29 de junho de 2012

Empresas: BCP


O banco deverá liquidar hoje as respectivas emissões de títulos híbridos (CoCos) que vão ser subscritos pelo Estado, permitindo-lhes reforçar o capital a tempo de cumprir o rácio de core capital de 9% exigido pela EBA no primeiro semestre de 2012. Até final de Julho, o Ministério das Finanças deverá divulgar os representantes do Governo nos órgãos sociais dos bancos.

Empresas: BANIF


O banco ainda está a negociar com o Governo o recurso à linha de recapitalização da banca em EUR 500 mn, prevendo estabelecer um acordo até ao final do mês de Julho. 

Empresas: CIMPOR


A CMVM está a investigar as fortes perdas registadas pelo título após o apuramento dos resultados da OPA lançada pela Camargo Corrêa. 

Empresas: ANHEUSER-BUSH INBEV


A empresa acordou a compra da posição remanescente no grupo Modelo SAB (@50%) – numa transacção avaliada em cerca de USD 20,1 mil mn ou USD 9,15 por acção, representativo de um prémio ligeiro (cerca de 6%) face à cotação de fecho observada na véspera. Esta operação permitirá reforçar a posição da empresa na economia Mexicana (marca que produz a Corona) – país que tem apresentado taxas de crescimento no consumo de cervejas significativas, seja face aos níveis estagnados que se observam no bloco desenvolvido e superando inclusive os principais registos apresentados pela generalidade das economias emergentes. 

Mercados: SECTOR AUTOMÓVEL


A Daimler anunciou que as suas vendas nos EUA no mês de Maio aumentaram 18% para 106.364 mil, um registo que superou inclusive o aumento de vendas de veículos ostentado pela BMW (+14%) naquele país e contrariou o desempenho negativo que se observou na evolução das vendas de determinadas marcas/veículos de luxo (nomeadamente a Lexus).

Empresas: RENAULT


A empresa pretende dispensar cerca de 300 trabalhadores numa das suas fábricas em França até 2014.

Empresas: BMW


A empresa foi alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.

Empresas: DEUTSCHE BOERSE


A empresa foi alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.

Empresas: VIVENDI


A empresa foi alvo de um upgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.

28 de junho de 2012

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica norte-americana destaque para a divulgação das encomendas de bens duradouros das vendas de casas usadas, as quais avançaram mais do que era esperado em Maio (1,1% e 6,0%, respectivamente, vs. 0,5% e 1,0% antecipados). Também os inventários de crude superaram as expectativas ao recuarem apenas em 133 barris quando era antecipada uma quebra de 1300 mil barris. Na Alemanha, a leitura preliminar da taxa de inflação em Junho cifrou-se nos 2,0%, ficando aquém do avanço de 2,1% esperado. 

Mercados: CRUDE


Os futuros de crude para entrega em Agosto, negociados em after hours na NYMEX, avançaram USD 0,49 para os USD 80,44 por barril, beneficiando de um optimismo moderado impulsionado por dados macroeconómicos positivos.

Mercados: EUA


Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo, beneficiando de dados macroeconómicos que superaram as estimativas no bloco norte-americano e da expectativa de novos estímulos à economia por parte da China. O S&P 500 avançou 0,9%, com o sector de Oil&Gas em destaque pela positiva. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average valorizaram 0,62% e 0,74% respectivamente.

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX (+1,5%), CAC (+1,67%) e AEX (+1,37%) – beneficiando da especulação em torno da adopção de novas medidas de estímulo à economia por parte do governo chinês e de dados macroeconómicos positivos no bloco norte-americano. Com todos os sectores positivos realce para o sector das utilities, com particular destaque para a E.On que avançou 4,25% após ter sido alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. No polo oposto o sector de Health Care registou os ganhos mais reduzidos da sessão, com a Merck e a Sanofi a valorizarem 1,97% e 1,29% respectivamente. Uma nota individual para a Infineon que recuou 2,32%, após ter sido alvo de diversos downgrades por parte de diferentes casas de investimento internacional.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice accionista português registou ganhos de 1,59% na sessão, em linha com a performance registada pelos restantes índices europeu, com apenas três títulos a registarem perdas – Semapa (-1,45%), Altri (-1,45%) e Sonae Industria (-0,84%) – ainda que sem newsflow relevante. No pólo positivo, destaque para a ZON, que liderou os ganhos ao avançar 3,10%, seguida pela Portugal Telecom, que valorizou 3,07% após anunciar um corte dos dividendos e um programa de recompra de acções no valor de EUR 200 mn para os próximos três anos, permitindo assim à operadora ter financiamento assegurado até 2015. Destaque ainda para os ganhos registados pelo sector financeiro, com o BES e BCP a avançarem 1,18% e 1,04%, respectivamente, enquanto o BPI registou uma valorização mais modesta (+0,60%), no dia em que foi aprovado o plano de recapitalização em Assembleia geral de accionistas.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, impulsionados por dados macroeconómicos positivos ao nível das vendas a retalho no Japão e do mercado imobiliário nos EUA. O Nikkei avançou 1,65%, com os sectores de telecomunicações e financeiro a registarem os ganhos mais significativos.

Mercados: ZONA-EURO


Inicia-se hoje a Cimeira de Líderes Europeus em Bruxelas, evento que se prolongará até ao dia de amanhã.

Empresas: CIMPOR


Segundo o Diário Económico, a Camargo Corrêa já assegurou o financiamento da totalidade da dívida da cimenteira junto de bancos estrangeiros. A empresa prevê que a saída da Votorantim da estrutura accionista esteja concluída em 4 meses, após o que será decidido se a Cimpor se mantém em bolsa.

Empresas: PORTUGAL TELECOM


O corte de dividendos anunciado ontem, e a emissão de obrigações no valor de EUR 250 mn, permitirão à operadora ficar integralmente financiada até ao final de 2015, mitigando o risco de Portugal não conseguir regressar aos mercados em 2013. 

Empresas: EDP


A eléctrica portuguesa foi eleita a melhor do sector a nível europeu na categoria das relações com investidores.

Empresas: BPI


O maior accionista Português do BPI (HVF SHPS, de Otília Violas) não vai acompanhar o aumento de capital do BPI, deixando assim de ter uma participação qualificada, enquanto a Santoro e o La caixa prevêem acompanhar.