O sector das telecomunicações europeu foi alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional.
29 de maio de 2012
25 de maio de 2012
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Mercados: CRUDE
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão em terreno misto – S&P (+0,14%) e Nasdaq (-0,62%) – sendo que no final da sessão os índices registaram uma recuperação reagindo a declarações por parte do Primeiro Ministro italiano de que a maioria dos líderes europeus se mostraram a favor da existência de eurobonds.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas encerraram a sessão próximo de máximos na respectiva sessão, tendo o DAX, CAC e AEX avançado 0,48%, 1,16% e 1,01% respectivamente, traduzindo essencialmente um movimento de recuperação técnico face à dimensão do movimento correctivo recente, alicerçado também num ligeiro alívio das yields de dívida periférica. Não obstante, observou-se a divulgação de um conjunto de indicadores macroeconómicos (Europa e EUA) que ficaram aquém das expectativas do mercado, isto para além dos resultados de mais uma cimeira Europeia (na véspera) não terem produzido quaisquer decisões inovadoras no sentido de resolução da crise vigente. A nível sectorial, destaque para os ganhos observados por algumas das principais utilities germânicas, casos da RWE (+2,47%) e E.On (+2,07%) que evoluíram impulsionadas por recomendações de investimento positivas emitidas por parte de uma casa de investimento internacional, ao passo que o sector petrolífero registou uma outperformance igualmente significativa – Total (+1,46%) e Royal Dutch Shell (+1,93%) – ainda que perante a inobservância de newsflow específico relevante.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português registou ganhos de 0,20% na sessão, inferiores aos registados pelos seus congéneres europeus. A liderar os ganhos no índice esteve a Galp, que valorizou 2,39%, ainda que sem newsflow relevante que o justifique. Também o sector financeiro registou ganhos na sessão – BCP (+0,99%), BPI (+0,86%) e BES (+0,82%) – acompanhando os ganhos registados pelo sector a nível europeu, destacando-se pela negativa o ESFG que recuou 0,19% após apresentar resultados trimestrais antes do início da sessão. No pólo negativo, realce para a Sonae, a qual recuou 1,23%, mesmo após apresentar resultados trimestrais que surpreenderam as expectativas dos analistas pela positiva. Destaque também para as perdas registadas pelo Grupo EDP – EDP (-1,14%) e EDP Renováveis (-0,83%) – após ser noticiado que António Mexia admitiu a possibilidade de retirar a EDP Renováveis de bolsa a partir de 2013.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a última sessão da semana com perdas, penalizados por declarações por parte do sector financeiro chinês de que os maiores bancos deverão falhar o objectivo de empréstimos pela primeira vez em sete anos devido ao abrandamento económico. Ainda assim, o Nikkei 225 avançou 0,20% para os 8580,39 pontos.
Empresas: REN
Será hoje efectivada a venda dos 25% e 15% do capital da REN à State Grid e a Oman Oil respectivamente. O Estado deverá receber EUR 432,2 mn pelo concretizar da operação.
Empresas: EDP
O JP Morgan vendeu, na última 6ªfeira, em OTC 30 mn de acções da eléctrica nacional, movimento acompanhado pelo Barclays que vendeu no mesmo dia em OTC 11 mn de acções. Desta forma ambos deixaram de ter participações qualificadas superiores a 2% do capital da EDP.
Empresas: SONAE SGPS
A empresa negoceia hoje sem direito ao recebimento do dividendo de EUR 0,0331 por acção relativoao exercício de 2011.
Empresas: NORDEA BANK e SVENSKA HANDELSBANKEN
Os bancos nórdicos viram o seu
rating de crédito ser revisto em baixa pela agência de notação financeira
Moody’s Investors Service devido à sua vulnerabilidade face às restrições no
mercado interbancário.
Empresas: RWE e E.ON
Segundo um diário alemão empresas chinesas poderão estar
a considerar a compra da unidade de energia nuclear britânica Horizon, detida
pela RWE e E.On, numa transacção avaliada em cerca de EUR 500 mn em que o prazo
para ofertas deverá ser em meados de Junho.
Empresas: EDF
Segundo declarações por parte da equipa de gestão da eléctrica francesa, a EDF pretende fundir os seus activos na Polónia para passar a operar com a sua marca (EDF) no país, não excluindo a hipótese de colocar em bolsa a unidade polaca resultante desta fusão.
Empresas: ALCATEL
Segundo uma entrevista do Chief Technology Officer, a empresa prevê atingir uma market share de cerca de 33% no segmento de redes, cujas receitas são estimadas em USD 3-4 mil mn por ano.
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