Os futuros de crude para entrega em Julho, negociados em
after hours na NYMEX, recuaram USD 1,64 para os USD 81,79, penalizados pelo
abrandamento económico na China e EUA.
4 de junho de 2012
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos registaram
perdas superiores a 2% na última sessão da semana - S&P (-2,46%), Nasdaq
(-2,62%) e Dow Jones (-2,22%) – após a divulgação de indicadores macroeconómicos
que desiludiram as expectativas, nomeadamente ao nível do mercado laboral e de
manufactura, os quais sugerem um abrandamento da recuperação da economia
norte-americana.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus encerraram a
última sessão da semana com fortes perdas – CAC (-2,21%), DAX (-3,42%) e AEX
(-2,18%) – penalizados pela divulgação de indicadores macroeconómicos relativos
ao mercado laboral norte-americano que desiludiram as expectativas dos
analistas, nomeadamente o aumento da taxa de desemprego para os 8,2% e a
criação de apenas 69 mil novos postos de trabalho, assim como pelo abrandamento
da actividade industrial na China. O sector automóvel liderou as perdas na
sessão com particular destaque para as carmakers alemãs – Daimler (-5,10%) e
BMW (-3,90%). Já a BP registou uma valorização de 1,9% após anunciar que
pretende analisar a possível venda da sua participação de 50% na terceira maior
exportadora de petróleo Russa TNK. Já o sector financeiro registou uma
performance mista, com os bancos espanhóis e italianos a registarem ganhos –
BBVA (+1,15%), Unicredit (+0,81%) e Santander (+0,58%) – enquanto o Deutsche
Bank e o Societé Generale recuaram 6,65% e 0,59%, respectivamente, o primeiro
após ser noticiado que recorreu ao BCE para obter EUR 11,1 mil mn para a
sucursal espanhola.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português encerrou a última
sessão da semana com perdas inferiores às registadas pelos seus congéneres
europeus (-1,34%). O destaque negativo da sessão recai sobre a Galp, que recuou
5,45% ainda que sem newsflow específico que o justifique. Também o sector
financeiro penalizou o PSI-20 – BES (-3,07%), BCP (-1,96%) – inserido num
movimento sectorial a nível europeu, destacando-se os ganhos do BPI que
valorizou quase 3% no dia em que foi noticiado que tanto o La Caixa como a
Santoro mostraram interesse e disponibilidade para acompanhar o aumento de
capital que deverá ser aprovado no final deste mês em AG. Nota particular para
os ganhos da Portugal Telecom que valorizou 2,42% após ser anunciado que a
Telemar atingiu os 10% de participação no capital social da Portugal Telecom e
que a Telefonica declarou que vai acelerar a venda de activos não estratégicos
durante os próximos meses, sendo que entre esses activos estão 2% da operadora nacional.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos desvalorizaram na
primeira sessão da semana, penalizados pela divulgação de indicadores macroeconómicos
nos EUA e na China que desiludiram as expectativas e alimentam as preocupações
de um abrandamento económico global. O Nikkei 225 recuou 1,71% para os 8295.63
pontos.
Empresas: CIMPOR
De acordo com o Diário Económico a Investifino (10,7% da
Cimpor) está a ponderar interpor uma acção judicial contra a OPA sobre a
Cimpor, sendo que deverá dar entrada no Tribunal Administrativo de Lisboa,
ainda hoje, uma acção de suspensão.
Empresas: SONAECOM
A Optimus foi condenada a pagar, pela Anacom, 6,6 ML € por
incumprimento de deliberações regulatórias.
Empresas: ZON
Segundo o JN os Franceses da Altice – dona da Cabovisão que
detém uma quota de mercado de 8,6% - estão a negociar a compra de uma posição
relevante na ZON, dando a entender que já há negociações com BES e CGD que já
tornaram pública a intenção de vender as suas participações.
Empresas: GALP
A petrolífera portuguesa viu o seu price target ser revisto
em baixa de EUR 15,50 para EUR 15,40 por uma casa de investimento
internacional.
Empresas: AREVA
Segundo um jornal francês, a equipa de gestão avalia em EUR
800 mn o custo de desmantelar a unidade Tricastin ao longo de 15 anos, enquanto
os sindicatos assumem que o custo será pelo menos o triplo.
Mercados: FRANÇA
Segundo um jornal diário francês, França terá de cortar as
despesas em EUR 5,3 mil mn por ano para atingir um equilíbrio orçamental até
2016.
Empresas: VEOLIA
A empresa anunciou que a acção conjunta (class action) de
que estava a ser alvo nos EUA foi retirada.
Empresas: LUFTHANSA
Segundo noticia um diário alemão, a companhia aérea
pretende vender a unidade de catering LSG Sky Chiefs para se focar no seu
negócio core, havendo já planos para a venda de uma posição de 49% na mesma até
2013. A empresa pretende também alienar a sua unidade IT Services.
Empresas: BAYER
A farmacêutica alemã anunciou que vai procurar obter
aprovação dos reguladores norte-americanos e eruopeus para o Regorafenib ser
utilizado no tratamento dos tumores gastrointestinais após um estudo demonstrar
que o medicamento atrasa o desenvolvimento dos mesmos em pacientes que não
estão a ser alvo de tratamentos tradicionais.
Empresas: DEUTSCHE BANK
O Banco Alemão reiterou as suas intenções de
expandir o seu capital pelos seus próprios meios, afastando um cenário de recapitalização.
1 de junho de 2012
Mercados: EUROPA (encerramento)
O valor dos Mercados Europeus caiu após o encerramento de Sexta. Ao encerramento do mercado Europeu, a DAX Alemã caiu 3.42%, o FTSE 100 de Londres caiu 1.14%, o CAC 40 da França caiu 2.21% e o EURO STOXX 50 caiu 2.37%.
Durante o dia, dados oficiais mostraram pagamentos de empregos não-agrícolas nos EUA subiu menos que o esperado para um ajuste sazonal de 69K no mês passado de 77K no mês anterior cuja revisão do valor caiu de 115K.
Analistas esperavam aumento do valor de pagamentos de empregos não-agrícolas nos EUA 150K no mês passado. Entretanto, em Wall Street, o valor dos mercados de ações caiu após a abertura. A Dow Jones Industrial Average caiu 1.53%; o índice S&P 500 caiu 1.73%, enquanto o índice Nasdaq 100 caiu 1.82%.
Portugal: Apoios à contratação de jovens !
As empresas vão ter incentivos à contratação de jovens desempregados. Em troca, o Governo pretende baixar a taxa social única (TSU) suportada pelas empresas com esses trabalhadores jovens. Os salários baixos são os mais beneficiados. O ministro da Economia admitiu etsa sexta-feira que o Executivo está a estudar novas medidas de apoio ao emprego jovem, no âmbito do programa «Impulso Jovem», que poderão passar precisamente pela descida da TSU, como tinha avançado o «Jornal de Negócios».
FMI: Portugal tem que reduzir salários !

Mercados: ESPANHA
A “yield” das obrigações espanholas a 10 anos está a subir 6,1 pontos base para 6,622%, aumentando para 546 pontos base a diferença face à rendibilidade da dívida alemã que se encontra nos 1,156%. É a diferença entre estas duas “yields” que corresponde ao prémio de risco, uma vez que a dívida alemã é considerada um refúgio e uma referência. O prémio de risco da dívida espanhola face à alemã está muito próximo dos 550 pontos base, o que corresponde a um novo máximo. Os juros de Espanha voltam hoje a subir, depois do ministro da Economia espanhol ter sublinhado que o futuro do euro vai ser jogado nas próximas semanas. Portugal: DESEMPREGO

Desemprego na Zona Euro sobe para 11%A taxa de desemprego em Portugal subiu em Abril para 15,2%, acima dos 15,1% registados em Março, de acordo com os dados do Eurostat hoje revelados, que apontam para uma taxa de desemprego também recorde na Zona Euro: 11%. Apesar do valor ser recorde, os dados do último mês foram revistos em baixa, já que no anterior relatório o Eurostat apontava para uma taxa de desemprego de 15,3% em Março, mas o valor hoje foi revisto em baixa para 15,1%. O registo de Fevereiro também foi revisto em baixa, de 15% para 14,8%.
Mercados: EUA (abertura)
As bolsas norte-americanas recuaram depois de ter sido noticiado que o FMI já se prepara para um eventual resgate a Espanha. As praças norte-americanas negociaram durante quase toda a sessão em zona de perdas, mas uma sondagem que dá a vitória à Nova Democracia, um partido que apoia o resgate da UE e do FMI, nas próximas eleições na Grécia, afastou o fantasma do regresso do dracma e animou Wall Street por alguns momentos.
Empresas: FACEBOOK
Presidente Executivo do banco que montou o IPO do Facebook diz que os "investidores tomaram uma decisão mal fundamentada". Desde que o Morgan Stanley lançou o IPO do Facebook, a 18 de Maio, que o banco está na boca do mundo e os danos para a imagem da instituição estão ainda por apurar, mas as últimas declarações do seu presidente executivo estão longe de acalmar os ânimos. Numa entrevista à CNBC, James Gorman vem dizer que "os investidores que correram ao IPO da rede social foram ingénuos e tomaram uma decisão mal fundamentada".
Mercados: PORTUGAL
O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, anunciou hoje a revisão em alta das previsões para a taxa de desemprego. O Governo prevê agora que a taxa de desemprego chegue aos 15,5% em 2013 e 16% em 2013. Trata-se de uma revisão que, no segundo caso, chega aos dois pontos percentuais, já que nas previsões entregues a Bruxelas se previa uma taxa de desemprego de 14,4% em 2012 e 14,1% em 2013.
Mercados: BRENT
A matéria-prima está a negociar no valor mais baixo desde Outubro, pressionado pela quebra da procura. Os preços do Brent baixaram pela primeira vez a barreira dos 100 dólares por barril, o que já não acontecia desde Outubro, penalizados pelo aumento da oferta e com o preço a tocar no “target” fixado pelo ministro do petróleo da Arábia Saudita.
Mercados: PORTUGAL
A bolsa portuguesa está a acompanhar as quedas das restantes praças do Velho Continente A bolsa lisboeta acentuou a descida da sessão e está a acompanhar as quedas superiores a 1% da maioria das praças europeias, num dia em que a Galp Energia está a desvalorizar mais de 5%. O PSI-20 desce 1,66%, para os 4.438,52 pontos, com cinco acções em alta, 12 em queda e três inalteradas. Na Europa, o sentimento também é negativo, com o índice STOXX 600 a cair 1,09%, para os 237,11 pontos.
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Na esfera macroeconómica realce nos EUA para a
segunda leitura do PIB relativo ao 1Q12, que se situou nos 1,9%, uma revisão em
baixa face à leitura anterior de 2,2%. Os pedidos de subsídio de desemprego semanais
situaram-se nos 383 mil, acima dos 370 mil estimados pelos analistas. No bloco
europeu destaque para a taxa de inflação na Zona-Euro no mês de Maio que se
situou nos 2,4%, aquém dos 2,5% estimados.
Mercados: CRUDE
Os futuros de crude para entrega em Julho, negociados em
after hours na NYMEX, recuaram USD 0,63 para os USD 85,90, penalizados pela
expectativa de contracção da procura provocada pela contracção da manufactura
na China.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos recuaram
das fortes perdas registadas no início da sessão, encerrando com perdas em
torno de 0,20% - S&P (-0,23%) e Dow Jones (-0,21%) – beneficiando de uma
melhoria do sentimento relativamente à manutenção da Grécia na Zona Euro, mas
ainda penalizados pela divulgação de indicadores macroeconómicos desapontantes
nos EUA.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus encerraram a
sessão em terreno misto – IBEX (-0,01%), DAX (-0,26%) e AEX (-0,20%) –
penalizados pela divulgação da evolução do PIB norte-americano que desiludiu as
expectativas do mercado assim como pelos indicadores relativos ao mercado
laboral. Destaque para os ganhos registados pela Telefonica (+1,02%) após
anunciar a aprovação do Conselho de Administração para a colocação em bolsa da
sua unidade alemã O2 e também após ser alvo de um upgrade por uma casa de
investimento internacional. A nível sectorial, o destaque recai sobre o sector
petrolífero que liderou os ganhos impulsionado pela ENI (+1,70%) e Total
(+0,67%), a primeira após anunciar a venda da sua participação de 30% no
capital da Snam por cerca de EUR 3,5 mil mn. Nota particular para as perdas
registadas pela Repsol (+0,94%), contrariando a performance do sector, ainda
penalizada pelo recente corte do dividendo. O sector financeiro registou uma
sessão positiva, destacando-se os ganhos do BNP Paribas, superiores a 3%, ainda
que sem newsflow relevante que o justifique.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice nacional encerrou a sessão em terreno
negativo, recuando 0,1%, uma performance marginalmente superior à da
generalidade dos índices comparáveis. No polo negativo destaque para a EDP Renováveis,
que recuou 3,05% na sessão, ainda que sem newsflow especifico que o justifique.
Também a Portugal Telecom recuou 2,68%, apesar do Presidente da OI ter afirmado
que a operadora está a estudar a venda de activos não essenciais de forma a
reduzir o nível de dívida. Ainda a Galp e a EDP encerraram a sessão com perdas,
recuando 2,35% e 1,02% respectivamente. No polo positivo destaque para a ZON
que avançou 0,24%, depois de noticiado que Isabel dos Santos vai aumentar a sua
posição na ZON para 20 a 25% do capital através de negociações com alguns
pequenos accionistas. O sector financeiro liderou os ganhos na sessão com o
BES, BCP e BPI a recuarem 0,44%, 0,99% e 3,32% respectivamente, numa altura em
que as negociações com o Estado relativas à recapitalização do BCP e BPI se
aproximam do fim.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a
última sessão da semana com perdas, pressionados pelo abrandamento da
manufactura na China e em antecipação à divulgação da criação de novos postos
de trabalho nos EUA que terá lugar hoje antes da abertura do mercado
norte-americano. O Nikkei 225 recou 1,20% para os 8440.25 pontos.
Resultados: BANIF
O banco reportou prejuízos relativos ao 1Q12 no valor de EUR
75,9 mn, valor que contrasta com os lucros de EUR 6,3 mn registados em período
homólogo. A instituição foi afectada pela contracção da economia nacional e necessidade
de cumprimento de objectivos de desalavancagem e de capitalização. O produto da
actividade recuou 43,9% para EUR 67,2 mn, para o qual contribuiu a diminuição
em 43,8% da margem financeira devido ao agravamento dos custos de financiamento
que aumentaram EUR 10,6 mn e à saída do perímetro de consolidação da Banif
Corretora de Câmbios e Valores que contribuiu com EUR 4,1 mn no 1Q11.
Empresas: BCP
No âmbito do processo de recapitalização do banco com apoio do
Estado, a instituição vai ter um administrador não executivo nomeado pelo
Estado.
Empresas: BPI
Tanto o La Caixa como a Santoro (Isabel dos Santos) mostraram
interesse e disponibilidade para acompanhar o aumento de capital do BPI que
deverá ser aprovado no final deste mês em assembleia-geral extraordinária.
Empresas: ZON
A Caixa Geral de Depósitos espera vender a sua participação na
operadora nacional (equivalente a 10% do capital social) durante o mês de
Junho.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
Empresas: PORTUGAL TELECOM
A Telemar, detida pela Oi, atingiu os 10% de participação
no capital social da Portugal Telecom, objectivo firmado desde a parceria entre
as duas operadoras.
Empresas: EDP
O Ministro da indústria Espanhol anunciou que está a planear
aumentar a taxa paga pelos produtores de electricidade de EUR 0,5 para EUR 5 por
megawatt.
Empresas: BP
A petrolífera britânica anunciou que está a ponderar vender a
sua posição de 50% na TNK-BP, terceira maior exportadora de petróleo na Rússia,
após ter recebido uma nota espontânea de interesse, ainda que não classifique a
venda como indispensável. A TNK tem um valor de mercado de USD 40 mil mn.
Empresas: PEUGEOT
Segundo um jornal diário francês, a automaker anunciou
internamente um programa de layoffs temporários em Junho e Julho.
Empresas: KPN
A operadora holandesa anunciou uma revisão estratégica da sua
unidade alemã E-Plus com o intuito de potenciar o valor da unidade, após
rejeitar a oferta de compra de uma posição de até 28% por EUR 8,00 por parte de
Carlos Slim por subavaliar a empresa e não reflectir o seu valor potencial.
Empresas: BAYER
O anticoagulante da Bayer, Xarelto, foi aceite pela
autoridade reguladora britância como tratamento para a prevenção contra a
formação de coágulos nas veias das pernas.
Empresas: BMW
A carmaker alemã declarou que o seu cenário base passa por um
crescimento nulo do mercado automóvel alemão em 2012, após a evolução positiva
registada no ano transacto.
Empresas: SAP
A tecnológica alemã duplicou o número de trabalhadores no
Brasil para conseguir captar as oportunidades de crescimento que o país
apresenta.
Empresas: SANOFI
Segundo uma entrevista do COO da farmacêutica francesa, a
Sanofia está a considerar fazer novas aquisições.
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