A empresa espera angariar EUR 120 mn por ano com o fim dos CMECs para um conjunto de barragens e centrais hidrelétricas.
24 de maio de 2012
Empresas: TOTAL
A petrolífera francesa resolveu tentar inverter um veredicto relativo a 1999 no qual foi considerada culpada por uma fuga de petróleo num petroleiro na costa de França, com o intuito de evitar o pagamento da multa no valor de EUR 375 mil.
Empresas: RENAULT
Segundo um jornal diário francês, a automaker francesa tem vindo a procurar um parceiro para relançar os carros desportivos Alpine.
Empresas: BMW
A marca de automóveis de luxo anunciou que pretende triplicar a produção de automóveis na China, arriscando-se a ficar demasiado dependente do mercado asiático.
Empresas: BMW
A autoridade da concorrência Suiça multou a BMW em USD 163 mn por proibir a venda de veículos da sua marca a clientes Suíços noutros países da Europa.
Empresas: BAYER
O medicamento Xarelto, produzido em conjunto com a Johnson & Johnson, não obteve aprovação para o tratamento de Síndrome Coronário Agudo por parte da FDA (autoridade reguladora norte-americana).
Empresas: TELEFÓNICA
A operadora espanhola viu o seu price target ser revisto em baixa por uma casa de investimento internacional.
23 de maio de 2012
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Na esfera macroeconómica destaque nos EUA para as vendas de casas usadas que se situaram nos 4,62 mn, marginalmente acima dos 4,61 mn estimados pelos analistas.
Mercados: CRUDE
Os futuros de crude para entrega em Junho (no último dia de negociação), negociados em after hours na NYMEX, recuaram USD 0,88 para os USD 90,97, penalizado pelo acordo entra as Nações Unidas e o Irão.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos corrigiram dos ganhos registados durante grande parte da sessão, acabando por encerrar em terreno maioritariamente negativo – Nasdaq (-0,24%) e Dow Jones (-0,01%) – após serem noticiadas declarações por parte do anterior Primeiro Ministro Grego, Lucas Papademos, de que estão a ser ponderados os preparativos para a saída da Grécia da Zona Euro.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus encerram a sessão com ganhos em torno dos dois pontos percentuais – DAX: +1,65%; CAC: +1,88%; AEX: +1,86% - encetando um movimento de recuperação face às perdas registadas nas últimas sessões, impulsionados pelo maior optimismo em torno da crise da dívida periférica, devido a renovadas expectativas de uma eventual implementação de medidas de estímulo não convencional no bloco Europeu, isto depois de ter sido anunciada a criação de estímulos relacionados com o desenvolvimento de infra-estruturas na China. Os ganhos da sessão foram liderados pelo sector financeiro, com especial destaque para os franceses Credit Agricole - que avançou 4,72% - e Societe Generale (+4,69%). Também o sector automóvel registou ganhos significativos, tendo a Renault registado a performance mais positiva ao avançar 6,29%. No pólo oposto, o sector de media registou a performance mais negativa, tendo a Vivendi recuado 0,41%, ainda que sem newsflow relevante que o justifique.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português encerrou a sessão em terreno positivo, à semelhança dos seus principais congéneres europeus. No pólo negativo, destaque para as perdas registadas pela Mota-Engil (-1,14%) mesmo após divulgar os resultados do 1T12 os quais superaram as estimativas dos analistas. Pela positiva, o destaque recai sobre a EDP Renováveis, a qual avançou cerca de 5,6%, no dia em que decorreu o Investors’ Day com a empresa a anunciar que vai retomar a política de distribuição de dividendos a partir de 2013 prevendo um aumento dos dividendos distribuídos. Nota particular para os ganhos registados pela Galp (+3,84%) mesmo após ver o seu price target ser alvo de uma revisão em baixa por uma casa de investimento internacional. O sector financeiro também valorizou na sessão – BCP (+3,06%), BPI (+1,12%) e BES (+0,98%) – inserido num movimento de correcção sectorial a nível europeu.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos registaram perdas na sessão penalizados pela especulação em torno de uma possível saída da Grécia da Zona Euro, mas também pelo PIB japonês, o qual registou um crescimento inferior ao esperado. O Nikkei 225 desvalorizou 1,98% para os 8556.60 pontos.
Resultados: DELL
A tecnológica norte-americana apresentou resultados trimestrais, registando um recuo dos lucros para os USD 635 mn enquanto as vendas declinaram 4% para USD 14,4 mil mn, ficando aquém das estimativas dos analistas que apontavam para vendas de USD 14,9 mil mn. Em relação ao outlook para o próximo trimestre, este também desiludiu os analistas, sendo previsto que as receitas se cifrem entre USD 14,7-15 mil mn versus USD 15,4 mil mn em que se situa o consenso dos analistas, penalizada pela contracção da procura de PCs por parte das empresas e pela substituição de PCs por tablets e smartphones a nível individual.
Mercados: Europa
Hoje terá lugar um encontro informal dos líderes dos 27 países da União Europeia com o intuito de preparar a cimeira dos dias 28 e 29 de Junho, sendo que o presidente da UE emitiu um comunicado afastando a ideia de que este encontro se vai focar apenas na saída da Grécia da Zona Euro, avisando que esse tópico só será debatido no final da reunião.
Empresas: EDP RENOVÁVEIS
A empresa apresentou o plano de negócios para até 2015, identificou 7 novos destinos onde poderá entrar no médio prazo, entre eles Marrocos, Turquia, África do Sul, Peru, Chile, Ucrânia e México. A empresa prevê triplicar o seu resultado líquido até 2015 e ainda o pagamento de dividendos a partir do próximo ano, que deverão representar 25% a 35% dos lucros.
Empresas: EDP
A EDP Brasil pretende diminuir a sua exposição ao negócio da distribuição no Brasil, e apostar no sector da geração e comercialização de electricidade. Adicionalmente prevê um investimento médio anual de EUR 700 mn, abaixo do valor observado nos últimos anos. As perspetivas passam ainda por um crescimento médio anual do EBITDA de um dígito.
Empresas: EDP
Depois de apresentado ontem os planos de negócio até 2015 para a EDP Renováveis e EDP Brasil, hoje será a vez da apresentação do plano de negócios para a EDP.
Empresas: EDP
Ao abrigo do novo regime de garantia de potência, que prevê o prolongamento desta compensação financeira até ao final da vida útil das centrais, a eléctrica nacional deverá arrecadar entre EUR 250 a 300 mn com as unidades a gás natural no Carregado e na Figueira da Foz. A legislação anterior previa o recebimento de EUR 400 mn pela garantia de potencia por 10 anos.
Empresas: BARCLAYS
O banco britânico delcarou que vai receber cerca de USD 5,5 mil mn líquidos da venda da sua participação no Blackrock.
Empresas: VIVENDI
A empresa viu o seu Price Target revisto em baixa por uma casa de investimento internacional, ainda que a recomendação de Overweight se tenha mantido inalterada.
22 de maio de 2012
Mercados: CRUDE
Os futuros de crude para entrega em Junho (no último dia de negociação), negociados em after hours na NYMEX, avançaram USD 0,44 para os USD 92,96, recuperado face às perdas observadas desde o início do mês.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo, beneficiando dos sinais de suporte à economia por parte da China e do encontro entre os líderes de França e Alemanha que irá ocorrer no dia de amanhã. O S&P 500 avançou 1,6%, com o sector de materiais em claro destaque pela positiva Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average avançaram 2,7% e 1,09% respectivamente.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista nacional encerra a primeira
sessão da semana com uma desvalorização de 0,4%, contrariando a performance
positiva registada pelos restantes índices europeus. Num dia pautado pela ausência
de newsflow empresarial de relevo, a REN dominou as perdas do PSI20, ao recuar
2,02%, seguida pela Mota-Engil (-1,41%) e pela Portucel (-1,13%). Nota negativa
para a EDP, que recuou 0,97%, após ter sido anunciado que o Estado pode
estender a exploração das centrais a carvão de Sines e do Pego, na sequência
das negociações sobre os custos do sistema eléctrico nacional. Também a Cimpor
desvalorizou 0,17%, depois de ser noticiado que a Autoridade da Concorrência
Brasileira deverá colocar a imposição de remédios adicionais no âmbito da OPA
da Camargo Corrêa sobre a Cimpor, tendo em conta que a mútua presença da
Camargo Corrêa e da Votorantim na Cimpor ampliaria de forma significativa o
poder de concentração no mercado Brasileiro. No pólo oposto, os ganhos da
sessão foram dominados pelo sector financeiro, sendo que o BES avançou 2,42%, o
BPI valorizou 0,85% e o BCP manteve-se inalterado face à sessão anterior,
enquanto as empresas do universo Sonae também registaram ganhos na sessão –
Sonaecom: +2,38%; Sonae SGPS: +1,01%.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus registaram ganhos na primeira sessão da semana – CAC (+0,64%), DAX (+0,95%) e AEX (+0,61%) – corrigindo das fortes perdas registadas na semana transacta numa sessão em que as declarações por parte da China de que vai estimular o crescimento económico suplantaram as preocupações em torno da situação Grega. A nível sectorial, as automakers francesas registaram fortes valorizações – Renault (+4,67%) e Peugeot (+4,15%) – após a Renault ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Realce também para a overperformance do banco britânico Barclays (+2,21%) após ser noticiado que pretende vender a sua participação no Blackrock por cerca de USD 6,1 mil mn. No pólo oposto, realce para as perdas de 5,9% registadas pela Carlsberg após uma casa de investimento internacional emitir uma recomendação de venda do título.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices asiáticos encerraram igualmente em terreno negativo, em linha com o observado nos restantes blocos mundiais, com a especulação de que a Europa e a China vão tomar medidas para impulsionar o crescimento económico. O Nikkei avançou 1,1%, com o sector industrial a ser o mais beneficiado na sessão.
Resultados: MOTA-ENGIL
A construtora portuguesa encerrou o 1T12 com lucros de EUR 4,52 mn, um avanço de 44,7% face ao período homólogo, que compara positivamente com as previsões dos analistas que previam a manutenção dos lucros nos EUR 3,0 mn, beneficiando do aumento do peso da actividade internacional que já perfaz 55% dos resultados. O EBITDA avançou também cerca de 21% para os EUR 62 mn impulsionado maioritariamente pelo crescimento em África e Portugal. Relativamente à carteira de encomendas, esta manteve-se estável nos EUR 3,7 mil mn, dos quais 70% dizem respeito a projectos fora de Portugal.
Resultados: VODAFONE
A operadora britânica reportou um declínio de 1,3% nos resultados operacionais anuais, em linha com as estimativas dos analistas, suportados pela actividade nos mercados emergentes, Alemanha e Turquia, que contrariaram a pressão ao nível do consumo em Espanha, Itália e Grécia. O EBITDA recuou para GBP 14,5 mil mn, em linha com as estimativas analistas. Para 2013 a operadora antecipa um crescimento orgânico de 1%-4% e um resultado operacional ajustado de GBP 11,1 – GBP 11,9 mil mn.
Empresas: BRISA
A concessionária portuguesa pediu pareceres jurídicos a dois catedráticos de Coimbra – João Calvão da Silva e Pedro Maia – para responder às dúvidas lançadas pela Abertis relativamente ao conflito de interesses entre os administradores da Brisa que têm ligações relevantes à sociedade Tagus. Ambos os catedráticos consideraram legítimo o exercício do direito de voto pelos administradores.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
A operadora brasileira OI vai utilizar a plataforma do MEO na massificação da televisão paga no mercado Brasileiro, para ganhar quota de mercado no segmento, pretendendo chegar a 2,5 mn de casas até 2015.
Empresas: BES
O Banco Português viu o seu price target ser revisto em baixa por uma casa de investimento internacional.
Empresas: GALP
A petrolífera nacional viu o seu price target ser revisto em baixa por uma casa de investimento internacional.
21 de maio de 2012
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Mercados: CRUDE
Os futuros de crude para entrega em Junho, negociados em
after hours na NYMEX, avançaram USD 0,56 para os USD 92,04.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram
a última sessão da semana uma vez mais com perdas – S&P (-0,74%), Nasdaq
(-1,22%) e Dow Jones (-0,59%) – numa sessão marcada pela estreia do Facebook em
bolsa, uma operação que não foi suficente para aumentar a confiança dos
investidores, a qual tem vindo a ser constantemente afectada pela crise da
dívida na Europa.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista nacional encerrou a última
sessão da semana com uma valorização marginal 0,03%, uma performance ainda
assim superior à registada pela generalidade dos índices europeus. Registando
uma performance mista, dois dos constituintes do sector financeiro registam a
pior e a melhor performance do PSI20, com o BPI a recuar 4,32% e o BES a
avançar 2,28%, sendo ainda que o BCP recuou cerca de dois ponto percentuais, sem
newsflow relevante que o justifique. O comportamento negativo é seguido também
pela Sonae e pela Galp, que recuaram 2,23% e 2,09%, respectivamente, enquanto a
Brisa desvalorizou 0,28%, depois da CMVM ter anunciado que existe falta de
objectividade do relatório de gestão da Brisa, em resposta à OPA da Tagus. Na
esfera positiva, a performance de maior destaque é registada pela EDP, que
avançou 1,65%, enquanto a EDP Renováveis se manteve inalterada face à sessão
anterior.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus terminaram a
sessão com um comportamento misto – DAX: - 0,6%; CAC: -0,13%; IBEX +0,44% -
penalizados por sinais de abrandamento económico na China, algo que se fez sentir
com especial intensidade na performance do sector dos bens de consumo, sendo
que o sector automóvel registou algumas das perdas mais elevadas – BMW: -2,26%;
Porsche: -2,38%; Renault: -2,0% - tendo a Renault, contudo, anunciado planos de
investimento na Roménia no valor de EUR 250 mn. No pólo oposto esteve o sector financeiro
que, apesar do downgrade de um conjunto de bancos espanhóis pela casa de
investimento Fitch, registou os maiores ganhos da sessão, com especial destaque
para o espanhol BBVA que avançou 3,69%, seguido pelo Santander (+2,97%) e pelo
francês Societe Generale (+2,30%). Nota final positiva para o sector das
utilities, com especial destaque para os constituintes espanhóis, tendo a
Iberdrola e a Gas Natural registado valorizações em torno dos três pontos
percentuais.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos registaram ganhos
na primeira sessão da semana beneficiando de especulação em torno da ideia de
que a China e o Japão poderão tomar medidas extraordinárias com o intuito de estimular
o crescimento económico. O Nikkei 225 valorizou 0,26% para os 8633.89 pontos.
Resultados: RYANAIR
A companhia aérea apresentou resultados anuais tendo
registado um incremento dos lucros de 25% para os EUR 502,6 mn. Ainda assim, a
empresa prevê um recuo dos mesmos para EUR 400-440 mn em 2013 uma vez que tem
vindo a sentir dificuldades no aumento das tarifas para compensar o aumento do
preço do petróleo. A companhia aérea confirmou o pagamento de um dividendo no
valor de EUR 0,34 por acção em Novembro.
Empresas: CIMPOR
O parecer do procurador-geral da autoridade da Concorrência
Brasileira defende que a presença da Votorantim na Cimpor ampliaria de forma
significativa o poder de concentração no mercado brasileiro. Embora não seja
vinculativo, a análise pode ser indicativa de uma futura decisão que poderia
levar à imposição remédios, nomeadamente com a saída da Votorantim da Cimpor,
que detém a Cimpor Brasil. Esta decisão pode atrasar a OPA, embora não se
vislumbrem implicações adicionais.
Empresas: EDP
O Estado pode estender a exploração das centrais a carvão de
Sines e do Pego, na sequência das negociações sobre os custos do sistema elétrico
nacional.
Empresas: PERNOD RICARD
A marca francesa anunciou que vai reinventar a marca
Ricard cujas vendas têm vindo a recuar nos últimos cinco anos.
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