A EDP – Energias do Brasil vendeu 100% da Brasileira Evercy por EUR 23,23 mn à Companhia de Transmissão de Energia Eléctrica.
30 de maio de 2012
Empresas: CIMPOR
A CMVM comunicou ontem, perto do fecho do mercado europeu,
que decidiu registar a OPA da Camargo à Cimpor como obrigatória (sendo os
co-obrigados a Intercement e a Votorantim), decorrendo esta entre os dias 30 de
Maio e 19 de Junho.
Empresas: PORTUCEL
A empresa nacional anunciou a compra de 45 mil acções
próprias nas últimas 4 sessões, passando a deter 2,90% do seu capital social.
Empresas: ING
O Banco Holandês convidou o Manulife Financial Corp e o Principal Financial Group a fazerem novas ofertas para a compra da sua unidade de gestão de activos asiática, a qual é avaliada em cerca de EUR 500 mn.
Empresas: VALLOUREC
Segundo um jornal francês a empresa não tem vindo a registar uma recuperação das encomendas na Europa e Ásia como previsto.
Empresas: METRO
A retalhista alemã acordou a venda da sua unidade grossista britânica Makro UK ao Booker Group por cerca de GBP 139,7 mn em cash e acções, uma venda inserida no seu plano de se concentrar no seu negócio core.
29 de maio de 2012
Mercados: CRUDE
Os futuros de crude para entrega em Julho, negociados em after hours na NYMEX, avançaram USD 1,13 para os USD 91,99, com a expectativa de aumento de consumo de crude por parte dos EUA e da China.
Mercados: EUROPA
Os principais índices europeus inverteram a tendência positiva observada no início da sessão – DAX (-0,26%), CAC (-0,16%) e AEX (0,00%) – com as yields da economia espanhola a registarem um aumento significativo na sessão, espelhando o agravar do sentimento negativo que paira sobre o país. Na esfera sectorial, realce para aperformance do sector tecnológico, com a Nokia e a ASML a valorizarem 3,21% e 1,8%respectivamente, ainda que sem newsflow especifico relevante. No polo oposto, o sector das utilities foi o mais penalizado, com a GDF Suez e a E.On a recuarem 1,25% e 1,77% respectivamente. Destaque ainda para o sector financeiro espanhol, com o BBVA, Santander e Popular a recuarem 3,39%, 3,23% e 7,5% respectivamente, acompanhando o agravamento da percepção de risco da região.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português registou perdas de 0,57% na sessão, uma perda mais acentuada que a registada pelos seus congéneres europeus, penalizado pela performance negativa da Portugal Telecom e EDP, que recuaram 2,60% e 1,04%, respectivamente, a segunda após ser noticiado que o governo se prepara para fazer um corte que poderá chegar aos 75% na remuneração da energia eólica caso não se chegue a um consenso entre o governo e as empresas do sector. Já o sector financeiro registou uma performance mista, com o BES e o BPI a recuarem 2,05% e 0,83%, respectivamente, enquanto o BCP registou ganhos de 0,99%, todos perante a inexistência de newsflow específico que o justifique. Destaque ainda para os ganhos registados pela Galp, que avançou 1,20% também sem newsflow relevante que o justifique. Destaque para a Sonaecom, que liderou os ganhos no índice ao valorizar 1,68%.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, com a região a aguardar novos estímulos monetários na China com o intuito de impulsionar o crescimento económico da região. O Nikkei avançou 0,74%, com o sector de Oil&Gas a impulsionar os ganhos.
Empresas: REPSOL
A empresa anunciou que vai reduzir o seu dividend payout ratio, o maior entre os produtores de crude, e aumentar a produção fora da Argentina, isto após a expropriação da YPF.
Empresas: REPSOL
A petrolífera espanhola nomeou Fernandez Cuesta como COO, ao mesmo tempo que aprovou o plano estratégico para o período 2012-2016 que será hoje apresentado.
Empresas: EDP
Numa entrevista à Bloomberg TV, o Presidente Executivo da eléctrica portuguesa declarou que a China Three Gorges não controla nem tem interesse em controlar a EDP, admitindo no entanto a compra dos últimos 4% de capital detido pelo Estado pela CTG.
Empresas: CIMPOR
Segundo noticiado pelo Jornal de Negócios a CMVM pretende que a OPA lançada sobre a Cimpor pela Camargo Corrêa como voluntária seja alterada, podendo levar a alterações também nos termos da oferta.
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