23 de maio de 2012

Mercados: PORTUGAL

O principal índice accionista português encerrou a sessão em terreno positivo, à semelhança dos seus principais congéneres europeus. No pólo negativo, destaque para as perdas registadas pela Mota-Engil (-1,14%) mesmo após divulgar os resultados do 1T12 os quais superaram as estimativas dos analistas. Pela positiva, o destaque recai sobre a EDP Renováveis, a qual avançou cerca de 5,6%, no dia em que decorreu o Investors’ Day com a empresa a anunciar que vai retomar a política de distribuição de dividendos a partir de 2013 prevendo um aumento dos dividendos distribuídos. Nota particular para os ganhos registados pela Galp (+3,84%) mesmo após ver o seu price target ser alvo de uma revisão em baixa por uma casa de investimento internacional. O sector financeiro também valorizou na sessão – BCP (+3,06%), BPI (+1,12%) e BES (+0,98%) – inserido num movimento de correcção sectorial a nível europeu.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices accionistas asiáticos registaram perdas na sessão penalizados pela especulação em torno de uma possível saída da Grécia da Zona Euro, mas também pelo PIB japonês, o qual registou um crescimento inferior ao esperado. O Nikkei 225 desvalorizou 1,98% para os 8556.60 pontos.

Resultados: DELL

A tecnológica norte-americana apresentou resultados trimestrais, registando um recuo dos lucros para os USD 635 mn enquanto as vendas declinaram 4% para USD 14,4 mil mn, ficando aquém das estimativas dos analistas que apontavam para vendas de USD 14,9 mil mn. Em relação ao outlook para o próximo trimestre, este também desiludiu os analistas, sendo previsto que as receitas se cifrem entre USD 14,7-15 mil mn versus USD 15,4 mil mn em que se situa o consenso dos analistas, penalizada pela contracção da procura de PCs por parte das empresas e pela substituição de PCs por tablets e smartphones a nível individual.

Mercados: Europa

Hoje terá lugar um encontro informal dos líderes dos 27 países da União Europeia com o intuito de preparar a cimeira dos dias 28 e 29 de Junho, sendo que o presidente da UE emitiu um comunicado afastando a ideia de que este encontro se vai focar apenas na saída da Grécia da Zona Euro, avisando que esse tópico só será debatido no final da reunião.

Empresas: EDP RENOVÁVEIS

A empresa apresentou o plano de negócios para até 2015, identificou 7 novos destinos onde poderá entrar no médio prazo, entre eles Marrocos, Turquia, África do Sul, Peru, Chile, Ucrânia e México. A empresa prevê triplicar o seu resultado líquido até 2015 e ainda o pagamento de dividendos a partir do próximo ano, que deverão representar 25% a 35% dos lucros.

Empresas: EDP

A EDP Brasil pretende diminuir a sua exposição ao negócio da distribuição no Brasil, e apostar no sector da geração e comercialização de electricidade. Adicionalmente prevê um investimento médio anual de EUR 700 mn, abaixo do valor observado nos últimos anos. As perspetivas passam ainda por um crescimento médio anual do EBITDA de um dígito.

Empresas: EDP

Depois de apresentado ontem os planos de negócio até 2015 para a EDP Renováveis e EDP Brasil, hoje será a vez da apresentação do plano de negócios para a EDP.

Empresas: EDP

Ao abrigo do novo regime de garantia de potência, que prevê o prolongamento desta compensação financeira até ao final da vida útil das centrais, a eléctrica nacional deverá arrecadar entre EUR 250 a 300 mn com as unidades a gás natural no Carregado e na Figueira da Foz. A legislação anterior previa o recebimento de EUR 400 mn pela garantia de potencia por 10 anos.

Empresas: BARCLAYS

O banco britânico delcarou que vai receber cerca de USD 5,5 mil mn líquidos da venda da sua participação no Blackrock.

Empresas: SAP

A tecnológica alemã acordou a compra da plataforma de transacções online Ariba Inc por cerca de USD 4,3 mil mn com o intuito de acelerar a sua entrada na área de cloud computing.

Empresas: MICHELIN

A empresa francesa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: VIVENDI

A empresa viu o seu Price Target revisto em baixa por uma casa de investimento internacional, ainda que a recomendação de Overweight se tenha mantido inalterada.

22 de maio de 2012

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

Não se registou a divulgação de indicadores macro-económicos relevantes nesta data.

Mercados: CRUDE

Os futuros de crude para entrega em Junho (no último dia de negociação), negociados em after hours na NYMEX, avançaram USD 0,44 para os USD 92,96, recuperado face às perdas observadas desde o início do mês.

Mercados: EUA

Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo, beneficiando dos sinais de suporte à economia por parte da China e do encontro entre os líderes de França e Alemanha que irá ocorrer no dia de amanhã. O S&P 500 avançou 1,6%, com o sector de materiais em claro destaque pela positiva Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average avançaram 2,7% e 1,09% respectivamente.

Mercados: PORTUGAL

O principal índice accionista nacional encerra a primeira sessão da semana com uma desvalorização de 0,4%, contrariando a performance positiva registada pelos restantes índices europeus. Num dia pautado pela ausência de newsflow empresarial de relevo, a REN dominou as perdas do PSI20, ao recuar 2,02%, seguida pela Mota-Engil (-1,41%) e pela Portucel (-1,13%). Nota negativa para a EDP, que recuou 0,97%, após ter sido anunciado que o Estado pode estender a exploração das centrais a carvão de Sines e do Pego, na sequência das negociações sobre os custos do sistema eléctrico nacional. Também a Cimpor desvalorizou 0,17%, depois de ser noticiado que a Autoridade da Concorrência Brasileira deverá colocar a imposição de remédios adicionais no âmbito da OPA da Camargo Corrêa sobre a Cimpor, tendo em conta que a mútua presença da Camargo Corrêa e da Votorantim na Cimpor ampliaria de forma significativa o poder de concentração no mercado Brasileiro. No pólo oposto, os ganhos da sessão foram dominados pelo sector financeiro, sendo que o BES avançou 2,42%, o BPI valorizou 0,85% e o BCP manteve-se inalterado face à sessão anterior, enquanto as empresas do universo Sonae também registaram ganhos na sessão – Sonaecom: +2,38%; Sonae SGPS: +1,01%.

Mercados: EUROPA

Os principais índices accionistas europeus registaram ganhos na primeira sessão da semana – CAC (+0,64%), DAX (+0,95%) e AEX (+0,61%) – corrigindo das fortes perdas registadas na semana transacta numa sessão em que as declarações por parte da China de que vai estimular o crescimento económico suplantaram as preocupações em torno da situação Grega. A nível sectorial, as automakers francesas registaram fortes valorizações – Renault (+4,67%) e Peugeot (+4,15%) – após a Renault ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Realce também para a overperformance do banco britânico Barclays (+2,21%) após ser noticiado que pretende vender a sua participação no Blackrock por cerca de USD 6,1 mil mn. No pólo oposto, realce para as perdas de 5,9% registadas pela Carlsberg após uma casa de investimento internacional emitir uma recomendação de venda do título.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices asiáticos encerraram igualmente em terreno negativo, em linha com o observado nos restantes blocos mundiais, com a especulação de que a Europa e a China vão tomar medidas para impulsionar o crescimento económico. O Nikkei avançou 1,1%, com o sector industrial a ser o mais beneficiado na sessão.

Resultados: MOTA-ENGIL

A construtora portuguesa encerrou o 1T12 com lucros de EUR 4,52 mn, um avanço de 44,7% face ao período homólogo, que compara positivamente com as previsões dos analistas que previam a manutenção dos lucros nos EUR 3,0 mn, beneficiando do aumento do peso da actividade internacional que já perfaz 55% dos resultados. O EBITDA avançou também cerca de 21% para os EUR 62 mn impulsionado maioritariamente pelo crescimento em África e Portugal. Relativamente à carteira de encomendas, esta manteve-se estável nos EUR 3,7 mil mn, dos quais 70% dizem respeito a projectos fora de Portugal.

Resultados: VODAFONE

A operadora britânica reportou um declínio de 1,3% nos resultados operacionais anuais, em linha com as estimativas dos analistas, suportados pela actividade nos mercados emergentes, Alemanha e Turquia, que contrariaram a pressão ao nível do consumo em Espanha, Itália e Grécia. O EBITDA recuou para GBP 14,5 mil mn, em linha com as estimativas analistas. Para 2013 a operadora antecipa um crescimento orgânico de 1%-4% e um resultado operacional ajustado de GBP 11,1 – GBP 11,9 mil mn.

Empresas: BRISA

A concessionária portuguesa pediu pareceres jurídicos a dois catedráticos de Coimbra – João Calvão da Silva e Pedro Maia – para responder às dúvidas lançadas pela Abertis relativamente ao conflito de interesses entre os administradores da Brisa que têm ligações relevantes à sociedade Tagus. Ambos os catedráticos consideraram legítimo o exercício do direito de voto pelos administradores.

Empresas: PORTUGAL TELECOM

A operadora brasileira OI vai utilizar a plataforma do MEO na massificação da televisão paga no mercado Brasileiro, para ganhar quota de mercado no segmento, pretendendo chegar a 2,5 mn de casas até 2015.

Empresas: ACCOR

A empresa anunciou a venda do Motel 6 por USD 1,9 mil mn ao Blackstone Real Estate.

Empresas: BES

O Banco Português viu o seu price target ser revisto em baixa por uma casa de investimento internacional.

Empresas: GALP

A petrolífera nacional viu o seu price target ser revisto em baixa por uma casa de investimento internacional.

Empresas: LAFARGE

A cimenteira francesa foi alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional.

Empresas: METRO

Preço revisto em baixa por diferentes casas de investimento internacionais.

Empresas: TELEFÓNICA

Preço revisto em baixa por diferentes casas de investimento internacionais.

21 de maio de 2012

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica, destacamos na Alemanha os preços no produtor, que avançou 0,2%, ligeiramente abaixo dos 0,3% antecipados pelos analistas, sendo que este valor já teria sido abaixo do registo anterior, que tinha avançado 0,6%.

Mercados: CRUDE


Os futuros de crude para entrega em Junho, negociados em after hours na NYMEX, avançaram USD 0,56 para os USD 92,04.

Mercados: EUA


Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a última sessão da semana uma vez mais com perdas – S&P (-0,74%), Nasdaq (-1,22%) e Dow Jones (-0,59%) – numa sessão marcada pela estreia do Facebook em bolsa, uma operação que não foi suficente para aumentar a confiança dos investidores, a qual tem vindo a ser constantemente afectada pela crise da dívida na Europa.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice accionista nacional encerrou a última sessão da semana com uma valorização marginal 0,03%, uma performance ainda assim superior à registada pela generalidade dos índices europeus. Registando uma performance mista, dois dos constituintes do sector financeiro registam a pior e a melhor performance do PSI20, com o BPI a recuar 4,32% e o BES a avançar 2,28%, sendo ainda que o BCP recuou cerca de dois ponto percentuais, sem newsflow relevante que o justifique. O comportamento negativo é seguido também pela Sonae e pela Galp, que recuaram 2,23% e 2,09%, respectivamente, enquanto a Brisa desvalorizou 0,28%, depois da CMVM ter anunciado que existe falta de objectividade do relatório de gestão da Brisa, em resposta à OPA da Tagus. Na esfera positiva, a performance de maior destaque é registada pela EDP, que avançou 1,65%, enquanto a EDP Renováveis se manteve inalterada face à sessão anterior.

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas europeus terminaram a sessão com um comportamento misto – DAX: - 0,6%; CAC: -0,13%; IBEX +0,44% - penalizados por sinais de abrandamento económico na China, algo que se fez sentir com especial intensidade na performance do sector dos bens de consumo, sendo que o sector automóvel registou algumas das perdas mais elevadas – BMW: -2,26%; Porsche: -2,38%; Renault: -2,0% - tendo a Renault, contudo, anunciado planos de investimento na Roménia no valor de EUR 250 mn. No pólo oposto esteve o sector financeiro que, apesar do downgrade de um conjunto de bancos espanhóis pela casa de investimento Fitch, registou os maiores ganhos da sessão, com especial destaque para o espanhol BBVA que avançou 3,69%, seguido pelo Santander (+2,97%) e pelo francês Societe Generale (+2,30%). Nota final positiva para o sector das utilities, com especial destaque para os constituintes espanhóis, tendo a Iberdrola e a Gas Natural registado valorizações em torno dos três pontos percentuais.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices accionistas asiáticos registaram ganhos na primeira sessão da semana beneficiando de especulação em torno da ideia de que a China e o Japão poderão tomar medidas extraordinárias com o intuito de estimular o crescimento económico. O Nikkei 225 valorizou 0,26% para os 8633.89 pontos.

Resultados: RYANAIR


A companhia aérea apresentou resultados anuais tendo registado um incremento dos lucros de 25% para os EUR 502,6 mn. Ainda assim, a empresa prevê um recuo dos mesmos para EUR 400-440 mn em 2013 uma vez que tem vindo a sentir dificuldades no aumento das tarifas para compensar o aumento do preço do petróleo. A companhia aérea confirmou o pagamento de um dividendo no valor de EUR 0,34 por acção em Novembro.

Empresas: CIMPOR


O parecer do procurador-geral da autoridade da Concorrência Brasileira defende que a presença da Votorantim na Cimpor ampliaria de forma significativa o poder de concentração no mercado brasileiro. Embora não seja vinculativo, a análise pode ser indicativa de uma futura decisão que poderia levar à imposição remédios, nomeadamente com a saída da Votorantim da Cimpor, que detém a Cimpor Brasil. Esta decisão pode atrasar a OPA, embora não se vislumbrem implicações adicionais.

Empresas: EDP


O Estado pode estender a exploração das centrais a carvão de Sines e do Pego, na sequência das negociações sobre os custos do sistema elétrico nacional.

Empresas: PERNOD RICARD

A marca francesa anunciou que vai reinventar a marca Ricard cujas vendas têm vindo a recuar nos últimos cinco anos.

Empresas: MAERSK

A empresa dinamarquesa está a considerar a colocação de duas novas obrigações em 2012 para financiar projectos de exploração de petróleo e portos, numa altura em que a concessão de empréstimos bancários se revela uma opção cada vez mais cara.

Empresas: FIAT

A empresa foi alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacional.

Empresas: EADS

A empresa foi alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacional.

Empresas: CARLSBERG

A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

22 de setembro de 2011

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

A nível macroeconómico, destaque para a divulgação da venda de casas usadas nos EUA, a qual avançou 7,7% em Agosto, superando largamente as expectativas (+1,7%). Já os inventários de crude recuaram também mais do que o esperado (-7336 mil barris vs. -1300 mil barris estimados) enquanto a taxa de refinação se cifrou nos 1,30% quando era expectável que recuasse 0,28%.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Novembro negociados em after hours na Nymex recuaram mais de um ponto percentual para USD 84,05 por barril, reflectindo a expectativa dos investidores em torno da prossecução do actual cenário de abrandamento económico global.

Mercados: EUA

Os principais índices accionistas norte-americanos finalizaram com perdas em torno de 3 pontos percentuais – praticamente a níveis mínimos intradiários – mesmo depois do FED ter sinalizado que irá avançar para a compra de títulos de dívida de longo prazo em contraposição à venda de treasuries de curto prazo, numa acção denominada por Operação Twist – a qual já era amplamente esperada pelo mercado e que previsivelmente terá um efeito limitado na economia real tendo em conta que o nível de taxas de juro (mesmo nos prazos mais longos) encontra-se a níveis historicamente reduzidos. Os principais activos de risco acabaram por ter uma reacção negativa a este evento, sendo que as Treasuries (10 anos e nos prazos mais longos) encetaram um rally significativo, reflectindo algum frontrunning desta nova medida enunciada pela Reserva Federal norte-americana.

Mercados: EUROPA

Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão com perdas – DAX (-2,46%), CAC (-1,62%) e AEX (-1,38%) – após declarações por parte da troika de que irão regressar a Atenas na próxima semana, uma vez que das negociações dos últimos três dias não emergiu nenhuma solução. Realce para as perdas do sector automóvel, destacando-se a Peugeot (-5,70%) e Volkswagen (-2,63%), ainda que sem  newsflow relevante que o justifique. Também a Lufthansa registou perdas na sessão de 5,04% após ser alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional. O sector financeiro liderou as perdas com a maioria dos bancos a registar desvalorizações as quais se revelaram mais pronunciadas em Espanha e Itália – BBVA (-3,42%), Intesa Sanpaolo (-2,86%), Santander (-2,54%) e Unicredit (-2,52%).

Mercados: PORTUGAL

O principal índice nacional encerra a sessão com ganhos ligeiros (+0,38%), contrariando a  performance negativa dos índices Europeus. No pólo negativo, destaque para a Mota-Engil, que encerra a desvalorizar 5,60%, após ser noticiado que o consórcio que lidera (Ascendi) vai ser compensado em EUR 717,1 mn pelo Estado Português devido à introdução de portagens nas SCUTS. Realce para a Brisa que liderou os ganhos da sessão, valorizando 2,86%, sem newsflow relevante que o justifique. A Galp valorizou 1,46%, após ter noticiado que irá duplicar o seu investimento em Angola entre 2015 e 2016 para EUR 2000 mn.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices accionistas da região finalizaram com perdas em torno de 3 pontos percentuais, reflectindo alguma preocupação com os comentários do FED que sinalizaram que se têm vindo a acentuar os riscos de downside para a actividade económica no curto/médio prazo, pelo que os investidores voltaram a optar por alienar a generalidade dos activos de risco. Na esfera sectorial, realce para a underperformance exibida por um conjunto de players cíclicos, destacando-se igualmente a quebra de algumas commodities (entre as quais o cobre), em oposição a um comportamento favorável exibido por um conjunto de activos de refúgio, nomeadamente Ouro e Treasuries.

Resultados: GENERAL MILLS

A empresa reportou um resultado liquido deduzido de investimentos em matéria-prima e avaliações de USD 64 cêntimos por acção, acima dos USD 62 cêntimos estimados pelos analistas. As receitas avançaram 9% para USD 3,85 mil mn, superando as estimativas que apontavam para os USD 3,81 mil mn. Foi a primeira vez que a Yoplait integrou os resultados da empresa, tendo contribuído com 3% para o aumento das receitas acima descrito. A empresa pretende expandir-se para fora dos EUA, apesar de este continuar a ser um mercado bastante atractivo.

Mercados: GRÉCIA

Na sequência das duas Conference Calls realizadas nos últimos dois dias, o executivo Grego anunciou uma nova ronda de políticas de austeridade, a qual recairá sobre o corte de salários de cerca de 30 mil funcionários públicos, bem como a redução do valor das pensões em 20% (acima de EUR 1200/mês) e em 40% para os pensionistas com menos de 55 anos e que aufiram valores superiores a EUR 1000 mensais. Este anúncio acaba por espelhar alguma convergência entre as medidas exigidas pela Troika e os esforços de consolidação pelos responsáveis helénicos, pelo que a possibilidade de ser libertada a 6ª tranche (até final do mês) associada ao primeiro plano de assistência financeira é no presente bastante elevada – pelo que deverá ser evitado um default da Grécia no curto prazo.

Empresas: EDP

A eléctrica brasileira Electrobras declarou estar apenas interessada na privatização da congénere portuguesa caso tenha poder no conselho de administração da empresa.