5 de julho de 2012

Empresas: METRO


A empresa vai despedir 280 trabalhadores a tempo inteiro num total de 1000 despedimentos na sede da Cash & Carry, com o intuito de reduzir custos e melhorar a estrutura da empresa.

Empresas: MERCK KGAA


Os testes do fármaco para o tratamento de cancro gástrico, Erbitux, não alcançaram os resultados desejados.

Empresas: SANOFI AVENTIS


A empresa poderá vender a posição de 19,3% que detém na Yves Rocher à Rocher Holding.

Empresas: SIEMENS


A empresa poderá fazer uma oferta pela Finmeccanica Ansaldo Energia nos próximos dias, por um valor que deverão rondar os EUR 1,3 mil mn.

Empresas: ARCELOR MITTAL


A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: ANHEUSER-BUSH


A cervejeira belga viu o seu  price target ser revisto em alta por uma casa de investimento internacional.

3 de julho de 2012

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


A nível macroeconómico, destaque para a divulgação do indicador ISM Manufacturing nos EUA, o qual desiludiu os analistas ao recuar para 49,7 pontos quando era antecipado que recuasse apenas para os 52,0 pontos. Na Zona-Euro, realce para a taxa de desemprego que se cifrou nos 11,1% em Maio, em linha com as estimativas dos analistas.

Mercados: CRUDE


Os futuros de crude para entrega em Agosto, negociados em after hours na NYMEX, avançaram USD 0,88 para os USD 84,63 por barril, com a expectativa de actuação por parte dos banco centrais.

Mercados: EUA


Os principais índices norte-americanos encerraram a primeira sessão da semana em terreno positivo, com operações de consolidação ao nível empresarial na região a contrariarem os dados macroeconómicos menos positivos ao nível industrial. O S&P 500 avançou 0,25%, com o sector de telecomunicações a destacar-se pela positiva. Também o Nasdaq avançou 0,36% enquanto o Dow Jones Industrial Average recuou 0,07%.

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão com ganhos em torno de 1% - DAX (+1,24%), CAC (+1,36%) e AEX (+0,96%) – beneficiando de especulação em torno da possibilidade de os bancos centrais poderem implementar medidas adicionais para conter a crise da dívida periférica, indo para além das medidas acordadas pelos responsáveis da União Europeia. Realce para os ganhos registados pelo Barclays (+3,2%) após ser noticiada a demissão do chairman do banco britânico devido às acusações de manipulação da taxa interbancária LIBOR. Também o BNP Paribas e o Credit Agricole registaram ganhos significativos (+4,33% e 6,91%, respectivamente), o primeiro após ser alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional e o segundo após ser noticiado que está em negociações para vender a unidade de trading e research da Cheuvreux. Realce também para as perdas registadas pela Linde (-1,67%) após acordar a compra da norte-americana Lincare Holdings por cerca de USD 3,8 mil mn. 

Mercados: PORTUGAL


O índice PSI-20 liderou os ganhos na Europa na primeira sessão da semana ao avançar 2,29% respectivamente, destacando-se o desempenho observado por parte do sector financeiro – BCP (+3,06%) e BPI (+4,83%) – inserido no movimento de recuperação a nível sectorial, ao passo que a Galp (+4,20%) evoluiu em plano positivo, depois da petrolífera ter anunciado que lhe foi atribuída 50% da concessão Aljubarrota-3 que visa a pesquisa sobre a existência de Gás Natural, sendo que a respectiva operação está avaliada em EUR 6,3 mn. Com a generalidade dos títulos a encerrar em terreno positivo, nota individual para a Mota-Engil que encerrou no vermelho (-2,05%), ainda que perante a inobservância de newsflow específico relevante.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo com expectativa de actuação dos Bancos Centrais na Europa e na China com o intuito de estimular o crescimento económico. O Nikkei avançou 0,7%, com o sector das utilities a registar os maiores ganhos.

Empresas: BPI


Segundo o Jornal de Negócios, a Santoro – empresa detida pela empresária Angolana Isabel dos Santos – obteve a não oposição do Banco de Portugal relativamente ao reforço da sua posição no capital do BPI, nomeadamente pela compra à CaixaBank de 9,43% do respectivo capital. A operação havia sido anunciada em Maio, pelo que a Santoro e o CaixaBank passam a deter 19,4% e 40% do capital da instituição financeira liderada por Fernando Ulrich.

Empresas: BRISA


De acordo com o Jornal de Negócios, a concessionária decidiu manter a sua posição accionista na Controlauto – empresa que opera no sector da inspecção de veículos automóveis na qual detém 60% do respectivo capital – cancelando assim o processo de venda e as negociações que estavam em curso.

Empresas: MOTA-ENGIL


A edição de hoje do Diário Económico adianta que o grupo prepara a entrada no mercado do Qatar – um dos mais dinâmicos a nível mundial – tendo sido nomeado um responsável para essa mesma operação e que se encontra há largos meses na região, de forma a estudar e aprofundar os respectivos prazos e a forma de entrada da Mota-Engil naquele país e que, recorde-se, apresenta o maior PIB per capita a nível mundial.

Empresas: PEUGEOT


O Grupo PSA pretende eliminar mais postos de trabalho em 2012 do que inicialmente previsto, reduzindo em mais de 10% a sua força laboral de forma a reduzir os custos operacionais.

Empresas: LAFARGE


A empresa francesa vendeu EUR 500 mn em obrigações a 7 anos com um cupão de 5,875%.

Empresas: DAIMLER


A empresa antecipou uma procura mais fraca no Brasil no 1H12, o que juntamente com o investimento em novos produtos no seu segmento de veículos pesados irá afectar de forma negativa os resultados semestrais.

Empresas: AIR FRANCE


A empresa francesa está a planear uma joint-venture com a Etihad com o intuito de criar um corredor entre a Europa e o Médio Oriente.

Empresas: PHILIPS


A empresa foi alvo de uma recomendação positiva por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: SUEZ ENVIRONNMENT


A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: ANHEUSER-BUSH


A empresa viu o seu Price Target revisto em alta por parte de uma casa de investimento internacional.

2 de julho de 2012

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

A nível macroeconómico, destaque para a divulgação do PIB francês do 1T, o qual ficou em linha com o esperado ao manter-se inalterado face ao trimestre anterior e avançar 0,3% YoY. Na Zona-Euro, a estimativa para a taxa de inflação em Junho cifrou-se em 2,4%, ficando em linha com o antecipado. Já nos EUA, o índice de confiança medido pela Universidade de Michigan recuou para os 73,2 pontos, ficando aquém das previsões (74,1 pontos), enquanto o Consumo Privado se manteve inalterado em Maio, como era esperado. 

Mercados: CRUDE


Os futuros de crude para entrega em Agosto, negociados em  after hours na NYMEX, recuaram USD 1,30 para os USD 83,66 por barril.

Mercados: EUA


Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a última sessão da semana com ganhos significativos – S&P (+2,5%), Nasdaq (+3,12%) e Dow Jones (+2,20%) – beneficiando do sentimento benigno provocado pelos sinais que emergiram da Cimeira Europeia de uma política de coesão entre os países europeus e vontade de manter a Zona-Euro. Destaque novamente para as perdas registadas pela Research in Motion (RIM) e 19% após apresentar resultados trimestrais. 

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas europeus encerraram a última sessão da semana e do semestre com ganhos significativos – CAC (+4,75%), DAX (+4,33%) e AEX (+3,39%) – reagindo ao consenso atingido na Cimeira de Líderes Europeus face à necessidade de tomar medidas importantes e integradas para debelar a crise de dívida na Europa, das quais se destacam a recapitalização directa da banca através dos fundos europeus, relaxamento das condições de auxílio a Itália e criação de um pacto para o crescimento no valor de EUR 120 mil mn, entre outros. Naturalmente, o sector financeiro liderou largamente os ganhos, com particular destaque para a banca Italiana e Espanhola – Unicredit (+14,26%), Intesa Sanpaolo (+11,58%), BBVA (+9,00%)  – uma vez que serão os principais beneficiários das medidas negociadas na cimeira. A nível particular, destaque para os ganhos registados pela Daimler (+4,4%) após anunciar uma parceria com a Toyota no Japão, e pela Anheuser-Busch (+4,0%) após acordar a compra da restante posição no Grupo Modelo SAB que ainda não possuía, passando agora a controlar a empresa a 100%. No pólo negativo, destaque apenas para as perdas registadas pela Suez Environnement (-7,2%) após declarar que os lucros deste ano serão prejudicados por um outlook incerto.  

Mercados: PORTUGAL


O principal índice nacional encerrou a sessão igualmente em terreno positivo, avançando 2,51%, uma performance inferior à dos congéneres europeus. Num dia de ganhos generalizados, apenas a Jerónimo Martins encerrou negativa, recuando 0,41%, sem newsflow especifico que o justifique. Já a Zon e a Portugal Telecom encerraram a valorizar 1,83% e 2,22% respectivamente, movimento acompanhado pelas empresas do Grupo EDP – EDP (+3,56%) e EDPR (+3,76%) – apesar da ERSE ter determinado que a EDP vai ter que pagar EUR 4,11 mn aos clientes com tarifa bi-horária lesados por anomalias nos contadores de electricidade. A liderar os ganhos esteve o sector financeiro, em linha com o observado ao nível europeu, com o BES e o BPI a valorizarem 6,75% e 8,25% respectivamente, sendo que apenas o BCP não acompanhou, na mesma magnitude, o sentimento positivo evidenciado pelo sector.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices accionistas asiáticos registaram novamente ganhos na sessão, beneficiando da divulgação de indicadores industriais na China e Japão, os quais surpreenderam os analistas pela positiva. O Nikkei 225 encerrou praticamente inalterado nos 9003,48 pontos.

Empresas: PORTUGAL TELECOM


A operadora nacional efectuou a renegociação de uma linha de crédito de EUR 800 mn alargando a sua maturidade de Março de 2014 para Julho de 2016, garantindo desta forma o financiamento até 2016.

Empresas: GALP


O Banco Dexia recuou no acordo para financiar a Amorim Energia na compra de 5% da GALP à ENI, sendo que a empresa de Américo Amorim e dos angolanos da Esperaza tem até ao dia 29 de Agosto para comprar a primeira tranche de 5%.

Empresas: LINDE


A empresa alemã anunciou a compra da Lincare Holdings Inc por cerca de USD 3,8 mil mn, com o objectivo de adicionar serviços relacionados com terapias respiratórias e fornecimento de oxigénio, ao seu leque de serviços. 

Empresas: BNP PARAIBAS


O banco francês estará a preparar um plano para reduzir o funding gap nas suas operações em Itália e Espanha, o qual se estima em EUR 40 mil mn, através da transferência de alguns empréstimos para a sua unidade Belga.

Empresas: COMMERZBANK


A decisão tomada pelo banco de abandonar o financiamento da  indústria marítima poderá levar alguns operadores a declarar falência uma vez que o banco alemão é um dos maiores financiadores da indústria a nível mundial. 

Empresas: BARCLAYS


O Chairman do banco britânico, Marcus Agius, apresentou a sua demissão após o escândalo de fixação da taxa interbancária LIBOR, pelo qual o banco foi multado em GBP 290 mn. 

Empresas: BMW


A automaker alemã decidiu abandonar a joint-venture com a Peugeot para produção de componentes para veículos híbridos após a empresa francesa anunciar um acordo com a General Motors.

Empresas: VIVENDI


A empresa está a procurar um comprador para a sua participação na empresa de video-jogos americana Activision Blizzard, a qual está avaliada em USD 8,1 mil mn. 

Empresas: RENAULT


Segundo notícia um jornal francês, a carmaker vai subcontratar a produção das baterias para os seus carros eléctricos à LG Corp, uma vez que a parceria com a Nissan não está tão avançada como previsto.

Empresas: DEUTSCHE TELEKOM


A operadora alemã poderá abandonar o projecto de pagamentos móveis (Mpass GmbH) que estava a ser desenvolvido em conjunto com a Telefonica (O2) e a Vodafone Group. 

Empresas: VIVENDI


A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: ANHEUSER


A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

29 de junho de 2012

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


A nível macroeconómico, realce nos EUA para a divulgação do indicador de Consumo Privado que registou um incremento de 2,5% (vs +2,7% estimados), destacando-se igualmente o anúncio do número de novos pedidos semanais de subsídio de desemprego que atingiram 386 mil e o respectivo indicador agregado totalizou 3,29 mn (vs 385 mil e 3,28 mn estimados). Já na Europa, realce para a divulgação do Indicador de Confiança do Consumidor na Zona-Euro que registou uma leitura negativa de 19,8 pontos, praticamente em linha com o valor negativo de 19,6 que era projectado pelo consenso de mercado.

Mercados: CRUDE


Os futuros de crude para entrega em Agosto, negociados em after hours na NYMEX, avançaram USD 1,78 para os USD 79,47 por barril.

Mercados: EUA


Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno negativo, ainda que aliviando das perdas iniciais, após o início da reunião de líderes europeus. O S&P 500 recuou 0,21%, com o sector de telecomunicações a liderar os ganhos. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average recuaram 1,13% e 0,2% respectivamente.

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno negativo – DAX (-1,27%), CAC (-0,37%) e AEX (-0,29%) – com dados macroeconómicos menos positivos ao nível do mercado de trabalho na Alemanha, isto em antecipação à Cimeira de Líderes europeus que se inicia hoje. Na esfera sectorial destaque para a outperformance do sector de serviços, com a Vivendi a valorizar 5,54%, após noticiado que o seu CEO se prepara para abandonar a empresa. No polo oposto destaque para o sector tecnológico, com a SAP, ASML e Nokia a recuarem 1,73%, 1,25% e 2,42% respectivamente. Uma nota para a Deutsche Telekom, que contrariou a performance positiva dos congéneres europeus, tendo recuado 0,67%, após o CEO da T-Mobile USA, divisão norte-americana da operadora alemã, anunciar que irá abandonar a empresa na sequência do fracasso da operação com a AT&T.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice accionista português encerrou a sessão em linha com os seus congéneres europeus, registando uma desvalorização de 0,99%, numa sessão marcada por fraco newsflow a nível empresarial. A pressionar o índice esteve o sector financeiro – BES (-2,70%) e BPI (-1,58%) -, inserido num movimento sectorial a nível europeu, no dia em que teve início a Cimeira Europeia. Também a Jerónimo Martins desvalorizou 2,90% após ser alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional, sendo que foi a EDP Renováveis a liderar as perdas na sessão (-4,20%) ainda que sem newsflow relevante que o justifique. No pólo oposto e a impedir maiores perdas no índice estiveram a EDP (+0,56%) e a Galp (+0,29%), ambas sem newsflow específico que o justifique.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, após os líderes europeus terem acordado em suavizar as regras de apoio aos bancos espanhóis. O Nikkei avançou 1,5%, com os sectores financeiro e de bens de consumo a liderarem os ganhos na sessão.

Mercados: ZONA EURO


Os líderes europeus chegaram a acordo para aliviar as condições dos empréstimos de emergência à banca espanhola e relaxaram as condições de uma eventual ajuda a Itália. Os países acordaram terminar com o estatuto de credores preferenciais dos governos nos empréstimos concedidos a Espanha e abriram a porta para a recapitalização directa da banca através dos fundos europeus, ao mesmo tempo que será construído um supervisor bancário comum. Adicionalmente os países acordaram ainda a criação de pacote de crescimento económico no valor de EUR 120 mil mn.

Empresas: EDP


A ERSE determinou que a EDP vai ter que pagar EUR 4,11 mn aos clientes com tarifa bi-horária lesados por anomalias nos contadores de electricidade.

Empresas: BPI


O banco português viu o seu price target ser revisto em baixa por uma casa de investimento internacional.

Empresas: BPI


Os bancos deverão liquidar hoje as respectivas emissões de títulos híbridos (CoCos) que vão ser subscritos pelo Estado, permitindo-lhes reforçar o capital a tempo de cumprir o rácio de core capital de 9% exigido pela EBA no primeiro semestre de 2012. Até final de Julho, o Ministério das Finanças deverá divulgar os representantes do Governo nos órgãos sociais dos bancos.