A empresa viu o seu Price Target revisto em alta por parte de
uma casa de investimento internacional.
18 de junho de 2012
14 de junho de 2012
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Na esfera macroeconómica destaque nos EUA para o
Índice de Preços no Produtor no mês de Maio que registou um recuo de 1% quando
se estimava um recuo de 0,6%. Ainda nos EUA as vendas a retalho no mesmo mês
recuaram 0,2%, em linha com as estimativas. Adicionalmente, os dados divulgados
relativos às reservas semanais de crude mostram que estas recuaram em 191 mil,
quando se aguardava um recuo de 1500 mil, sendo que ao nível dos stocks de
gasolina estes recuaram 1724 mil quando se esperava um aumento de 1400 mil.
Mercados: CRUDE
Os futuros de crude para entrega em Julho, negociados em
after hours na NYMEX, avançaram USD 0,43 para os USD 83,01 por barril.
Mercados: EUA
Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em
terreno negativo, com os receios de agravamento da crise da dívida europeia,
após os leilões de Itália e Alemanha, e com dados menos positivos nos EUA,
nomeadamente ao nível das vendas a retalho. O S&P 500 recuou 0,7%, com o
sector de materiais a ser o mais penalizado. Também o Nasdaq e o Dow Jones
Industrial Average recuaram 0,74% e 0,62% respectivamente.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas encerraram a sessão em
terreno negativo – DAX (-0,14%), CAC (-0,55%) e AEX (-0,14%) – penalizados pelo
aumento dos custos de financiamento no leilão a 1 ano de Itália, com o país a reportar
uma yield de 3,972% vs 2,34% registados na última emissão comparável. Ao nível
sectorial destaque pela positiva para o sector de bens de consumo, fortemente
impulsionado pela valorização superior a 11,5% registada pela Inditex, após ter
reportado resultados trimestrais que superaram as estimativas dos analistas. No
polo oposto o destaque vai para o sector industrial, com a Schneider-Electric a
recuar mais de 5% na sessão com receios de abrandamento da actividade no
sector.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice nacional encerrou a sessão igualmente
em terreno negativo, recuando 1,64%, uma performance inferior à dos restantes
índices europeus. Realce para as perdas evidenciadas pelas empresas do Grupo
EDP, com a EDP Renováveis e a EDP a recuarem 4,07% e 2,59% respectivamente.
Também a Galp recuou 3,3%, ainda que sem newsflow especifico que o justifique.
Ainda a Portugal Telecom pressionou a performance do índice nacional ao recuar
1,83%. Já a ZON encerrou a sessão inalterada após a confirmação de que Isabel
dos Santos comprou os 10,88% do capital da ZON detidos pela CGD a EUR 2,6 por
acção. A liderar os ganhos na sessão estiveram o BES e o BPI ao avançarem 1,21%
e 3,05% respectivamente.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em
terreno negativo, penalizados pelo corte de rating à economia espanhola por
parte da Moody’s. O nikkei recuou 0,22% com o sector de serviços a ser o mais
penalizado.
Empresas: BCP
Segundo noticia o Diário Económico, os Angolanos da Sonangol
demonstraram interesse em acompanhar o aumento de capital do BCP, pretendendo
aproveitar a operação para reforçarem a posição no banco através da compra dos
direitos de outros accionistas de referência assim como de pequenos
accionistas.
Empresas: BPI
Segundo o Diário Económico, o BPI admite pagar os EUR 1,3 mil
mn ao Estado com recursos próprios, até 2017, sendo que para tal vai reter
resultados líquidos e cancelar a distribuição de dividendos até amortizar
totalmente o empréstimo do estado.
Empresas: BRISA
O Grupo Mello e o fundo Arcus enviaram na passada terça-feira
novos esclarecimentos relativamente à OPA lançada pela sociedade Tagus à CMVM,
não sendo ainda certo se as novas informações são suficientes para se proceder
ao registo da OPA na CMVM.
Empresas: ZON
Segundo um comunicado emitido ontem ainda antes do fecho de
mercado, Isabel dos Santos confirmou que adquiriu a participação de 10,96% da
CGD na operadora portuguesa por cerca de EUR 88 mn (EUR 2,60 por acção).
Empresas: SONAE SIERRA
A empresa estima investir cerca de EUR 20 mn em 2012
na reabilitação e alargamento dos seus espaços comerciais para travar o
crescimento dos concorrentes e evitar a obsolescência das unidades comerciais.
Empresas: NOKIA
A empresa reviu em baixa as margens operacionais para o segmento Devices&Services para um valor inferior à quebra de 3% observada no 1T do ano. Adicionalmente a empresa pretende dispensar 10 mil trabalhadores.
Empresas: PHILIPS
O CEO da empresa confirmou a guidance para o presente ano
e prevê um EBITDA em % das vendas entre 10-12% e um crescimento das vendas
entre 4-6%, baseado num crescimento do PIB entre 3-4%.
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