARES DA COSTA


Anunciou que obteve lucros de EUR 2 mn no 1H11, uma contracção de 39% face ao período homólogo, penalizada essencialmente pela evolução desfavorável da rubrica de resultados financeiros (-45%), sendo que na esfera operacional o EBITDA aumentou 12% para EUR 47,5 mn e a margem EBITDA registou um acréscimo de 1,3 pontos percentuais para 11,3% respectivamente. A equipa de gestão já tinha referido que o  backlog da actividade exterior situa-se a níveis máximos, reiterando a meta para a margem EBITDA de 10% no final do exercício, ao passo que a dívida líquida atingiu EUR 785 mn no período.

Resultados: HERMES


O resultado líquido no 1H11 avançou para EUR 290,0 mn, acima dos EUR 194,6 mn registados em período homólogo. As vendas também avançaram 22% para EUR 1,31 mil mn. O  management confirmou os targets para 2011, depois de no mês passado a empresa ter revisto em alta a estimativa para as receitas e margens, que estarão próximas do recorde de 2010.

Resultados: VIVENDI


O resultado líquido nos primeiros 6 meses do ano avançou 12% para EUR 884, claramente acima dos EUR 790 mn observados em igual período do ano passado e dos EUR 780 mn estimados pelos analistas. A impulsionar os resultados estiveram as divisões Activision Blizzard e GVT. A empresa confirmou os seus targets anuais.

Resultados: CARREFOUR


A empresa reportou um resultado operacional que recuou 22% para EUR 772 mn, em linha com as estimativas da empresa. Adicionalmente, a retalhista reviu em baixa em 15% o seu  target para os lucros anuais, quando os analistas estimavam uma quebra dos lucros de 11%. O mercado francês continua a penalizar significativamente a empresa, com os resultados operacionais do mercado francês a recuarem 40%.

Resultados: BOUYGUES


A empresa anunciou que as vendas no 2Q11 se situaram nos EUR 8,5 mil mn, um pouco acima dos EUR 8,4 mil mn estimados. Também o resultado líquido superou as estimativas ao situar-se nos EUR 357 mn vs EUR 320 mn estimados. A empresa anunciou igualmente um buy back program de EUR 1,25 mil mn.

Resultados: L'OREAL


Os lucros da empresa no 1H11 situaram-se nos EUR 1,7 mil mn, um aumento de 2% face ao período homólogo, ainda assim aquém dos EUR 1,78 mil mn estimados.

Resultados: VINCI

A empresa anunciou um resultado líquido de EUR 814 mn, acima dos EUR 703 mn observados em período homólogo e acima das estimativas de EUR 806 mn. A empresa reviu em alta o outlook anual, motivada por um backlog recorde.

Mercados: PORTUGAL


O Governo irá apresentar hoje durante a tarde (15H) o documento que deverá conter o já anunciado corte histórico na despesa, sendo que a referida apresentação estará a cargo do actual ministro das finanças e o plano irá incluir também o cenário macroeconómico e orçamental a 4 anos. 

Empresas: METRO


A maioria dos membros do concelho de supervisão da retalhista opusera-se a uma extensão do contracto do CEO após Outubro de 2012.

Empresas: SIEMENS


A unidade de iluminação da empresa, Osram, irá aumentar os preços de alguns de lâmpadas economizadoras de energia e florescentes.

31-08-2011: Mercados Financeiros


Macroeconomia: Na esfera macroeconómica realce para a confiança do consumidor nos EUA, no mês de Agosto, que se situou nos 44,5, significativamente aquém dos 52 estimados. Já o índice que mede o preço das casas nas 20 maiores cidades norte-americanas, S&P/Case Shiller, recuou 4,52%, sensivelmente em linha com o estimado.

Crude: Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex avançaram USD 1,63 para USD 88,90 por barril.

EUA: Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo, mantendo-se a confiança dos investidores relativamente à recuperação económica global. O S&P 500 avançou 0,23%, com os sectores de telecomunicações e materiais em destaque ao registarem valorizações médias próximas de 1%. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average avançaram 0,62% e 0,18% respectivamente.

29 de agosto de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Ao nível macroeconómico, realce para a divulgação das estimativas relativas ao PIB no bloco americano no 2Q11 que deverá registar um avanço de 1%, um pouco aquém dos 1,1% estimados. Também o indicador de confiança Michigan ficou marginalmente aquém das estimativas no mês de Agosto, 55,7 vs 55,8.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex avançaram 29 cêntimos para USD 85,66 por barril.

Mercados: EUA

Os principais índices norte-americanos encerraram em terreno positivo, depois de Ben Bernanke ter anunciado que a deterioração económica não é suficientemente grave para que sejam tomadas medidas imediatas de estímulos à economia. Assim, o S&P 500 avançou 1,51%, sendo que apenas o sector das utilities encerrou negativo. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average avançaram 2,49% e 1,21% respectivamente. 

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a semana em terreno negativo – DAX (-0,84%), CAC (-1,01%) e AEX (-0,68%)  – depois de dados macroeconómicos menos positivos nos EUA e depois de Ben Bernanke não ter dado indicação sobre novas medidas de estímulo à economia. Realce para o sector tecnológico, que foi o único a encerrar positivo, com a SAP, ASML e Infineon a recuarem 1,06%, 0,99% e 1,01% respectivamente., sem newsflow específico. Já o sector financeiro foi o mais penalizado, com o Santander, BNP Paribas e BBVA a recuarem 1,48%, 2,33% e 1,65% respectivamente, mantendo-se ainda alguma incerteza relativamente ao novo plano de auxílio à Grécia, que carece de negociação adicional.

Mercados: PORTUGAL

Em linha com os peers Europeus, o índice PSI-20 finalizou a última sessão da semana com perdas inferiores a um ponto percentual (-0,74%), destacando-se em particular o movimento correctivo sofrido por parte da Portugal Telecom (-2,17%) e Jerónimo Martins (-1,56%), esta última após ser noticiado que pretende adquirir parte dos activos da cadeia Zatoka na Polónia. Igualmente em plano negativo, uma nota individual para o BES que recuou 1,54%, depois de ter anunciado que alienou parte da posição detida no capital do Saxo Bank. No pólo oposto, uma nota individual para o BPI e Banif que lideraram os ganhos do índice ao avançar 3,82% e 5,84% respectivamente, ainda que perante a inobservância de newsflow específico relevante.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, beneficiando dos sinais de optimismo relativos à economia norte-americana transmitidos pela Fed. Assim, o Nikkei avançou 0,61%, com  o sector das telecomunicações a registar ganhos superiores a 2%.

Mercados: EUROPA


Christine Lagarde, actual directora do FMI, referiu este fim-de-semana que os bancos europeus necessitam de uma recapitalização urgente, no sentido de se prevenir uma nova crise financeira global.

Empresas: SOARES DA COSTA


O grupo anunciou que o backlog de construção no estrangeiro atingiu no final do 1H11 o valor máximo histórico, representando 58% do valor da carteira total  – traduzindo EUR 1,5 mil mn, beneficiando em particular da dinâmica favorável que se observa nos mercados de Brasil, EUA e até Angola.

Empresas: BES


Segundo o Diário Económico, o conflito que se verifica presentemente na Líbia não acarreta, salvo zonas de maior tensão, o encerramento da actividade do Aman Bank – instituição participada em 40% pelo grupo BES.

Empresas: EDP

Segundo a imprensa brasileira, a  Electrobras pretende fazer uma oferta sobre a posição que o Estado português detém na eléctrica nacional.

Empresas: CONERGY


A empresa pretende reduzir o número de trabalhadores na Alemanha, devido a uma estratégia de reestruturação da produção em resposta a concorrência da China.

Empresas: VOLKSWAGEN

A marca alemã abriu a sua primeira fábrica de reprocessamento na China.

Empresas: TOTAL


A empresa anunciou o início da produção no campo de Pazflor em Angola.

29-08-2011: Mercados Financeiros


Macroeconomia: Ao nível macroeconómico, realce para a divulgação das estimativas relativas ao PIB no bloco americano no 2Q11 que deverá registar um avanço de 1%, um pouco aquém dos 1,1% estimados. Também o indicador de confiança Michigan ficou marginalmente aquém das estimativas no mês de Agosto, 55,7 vs 55,8.

Crude: Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex avançaram 29 cêntimos para USD 85,66 por barril.

25 de agosto de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica, realce nos EUA para a divulgação das encomendas de bens duradouros que registaram um incremento de 4,0% no mês de Julho (vs +2% estimados), ao passo que o mesmo indicador excluindo veículos/transportes registou um incremento de 0,7%, quando o mercado antecipava um declínio de 0,5%. Noutro âmbito, registo para a divulgação do Índice de Preços das Habitações que no mesmo período registou um incremento mensal de 0,9%, também acima dos 0,2% em que se situava o consenso de mercado.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex permaneceram relativamente inalterados nos USD 85,24 por barril.

Mercados: EUA

Encetando um movimento de correcção significativo na recta final da sessão, os principais índices accionistas Europeus finalizaram com ganhos em torno de um ponto percentual, reflectindo a divulgação de indicadores macroeconómicos globalmente favoráveis e a manutenção da expectativa dos investidores em torno da adopção de políticas de estímulo adicionais. O menor grau de aversão ao risco conduziu ao sell-off dos activos de risco tradicionais - treasuries e do Ouro – sendo que na esfera sectorial destacou-se a outperformance apresentada pelo sector financeiro, em particular o Bank of America que avançou 10,95%.

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX (+2,69%), CAC (+1,79%) e AEX (+1,17%)  – com o mercado confiante na sinalização de novos estímulos económicos por parte do Fed na próxima sexta-feira. Os dados macroeconómicos divulgados no bloco americano também suportaram os ganhos na Europa. Com todos os sectores positivos, realce para a outperformance do sector de materiais, com a BASF, Bayer e ArcelorMittal a avançarem 3,35%, 2,08% e 4,9% respectivamente. Também o sector automóvel registou ganhos assinaláveis, na ordem dos 4,8%, com a Daimler a avançar 5,21% na sessão. O sector de telecomunicações foi o que registou menores ganhos, avançando cerca de 1%. Uma nota para a Heineken, que registou perdas superiores a 7,5%, depois de reportar resultados que ficaram aquém das estimativas e depois de ter revelado um  outlook pouco animador para os restantes meses.

Mercados: PORTUGAL


Ainda que encerrando a sessão em terreno positivo, o índice PSI-20 (+0,52%) registou um movimento de apreciação claramente inferior face ao observado pelos congéneres Europeus, destacando-se em particular a outperformance apresentada pela Mota-Engil (+2,38%), Galp (+2,04%) e Sonae SGPS (+2,28%),  esta última impulsionada pela divulgação de resultados semestrais que acabaram por superar as expectativas do mercado, destacando-se em particular a evolução favorável da quota de mercado da empresa neste período. A limitar maiores ganhos do índice, destaque para as quebras sofridas por parte da Portugal Telecom (-0,62%) e Jerónimo Martins (-0,38%), ainda que perante a inexistência de newsflow específico relevante para o efeito.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices accionistas da regiãop finalizaram com ganhos superiores a um ponto percentual, acompanhando o rally encetado pelos congéneres norte-americanos na véspera, reflectindo os menores receios dos investidores em torno dos efeitos do actual cenário de abrandamento económico. O índice nipónico avançou 1,54%, destacando-se a outperformance do sector exportador, nomeadamente automóvel e tecnológico. 

Resultados: ALTRI


A empresa registou um lucro de EUR 17,8 mn no 1H11, uma quebra de 30% face ao registado em período homólogo. Também o EBITDA recuou 20% para os EUR 63 mn, enquanto os custos aumentaram 16% devido ao aumento do preço da madeira.

Resultados: CREDIT AGRICOLE


Anunciou que os resultados no 2Q11 recuaram 11% para EUR 339 mn, tendo ainda assim superado a projecção média da comunidade de analistas (EUR 187 mn), mesmo depois da instituição francesa ter registado um writedown no valor global de EUR 202 mn associado à sua exposição a dívida Grega. A equipa de gestão reiterou o objectivo para os lucros anuais até 2014, os quais se deverão fixar no intervalo entre EUR 6-7 mil mn e que deverão beneficiar da tendência relativamente positiva da actividade internacional de retalho tradicional. Refira-se que os resultados da banca de investimento recuaram 20% para EUR 321 mn, sendo que as receitas da actividade da banca de investimento recuaram 20% para EUR 321 mn, reflectindo o declínio das receitas de corretagem.

Empresas: EDP

O Diário Económico noticia que os grupos eléctricos franceses (EDF e GDF Suez) e alemães (RWE e E.ON) estão mais próximos do controlo da EDP, depois da alteração do limite dos direitos de voto dos accionistas.

Empresas: PORTUGAL TELECOM


Pelo quarto mês consecutivo, a brasileira Oi voltou a perder quota de mercado no segmento móvel.

Empresas: APPLE


A empresa norte-americana confirmou a saída do emblemático Steve Jobs do cargo de CEO, ainda que o mesmo continuará na empresa e assumirá a posição de chairman. Trata.se de um processo de transição lógico atendendo aos condicionalismos que são do domínio público, sendo que o próprio Steve Jobs nomeou directamente Tim Cook (anterior responsável operacional) como o novo CEO do grupo. Ainda assim, os títulos da Apple recuaram cerca de 7% em negociação after market. 

Empresas: HENKEL


A empresa germânica prevê alienar algumas das suas marcas do pipeline, entre as quais a Dial Soap e a Soft Scrub, procurando assim focar-se nas suas marcas mais representativas.

Empresas: DEUTSCHE TELEKOM


A empresa prevê reforçar a sua actividade no segmento de fibra-óptica, procurando incrementar o headcount no segmento em cerca de 1500.

Empresas: SIEMENS


A empresa alemã irá alterar a sede da sua unidade de energia para a Dinamarca

Empresas: INTERNATIONAL POWER


A empresa britânica foi alvo de um upgrade concedido por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: VEOLIA ENVIRONNEMENT / ARCELOR MITTAL


As empresas foram alvo de um downgrade por diferentes casas de investimento internacionais.

Empresas: CARLSBERG


A empresa foi alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional.

25-08-2011: Mercados Financeiros

Macroeconomia: Na esfera macroeconómica, realce nos EUA para a divulgação das encomendas de bens duradouros que registaram um incremento de 4,0% no mês de Julho (vs +2% estimados), ao passo que o mesmo indicador excluindo veículos/transportes registou um incremento de 0,7%, quando o mercado antecipava um declínio de 0,5%. Noutro âmbito, registo para a divulgação do Índice de Preços das Habitações que no mesmo período registou um incremento mensal de 0,9%, também acima dos 0,2% em que se situava o consenso de mercado.

Apple Declines


Apple, the maker of the iPhone, dropped 2.6 percent to $366.55 after Jobs resigned as chief executive officer.
Jobs, 56, who has battled cancer and had a liver transplant, presided over a 9,020 percent surge in the stock since July 29, 1997, the day before the San Francisco Chronicle broke the news that he would be named interim CEO. Over the same period, the shares grew in value to $348.7 billion from $2.08 billion. Chief Operating Officer Tim Cook, 50, succeeded Jobs.

U.S. Stock Futures Fluctuate Before Fed Meets


Futures on the Standard & Poor’s 500 Index fluctuated as investors sought signs on whether the Federal Reserve will further support the economy. Nasdaq-100 Index futures retreated after Apple Inc. (AAPL)’sSteve Jobs resigned.

24 de agosto de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

Na esfera macroeconómica, realce para os dados relativos às vendas de casas novas no mês de Julho, que se situaram nos 298 mil, aquém dos 310 mil estimados. Já o indicador de manufactura Richmond Fed registou uma leitura de -10, mais negativa que os -5 estimados.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex permaneceram relativamente inalterados nos USD 85,38 por barril, tendo em conta o sentimento dicotómico em torno do actual cenário de abrandamento económico global e a manutenção da incerteza na região do Médio-Oriente.

Mercados: EUA

Acelerando face aos ganhos iniciais, os principais índices accionistas finalizaram com valorizações em torno de 3 pontos percentuais, reflectindo a expectativa dos investidores em torno da eventual adopção de medidas de estímulo adicionais perante a contínua divulgação de indiicadores macro-económicos que conferem sinais de desaceleração económica evidentes. Na esfera sectorial, destaque para os ganhos obtidos por alguns dos principais players tecnológicos e petrolíferos, os quais haviam sido amplamente penalizados no período recente.

Mercados: EUROPA


Ainda que recuando de maiores ganhos face ao observado durante a sessão, os principais índices accionistas encerraram em terreno positivo – DAX (+1,07%), CAC (+1,08%) e AEX (+0,71%) – beneficiando da expectativa dos investidores em torno da adopção de medidas de estímulo adicionais pelo FED na próxima 6ª-feira. Na esfera sectorial, realce para a outperformance evidenciada pelo sector tecnológico, nomeadamente a ASML (+2,65%) e a Infineon (+1,80%), ainda que sem a observância de newsflow específico relevante para o efeito. No pólo oposto, uma nota individual para a manutenção da fragilidade observada pelo sector financeiro, em particular o Deutsche Bank e Natixis que recuaram 1,06% e 1,65% respectivamente. Refira-se ainda assim que este movimento correctivo atingiu com maior incidência alguns players da periferia, em particular a o National Bank of Greece (-9,08%), traduzindo de forma evidente o agravamento/percepção de risco sobre a liquidez do mercado interbancário.

Mercados: PORTUGAL

O principal índice nacional encerrou a sessão com uma ligeira desvalorização de 0,16%. Destaque para a Sonae, que recuou 0,94%, motivado pelas notícias que revelavam uma possível quebra de perto de 50% nos lucros do segundo semestre. No sector financeiro apenas o Banif encerrou no verde, avançando 0,24% - BCP (-0,80%), BES (-0,18%) e BPI (-0,13%). Realce ainda para a EDP e Brisa que avançaram 1,52% e 1,46%, sem qualquer tipo de newsflow relevante que o justifique.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices accionistas asiáticos finalizaram com perdas em torno de um ponto percentual, traduzindo assim algum alívio face ao movimento de apreciação nas últimas sessões, isto para alem de algum newsflow negativo empresarial. O sentimento de mercado foi igualmente penalizado pela decisão da Moodys em rever em baixa o rating da dívida Japonesa para Aa3, pelo que o Nikkei e a própria divisa Japonesa mostraram uma fragilidade relativa superior.

Resultados: SONAE

A retalhista nacional apresentou uma quebra no lucros de 15% no 1H11, para EUR 35 mn, significativamente acima das estimativas que apontavam para uma quebra de 50% dos lucros para EUR 16 mn. Apesar do ambiente de austeridade vivido no mercado ibérico, o volume de negócios avançou 1% no período, para EUR 2,69 mil mn. O EBITDA recuou 3% para EUR 286 mn devido ao investimento na internacionalização do segmento de retalho especializado. As receitas recuaram 2% para EUR 2,7 mn, apesar do segmento alimentar ter registado um avanço de 3% das vendas. Em termos de endividamento, a empresa encerrou o 1H11 com uma dívida de EUR 2,979 mil mn, menos EUR 242 mn que no período homólogo.