Na esfera macroeconómica destaque nos EUA para o
Índice de Preços no Produtor no mês de Maio que registou um recuo de 1% quando
se estimava um recuo de 0,6%. Ainda nos EUA as vendas a retalho no mesmo mês
recuaram 0,2%, em linha com as estimativas. Adicionalmente, os dados divulgados
relativos às reservas semanais de crude mostram que estas recuaram em 191 mil,
quando se aguardava um recuo de 1500 mil, sendo que ao nível dos stocks de
gasolina estes recuaram 1724 mil quando se esperava um aumento de 1400 mil.
14 de junho de 2012
Mercados: CRUDE
Os futuros de crude para entrega em Julho, negociados em
after hours na NYMEX, avançaram USD 0,43 para os USD 83,01 por barril.
Mercados: EUA
Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em
terreno negativo, com os receios de agravamento da crise da dívida europeia,
após os leilões de Itália e Alemanha, e com dados menos positivos nos EUA,
nomeadamente ao nível das vendas a retalho. O S&P 500 recuou 0,7%, com o
sector de materiais a ser o mais penalizado. Também o Nasdaq e o Dow Jones
Industrial Average recuaram 0,74% e 0,62% respectivamente.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas encerraram a sessão em
terreno negativo – DAX (-0,14%), CAC (-0,55%) e AEX (-0,14%) – penalizados pelo
aumento dos custos de financiamento no leilão a 1 ano de Itália, com o país a reportar
uma yield de 3,972% vs 2,34% registados na última emissão comparável. Ao nível
sectorial destaque pela positiva para o sector de bens de consumo, fortemente
impulsionado pela valorização superior a 11,5% registada pela Inditex, após ter
reportado resultados trimestrais que superaram as estimativas dos analistas. No
polo oposto o destaque vai para o sector industrial, com a Schneider-Electric a
recuar mais de 5% na sessão com receios de abrandamento da actividade no
sector.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice nacional encerrou a sessão igualmente
em terreno negativo, recuando 1,64%, uma performance inferior à dos restantes
índices europeus. Realce para as perdas evidenciadas pelas empresas do Grupo
EDP, com a EDP Renováveis e a EDP a recuarem 4,07% e 2,59% respectivamente.
Também a Galp recuou 3,3%, ainda que sem newsflow especifico que o justifique.
Ainda a Portugal Telecom pressionou a performance do índice nacional ao recuar
1,83%. Já a ZON encerrou a sessão inalterada após a confirmação de que Isabel
dos Santos comprou os 10,88% do capital da ZON detidos pela CGD a EUR 2,6 por
acção. A liderar os ganhos na sessão estiveram o BES e o BPI ao avançarem 1,21%
e 3,05% respectivamente.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em
terreno negativo, penalizados pelo corte de rating à economia espanhola por
parte da Moody’s. O nikkei recuou 0,22% com o sector de serviços a ser o mais
penalizado.
Empresas: BCP
Segundo noticia o Diário Económico, os Angolanos da Sonangol
demonstraram interesse em acompanhar o aumento de capital do BCP, pretendendo
aproveitar a operação para reforçarem a posição no banco através da compra dos
direitos de outros accionistas de referência assim como de pequenos
accionistas.
Empresas: BPI
Segundo o Diário Económico, o BPI admite pagar os EUR 1,3 mil
mn ao Estado com recursos próprios, até 2017, sendo que para tal vai reter
resultados líquidos e cancelar a distribuição de dividendos até amortizar
totalmente o empréstimo do estado.
Empresas: BRISA
O Grupo Mello e o fundo Arcus enviaram na passada terça-feira
novos esclarecimentos relativamente à OPA lançada pela sociedade Tagus à CMVM,
não sendo ainda certo se as novas informações são suficientes para se proceder
ao registo da OPA na CMVM.
Empresas: ZON
Segundo um comunicado emitido ontem ainda antes do fecho de
mercado, Isabel dos Santos confirmou que adquiriu a participação de 10,96% da
CGD na operadora portuguesa por cerca de EUR 88 mn (EUR 2,60 por acção).
Empresas: SONAE SIERRA
A empresa estima investir cerca de EUR 20 mn em 2012
na reabilitação e alargamento dos seus espaços comerciais para travar o
crescimento dos concorrentes e evitar a obsolescência das unidades comerciais.
Empresas: NOKIA
A empresa reviu em baixa as margens operacionais para o segmento Devices&Services para um valor inferior à quebra de 3% observada no 1T do ano. Adicionalmente a empresa pretende dispensar 10 mil trabalhadores.
Empresas: PHILIPS
O CEO da empresa confirmou a guidance para o presente ano
e prevê um EBITDA em % das vendas entre 10-12% e um crescimento das vendas
entre 4-6%, baseado num crescimento do PIB entre 3-4%.
Empresas: INDITEX
A empresa viu o seu price target ser revisto em alta por diferentes casas de investimento internacionais.
Empresas: LAFARGE
A empresa viu o seu price target ser revisto em alta por diferentes casas de investimento internacionais.
13 de junho de 2012
Mercados: ALEMANHA
As obrigações vendidas pelo Governo liderado por Angela Merkel têm maturidade em Abril de 2018 e foram vendidas a um preço que lhes confere uma taxa de juro implícita de -0,31%, segundo os dados da Bloomberg relativos à emissão. A procura foi equivalente a 2,25 vezes a oferta, ficando acima da média deste ano, segundo a Reuters. A maior economia da Europa vendeu obrigações a um preço que confere uma taxa de juro implícita negativa. Na prática, investidores pagaram para estar expostos à segurança relativa da dívida alemã.Mercados: GRÉCIA
Independentemente do desfecho das eleições legislativas do próximo domingo na Grécia, qualquer futuro executivo vai exigir a renegociação do memorando de entendimento assinado com a "troika", e Bruxelas não se furtará ao diálogo, referiu o mesmo matutino. A União Europeia está disposta a renegociar com a Grécia as medidas de austeridade, para evitar que o país saia da zona euro, noticiou hoje a edição alemã do jornal Financial Times, citando fontes comunitárias.
Mercados: Espanha
George Osborne, ministro da Economia britânico, classificou de “deprimente” o plano de ajuda à banca espanhola, por considerar que chega tarde de mais e que está mal desenhado. Governo britânico voltou à carga nas críticas aos líderes da Zona Euro, desta vez com o ministro das Finanças, George Osborne, a dizer que o plano de resgate à banca espanhola é mau e vem tarde. Mercados: PSI-20
O principal índice da bolsa nacional perde 1,17% para os 4.429,95 pontos com 13 acções em queda, quatro a subir e três inalteradas. Na Europa, os índices oscilam entre ganhos perdas em dia de leilão de dívida quer em Itália quer na Alemanha. O sector energético continua a ser determinante para a tendência do PSI-20, numa altura em que a maior parte dos congéneres europeus negoceia em queda. Grécia e Espanha contrariam e sobem mais de 1%.Empresas: ZON
Já é oficial. Isabel dos Santos comprou a posição de 10,88% que a CGD possuía na Zon. A empresária angolana terá pago 2,60 euros por acção, o que significa que investiu cerca de 85 milhões de euros para ficar com os mais de 33 milhões de acções que equivaliam à participação do banco público. A operação foi concretizada através da utilização de capitais próprios e no preço foi tido em consideração um “prémio pela dimensão do bloco e pela sua importância estratégica”, explicou ao Negócios fonte próxima de Isabel dos Santos.INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Na esfera macroeconómica realce apenas para a
divulgação do Índice de Preços no Produtor dos EUA, que recuou 1% MoM, um recuo
que ficou em linha com as estimativas dos analistas.
Mercados: CRUDE
Os futuros de crude para entrega em Julho, negociados em
after hours na NYMEX, recuaram USD 0,05 para os USD 83,27 por barril.
Mercados: EUA
Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em
terreno positivo, beneficiando da expectativa de novos estímulos económicos que
se sobrepôs ao agravamento significativo das yields em Espanha. O S&P 500 avançou
1,7%, com o sector de materiais a registar a melhor performance. Também o
Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average avançaram 1,31% e 1,15% respectivamente.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus encerraram a
sessão com ganhos ligeiros – CAC (+0,14%), DAX (+033%) e AEX (+0,21%) –
beneficiando de especulação de que a Reserva Federal deverá optar por mais
estímulos à economia, o que foi suficiente
para superar o corte de rating da Fitch a 18 entidades financeiras espanholas.
O sector financeiro liderou as perdas na sessão, com particular destaque para a
banca italiana – Unicredit (-3,95%) e Intesa Sanpaolo (-3,73%) – numa sessão
marcada por newsflow negativo ao nível do sector financeiro periférico. Destaque
também para as perdas registadas pela Lagardere (-2,36%) após reduzir as suas
estimativas para as vendas em 2012. No pólo positivo, o destaque recai sobre a
TomTom, que valorizou 16,20%, após ser noticiado que a empresa acordou com a
Apple a utilização dos seus mapas na próxima versão de software da Apple.
Também a E.On registou ganhos de 2,02% após ser alvo de um upgrade por uma casa
de investimento internacional.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice nacional encerrou a sessão a recuar 0,72%, uma performance que contraria os ganhos registados pelos restantes índices europeus. Realce para a EDP Renováveis que evidenciou a pior performance da sessão, recuando 4,11%, embora sem newsflow especifico que o justifique. Também a Galp e a EDP recuaram 1,61% e 0,17% respectivamente, apesar da primeira ter assegurado o financiamento de EUR 560 mn para a conclusão do projecto de conversão da refinaria de Sines. O BCP encerrou a sessão inalterado, após noticiado que os principais accionistas do banco (Sonangol, Teixeira Duarte e Sabadell) estudam aumento de capital de modo a subscreverem a totalidade dos EUR 500 mn e manterem assim o banco privado. A Portucel e a Sonae Industria avançaram 0,28% e 0,9% respectivamente, liderando os ganhos na sessão.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, beneficiando de dados macroeconómicos positivo na região. O Nikkei avançou 0,6%, com o sector de telecomunicações a registar os maiores ganhos.
Resultados: INDITEX
A empresa espanhola reportou um resultado líquido e EUR 432 mn no trimestre, valor que supera os EUR 381 mn estimados pelos analistas. A empresa beneficiou do crescimento nos mercados emergentes, sobretudo na Ásia onde tem vindo a aumentar o número de lojas, e da expansão do segmento de online, estratégia que tem permitido contornar a situação difícil que se vive no seu mercado doméstico.
Empresas: ZON
Isabel dos Santos chegou a acordo com a CGD para comprar os
10,88% da ZON detidos pelo banco público, devendo o negócio ser anunciado nos
próximos dias. O preço a pagar rondará os EUR 2,6 por acção.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
A OI perdeu para a Vivo e para a Claro os lotes mais interessantes no leilão 4G no Brasil, apesar de ter ficado com o quarto lote por EUR 129 mn, ficando responsável pela banda larga rural no Centro Oeste.
Empresas: ZON
O Fundo de Pensões do BES vendeu no dia 6 de Junho, 5,7 mn de acções (1,85%) da ZON em bolsa ao preço de EUR 2,05 por acção à Avistar.
Empresas: VOLKWAGEN / PORSCHE
A Volkswagen poderá pagar mais EUR 600 mn do que o originalmente planeado pelos restantes 50,1% da Porsche que actualmente não detém. O total da aquisição deverá rondar os EUR 4,5 mil mn.
Empresas: AIR FRANCE
A empresa francesa já identificou possíveis alvos de despedimento, parte integrante de uma estratégia de poupança de custos de EUR 2 mil mn até 2015.
Empresas: DEUTSCHE TELEKOM
A empresa referiu que uma parceria com a France Telecom poderá ter pouco valor acrescentado e poderá ser demasiado difícil de gerir.
Empresas: E.ON
Uma casa de investimento internacional reviu em baixa o outlook operacional para 2013 para o mercado da energia na Alemanha.
Empresas: RWE
Uma casa de investimento internacional reviu em baixa o outlook operacional para 2013 para o mercado da energia na Alemanha.
4 de junho de 2012
Empresas: BPI
Banco vai emitir obrigações de conversão contingente ("coco bonds") no valor de 1.300 milhões, além de um aumento de capital de 200 milhões de euros. O plano de recapitalização do BPI ascende a 1.500 milhões de euros e compreende um aumento de capital de 200 milhões de euros, com direito de preferência dos accionistas, e a emissão de instrumentos de dívida elegíveis para fundos próprios, subscritos pelo Estado, no montante de 1.300 milhões de euros, informou o banco.
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Na esfera macroeconómica, destaque para a divulgação
de indicadores do mercado laboral norte-americano, os quais se revelaram
negativos, com particular destaque para a fraca criação de postos de trabalho
em Maio (69 mil vs. 155 mil antecipados) após a revisão em baixa dos valores
avançados em Abril em 38 mil e aumento da taxa de desemprego para os 8,2% (vs.
8,1% antecipados). Já o indicador de manufactura ISM Manufacturing desiludiu as
expectativas ao recuar para os 54,5. Na Zona Euro, o mesmo indicador superou
ligeiramente as estimativas situando-se nos 45,1 versus 45,0 antecipados.
Mercados: CRUDE
Os futuros de crude para entrega em Julho, negociados em
after hours na NYMEX, recuaram USD 1,64 para os USD 81,79, penalizados pelo
abrandamento económico na China e EUA.
Mercados: EUA
Os principais índices accionistas norte-americanos registaram
perdas superiores a 2% na última sessão da semana - S&P (-2,46%), Nasdaq
(-2,62%) e Dow Jones (-2,22%) – após a divulgação de indicadores macroeconómicos
que desiludiram as expectativas, nomeadamente ao nível do mercado laboral e de
manufactura, os quais sugerem um abrandamento da recuperação da economia
norte-americana.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus encerraram a
última sessão da semana com fortes perdas – CAC (-2,21%), DAX (-3,42%) e AEX
(-2,18%) – penalizados pela divulgação de indicadores macroeconómicos relativos
ao mercado laboral norte-americano que desiludiram as expectativas dos
analistas, nomeadamente o aumento da taxa de desemprego para os 8,2% e a
criação de apenas 69 mil novos postos de trabalho, assim como pelo abrandamento
da actividade industrial na China. O sector automóvel liderou as perdas na
sessão com particular destaque para as carmakers alemãs – Daimler (-5,10%) e
BMW (-3,90%). Já a BP registou uma valorização de 1,9% após anunciar que
pretende analisar a possível venda da sua participação de 50% na terceira maior
exportadora de petróleo Russa TNK. Já o sector financeiro registou uma
performance mista, com os bancos espanhóis e italianos a registarem ganhos –
BBVA (+1,15%), Unicredit (+0,81%) e Santander (+0,58%) – enquanto o Deutsche
Bank e o Societé Generale recuaram 6,65% e 0,59%, respectivamente, o primeiro
após ser noticiado que recorreu ao BCE para obter EUR 11,1 mil mn para a
sucursal espanhola.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice accionista português encerrou a última
sessão da semana com perdas inferiores às registadas pelos seus congéneres
europeus (-1,34%). O destaque negativo da sessão recai sobre a Galp, que recuou
5,45% ainda que sem newsflow específico que o justifique. Também o sector
financeiro penalizou o PSI-20 – BES (-3,07%), BCP (-1,96%) – inserido num
movimento sectorial a nível europeu, destacando-se os ganhos do BPI que
valorizou quase 3% no dia em que foi noticiado que tanto o La Caixa como a
Santoro mostraram interesse e disponibilidade para acompanhar o aumento de
capital que deverá ser aprovado no final deste mês em AG. Nota particular para
os ganhos da Portugal Telecom que valorizou 2,42% após ser anunciado que a
Telemar atingiu os 10% de participação no capital social da Portugal Telecom e
que a Telefonica declarou que vai acelerar a venda de activos não estratégicos
durante os próximos meses, sendo que entre esses activos estão 2% da operadora nacional.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos desvalorizaram na
primeira sessão da semana, penalizados pela divulgação de indicadores macroeconómicos
nos EUA e na China que desiludiram as expectativas e alimentam as preocupações
de um abrandamento económico global. O Nikkei 225 recuou 1,71% para os 8295.63
pontos.
Empresas: CIMPOR
De acordo com o Diário Económico a Investifino (10,7% da
Cimpor) está a ponderar interpor uma acção judicial contra a OPA sobre a
Cimpor, sendo que deverá dar entrada no Tribunal Administrativo de Lisboa,
ainda hoje, uma acção de suspensão.
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