11 de julho de 2012

Mercados: ÁSIA


Os principais índices accionistas asiáticos registaram uma sessão mista, na qual as preocupações em torno do efeito do abrandamento do crescimento económio nos resultados empresariais foram compensadas pelas declarações do Primeiro-ministro Chinês de que o país vai continuar a estimular o crescimento. O Nikkei 225 recuou 0,08% para os 8851,0 pontos.

Empresas: BRISA


Os títulos da empresa continuarão suspensos até que seja divulgada informação sobre a revisão do preço do OPA, sendo que o registo da oferta deverá ser realizado ainda hoje com revisão em alta do preço.

Empresas: BPI


O banco nacional aprovou um aumento de capital de EUR 200 mn através da emissão de 400 mn de acções a EUR 0,5 cada.

Empresas: BILFINGER


A empresa alemã confirmou a compra de uma participação de 49% na unidade imobiliária do Deutsche Post, sendo que o Deutsche Post irá manter os restantes 51%.

Empresas: CREDIT SUISSE


Segundo noticiado num jornal diário, alguns clientes alemães estarão a ser investigados pelas autoridades relativamente a contas no banco Suiço.

Empresas: EADS


A Cathay Pacific Airways realizou uma encomenda de 10 Airbus 350-1000, num negócio avaliado em USD 3,2 mil mn, e de mais 16 A350-900s.

Empresas: LOUIS VUITTON


A marca de luxo criou um espaço em Paris para venda de relógios e jóias com o objectivo de atrair os consumidores chineses que têm especial interesse em joalheria francesa.

Empresas: CARREFOUR


Segundo o La Tribune as vendas da retalhista no 1S12 terão recuado 6,3%.

Empresas: GROUPAMA


Segundo uma entrevista do CEO, a empresa francesa pretende reduzir o headcount em 171 para cortar custos, sendo que as rescisões deverão ser voluntárias. 

Empresas: ALLIANZ


A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: AXA


A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

10 de julho de 2012

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


A nível macroeconómico destaque apenas para a divulgação da balança comercial da Alemanha em Maio, a qual superou as estimativas ao cifrar-se nos EUR 15,3 mil mn acima das previsões que apontavam para EUR 14,1 mil mn. 

Mercados: CRUDE


Os futuros de crude para entrega em Agosto, negociados em after hours na NYMEX, recuaram USD 1,37para os USD 84,62 por barril, após o fim da greve na Noruega e penalizado pelas notícias de que a China reduziu as importações de crude.

Mercados: EUA


Os índices accionistas norte-americanos registaram uma sessão negativa, penalizados pelas preocupações em torno da resolução da crise da dívida europeia e seus efeitos na earnings season que se iniciou ontem com a divulgação dos resultados trimestrais da Alcoa,os quais se revelaram positivos. O S&P recuou 0,16%, o Nasdaq 0,08% e o Dow Jones 0,28%.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice accionista português encerrou a sessão em contraciclo com os seus congéneres europeus, registando uma valorização de 0,27%, numa sessão marcada por fraco newsflow a nível empresarial. A liderar os ganhos na sessão esteve o BPI que inverteu das perdas registadas no início da sessão, acabando por valorizar 2,48%. Destaque também para a Brisa que avançou 1,74%, corrigindo das fortes perdas registadas na última sessão da semana passada. A impedir maiores ganhos no PSI-20 estiveram a REN e BES que recuaram 0,83% e 0,4%, respectivamente, ambos sem newsflow específico que o justifique, assim como a EDP Renováveis e Portucel, que desvalorizaram 1,49% e 1,26%, respectivamente. Nota particular para os ganhos de 0,56% registados pela Portugal Telecom inserida num movimento sectorial a nível europeu, e mesmo após o seu price target ser revisto em baixa por outra casa de investimento internacional.

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a primeira sessão da semana em terreno negativo – DAX (-0,35%), CAC (-0,38%) e AEX (-0,46%) – após a divulgação de dados macroeconómicos menos positivos no Japão, num dia em que os ministros das finanças da Zona-Euro estão reunidos para abordar algumas das medidas anunciadas aquando da última Cimeira de Líderes europeus. Realce na esfera sectorial para os ganhos do sector de telecomunicações, com a KPN e a France Telecom a valorizarem 1,29% e 0,88% respectivamente, reagindo a um upgrade às empresas europeias do sector emitido por uma casa de investimento internacional. No pólo oposto realce para o sector tecnológico, com a Nokia a liderar as perdas ao recuar 3,94%. Uma nota individual para a retalhista Metro, que recuou 6,28%, após o seu CEO se ter revelado menos optimista para os resultados do presente ano, indicando um eventual profit warning futuro. 

Mercados: ÁSIA


Os principais índices accionistas asiáticos registaram perdas na sessão, penalizados pela divulgação de indicadores macroeconómicos na China que ficaram aquém das estimativas, evidenciando um abrandamento do crescimento económico do país. O Nikkei 225 recuou 0,44% para os 8857.73 pontos.

Resultados: ALCOA


A produtora de alumínio reportou resultados do 2T que superaram as estimativas dos analistas, impulsionados pelo aumento das encomendas por parte das indústrias automóvel e aeroespacial as quais têm sido alvo de exigências regulatórias para produzir veículos mais leves. A empresa reportou perdas de USD 2 mn, as quais se traduzem em EPS de 0,06 se excluirmos o impacto de uma acordo extra-judicial com a Aluminium Bahrain BSC. Já as vendas recuaram 9,4% para os USD 5,96 mil mn, superando as estimativas de USD 5,81 mil mn.

Mercados: PORTUGAL


Vitor Gaspar referiu que a Troika vai procurar facilitar o processo de ajustamento em curso no país na próxima avaliação do programa que terá lugar no final de Agosto.

Mercados: SECTOR FINANCEIRO


Peter Praet, membro do BCE, admitiu que a banca Portuguesa está sob grande pressão, isto depois de se saber que o financiamento dos bancos Portugueses, junto do BCE, atingiu novos máximos (EUR 60,5 mil mn) no final de Junho.