25 de setembro de 2012

Empresas: TELEFONICA

A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: BOUYGUES

A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: SUEZ ENVIRONMENT


A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: SCHNEIDER

A empresa foi alvo de um downgrade por parte de diferentes casas de investimento internacional.

Empresas: CREDIT AGRICOLE

A empresa foi alvo de um downgrade por parte de diferentes casas de investimento internacional.

Empresas: GALP

A empresa foi alvo de um downgrade por parte de diferentes casas de investimento internacional.

Empresas: E.ON


A empresa foi retirada da lista das empresas preferidas por parte de uma casa de investimento internacional enquanto a RWE foi retirada da lista das menos preferidas pela mesma instituição.

24 de setembro de 2012

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Não se registaram dados macroeconómicos relevantes neste data. 

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Novembro recuaram cerca de USD 1,11 para USD 91,78 por barril, com os receios de incapacidade dos líderes europeus em responder de forma concreta à crise da dívida europeia. 

Mercados: PORTUGAL


O principal índice nacional encerrou a sessão a valorizar 1,69%, uma performance significativamente superior à dos restantes índices europeus. Apenas o BCP encerrou a sessão com perdas, ao recuar 3,23%, contrariando a performance quer dos peers nacionais quer internacionais. Já a Galp avançou 0,62%, movimento acompanhado pela EDP e Portugal Telecom, valorizando 0,86% e 1,08% respectivamente. A Jerónimo Martins, que foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional, encerrou o período com ganhos de 1,95%. A EDP Renováveis voltou a registar mais uma sessão de ganhos significativos, tendo valorizado 2,97%. No entanto, o destaque vai para a Sonaecom e ZON, que valorizaram 7,28% e 9,16% respectivamente, beneficiando dos comentários de Miguel Almeida, administrador da Sonaecom, que referiu que faz sentido uma fusão entre as duas operadoras.

Mercados: EUA


Os principais índices norte-americanos encerraram inalterados, corrigindo dos ganhos observados durante a sessão, encerrando assim a semana em terreno neutro. O S&P 500 recuou 0,01%, com o sector de telecomunicações a registar a melhor performance da sessão. Também o Dow Jones Industrial Average recuou 0,13% enquanto o Nasdaq encerrou a sessão inalterado. 

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a última sessão da semana em terreno positivo – DAX (+0,84%) e CAC (+0,59%) – com os rumores de que Espanha poderá pedir brevemente ajuda internacional. Ainda assim, os ganhos registados na sessão não foram suficientes para permitir um fecho semanal positivo da generalidade dos índices europeus. Com todos os sectores positivos, realce para a performance do sector financeiro, com os espanhóis Santander e BBVA a valorizarem 3,55% e 3,7% respectivamente. Já o sector tecnológico registou as perdas mais reduzidas da sessão, penalizado pela performance da ASML e da Nokia que recuaram 1,53% e 3,91% respectivamente. Uma nota individual para a Peugeot, que recuou 2,09%, penalizada pelo agravamento dos custos de financiamento da empresa em mercado secundário. 

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno negativo, com o Nikkei a recuar 0,45%, com os receios de que os líderes europeus não consigam dar uma resposta concreta à crise da dívida europeia, o que penalizado o outlook para os resultados das empresas exportadoras do bloco asiático. O Nikkei recuou 0,45%, com o sector de materiais a registar as maiores perdas. 

Mercados: PORTUGAL


A Euronext admite uma possível redução do número de empresas no índice nacional, isto no dia em que a Cofina e o Banif voltam a entrar na constituição do PSI20. 

Empresas: SONAECOM / ZON


A fusão entre as duas empresas nacionais voltou a estar em cima da mesa, após declarações do presidente-executivo da Optimus, que salientou os possíveis benefícios da operação. Esta fusão criaria uma empresa que, em bolsa, valeria perto de EUR 1,25 mil mn, um montante que ainda assim não chega a metade da capitalização bolsista da PT, a maior concorrente das duas operadoras. 

Empresas: BRISA


A Brisa emitiu um empréstimo obrigacionista de EUR 300 mn, vencendo esta em Abril de 2018 e apresentando um cupão anual de 6,875%. 

Empresas: VOLKSWAGEN


A construtora automóvel alemã poderá estar interessada na italiana Alfa Romeu.

Empresas: SIEMENS


A empresa reiterou que não detém novos negócios com o Irão desde meados de 2010. 

Empresas: BAYER


O regenerador Eylea obteve a aprovação para ser utilizado numa maior diversidade de problemas oculares. 

Empresas: METRO


A retalhista alemã irá ser substituída no principal índice germânico.