Os principais índices accionistas asiáticos registaram perdas na sessão penalizados pela especulação em torno de uma possível saída da Grécia da Zona Euro, mas também pelo PIB japonês, o qual registou um crescimento inferior ao esperado. O Nikkei 225 desvalorizou 1,98% para os 8556.60 pontos.
23 de maio de 2012
Resultados: DELL
A tecnológica norte-americana apresentou resultados trimestrais, registando um recuo dos lucros para os USD 635 mn enquanto as vendas declinaram 4% para USD 14,4 mil mn, ficando aquém das estimativas dos analistas que apontavam para vendas de USD 14,9 mil mn. Em relação ao outlook para o próximo trimestre, este também desiludiu os analistas, sendo previsto que as receitas se cifrem entre USD 14,7-15 mil mn versus USD 15,4 mil mn em que se situa o consenso dos analistas, penalizada pela contracção da procura de PCs por parte das empresas e pela substituição de PCs por tablets e smartphones a nível individual.
Mercados: Europa
Hoje terá lugar um encontro informal dos líderes dos 27 países da União Europeia com o intuito de preparar a cimeira dos dias 28 e 29 de Junho, sendo que o presidente da UE emitiu um comunicado afastando a ideia de que este encontro se vai focar apenas na saída da Grécia da Zona Euro, avisando que esse tópico só será debatido no final da reunião.
Empresas: EDP RENOVÁVEIS
A empresa apresentou o plano de negócios para até 2015, identificou 7 novos destinos onde poderá entrar no médio prazo, entre eles Marrocos, Turquia, África do Sul, Peru, Chile, Ucrânia e México. A empresa prevê triplicar o seu resultado líquido até 2015 e ainda o pagamento de dividendos a partir do próximo ano, que deverão representar 25% a 35% dos lucros.
Empresas: EDP
A EDP Brasil pretende diminuir a sua exposição ao negócio da distribuição no Brasil, e apostar no sector da geração e comercialização de electricidade. Adicionalmente prevê um investimento médio anual de EUR 700 mn, abaixo do valor observado nos últimos anos. As perspetivas passam ainda por um crescimento médio anual do EBITDA de um dígito.
Empresas: EDP
Depois de apresentado ontem os planos de negócio até 2015 para a EDP Renováveis e EDP Brasil, hoje será a vez da apresentação do plano de negócios para a EDP.
Empresas: EDP
Ao abrigo do novo regime de garantia de potência, que prevê o prolongamento desta compensação financeira até ao final da vida útil das centrais, a eléctrica nacional deverá arrecadar entre EUR 250 a 300 mn com as unidades a gás natural no Carregado e na Figueira da Foz. A legislação anterior previa o recebimento de EUR 400 mn pela garantia de potencia por 10 anos.
Empresas: BARCLAYS
O banco britânico delcarou que vai receber cerca de USD 5,5 mil mn líquidos da venda da sua participação no Blackrock.
Empresas: VIVENDI
A empresa viu o seu Price Target revisto em baixa por uma casa de investimento internacional, ainda que a recomendação de Overweight se tenha mantido inalterada.
22 de maio de 2012
Mercados: CRUDE
Os futuros de crude para entrega em Junho (no último dia de negociação), negociados em after hours na NYMEX, avançaram USD 0,44 para os USD 92,96, recuperado face às perdas observadas desde o início do mês.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo, beneficiando dos sinais de suporte à economia por parte da China e do encontro entre os líderes de França e Alemanha que irá ocorrer no dia de amanhã. O S&P 500 avançou 1,6%, com o sector de materiais em claro destaque pela positiva Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average avançaram 2,7% e 1,09% respectivamente.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista nacional encerra a primeira
sessão da semana com uma desvalorização de 0,4%, contrariando a performance
positiva registada pelos restantes índices europeus. Num dia pautado pela ausência
de newsflow empresarial de relevo, a REN dominou as perdas do PSI20, ao recuar
2,02%, seguida pela Mota-Engil (-1,41%) e pela Portucel (-1,13%). Nota negativa
para a EDP, que recuou 0,97%, após ter sido anunciado que o Estado pode
estender a exploração das centrais a carvão de Sines e do Pego, na sequência
das negociações sobre os custos do sistema eléctrico nacional. Também a Cimpor
desvalorizou 0,17%, depois de ser noticiado que a Autoridade da Concorrência
Brasileira deverá colocar a imposição de remédios adicionais no âmbito da OPA
da Camargo Corrêa sobre a Cimpor, tendo em conta que a mútua presença da
Camargo Corrêa e da Votorantim na Cimpor ampliaria de forma significativa o
poder de concentração no mercado Brasileiro. No pólo oposto, os ganhos da
sessão foram dominados pelo sector financeiro, sendo que o BES avançou 2,42%, o
BPI valorizou 0,85% e o BCP manteve-se inalterado face à sessão anterior,
enquanto as empresas do universo Sonae também registaram ganhos na sessão –
Sonaecom: +2,38%; Sonae SGPS: +1,01%.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus registaram ganhos na primeira sessão da semana – CAC (+0,64%), DAX (+0,95%) e AEX (+0,61%) – corrigindo das fortes perdas registadas na semana transacta numa sessão em que as declarações por parte da China de que vai estimular o crescimento económico suplantaram as preocupações em torno da situação Grega. A nível sectorial, as automakers francesas registaram fortes valorizações – Renault (+4,67%) e Peugeot (+4,15%) – após a Renault ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Realce também para a overperformance do banco britânico Barclays (+2,21%) após ser noticiado que pretende vender a sua participação no Blackrock por cerca de USD 6,1 mil mn. No pólo oposto, realce para as perdas de 5,9% registadas pela Carlsberg após uma casa de investimento internacional emitir uma recomendação de venda do título.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices asiáticos encerraram igualmente em terreno negativo, em linha com o observado nos restantes blocos mundiais, com a especulação de que a Europa e a China vão tomar medidas para impulsionar o crescimento económico. O Nikkei avançou 1,1%, com o sector industrial a ser o mais beneficiado na sessão.
Resultados: MOTA-ENGIL
A construtora portuguesa encerrou o 1T12 com lucros de EUR 4,52 mn, um avanço de 44,7% face ao período homólogo, que compara positivamente com as previsões dos analistas que previam a manutenção dos lucros nos EUR 3,0 mn, beneficiando do aumento do peso da actividade internacional que já perfaz 55% dos resultados. O EBITDA avançou também cerca de 21% para os EUR 62 mn impulsionado maioritariamente pelo crescimento em África e Portugal. Relativamente à carteira de encomendas, esta manteve-se estável nos EUR 3,7 mil mn, dos quais 70% dizem respeito a projectos fora de Portugal.
Resultados: VODAFONE
A operadora britânica reportou um declínio de 1,3% nos resultados operacionais anuais, em linha com as estimativas dos analistas, suportados pela actividade nos mercados emergentes, Alemanha e Turquia, que contrariaram a pressão ao nível do consumo em Espanha, Itália e Grécia. O EBITDA recuou para GBP 14,5 mil mn, em linha com as estimativas analistas. Para 2013 a operadora antecipa um crescimento orgânico de 1%-4% e um resultado operacional ajustado de GBP 11,1 – GBP 11,9 mil mn.
Empresas: BRISA
A concessionária portuguesa pediu pareceres jurídicos a dois catedráticos de Coimbra – João Calvão da Silva e Pedro Maia – para responder às dúvidas lançadas pela Abertis relativamente ao conflito de interesses entre os administradores da Brisa que têm ligações relevantes à sociedade Tagus. Ambos os catedráticos consideraram legítimo o exercício do direito de voto pelos administradores.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
A operadora brasileira OI vai utilizar a plataforma do MEO na massificação da televisão paga no mercado Brasileiro, para ganhar quota de mercado no segmento, pretendendo chegar a 2,5 mn de casas até 2015.
Empresas: BES
O Banco Português viu o seu price target ser revisto em baixa por uma casa de investimento internacional.
Empresas: GALP
A petrolífera nacional viu o seu price target ser revisto em baixa por uma casa de investimento internacional.
21 de maio de 2012
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Mercados: CRUDE
Os futuros de crude para entrega em Junho, negociados em
after hours na NYMEX, avançaram USD 0,56 para os USD 92,04.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram
a última sessão da semana uma vez mais com perdas – S&P (-0,74%), Nasdaq
(-1,22%) e Dow Jones (-0,59%) – numa sessão marcada pela estreia do Facebook em
bolsa, uma operação que não foi suficente para aumentar a confiança dos
investidores, a qual tem vindo a ser constantemente afectada pela crise da
dívida na Europa.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista nacional encerrou a última
sessão da semana com uma valorização marginal 0,03%, uma performance ainda
assim superior à registada pela generalidade dos índices europeus. Registando
uma performance mista, dois dos constituintes do sector financeiro registam a
pior e a melhor performance do PSI20, com o BPI a recuar 4,32% e o BES a
avançar 2,28%, sendo ainda que o BCP recuou cerca de dois ponto percentuais, sem
newsflow relevante que o justifique. O comportamento negativo é seguido também
pela Sonae e pela Galp, que recuaram 2,23% e 2,09%, respectivamente, enquanto a
Brisa desvalorizou 0,28%, depois da CMVM ter anunciado que existe falta de
objectividade do relatório de gestão da Brisa, em resposta à OPA da Tagus. Na
esfera positiva, a performance de maior destaque é registada pela EDP, que
avançou 1,65%, enquanto a EDP Renováveis se manteve inalterada face à sessão
anterior.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus terminaram a
sessão com um comportamento misto – DAX: - 0,6%; CAC: -0,13%; IBEX +0,44% -
penalizados por sinais de abrandamento económico na China, algo que se fez sentir
com especial intensidade na performance do sector dos bens de consumo, sendo
que o sector automóvel registou algumas das perdas mais elevadas – BMW: -2,26%;
Porsche: -2,38%; Renault: -2,0% - tendo a Renault, contudo, anunciado planos de
investimento na Roménia no valor de EUR 250 mn. No pólo oposto esteve o sector financeiro
que, apesar do downgrade de um conjunto de bancos espanhóis pela casa de
investimento Fitch, registou os maiores ganhos da sessão, com especial destaque
para o espanhol BBVA que avançou 3,69%, seguido pelo Santander (+2,97%) e pelo
francês Societe Generale (+2,30%). Nota final positiva para o sector das
utilities, com especial destaque para os constituintes espanhóis, tendo a
Iberdrola e a Gas Natural registado valorizações em torno dos três pontos
percentuais.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos registaram ganhos
na primeira sessão da semana beneficiando de especulação em torno da ideia de
que a China e o Japão poderão tomar medidas extraordinárias com o intuito de estimular
o crescimento económico. O Nikkei 225 valorizou 0,26% para os 8633.89 pontos.
Resultados: RYANAIR
A companhia aérea apresentou resultados anuais tendo
registado um incremento dos lucros de 25% para os EUR 502,6 mn. Ainda assim, a
empresa prevê um recuo dos mesmos para EUR 400-440 mn em 2013 uma vez que tem
vindo a sentir dificuldades no aumento das tarifas para compensar o aumento do
preço do petróleo. A companhia aérea confirmou o pagamento de um dividendo no
valor de EUR 0,34 por acção em Novembro.
Empresas: CIMPOR
O parecer do procurador-geral da autoridade da Concorrência
Brasileira defende que a presença da Votorantim na Cimpor ampliaria de forma
significativa o poder de concentração no mercado brasileiro. Embora não seja
vinculativo, a análise pode ser indicativa de uma futura decisão que poderia
levar à imposição remédios, nomeadamente com a saída da Votorantim da Cimpor,
que detém a Cimpor Brasil. Esta decisão pode atrasar a OPA, embora não se
vislumbrem implicações adicionais.
Empresas: EDP
O Estado pode estender a exploração das centrais a carvão de
Sines e do Pego, na sequência das negociações sobre os custos do sistema elétrico
nacional.
Empresas: PERNOD RICARD
A marca francesa anunciou que vai reinventar a marca
Ricard cujas vendas têm vindo a recuar nos últimos cinco anos.
Empresas: MAERSK
A empresa dinamarquesa está a considerar a colocação de
duas novas obrigações em 2012 para financiar projectos de exploração de
petróleo e portos, numa altura em que a concessão de empréstimos bancários se
revela uma opção cada vez mais cara.
22 de setembro de 2011
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
A nível macroeconómico, destaque para a divulgação
da venda de casas usadas nos EUA, a qual avançou 7,7% em Agosto, superando
largamente as expectativas (+1,7%). Já os inventários de crude recuaram também
mais do que o esperado (-7336 mil barris vs. -1300 mil barris estimados)
enquanto a taxa de refinação se cifrou nos 1,30% quando era expectável que
recuasse 0,28%.
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Novembro negociados em
after hours na Nymex recuaram mais de um ponto percentual para USD 84,05 por
barril, reflectindo a expectativa dos investidores em torno da prossecução do actual
cenário de abrandamento económico global.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram
com perdas em torno de 3 pontos percentuais – praticamente a níveis mínimos
intradiários – mesmo depois do FED ter sinalizado que irá avançar para a compra
de títulos de dívida de longo prazo em contraposição à venda de treasuries de
curto prazo, numa acção denominada por Operação Twist – a qual já era
amplamente esperada pelo mercado e que previsivelmente terá um efeito limitado
na economia real tendo em conta que o nível de taxas de juro (mesmo nos prazos
mais longos) encontra-se a níveis historicamente reduzidos. Os principais
activos de risco acabaram por ter uma reacção negativa a este evento, sendo que
as Treasuries (10 anos e nos prazos mais longos) encetaram um rally
significativo, reflectindo algum frontrunning desta nova medida enunciada pela
Reserva Federal norte-americana.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus encerraram a
sessão com perdas – DAX (-2,46%), CAC (-1,62%) e AEX (-1,38%) – após
declarações por parte da troika de que irão regressar a Atenas na próxima
semana, uma vez que das negociações dos últimos três dias não emergiu nenhuma
solução. Realce para as perdas do sector automóvel, destacando-se a Peugeot
(-5,70%) e Volkswagen (-2,63%), ainda que sem
newsflow relevante que o justifique. Também a Lufthansa registou perdas
na sessão de 5,04% após ser alvo de um downgrade por parte de uma casa de
investimento internacional. O sector financeiro liderou as perdas com a maioria
dos bancos a registar desvalorizações as quais se revelaram mais pronunciadas
em Espanha e Itália – BBVA (-3,42%), Intesa Sanpaolo (-2,86%), Santander
(-2,54%) e Unicredit (-2,52%).
Mercados: PORTUGAL
O principal índice nacional encerra a sessão com ganhos
ligeiros (+0,38%), contrariando a
performance negativa dos índices Europeus. No pólo negativo, destaque
para a Mota-Engil, que encerra a desvalorizar 5,60%, após ser noticiado que o
consórcio que lidera (Ascendi) vai ser compensado em EUR 717,1 mn pelo Estado
Português devido à introdução de portagens nas SCUTS. Realce para a Brisa que
liderou os ganhos da sessão, valorizando 2,86%, sem newsflow relevante que o
justifique. A Galp valorizou 1,46%, após ter noticiado que irá duplicar o seu
investimento em Angola entre 2015 e 2016 para EUR 2000 mn.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas da região finalizaram com
perdas em torno de 3 pontos percentuais, reflectindo alguma preocupação com os
comentários do FED que sinalizaram que se têm vindo a acentuar os riscos de
downside para a actividade económica no curto/médio prazo, pelo que os
investidores voltaram a optar por alienar a generalidade dos activos de risco.
Na esfera sectorial, realce para a underperformance exibida por um conjunto de players
cíclicos, destacando-se igualmente a quebra de algumas commodities (entre as
quais o cobre), em oposição a um comportamento favorável exibido por um
conjunto de activos de refúgio, nomeadamente Ouro e Treasuries.
Resultados: GENERAL MILLS
A empresa reportou um resultado liquido deduzido de
investimentos em matéria-prima e avaliações de USD 64 cêntimos por acção, acima
dos USD 62 cêntimos estimados pelos analistas. As receitas avançaram 9% para
USD 3,85 mil mn, superando as estimativas que apontavam para os USD 3,81 mil
mn. Foi a primeira vez que a Yoplait integrou os resultados da empresa, tendo
contribuído com 3% para o aumento das receitas acima descrito. A empresa
pretende expandir-se para fora dos EUA, apesar de este continuar a ser um
mercado bastante atractivo.
Mercados: GRÉCIA
Na sequência das duas Conference Calls realizadas nos
últimos dois dias, o executivo Grego anunciou uma nova ronda de políticas de
austeridade, a qual recairá sobre o corte de salários de cerca de 30 mil
funcionários públicos, bem como a redução do valor das pensões em 20% (acima de
EUR 1200/mês) e em 40% para os pensionistas com menos de 55 anos e que aufiram
valores superiores a EUR 1000 mensais. Este anúncio acaba por espelhar alguma
convergência entre as medidas exigidas pela Troika e os esforços de
consolidação pelos responsáveis helénicos, pelo que a possibilidade de ser
libertada a 6ª tranche (até final do mês) associada ao primeiro plano de
assistência financeira é no presente bastante elevada – pelo que deverá ser
evitado um default da Grécia no curto prazo.
Empresas: EDP
A eléctrica brasileira Electrobras declarou estar apenas
interessada na privatização da congénere portuguesa caso tenha poder no
conselho de administração da empresa.
Empresas: EDP
Segundo o Jornal de Negócios, as brasileiras Cemig e CPFL
estão a estudar o lançamento de uma proposta, em conjunto com a Electrobras,
para a compra da participação de 20% que o Estado português detém na eléctrica
e que pretende privatizar.
Empresas: JERÓNIMO MARTINS / SONAE
Segundo um estudo elaborado pela Associação
Portuguesa de Empresas de Distribuição, a retalhista do grupo Jerónimo Martins
aumentou em 11% a sua facturação por área em 2010 enquanto a Sonae facturou
menos 3% por área de venda.
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