Na esfera macroeconómica, destacamos na Alemanha os
preços no produtor, que avançou 0,2%, ligeiramente abaixo dos 0,3% antecipados
pelos analistas, sendo que este valor já teria sido abaixo do registo anterior,
que tinha avançado 0,6%.
21 de maio de 2012
Mercados: CRUDE
Os futuros de crude para entrega em Junho, negociados em
after hours na NYMEX, avançaram USD 0,56 para os USD 92,04.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram
a última sessão da semana uma vez mais com perdas – S&P (-0,74%), Nasdaq
(-1,22%) e Dow Jones (-0,59%) – numa sessão marcada pela estreia do Facebook em
bolsa, uma operação que não foi suficente para aumentar a confiança dos
investidores, a qual tem vindo a ser constantemente afectada pela crise da
dívida na Europa.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista nacional encerrou a última
sessão da semana com uma valorização marginal 0,03%, uma performance ainda
assim superior à registada pela generalidade dos índices europeus. Registando
uma performance mista, dois dos constituintes do sector financeiro registam a
pior e a melhor performance do PSI20, com o BPI a recuar 4,32% e o BES a
avançar 2,28%, sendo ainda que o BCP recuou cerca de dois ponto percentuais, sem
newsflow relevante que o justifique. O comportamento negativo é seguido também
pela Sonae e pela Galp, que recuaram 2,23% e 2,09%, respectivamente, enquanto a
Brisa desvalorizou 0,28%, depois da CMVM ter anunciado que existe falta de
objectividade do relatório de gestão da Brisa, em resposta à OPA da Tagus. Na
esfera positiva, a performance de maior destaque é registada pela EDP, que
avançou 1,65%, enquanto a EDP Renováveis se manteve inalterada face à sessão
anterior.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus terminaram a
sessão com um comportamento misto – DAX: - 0,6%; CAC: -0,13%; IBEX +0,44% -
penalizados por sinais de abrandamento económico na China, algo que se fez sentir
com especial intensidade na performance do sector dos bens de consumo, sendo
que o sector automóvel registou algumas das perdas mais elevadas – BMW: -2,26%;
Porsche: -2,38%; Renault: -2,0% - tendo a Renault, contudo, anunciado planos de
investimento na Roménia no valor de EUR 250 mn. No pólo oposto esteve o sector financeiro
que, apesar do downgrade de um conjunto de bancos espanhóis pela casa de
investimento Fitch, registou os maiores ganhos da sessão, com especial destaque
para o espanhol BBVA que avançou 3,69%, seguido pelo Santander (+2,97%) e pelo
francês Societe Generale (+2,30%). Nota final positiva para o sector das
utilities, com especial destaque para os constituintes espanhóis, tendo a
Iberdrola e a Gas Natural registado valorizações em torno dos três pontos
percentuais.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos registaram ganhos
na primeira sessão da semana beneficiando de especulação em torno da ideia de
que a China e o Japão poderão tomar medidas extraordinárias com o intuito de estimular
o crescimento económico. O Nikkei 225 valorizou 0,26% para os 8633.89 pontos.
Resultados: RYANAIR
A companhia aérea apresentou resultados anuais tendo
registado um incremento dos lucros de 25% para os EUR 502,6 mn. Ainda assim, a
empresa prevê um recuo dos mesmos para EUR 400-440 mn em 2013 uma vez que tem
vindo a sentir dificuldades no aumento das tarifas para compensar o aumento do
preço do petróleo. A companhia aérea confirmou o pagamento de um dividendo no
valor de EUR 0,34 por acção em Novembro.
Empresas: CIMPOR
O parecer do procurador-geral da autoridade da Concorrência
Brasileira defende que a presença da Votorantim na Cimpor ampliaria de forma
significativa o poder de concentração no mercado brasileiro. Embora não seja
vinculativo, a análise pode ser indicativa de uma futura decisão que poderia
levar à imposição remédios, nomeadamente com a saída da Votorantim da Cimpor,
que detém a Cimpor Brasil. Esta decisão pode atrasar a OPA, embora não se
vislumbrem implicações adicionais.
Empresas: EDP
O Estado pode estender a exploração das centrais a carvão de
Sines e do Pego, na sequência das negociações sobre os custos do sistema elétrico
nacional.
Empresas: PERNOD RICARD
A marca francesa anunciou que vai reinventar a marca
Ricard cujas vendas têm vindo a recuar nos últimos cinco anos.
Empresas: MAERSK
A empresa dinamarquesa está a considerar a colocação de
duas novas obrigações em 2012 para financiar projectos de exploração de
petróleo e portos, numa altura em que a concessão de empréstimos bancários se
revela uma opção cada vez mais cara.
22 de setembro de 2011
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
A nível macroeconómico, destaque para a divulgação
da venda de casas usadas nos EUA, a qual avançou 7,7% em Agosto, superando
largamente as expectativas (+1,7%). Já os inventários de crude recuaram também
mais do que o esperado (-7336 mil barris vs. -1300 mil barris estimados)
enquanto a taxa de refinação se cifrou nos 1,30% quando era expectável que
recuasse 0,28%.
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Novembro negociados em
after hours na Nymex recuaram mais de um ponto percentual para USD 84,05 por
barril, reflectindo a expectativa dos investidores em torno da prossecução do actual
cenário de abrandamento económico global.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram
com perdas em torno de 3 pontos percentuais – praticamente a níveis mínimos
intradiários – mesmo depois do FED ter sinalizado que irá avançar para a compra
de títulos de dívida de longo prazo em contraposição à venda de treasuries de
curto prazo, numa acção denominada por Operação Twist – a qual já era
amplamente esperada pelo mercado e que previsivelmente terá um efeito limitado
na economia real tendo em conta que o nível de taxas de juro (mesmo nos prazos
mais longos) encontra-se a níveis historicamente reduzidos. Os principais
activos de risco acabaram por ter uma reacção negativa a este evento, sendo que
as Treasuries (10 anos e nos prazos mais longos) encetaram um rally
significativo, reflectindo algum frontrunning desta nova medida enunciada pela
Reserva Federal norte-americana.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus encerraram a
sessão com perdas – DAX (-2,46%), CAC (-1,62%) e AEX (-1,38%) – após
declarações por parte da troika de que irão regressar a Atenas na próxima
semana, uma vez que das negociações dos últimos três dias não emergiu nenhuma
solução. Realce para as perdas do sector automóvel, destacando-se a Peugeot
(-5,70%) e Volkswagen (-2,63%), ainda que sem
newsflow relevante que o justifique. Também a Lufthansa registou perdas
na sessão de 5,04% após ser alvo de um downgrade por parte de uma casa de
investimento internacional. O sector financeiro liderou as perdas com a maioria
dos bancos a registar desvalorizações as quais se revelaram mais pronunciadas
em Espanha e Itália – BBVA (-3,42%), Intesa Sanpaolo (-2,86%), Santander
(-2,54%) e Unicredit (-2,52%).
Mercados: PORTUGAL
O principal índice nacional encerra a sessão com ganhos
ligeiros (+0,38%), contrariando a
performance negativa dos índices Europeus. No pólo negativo, destaque
para a Mota-Engil, que encerra a desvalorizar 5,60%, após ser noticiado que o
consórcio que lidera (Ascendi) vai ser compensado em EUR 717,1 mn pelo Estado
Português devido à introdução de portagens nas SCUTS. Realce para a Brisa que
liderou os ganhos da sessão, valorizando 2,86%, sem newsflow relevante que o
justifique. A Galp valorizou 1,46%, após ter noticiado que irá duplicar o seu
investimento em Angola entre 2015 e 2016 para EUR 2000 mn.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas da região finalizaram com
perdas em torno de 3 pontos percentuais, reflectindo alguma preocupação com os
comentários do FED que sinalizaram que se têm vindo a acentuar os riscos de
downside para a actividade económica no curto/médio prazo, pelo que os
investidores voltaram a optar por alienar a generalidade dos activos de risco.
Na esfera sectorial, realce para a underperformance exibida por um conjunto de players
cíclicos, destacando-se igualmente a quebra de algumas commodities (entre as
quais o cobre), em oposição a um comportamento favorável exibido por um
conjunto de activos de refúgio, nomeadamente Ouro e Treasuries.
Resultados: GENERAL MILLS
A empresa reportou um resultado liquido deduzido de
investimentos em matéria-prima e avaliações de USD 64 cêntimos por acção, acima
dos USD 62 cêntimos estimados pelos analistas. As receitas avançaram 9% para
USD 3,85 mil mn, superando as estimativas que apontavam para os USD 3,81 mil
mn. Foi a primeira vez que a Yoplait integrou os resultados da empresa, tendo
contribuído com 3% para o aumento das receitas acima descrito. A empresa
pretende expandir-se para fora dos EUA, apesar de este continuar a ser um
mercado bastante atractivo.
Mercados: GRÉCIA
Na sequência das duas Conference Calls realizadas nos
últimos dois dias, o executivo Grego anunciou uma nova ronda de políticas de
austeridade, a qual recairá sobre o corte de salários de cerca de 30 mil
funcionários públicos, bem como a redução do valor das pensões em 20% (acima de
EUR 1200/mês) e em 40% para os pensionistas com menos de 55 anos e que aufiram
valores superiores a EUR 1000 mensais. Este anúncio acaba por espelhar alguma
convergência entre as medidas exigidas pela Troika e os esforços de
consolidação pelos responsáveis helénicos, pelo que a possibilidade de ser
libertada a 6ª tranche (até final do mês) associada ao primeiro plano de
assistência financeira é no presente bastante elevada – pelo que deverá ser
evitado um default da Grécia no curto prazo.
Empresas: EDP
A eléctrica brasileira Electrobras declarou estar apenas
interessada na privatização da congénere portuguesa caso tenha poder no
conselho de administração da empresa.
Empresas: EDP
Segundo o Jornal de Negócios, as brasileiras Cemig e CPFL
estão a estudar o lançamento de uma proposta, em conjunto com a Electrobras,
para a compra da participação de 20% que o Estado português detém na eléctrica
e que pretende privatizar.
Empresas: JERÓNIMO MARTINS / SONAE
Segundo um estudo elaborado pela Associação
Portuguesa de Empresas de Distribuição, a retalhista do grupo Jerónimo Martins
aumentou em 11% a sua facturação por área em 2010 enquanto a Sonae facturou
menos 3% por área de venda.
Empresas: JERÓNIMO MARTINS
Segundo noticia o Jornal de Negócios, a porta-voz
da retalhista portuguesa descartou a possibilidade de compra da polaca Emperia
devido à grande sobreposição entre ambas as redes.
Empresas: BCP
Segundo o Jornal de negócios, o banco português vai avançar
ainda este mês com uma operação de troca de títulos que deverá aumentar as
reservas em EUR 310 mn que serão utilizadas no aumento do rácio de capital core
tier one em 0,45 pontos percentuais, colocando o rácio perto dos 9%.
Empresas: GALP
Uma casa de investimento internacional iniciou a sua
cobertura da petrolífera portuguesa atribuindo um price target de EUR 17,30 e
uma recomendação de compra.
Empresas: SEMAPA
O price target da empresa portuguesa foi revisto em baixa
por uma casa de investimento internacional de EUR 7,76 para EUR 5,52, mantendo
a recomendação existente.
Empresas: SONAE
O price target da empresa portuguesa foi revisto em baixa
por uma casa de investimento internacional de EUR 0,80 para EUR 0,60, mantendo
a recomendação neutral.
Empresas: ENDESA
A empresa sofreu um upgrade do seu rating de dívida por
parte da Standard & Poor’s, de BBB+ para A-.
Empresas: VALEO
A empresa noticiou que procedeu à recompra de 558.302 acções
próprias para cobrir bónus e planos de compra de acções.
Empresas: VINCI
A construtora francesa veio anunciar que, juntamente com a
Royal BAM Groep NY, foi finalizado o acordo que irá financiar a modernização de
um segmento da auto-estrada que liga Berlim a Munique, num projecto que deverá ascender
aos EUR 220 mn.
Empresas: IBERDROLA
A empresa espanhola vai comprar mais 12,5% num projecto
que está a construir uma central nuclear no Reino Unido, totalizando uma
participação de 50% no mesmo.
Empresas: AIRBUS
O BNP e a Societé General interromperam o financiamento
para compra de aviões, devido a dificuldades em obterem refinanciamentos em
dólares. A Airbus deverá ser mais afectada que outras empresas, por ter poucas facilidades
de crédito nos EUA.
2 de setembro de 2011
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Na esfera macroeconómica destaque para a divulgação
dos novos pedidos de subsídio de desemprego semanais, nos EUA, que se situaram
nos 409 mil, um pouco abaixo dos 410 mil estimados, enquanto o indicador
agregado alcançou os 3735 mil, um pouco acima das estimativas de 3681 mil. Já o
indicador de actividade ISM Manufacturing, correspondente ao mês de Agosto,
registou uma leitura de 50,6 pontos, acima dos 48,5 estimados.
Mercados: EUA
Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em
terreno negativo, apesar dos bons dados macroeconómicos divulgados, com os
investidores receosos com os números relativos aos Payrolls e taxa de desemprego que serão
divulgados hoje. Assim, o S&P 500 recuou 1,19%, com o sector financeiro a
ser o mais penalizado, recuando mais de 2% na sessão. Também o Nasdaq e o Dow
Jones Industrial Average recuaram 0,98% e 1,03% respectivamente.
Mercados: EUROPA
Ainda que encetando um movimento de recuperação assinalável
ao longo da sessão, os principais índices accionistas Europeus finalizaram em
terreno misto, beneficiando sobretudo da divulgação de indicadores
macroeconómicos globalmente positivos nos EUA e que de alguma forma refrearam
os riscos actuais em torno da possibilidade da principal economia mundial
resvalar para um cenário de recessivo. Na esfera sectorial, realce para a
outperformance apresentada pelo sector financeiro, em particular o Royal Bank
of Scotland (+8,16%) que evoluiu suportado pela expectativa de menores
restrições regulatórias. Igualmente em plano positivo, destaque para a Nokia
que avançou mais de 5%, após ter concretizado a venda de um portfolio de 2000
patentes a uma empresa Canadiana. No pólo oposto, realce para as
desvalorizações sofridas por parte da Lagardére (-11,11%) e Eiffage (-17,58),
penalizada na sequência da divulgação de resultados trimestrais.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português encerrou a sessão
a recuar 0,26%, numa sessão em que os restantes índices europeus registaram
performances mistas. A penalizar o índice estiveram a Galp, a qual recuou
1,62%, penalizada pela quebra do preço do crude nos mercados internacionais, e
a EDP, a qual desvalorizou 0,44%, mesmo após ser noticiado que a Electrobras,
potencial compradora da participação de 20% que o Estado ainda detém na
eléctrica portuguesa, já iniciou um plano para obter o financiamento através de
uma emissão de obrigações destinada ao mercado internacional. No pólo oposto,
realce para os ganhos registados pela Mota-Engil (+0,98%) após apresentar
resultados semestrais que superaram as estimativas dos analistas. Destaque
particular para a underperformance evidenciada pela Portugal Telecom (-0,22%)
após uma casa de investimento internacional rever em baixa o seu price target
em 5%.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices asiáticos encerraram igualmente
negativos, com os receios de que os números que irão ser divulgados hoje no
bloco norte-americano, respeitantes ao mercado de trabalho, possam evidenciar a
perda de fulgor da economia Americana. O Nikkei recuou 1,21%, com o sector
financeiro a ser o mais penalizado na sessão.
Empresas: CIMPOR
A cimenteira portuguesa viu o seu rating de curto e longo
prazo ser reafirmado pela agência de notação financeira Standard & Poor’s.
Empresas: EDP
Segundo noticia o Jornal de Negócios, o presidente da alemã
E.On terá demonstrado interesse na compra da posição de 20% que o Estado ainda
detém na eléctrica portuguesa no encontro que teve com Pedro Passos Coelho.
Empresas: SONAE
O CEO da France Telecom reiterou o seu interesse na venda
da posição que a operadora francesa detém na Sonaecom (20%) após já ter anunciado
em Maio que não pretende deter posições minoritárias.
Empresas: GALP
Segundo o documento de Estratégia Orçamental divulgado ontem
pelo Governo, a CGD tem apenas quatro meses para vender a participação de 1%
que ainda detém na petrolífera portuguesa.
Empresas: BANIF
A holding que detém o Banco Banif, a Rentipar Financeira,
irá precisar de reforçar o seu capital dado que no final de Junho apresentava
um core capital de 7,84%. A empresa já se tem vindo a posicionar para arrecadar
entre EUR 150 a 200 mn, não excluindo a hipótese de fazer um aumento de
capital.
Empresas: BP / ROYAL DUTCH SHELL
As empresas começaram a evacuar os seus
trabalhadores das plataformas petrolíferas do golfo do México devido a uma
tempestade que se intensifica na região.
Empresas: FRANCE TELECOM
A empresa revelou que tem targets para aquisição de
empresas no Médio Oriente e África, onde poderá entrar igualmente através de
parcerias, no sentido de reduzir os custos.
Empresas: PORSCHE
As vendas no mercado norte-americano avançaram 7,5% no mês
de Agosto quando comparado com o período homólogo.
Empresas: PERNOD RICHARD / L'OREAL / METRO
As empresas foram alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
Empresas: CARREFOUR / EDF
As empresas francesas viram o seu price target ser
cortado por diferentes casas de investimento internacionais.
Empresas: SCHNEIDER / HEINEKEN
As empresas foram alvo de um downgrade por parte de diferentes casas de
investimento internacionais.
02-09-2011: Mercados Financeiros
Macroeconomia: Na esfera macroeconómica destaque para a divulgação
dos novos pedidos de subsídio de desemprego semanais, nos EUA, que se situaram
nos 409 mil, um pouco abaixo dos 410 mil estimados, enquanto o indicador
agregado alcançou os 3735 mil, um pouco acima das estimativas de 3681 mil. Já o
indicador de actividade ISM Manufacturing, correspondente ao mês de Agosto,
registou uma leitura de 50,6 pontos, acima dos 48,5 estimados.
Crude: Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados
em after hours na Nymex
avançaram USD 0,37 para USD 88,56 por barril, com a expectativa de que
os dados macroeconómicos de hoje confirmem a fraqueza da economia Americana.
31 de agosto de 2011
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Na esfera macroeconómica realce para a confiança do consumidor nos EUA, no mês de Agosto, que se situou nos 44,5, significativamente aquém dos 52 estimados. Já o índice que mede o preço das casas nas 20 maiores cidades norte-americanas, S&P/Case Shiller, recuou 4,52%, sensivelmente em linha com o estimado.
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Outubro negociados em after hours na Nymex avançaram USD 1,63 para USD 88,90 por barril.
Mercados: EUA
Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo, mantendo-se a confiança dos investidores relativamente à recuperação económica global. O S&P 500 avançou 0,23%, com os sectores de telecomunicações e materiais em destaque ao registarem valorizações médias próximas de 1%. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average avançaram 0,62% e 0,18% respectivamente.
Mercados: EUROPA
Ainda que perdendo algum fulgor ao longo da sessão em resultado da divulgação de indicadores macroeconómicos que ficaram aquém das expectativas do mercado, os principais índices accionistas Europeus encerraram em terreno misto – DAX (-0,46%), CAC (+0,18%) e AEX (+0,85%). Numa sessão marcada por um newsflow empresarial globalmente curto e em que a perspectiva da divulgação das minutas do FED centrou a atenção dos investidores, realce para a outperformance apresentada pelo sector petrolífero, em particular a Repsol (+4,15%) que beneficiou do reforço da posição da Petroleos Mexicanos que passará a deter cerca de 10% no capital da empresa espanhola. A limitar o melhor desempenho dos índices, realce para as quebras sofridas por alguns dos principais players de utilities – E.On (-2,48%) e RWE (-2,76%) – ainda que sem a observância de newsflow específico relevante.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice nacional encerrou a sessão a recuar 0,12%, uma das piores performances ao nível europeu. O Banif liderou as perdas na sessão, recuando 3%, movimento acompanhado pelos peers BPI e BCP que recuaram igualmente 2,27% e 0,78% respectivamente, com excepção para o BES que avançou 0,93%. Também a Portugal Telecom recuou 0,9%, na véspera de apresentar resultados semestrais. Já a Mota-Engil, que reporta igualmente amanhã os números relativos aos primeiros 6 meses do ano, avançou 0,89%. A liderar os ganhos esteve a Brisa, ao valorizar 3,67% sem newsflow especifico que o justifique.
Mercados: ÁSIA
A generalidade dos índices asiáticos encerrou positivo, com a especulação de que o Fed pode introduzir medidas de apoio è economia americana no próximo mês. O Nikkei encerrou flat, +0,01%, com o sector de serviços em destaque na sessão.
Resultados: PORTUGAL TELECOM
A empresa anunciou em comunicado enviado à CMVM que ajustou as suas demonstrações financeiras de 2010, de forma a reconhecer a Vivo como operação descontinuada, bem como a integração da actividade da Oi – participação de 25,3% concretizada em Março de 2011. Assim, no 2Q11 as receitas operacionais consolidadas atingiram EUR 1,79 mil mn, acima do consenso de mercado (EUR 1,67 mil mn), ao passo que o EBITDA atingiu EUR 642 mn (vs EUR 611 mn estimados) e a respectiva margem fixou-se nos 37,5% respectivamente. A actividade no Brasil Oi representa cerca de 45% das receitas totais e os lucros no trimestre recuaram 40% para EUR 98,1 mn, reflectindo o impacto das operações descontinuadas. Refira-se que a posição de liquidez, excluindo a consolidação proporcional da Oi e da Contax e incluindo o valor das disponibilidades de caixa, papel comercial, linhas de crédito e o montante a receber da Telefonica devido à aquisição por parte desta da participação da PT na Vivo, ascendeu a EUR 5,37 mil mn , sendo que as responsabilidades/compromissos da empresa estão integralmente cobertos até ao final de 2013.
Resultados: SOARES DA COSTA
Anunciou que obteve lucros de EUR 2 mn no 1H11, uma contracção de 39% face ao período homólogo, penalizada essencialmente pela evolução desfavorável da rubrica de resultados financeiros (-45%), sendo que na esfera operacional o EBITDA aumentou 12% para EUR 47,5 mn e a margem EBITDA registou um acréscimo de 1,3 pontos percentuais para 11,3% respectivamente. A equipa de gestão já tinha referido que o backlog da actividade exterior situa-se a níveis máximos, reiterando a meta para a margem EBITDA de 10% no final do exercício, ao passo que a dívida líquida atingiu EUR 785 mn no período.
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