9 de julho de 2012

Empresas: BANIF


Segundo um comunicado emitido pelo Banco de Portugal, o Banif deverá ver o seu pedido de acesso a fundos públicos valorizado e respondido até final de Setembro. 

Empresas: BARCLAYS


Segundo a imprensa britânica a empresa pode estar a preparar a separação da unidade de banco de investimento com o intuito de a colocar na bolsa de Nova Iorque.

Empresas: PEUGEOT


A empresa afirmou que não procura o auxilio do Estado francês apesar das quebras significativas das vendas registadas no 1H12.

Empresas: FRANCE TELECOM


A operadora francesa irá indemnizar os seus clientes por uma falha de 10 horas, na sua rede wireless, que os impediu de fazer chamadas e enviar mensagens.

Empresas: BMW


A empresa vai investir GBP 250 mn adicionais na produção da marca Mini no Reino Unido.

Mercados: TELECOMUNICAÇÕES


O sector foi alvo de um upgrade por uma casa de investimento internacional.

6 de julho de 2012

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


A nível macroeconómico, na Zona Euro destaque para a redução da taxa de juro directora pelo BCE em 25 pb para 0,75%, e para o avanço de 0,6% das encomendas às fábricas na Alemanha em Maio (MoM) quando era esperado que se mantivessem inalteradas. Já nos EUA, o destaque recai sobre os novos pedidos de subsídio de desemprego, os quais se cifraram em 374 mil surpreendendo os analistas pela positiva (est 385 mil), e o ISM Serviços, o qual desiludiu o mercado ao recuar para 52,1 (vs. est 53,0). Também nos EUA os inventários de crude recuaram mais do que esperado (-4270 vs. -2300 barris). 

Mercados: CRUDE


Os futuros de crude para entrega em Agosto, negociados em after hours na NYMEX, recuaram USD 1,19 para os USD 86,03 por barril, perante a insuficiência dos cortes nas taxas de juro centrais para assegurar o crescimento económico e a procura de crude.

Mercados: EUA


Os índices accionistas norte-americanos encerraram em terreno negativo – S&P (-0,47%) e Dow Jones (-0,36%) – perante a divulgação de indicadores macroeconómicos menos positivos nos EUA e penalizados pelas declarações do Presidente do BCE de que continuam a existir riscos significativos para a economia da Zona Euro, acabando por anunciar medidas que ficaram aquém das expectativas dos analistas que previam medidas mais agressivas por parte do banco central.

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas Europeus finalizaram a sessão com perdas generalizadas – DAX (-0,45%), CAC (-1,17%) e IBEX (-2,99%) – reflectindo a divulgação de indicadores macroeconómicos aquém das expectativas do mercado e da decisão do BCE (amplamente esperada) em reduzir em 25 p.b. a taxa de juro directora e a taxa de depósitos junto do BCE para 0,75% e 0% respectivamente. Não obstante, a ausência de comentários relativamente a matérias distintas como o LTRO e a reactivação do programa de compra de dívida Soberana pelo BCE acabou, de alguma forma, por desiludir a expectativa dos investidores, não obstante ter coincidido a adopção de políticas de estímulo relevantes anunciadas por outros Bancos Centrais (China e UK). As  yields de dívida periférica agravaram na generalidade dos prazos, em particular no caso de Espanha reagindo negativamente à colocação de dívida de longo prazo conduzido pelo respectivo Governo, situação que penalizou essencialmente o sector financeiro. No pólo oposto, realce individual para as valorizações alcançadas pela Volkswagen (+6,69%), após a fabricante germânica ter chegado a acordo para a compra da posição remanescente que ainda não detinha no capital da Porsche (@50,1%), numa operação avaliada em EUR 4,46 mil mn.

Mercados: PORTUGAL


O índice accionista português recuou 1,67% na sessão, uma performance que se revelou inferior à registada pelos seus congéneres europeus, numa sessão marcada por fraco newsflow a nível empresarial. Invertendo face ao início da sessão, o sector financeiro liderou as perdas no PSI – BPI (-4,34%), BES (-3,59%) e BCP (-1,96%) – inserido num movimento sectorial a nível europeu. Destaque também para as perdas registadas pela Galp e Jerónimo Martins, de 3,97% e 3,15%, respectivamente, ambas sem newsflow relevante que o justifique. No pólo positivo, o destaque recai novamente sobre a Sonae Indústria, que valorizou 4,88% liderando os ganhos na sessão ainda que sem justificação evidente, seguida pelas restantes empresas do Grupo Sonae – Sonae SGPS (+3,12%) e Sonae.com (+1,37%).

Mercados: ÁSIA


Os principais índices accionistas asiáticos registaram perdas na sessão na expectativa da divulgação dos indicadores macroeconómicos relativos ao mercado imobiliário norte-americano. Realce apenas para a desvalorização de 2,03% evidenciada pela Samsung após reportar vendas que ficaram aquém das estimativas. O Nikkei 225 recuou 0,65% para os 9020.75 pontos.

Mercados: SECTOR FINANCEIRO


O ministro angolano da Economia referiu que Angola quer reforçar a sua presença no sector financeiro português.

Empresas: GALP

A petrolífera nacional é uma do top picks do sector na Europa segundo uma casa de investimento internacional.

Empresas: BES


A instituição financeira foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: PEUGEOT


A carmaker francesa divulgou um recuo das vendas semestrais em 13%, uma underperformance face ao crescimento global das vendas de automóveis (+7%), penalizada pela quebra da procura na Europa.

Empresas: DEUTSCHE TELEKOM


Segundo fontes não identificadas, a operadora alemã garantiu a extensão do contrato de EUR 1000 mn para gerir o sistema de armazenamento de dados da Royal Dutch Shell por mais 5 anos. 

Empresas: AIR-FRANCE


A companhia aérea francesa reportou um aumento de 4,6% do número de passageiros em Junho. 

Empresas: VOLKSWAGEN


Segundo noticiado, a compra de participação de 50,1% que ainda não detém na Porsche por cerca de EUR 4,46 mil mn mais uma acção própria (da Volkswagen) permitirá à empresa classificar a aquisição como uma restruturação, poupando cerca de EUR 900 mn em impostos.

Empresas: EADS


Segundo noticia um jornal económico, o CEO da empresa declarou que prevê que a margem operacional atinja os 10% até 2015 e que poderá continuar a evoluir positivamente até 2020.