1 de junho de 2012

Empresas: TELEFÓNICA


A empresa viu o seu Price Target reduzido por diferentes casas de investimento internacional.

Empresas: RWE


A empresa foi retirada da lista de títulos preferidos de uma casa de investimento internacional.

Empresas: PHILIPS


A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

31 de maio de 2012

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


A nível macroeconómico, destaque para a divulgação da confiança do consumidor na Zona-Euro, a qual se cifrou nos -19,3, em linha com as estimativas, enquanto a confiança na economia desiludiu as expectativas ao recuar para os 90,6 pontos quando era esperado que recuasse para os 91,9 pontos. Nos EUA, destaque para a venda de casas usadas, a qual contraiu 5,5% em Abril MoM quando era esperado que se mantivesse igual face ao mesmo mês de 2011.

Mercados: CRUDE


Os futuros de crude para entrega em Julho, negociados em after hours na NYMEX, avançaram USD 0,12 para os USD 87,94.

Mercados: EUA


Os principais índices accionistas norte-americanos registaram perdas na última sessão – S&P (-1,43%), Nasdaq (-0,84%) e Dow Jones (-1,28%) – pressionados pela necessidade de Espanha recapitalizar o sistema financeiro e pela incerteza acerca do futuro da Grécia após as eleições, assim como pela divulgação de dados macroeconómicos do secotr imobiliário nos EUA que desiludiram os analistas.

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão em terreno negativo – DAX (-1,81%), CAC (-2,24%) e AEX (-1,56%) – com receios de agravamento da crise de divida periférica, suportados por newsflow negativo ao nível da economia espanhola, sobretudo ao nível do sector financeiro, assim como por uma colocação de divida menos conseguida por parte de Itália. Num dia de perdas generalizadas, o sector de Health Care registou perdas inferiores, em oposição ao sector de Oil&Gas que registou as maiores perdas no dia, com a Repsol a recuar 4,91%, após ter anunciado ontem uma redução do dividendo. Realce pela positiva para a Metro, que avançou 1,44%, após ter anunciado a venda da unidade Makro no Reino Unido à Booker Group por USD 218 mn.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice accionista português encerrou a sessão com perdas de 1,08% numa sessão marcada por perdas generalizadas a nível europeu e por fraco newsflow a nível empresarial. No pólo negativo, realce para as perdas registadas pela Galp e Portugal Telecom (-2,99% e 1,57%, respectivamente) ainda que sem newsflow específico que o justifique. Nota particular para a EDP, que recuou também 0,60% no dia em que foi anunciada a venda da totalidade do capital da brasileira Evercy por EUR 23,23 mn à Companhia de Transmissão de Energia Eléctrica. No pólo positivo, o destaque recai apenas sobre a Cimpor, que valorizou 1,57% na sessão após a decisão da CMVM de registar a OPA da Camargo à Cimpor como obrigatória (sendo os co-obrigados a Intercement e a Votorantim), apontando o dia 19 de Junho como prazo final da OPA. Destaque ainda para a performance mista revelada pelo sector financeiro – BES (-3,00%), BCP (0,00%) e BPI (+0,84%) – perante a inexistência de newsflow específico que o justifique.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices accionistas asiáticos voltaram a registar perdas na sessão penalizados pelas preocupações em torno do contágio da crise Grega a outros países da Europa assim como pela divulgação da produção industrial japonesa que ficou aquém do estimado em Abril. O Nikkei 225 recuou 1,05% para os 8542.73 pontos.

Resultados: SEMAPA


A empresa nacional registou uma quebra de 11,6% dos lucros no 1Q12 para EUR 28,8 mn, justificada pela redução das amortizações, diminuição das provisões e aumento de impostos. O EBITDA recuou igualmente cerca de 10% para EUR 98,1 mn, o que influenciou também de forma negativa os resultados. O Volume de negócios recuou 4% para EUR 421 mn, sendo que a dívida líquida ascendia a EUR 980 mn no final do trimestre, um acrescimento de EUR 67 mn face ao observado em período homólogo.

Empresas: BCP


As negociações com o Estado relativas à recapitalização das instituições devem ficar concluídas na próxima semana, sendo expectável que o Estado entre directamente no capital do BCP.

Empresas: BPI


As negociações com o Estado relativas à recapitalização das instituições devem ficar concluídas na próxima semana, sendo expectável que o Estado entre directamente no capital do BCP.

Empresas: ZON


Segundo o Diário Económico, Isabel dos Santos vai aumentar a sua posição na ZON, que actualmente é de pouco mais de 15%, para 20 a 25% do capital através de negociações com alguns pequenos accionistas, deixando assim de fora a Caixa Geral de Depósitos e o BES que detêm em conjunto 21,73% do capital social.

Empresas: PORTUGAL TELECOM


O Presidente da OI afirmou ontem que a operadora está a estudar a venda de activos não essenciais de forma a reduzir o nível de dívida. Apesar de não ter adiantado montante específico avançou que se tratam de valores relevantes.

Empresas: TELEFONICA


A operadora espanhola obteve ontem aprovação do Conselho de Administração para a colocação em bolsa da sua unidade alemã O2 assim como para estudar a possibilidade de um IPO também das suas operações na América Latina. A empresa pretende reforçar a sua posição financeira de forma a fazer face aos cortes da sua notação de crédito atribuídos ao corte de rating de Espanha.

Empresas: AXA


Segundo o CEO da seguradora, a AXA está preparada para fazer face a uma saída desordenada da Grécia da Zona Euro sem ter necessidade de realizar aumentos de capital, ainda que o cenário central da seguradora seja o da sobrevivência do euro.

Empresas: LUFTHANSA


A companhia aérea alemã divulgou planos de transferir alguns voos europeus para uma divisão low-cost, à semelhança das suas concorrentes Air France-KLM e IAG, tendo como objectivo a redução de custos e o retorno das operações europeias aos lucros.

Empresas: LVMH


A fabricante de artigos de luxo ganhou em tribunal uma acção contra a contrafacção, conseguindo que fosse proibida a entrada de imitações dos seus produtos no mercado norte-americano.

Empresas: ARCELOR MITTAL


Segundo um jornal francês, a empresa terá de chegar a acordo com o presidente da câmara de Lorraine relativamente à compensação que terá de dar aos trabalhadores de uma fábrica que ficará encerrada até ao final de 2012.

Empresas: DAIMLER


A unidade Freightliner apresentou recentemente o primeiro camião que atingiu os objectivos de gasto de combustível impostos por Barack Obama perante condições realistas de condução.

Empresas: RWE


A elécrica alemã reduziu o número de turbinas planeadas para um projecto offshore no Reino Unido em 1/3 para reduzir o seu impacto visual e ambiental.

Empresas: DEUTSCHE BANK


Hoje é último dia de Joseph Ackerman como CEO do maior banco alemão.

Empresas: TELEFÓNICA


A empresa foi alvo de um upgrade por diferentes casas de investimento internacionais.

Empresas: AHOLD


A empresa foi alvo de um upgrade por diferentes casas de investimento internacionais.

Empresas: SAP


A empresa foi alvo de um upgrade por diferentes casas de investimento internacionais.

30 de maio de 2012

Empresas: FACEBOOK

O Facebook é o recordista de perdas entre as empresas norte-americanas. Desde que a empresa da rede social mais famosa do mundo entrou em bolsa, há 10 dias, ninguém desvalorizou tanto. É a confirmação do reverso da moeda que se seguiu a todo o entusiasmo em torno da entrada da companhia de Mark Zuckerberg no mercado bolsista.

Mercados: SECTOR FINANCEIRO


Com o aproximar do final do prazo para a concretização da recapitalização do sector financeiro, os bancos nacionais apenas necessitam de um compromisso firme entre as partes envolvidas na operação para que o rácio de capital seja considerado cumprido.

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica, destaque na Alemanha para o CPI que recuou 0,2% face ao mês anterior, enquanto o esperado era uma desvalorização de 0,15, sendo que no período anterior este valor tinha avançado 0,2%. Já nos EUA, destaque para o índice de preços de casas da CaseShiller, que se cifrou nos 134,10, sendo que os analistas apontavam para um valor de 134,40. Já o indicador de confiança dos consumidores norte-americanos ficou abaixo das expectativas do mercado, ao registar uma leitura de 64,9 face aos 69,6 antecipados pelo consenso de mercado, sendo que, anteriormente, este valor já tinha sido revisto em baixa nos 68,7.

Mercados: CRUDE


Os futuros de crude para entrega em Julho, negociados em after hours na NYMEX, recuaram USD 0,61 para os USD 90,15, penalizados pela expectativa de divulgação de um aumento dos inventários de crude nos EUA para um valor recorde desde 1990.

Mercados: EUA


Os principais índices accionistas norte-americanos registaram ganhos superiores a 1% na sessão – S&P (+1,11%), Nasdaq (+1,26%) e Dow Jones (+1,01%) – impulsionados pelo afastamento de um cenário de saída da Grécia da Zona Euro devido às sondagens que sugerem um aumento das votações nos partidos pró-bailout nas eleições que se deverão realizar no dia 17 de Junho. Realce para as perdas registadas ela RIM em after-market (-15%) após emitir um profit warning para o 1T.

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas Europeus encerraram a sessão com valorizações acima de um ponto percentual – DAX (+1,16%), CAC (+1,37%) e HEX (+1,18%) – beneficiando do maior optimismo dos investidores em torno do actual momento económico, em resultado da expectativa da adopção de estímulos económicos na China e a divulgação de indicadores macroeconómicos globalmente positivos nos EUA. A nível sectorial, destaque para a outperformance de um conjunto de players cíclicos, nomeadamente as fabricantes automóveis francesas Peugeot (+3,81%) e Renault (+4,06%), ao passo que a ArcelorMittal avançou 4,07% impulsionada por um upgrade concedido por parte de uma casa de investimento internacional. No pólo oposto, destaque para o desempenho negativo sofrido pelo índice Espanhol, sendo que a banca Espanhola permanece pressionada pela tendência altista das taxas de juro Espanholas, ao passo que a Repsol recuou 7,17%, depois de a empresa ter cortado em cerca de 40% o valor do dividendo anual, de forma a promover o investimento em activos de upstream nos mercados internacionais que visa mitigar a quebra da produção da Argentina com a nacionalização da YPF.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice nacional encerrou a sessão em terreno negativo, recuando 1,06% na sessão, contrariando os ganhos evidenciados pelos restantes índices europeus. Realce para a underperformance da Sonae Industria, que registou a pior performance do índice nacional, recuando 5,45%. Também a EDP Renováveis e a EDP recuaram 4,79% e 2,33% respectivamente, depois do Presidente Executivo da eléctrica ter declarado que a China Three Gorges não controla nem tem interesse em controlar a EDP, admitindo no entanto a compra dos últimos 4% do capital detido pelo Estado pela CTG. No polo oposto a Cimpor avançou 0,31%, depois de noticiado que a CMVM pretende que a OPA lançada sobre a Cimpor pela Camargo Corrêa como voluntária seja alterada, noticia confirmada no final da sessão com o regulador nacional a considerar a OPA como obrigatória. A liderar os ganhos na sessão estiveram a Jerónimo Martins e a Galp, avançando 1,08% e 1,44% respectivamente.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices accionistas asiáticos registaram perdas na sessão, penalizados pelo aumento das yields espanholas periféricos e pelas declarações por parte da China desmentindo a preparação de um programa de estímulos económicos à economia chinesa. O Nikkei 225 recuou 0,28% para os 8633,19 pontos.

Empresas: BANKIA


Segundo noticia o Financial Times, o plano de recapitalização delineado pelo governo espanhol no valor de EUR 19 mil mn para o Bankia foi rejeitado pelo ECB após ter sido considerado inaceitável por violar os princípios do BCE de não financiar directamente os Estados.

Empresas: EDP


A EDP – Energias do Brasil vendeu 100% da Brasileira Evercy por EUR 23,23 mn à Companhia de Transmissão de Energia Eléctrica.

Empresas: CIMPOR


A CMVM comunicou ontem, perto do fecho do mercado europeu, que decidiu registar a OPA da Camargo à Cimpor como obrigatória (sendo os co-obrigados a Intercement e a Votorantim), decorrendo esta entre os dias 30 de Maio e 19 de Junho.

Empresas: PORTUCEL


A empresa nacional anunciou a compra de 45 mil acções próprias nas últimas 4 sessões, passando a deter 2,90% do seu capital social.

Empresas: ING

O Banco Holandês convidou o Manulife Financial Corp e o Principal Financial Group a fazerem novas ofertas para a compra da sua unidade de gestão de activos asiática, a qual é avaliada em cerca de EUR 500 mn.

Empresas: VALLOUREC


Segundo um jornal francês a empresa não tem vindo a registar uma recuperação das encomendas na Europa e Ásia como previsto.

Empresas: DANONE


A empresa francesa emitiu ontem USD 850 mn em obrigações nos EUA.

Empresas: METRO

A retalhista alemã acordou a venda da sua unidade grossista britânica Makro UK ao Booker Group por cerca de GBP 139,7 mn em cash e acções, uma venda inserida no seu plano de se concentrar no seu negócio core.

Empresas: LAFARGE

A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

29 de maio de 2012

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

Não se registou (28-05-2012) a divulgação de indicadores macro-económicos relevantes nesta data.

Mercados: CRUDE

Os futuros de crude para entrega em Julho, negociados em after hours na NYMEX, avançaram USD 1,13 para os USD 91,99, com a expectativa de aumento de consumo de crude por parte dos EUA e da China.

Mercados: EUA

Os mercados norte-americanos estiveram (28-05-2012) encerrados por ocasião do Memorial Day.

Mercados: EUROPA

Os principais índices europeus inverteram a tendência positiva observada no início da sessão – DAX (-0,26%), CAC (-0,16%) e AEX (0,00%) – com as yields da economia espanhola a registarem um aumento significativo na sessão, espelhando o agravar do sentimento negativo que paira sobre o país. Na esfera sectorial, realce para aperformance do sector tecnológico, com a Nokia e a ASML a valorizarem 3,21% e 1,8%respectivamente, ainda que sem newsflow especifico relevante. No polo oposto, o sector das utilities foi o mais penalizado, com a GDF Suez e a E.On a recuarem 1,25% e 1,77% respectivamente. Destaque ainda para o sector financeiro espanhol, com o BBVA, Santander e Popular a recuarem 3,39%, 3,23% e 7,5% respectivamente, acompanhando o agravamento da percepção de risco da região.

Mercados: PORTUGAL

O principal índice accionista português registou perdas de 0,57% na sessão, uma perda mais acentuada que a registada pelos seus congéneres europeus, penalizado pela performance negativa da Portugal Telecom e EDP, que recuaram 2,60% e 1,04%, respectivamente, a segunda após ser noticiado que o governo se prepara para fazer um corte que poderá chegar aos 75% na remuneração da energia eólica caso não se chegue a um consenso entre o governo e as empresas do sector. Já o sector financeiro registou uma performance mista, com o BES e o BPI a recuarem 2,05% e 0,83%, respectivamente, enquanto o BCP registou ganhos de 0,99%, todos perante a inexistência de newsflow específico que o justifique. Destaque ainda para os ganhos registados pela Galp, que avançou 1,20% também sem newsflow relevante que o justifique. Destaque para a Sonaecom, que liderou os ganhos no índice ao valorizar 1,68%.

Mercados: ÁSIA

Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, com a região a aguardar novos estímulos monetários na China com o intuito de impulsionar o crescimento económico da região. O Nikkei avançou 0,74%, com o sector de Oil&Gas a impulsionar os ganhos.

Empresas: REPSOL

A empresa anunciou que vai reduzir o seu dividend payout ratio, o maior entre os produtores de crude, e aumentar a produção fora da Argentina, isto após a expropriação da YPF.

Empresas: REPSOL

A petrolífera espanhola nomeou Fernandez Cuesta como COO, ao mesmo tempo que aprovou o plano estratégico para o período 2012-2016 que será hoje apresentado.

Empresas: EDP

Numa entrevista à Bloomberg TV, o Presidente Executivo da eléctrica portuguesa declarou que a China Three Gorges não controla nem tem interesse em controlar a EDP, admitindo no entanto a compra dos últimos 4% de capital detido pelo Estado pela CTG.