3 de setembro de 2012

Empresas: EDP RENOVÁVEIS


A EDPR anunciou que chegou a acordo com o governo Português para a extensão do período remuneratório e que tenciona investir entre EUR 3,6 e 4 mn por ano no período de 2013 a 2020.

Empresas: BANCO SANTANDER


O banco espanhol prevê despedimentos na unidade de retalho alemã.

Empresas: PERNOD RICARD


O CEO da empresa anunciou que esta continuará a reduzir o seu nível de dívida.

Empresas: TOTAL


A empresa está a reduzir os preços dos combustíveis nas suas bombas de gasolina em França mas continua a revender a outras marcas a preços máximos.

Empresas: VOLKSWAGEN


O construtor automóvel alemão poderá reduzir em 10% a sua produção ainda este ano.

Empresas: INDITEX


A empresa espanhola foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: GALP


A petrolífera portuguesa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: REPSOL


A petrolífera espanhola foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: BANCO SANTANDER


O banco espanhol foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

13 de julho de 2012

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA

Na esfera macroeconómica realce para a divulgação dos novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA, os quais surpreenderam os analistas pela positiva ao recuarem para os 350 mil após o dado registado na leitura anterior ser revisto em alta em 2 mil para os 376 mil. Na Zona Euro, a produção industrial avançou 0,6% em Maio, face ao mês anterior, quando era espectável que se mantivesse inalterada.

Mercados: CRUDE


Após o forte movimento de apreciação encetado nas últimas sessões, os futuros de crude para entrega em Agosto, negociados em after hours na NYMEX, permaneceram relativamente inalterados nos USD 86,20 por barril.

Mercados: EUA


Ainda que tendo encetado uma ligeira recuperação ao longo da sessão, os principais índices accionistas norteamericanos finalizaram com perdas entre meio a um ponto percentual, reflectindo essencialmente a underperformance evidenciada por um conjunto de  players cíclicos e da banca norte-americana, traduzindo ainda alguma desilusão dos investidores em relação a uma menor possibilidade de implementação de medidas de QE pela FED. As yields de dívida a 10 anos das treasuries estão praticamente em mínimos históricos (1,45%), ainda que a divisa norte-americana tenha encetado um movimento de apreciação face à generalidade das divisas internacionais, Europa: Os principais índices accionistas europeus encerraram em terreno negativo – CAC (-0,70%), DAX (-0,53%) e AEX (-0,36%) – penalizados pela inexistência de indícios definitivos de que existirão novas rondas de estímulos monetários por parte da Fed após a divulgação das minutas da última reunião da Reserva Federal. Os sectores de utilities e telecoms lideraram as perdas na Eruopa, destacando-se a underperformance significativa registada pelas empresas espanholas Iberdrola (-5,81%) e Telefonica (-3,22%). Também o sector financeiro registou perdas, com a generalidade dos bancos franceses, alemães e espanhóis a registarem perdas superiores a 2%. O sector tecnológico destacou-se pela positiva, impulsionado pelos ganhos registados pela Nokia (+3,20%) e SAP (+2,66%), a segunda após as vendas de licenças de software superarem as previsões dos analistas. Nota particular para os ganhos registados pela retalhista francesa Carrefour (+6,97%) após divulgar as vendas do 2T, as quais surpreenderam o mercado pela positiva, tendo-se mantido praticamente inalteradas.

Mercados: PORTUGAL

O índice PSI-20 finalizou com perdas inferiores ao observado pelos congéneres Europeus (-0,02%), destacando-se a underperformance evidenciada pelo universo Sonae – Sonae SGPS (-1,40%) e Sonaecom (-1,73%) – bem como da Portugal Telecom que recuou 1,15%, ainda que perante a inobservância de newsflow específico relevante. Em oposição às perdas ligeiras sofridas pelo segmento financeiro, destaque individual mais do que óbvio para a Brisa que avançou cerca de 13%, depois da holding Tagus – composta pelo grupo José de Mello e do fundo Arcus – ter revisto em alta o preço implícito da OPA à Brisa em EUR 0,10, perfazendo um preço unitário de EUR 2,76 por acção respectivamente.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices accionistas da região finalizaram com ganhos até meio ponto percentual, mesmo depois de ter sido divulgado que o PIB Chinês aumentou 7,6% no último trimestre (vs 7,7% esperado), situação que torna mais provável a adopção de novas rondas de estímulos que poderão ser implementadas pelo respectivo Banco Central. 

Mercados: ITÁLIA


O rating de dívida Italiana foi cortado em 2 níveis para Baa2 pela agência Moodys, mantento o Outlook negativo, pelo que a possibilidade de novos cortes se afigura real. A espiral crescente dos custos de financiamento e os desiquilibrios estruturais da economia Italiana, isto para além do risco de contágio por parte dos problemas da remanescente periferia. 

Empresas: GALP


A petrolífera portuguesa apresentou resultados provisórios do 2T, tendo registado um aumento de cerca de 14% da produção média working interest e net entitlement quando comparado com o trimestre anterior. Na área de Refinação&Distribuição a petrolífera registou um crescimento de 5,9% do crude processado e um recuo de igual dimensão das vendas a clientes directos, também quando comparado com o 1T12. 

Empresas: BRISA


Está marcada para hoje a reunião do Conselho de Administração da concessionária portuguesa onde se deverá aprovar o novo preço da OPA lançada sobre a mesma, após o que a CMVM estará em condições de registar a OPA. 

Mercados: ITÁLIA


O país irá proceder à colocação de dívida na respectiva sessão no montante global de EUR 5,25 mil mn, sendo que o prazo das respectivas emissões deverá ser de 3 anos.

Empresas: MUNICH RE


A resseguradora germânica revelou que as indemnizações sobre catástrofes naturais no 1H12 totalizaram USD 12 mil mn, um registo que compara favoravelmente com a respectiva média histórica (USD 19,2 mil mn).

Empresas: BOEING


A fornecedora norte-americana revelou que recebeu uma ordem de entrega de 150 aviões 737-900 por parte da United Airlines, numa operação que deverá estar avaliada em cerca de USD 14,7 mil mn e os prazos de entrega entre o período de 2013 a 2022.