27 de setembro de 2012

Empresas: FRANCE TELECOM


A empresa, juntamente com a Vodafone, está a considerar a compra da Yoigo à TeliaSonera que se prepara para iniciar o processo de venda da unidade espanhola no próximo mês.

Empresas: BMW


A empresa espera criar 3000 novos empregos na Alemanha até ao final de 2013.

Empresas: VOLKSWAGEN

A construtora automóvel prevê que várias empresas do sector declarem falência caso o Estado não as ajude. Adicionalmente a empresa não vê melhorias no mercado automóvel europeu até 2014.

Empresas: PEUGEOT


O aprofundamento da aliança entre o construtor automóvel francês e a General Motors tem avançado de forma mais lenta que o previsto devido à trajectória declinante do sector ao nível europeu e a problemas regulatórios.

Empresas: SIEMENS


A empresa germânica está confiante que o spinoff da Osram, planeado para o próximo ano, seja bemsucedido, após o abandono do plano inicial de IPO.

Empresas: ARCELOR MITTAL

A empresa foi alvo de um downgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.

Empresas: KPN

A empresa foi alvo de um downgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.

Empresas: E.ON

A empresa foi alvo de um downgrade por parte de diferentes casas de investimento internacionais.

Empresas: RWE


A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: INFINEON


A empresa viu o seu Price Target revisto em baixa por parte de uma casa de investimento internacional.

26 de setembro de 2012

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica, destaque nos EUA para o índice de preços de casa da S&P/CaseShiller, que se cifrou nos 144,61, acima dos 143,70 antecipados pelos analistas. Nota também para os níveis de confiança dos consumidores norte-americanos que superaram as expectativas do mercado, ao cifrarem-se nos 70,3, acima dos 63,1 avançados pelo consenso de mercado.

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Novembro avançaram cerca de USD 0,70 para USD 90,67 por barril, na sequência do aumento dos inventários de crude nos EUA e das dúvidas em torno do sucesso dos estímulos económicos lançados a nível global.

Mercados: EUA


Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno negativo com receio de que os estímulos económicos das diversas regiões geográficas não sejam suficientes para promover o crescimento económico no bloco norte-americano. O S&P 500 recuou 1,05%, com o sector de materiais a registar as maiores perdas da sessão. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average recuaram 1,39% e 0,75% respectivamente.

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX (+0,16%), CAC (+0,47%) e AEX (+0,8%)  – beneficiando de dados macroeconómicos positivos nos EUA ao nível do mercado imobiliário e confiança no consumidor. Na esfera sectorial realce para o sector de bens de serviços que registou a melhor performance da sessão, com realce para a Vivendi que valorizou 3,15% após newsflow do CEO da SFR, unidade de comunicações móveis da Vivendi, em torno do processo de reestruturação da unidade. O sector das utilities registou a pior performance da sessão ao recuar 0,7%, com a GDZ Suez a recuar 6,06% após notícias que dão conta de um atrasado de 1 ano na construção de uma estação eléctrica no Kuwait. Uma nota individual para a Deutsche Telekom que recuou 1,8% após ter sido alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice accionista nacional encerrou a sessão com perdas de 0,41%, uma performance inferior à registada pela generalidade dos índices a nível europeu. A dominar as perdas da sessão esteve o BCP, que recuou 7,14%, mesmo após ter sido anunciado que operação de aumento de capital do BCP tem vindo a registar uma elevada procura, sendo que o objectivo de 30% de subscrição por parte dos clientes de retalho foi atingido na sessão anterior. Também o restante sector financeiro encerrou a sessão em terreno negativo, com o BES e BPI a recuarem 1,26% e 2,71%, respectivamente. No pólo positivo, o destaque recai sobre a EDP, que avançou 2,34%, protagonizando a melhor performance da sessão, mesmo após ter sido anunciado pela agência de notação financeira Moody’s que a reforma do sector eléctrico em Espanha terá um impacto negativo na classificação do crédito da EDP. Esta performance é seguida pela PT (+0,35%), Sonae (+0,37%) e Zon (+0,78%), ainda que sem newsflow relevante que assim o justifique.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno negativo, com os receios de que os estímulos económicos lançados pelos diferentes bancos mundiais não sejam suficientes para promover o crescimento económico global. O Nikkei recuou 2,03%, com o sector tecnológico a registar as maiores perdas da sessão.

Empresas: SONAECOM


A Sonaecom, proprietária da Optimus, veio esclarecer, a pedido da CMVM, que não estão a decorrer negociações entre a empresa e a ZON para a possível concretização de uma fusão, existindo apenas uma lógica eventual nesta operação.

Empresas: BCP


De acordo com o DE, o espanhol Banco Sabadell vai aumentar a sua participação no banco nacional para 5% (esta encontra-se actualmente nos 3,97%), aproveitando o aumento de capital que está a decorrer no BCP. 

Empresas: GALP


A norte-americana JPMorgan reduziu a sua posição na petrolífera nacional, tendo vendido 5 milhões de acções da empresa e passando a deter menos de 2% do capital social da Galp (1,43%). 

Empresas: PORTUGAL TELECOM


A PT Contact, subsidiária do grupo Portugal Telecom, ganhou o contracto de exploração do serviço público Linha Saúde 24 nos próximos 3 anos.