O Banco Espanhol vai vender 24,9% da sua unidade no
México a um preço por acção de MXN 31,25.
26 de setembro de 2012
Empresas: ALSTOM
A empresa chegou a acordo para a compra da Tidal Generation
procurando expandir-se na indústria de energia marítima.
Empresas: INFINEON
A empresa prevê uma quebra nas vendas e nos resultados no
último trimestre do ano com a procura a ser afectada pelo abrandamento
económico mundial.
Empresas: TOTAL
O CEO da petrolífera mostra-se contra a exploração de
petróleo no Árctico devido ao risco ambiental, considerando apenas a exploração
de gás natural.
Empresas: INFINEON
A empresa foi alvo de downgrades e revisões em baixa dos
Price Targets por parte de diferentes casas de investimento internacionais.
25 de setembro de 2012
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Na esfera macroeconómica, destaque na Alemanha para
os indicadores de confiança IFO que se cifraram abaixo das expectativas, tendo
o indicador de expectativas registado 93,2, face aos 95 antecipados pelos analistas.
Já nos EUA, o indicador da actividade nacional da Reserva Federal de Chicago
cifrou-se nos -0,87, abaixo do valor registado no mês anterior (-0,13).
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Novembro avançaram cerca
de USD 0,10 para USD 92,03 por barril, em antecipação a um eventual aumento dos
inventários de crude nos EUA.
Mercados: EUA
Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em
terreno negativo, com a dificuldade dos líderes europeus em conter a crise da
dívida periférica ao mesmo tempo que é sinalizado um abrandamento na China e na
Alemanha. O S&P 500 recuou 0,22%, com o sector tecnológico a liderar as
perdas na sessão. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average recuaram
0,6% e 0,15% respectivamente.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas Europeus finalizaram a
primeira sessão da semana com perdas aproximadas de um ponto percentual, casos
do DAX (-0,52%), CAC (-0,95%) e IBEX (-1,12%), reflectindo a divulgação de
indicadores macroeconómicos desfavoráveis na China (industriais) e Alemanha
(confiança), isto para além do público desacordo entre o eixo franco-germânico
no que respeita a definição de um timeline para a futura implementação dos
termos da União Bancária/Financeira na Europa. Com as yields de dívida
periférica a evoluírem com uma tendência globalmente mista, o cross Eur-Usd
registou uma desvalorização ligeira (-0,55%), sendo que na esfera sectorial
destacou-se a underperformance encetada por um conjunto de sectores cíclicos.
Com efeito, realce mais significativo para as quebras sofridas pelos sectores
industrial e petrolífero, nomeadamente a francesa SaintGobain e a italiana ENI
que recuaram cerca de 3 pontos percentuais.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice nacional encerrou a sessão a recuar
1,34%, uma performance sensivelmente inferior à da generalidade dos índices
europeus. Com a maioria dos títulos a encerrarem negativos, destaque para o BES
que prolongou as perdas registadas no início da sessão ao recuar 3,64%. Também
a Sonaecom e a ZON recuaram 2,93% e 2,68% respectivamente, corrigindo dos
fortes ganhos da última sessão onde beneficiaram dos crescentes rumores em
torno de uma eventual fusão entre as empresas. A Galp e a Portugal Telecom
recuaram igualmente 1,23% e 1,19% respectivamente, sem newsflow relevante. No
polo positivo realce apenas para o BCP que valorizou 16,67% no último dia de
negociação dos direitos relativos ao aumento de capital de EUR 500 mn.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em
terreno misto, com o sentimento positivo ao nível do sector de telecomunicações
a ser ofuscado pelo outlook menos positivo para as empresas exportadoras após
dados macroeconómicos aquém do antecipado no bloco alemão ao nível dos
indicadores de confiança. O Nikkei avançou 0,25%, com o sector financeiro a
liderar os ganhos da sessão.
Empresas: BCP
A operação de aumento de capital do BCP tem vindo a registar
uma elevada procura, sendo que o banco tinha como objectivo que 30% dos
clientes da rede de retalho com acções do banco subscrevessem ao aumento de capital.
Este objectivo foi atingido na passada sexta-feira e ultrapassado durante a
sessão de ontem (segunda-feira).
Empresas: EDP
Empresas: BRISA
A concessionária de auto-estradas nacional anunciou que
reduziu a sua divida bancária a zero, tendo ainda assegurado todas as suas
necessidades de financiamento até 2014, por via da emissão de um empréstimo obrigacionista
de EUR 300 mn na semana transacta, operação esta que faz parte do plano de
reestruturação de dívida da empresa já em curso há alguns meses.
Empresas: FRANCE TELECOM
Em entrevista à imprensa francesa o CFO da empresa
referiu que esta irá adoptar uma razoável política de dividendos.
Empresas: GDF SUEZ
A empresa está envolvida num grupo empresarial que
pretende investir USD 1,3 mil mn em estações de carvão na Mongólia.
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