4 de outubro de 2012

Mercados: Sector Financeiro - Portugal


Segundo o Banco de Portugal, o BPI, o Grupo Espírito Santo, a CGD e o BCP atingiram os objectivos de capital  definidos pela EBA. O BCP apresentou o mais elevado rácio Core Tier 1 que no final de Junho era de 9,7%

Mercados: Sector Financeiro - França

Os bancos franceses já atingiram os 9% de rácio Core Tier 1 definidos pelo regulador europeu.

Empresas: DAIMLER


Abu Dhabi deverá deixar de ser accionista da construtora automóvel alemã, transferindo a posição de cerca de 3% que detém para o Deutsche Bank.

Empresas: UNILEVER


A empresa vai colocar à venda a marca de manteiga de amendoim Skippy, estimando angariar entre USD400 mn a USD 300 mn com a operação.

Empresas: ZON


A empresa nacional foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: DEUTSCHE TELEKOM


A operadora alemã foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

3 de outubro de 2012

Wall Street sobe com mais empregos no sector privado

Números do relatório da ADP saíram melhor do que o esperado, animando bolsas norte-americanas. Os índices S&P 500 e industrial Dow Jones subiam 0,16% e 0,09%, respectivamente, ao mesmo tempo que o tecnológico Nasdaq somava 0,37%. A impulsionar as bolsas norte-americanas estão os números do relatório da ADP Employer Services, que saíram melhor do que o esperado pelos analistas. Segundo esta entidade, as empresas privadas norte-americanas criaram 162.000 postos de trabalho no mês passado, acima dos 140.000 esperados. "O relatório ADP saiu melhor do que o esperado, mas não houve um bom indicador oficial sobre o emprego e o mercado está à espera de uma confirmação do Governo", referiu Stepehn Wood, especialista da Russell Investments, à Bloomberg. "O Fed está a providenciar liquidez em massa, mas a razão dessa injecção tem a ver com a fraqueza dos dados no mercado de trabalho", acrescentou. Na próxima sexta-feira é a vez de o Departamento do Trabalho divulgar os seus números sobre o emprego no sector privado. Os dados devem apontar para a criação de 115.000 empregos em Setembro, com o desemprego a subir para 8,2%. Em termos empresariais, destaque para os títulos da Best Buy, que subiam quase 3% para 17,45 dólares, com a notícia de que as contas as empresas estão a ser analisadas a pente fino. Também a Supervalu avançava 0,44%.

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica, realce na Zona-Euro para a divulgação do indicador de actividade relativo ao índice PPI no mês de Agosto que registou um incremento de 2,7% (vs 2,6% estimados), ao passo que o mesmo indicador numa base mensal evidenciou um declínio de 0,9%, também acima dos 0,6% em que se situava o consenso de mercado.

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Novembro recuaram USD 0,46 para USD 91,43 por barril, penalizados após as reservas de crude nos EUA registarem um aumento pela 4ª semana consecutiva e na  sequência doabrandamento económico observado na China.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice nacional encerrou a sessão a valorizar 0,58%, uma performance superior à da generalidade dos índices europeus. Realce no polo negativo para as perdas evidenciadas pelo BCP, que recuou 2,94% na sessão, corrigindo face aos ganhos expressivos da sessão anterior, num dia em que foi anunciado que os articulares e empresas que já eram accionistas da instituição terão ficado com cerca de 50% do aumento de capital, sendo que a Sonangol terá mantido a posição próxima a 11%. No polo positivo destaque para os ganhos evidenciados pelos restantes títulos do sector financeiro, BES e BPI, que valorizaram 1,05% e 2,42% respectivamente. Também a Sonae avançou 0,19%, após ter assinado um contracto de investimento com a Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP) com vista à abertura de 5 grandes superfícies da marca Continente no mercado angolano. Também a Jerónimo Martins, a Portugal Telecom e a Sonaecom suportaram o fecho positivo, avançando 0,77%, 1,5% e 1,85% respectivamente, ainda que sem newsflow particularmente relevante.

Mercados: EUA


Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno maioritariamente positivo, num movimento de recuperação observado no final da sessão, liderado pela Apple. O S&P 500 avançou 0,09%, com o sector de Health Care a liderar os ganhos. Também o Nasdaq avançou 0,18%, enquanto o Dow Jones Industrial Average recuou 0,24% na sessão.

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas europeus encerraram a sessão com perdas marginais  – DAX: -0,28%;CAC: -0,60%; AEX: -0,09% - corrigindo face aos ganhos registados anteriormente, no seguimento do reporte dos resultados dos stress tests à banca espanhola. A registar a pior performance da sessão esteve o sector de materiais, com a ArcelorMittal a recuar 2,22%, após ter anunciado o encerramento de uma das suas fábricas em Itália. Também o sector de health care registou hoje uma performance negativa, tendo a Sanofi recuado perto de 1 p.p., apesar de ter reportado resultados positivos em testes ao medicamento Lyxumia. No pólo oposto, o sector das telecomunicações protagonizou os ganhos mais significativos, com a France Telecom a avançar 1,88%, após ter anunciado que o dividendo a distribuir no próximo período poderá ficar acima das expectativas dos analistas, e a espanhola Telefónica a avançar 1,15%, apesar de ter sido alvo de um  downgrade  por parte de uma casa de investimento internacional.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno negativo, penalizados por dados macroeconómicos menos positivos na China e pelas declarações de Mariano Raroy que anunciou não estar eminente um resgate a Espanha. O Nikkei recuou 0,45%, com o sector de serviços a liderar os ganhos na sessão.

Mercados: PORTUGAL


Portugal irá hoje realizar, pelas 10h30m, uma oferta de troca de obrigações, informou o IGCP, instituto que gere as emissões de dívida em Portugal. Esta operação, semelhante a uma anteriormente realizada pela Irlanda, será constituída pela compra de título com vencimento em Setembro de 2013 e, em troca, oferta de título com maturidade de Setembro de 2015. Esta estratégia visa diminuir a pressão de refinanciamento na data em que Portugal terá que regressar ao mercado.

Empresas: BCP


Segundo o comunicado do banco nacional à CMVM, a procura de novas acções na operação de aumento de capital do BCP ascendeu a EUR 20,4 mn. O BCP conseguiu colocar 12,5 mil mn de acções, cujo preço de subscrição foi de 4 cêntimos (EUR 0,04). O nível de procura superou a oferta em 63,2%, conseguindo o BCP colocar a totalidade do aumento de capital junto de privados e evitando a entrada do Estado no seu capital. 

Empresas: DAIMLER


As vendas em Setembro da Mercedes US registaram um crescimento de 7%, aumentando assim a sua liderança face à concorrente BMW.

Empresas: SANOFI


A empresa francesa vai reestruturar a sua aliança com a Bristol-Myers.

Empresas: DEUTSCHE TELEKOM


A operadora alemã está em conversações para uma fusão da MetroPCS Communications com a T-Mobile USA com o objectivo de conseguir dar escala à sua unidade norte-americana para competir com a Verizon e a AT&T. 

Empresas: TELEFÓNICA


A empresa anunciou que vai avançar com o IPO da sua unidade alemã O2 ainda este trimestre.

Empresas: SANOFI


A empresa viu o seu Price Target ser revisto em alta por parte de uma casa de investimento internacional.

2 de outubro de 2012

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica, realce nos EUA para a divulgação dos indicadores relativos ao ISM Manufacturing e ISM Prices Paid no mês de Setembro, sendo que o primeiro registou uma leitura de 51,5 pontos (acima dos 49,7 antecipados pelo consenso de mercado), ao passo que o segundo registou uma leitura de 58 pontos – igualmente superior aos 55,7 em que se situava a projecção média da comunidade de analistas.

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Novembro recuaram marginalmente cerca de USD 0,15 para USD 92,33 por barril, em antecipação à divulgação das reservas de crude nos EUA.

Mercados: EUA


Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo após dados macroeconómicos positivos ao nível industrial e um aliviar dos receios de agravamento da crise da dívida europeia. O S&P 500 avançou 0,27%, com o sector de Health Care a registar a melhor performance. Também o Dow Jones Industrial Average avançou 0,58%, enquanto o Nasdaq recuou marginalmente 0,09% na sessão.

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas iniciaram a semana com ganhos generalizados – DAX (+1,63%), CAC (+2,49%) e AEX (+1,37%) – traduzindo a reacção positiva dos activos de risco à divulgação dos detalhes relativos aos testes de stress conduzidos à banca Espanhola – necessidades de recapitalização totais dos Bancos Espanhóis ascendem a cerca de EUR 60 mil mn  – e ao anúncio de indicadores macroeconómicos (EUA) favoráveis que mitigaram os riscos em torno de um previsível abrandamento económico global. Na esfera sectorial, realce para a outperformance observada pelo sector financeiro, em particular a Société Générale que avançou quase 8 p.p., debaixo de comentários de mercado que estará na iminência de concretizar a venda da sua unidade Grega. Já o sector de transporte aéreo evoluiu igualmente de forma bastante favorável, após a IATA ter revisto em alta os lucros da indústria para o actual exercício – o que impulsionou o desempenho da IAG (+3,15%) e da Air-France (+3,01%) e Lufthansa (+1,47%). 

Mercados: PORTUGAL


O principal índice nacional encerrou a sessão a valorizar 0,63%, uma performance que ficou aquém do observado nos restantes índices europeus. No polo negativo realce para Sonaecom, que recuou 1,81%, ainda que sem newsflow especifico relevante, movimento acompanhado pela Portugal Telecom que recuou 1,27%, impedindo uma performance superior do principal índice nacional. No polo positivo realce para os ganhos da EDP Renováveis e EDP, que valorizaram 0,2% e 0,75% respectivamente. Também  a Galp encerrou positiva ao valorizar 1,74% na sessão. Realce ainda para o sector financeiro, com o BES, BPI e BCP a valorizarem 1,24%, 3,29% e 6,25% respectivamente, este último após noticiado que o aumento de capital foi totalmente subscrito por investidores privados, tendo a seguradora Ageas voltado a ser accionista da instituição.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, beneficiando dos dados macroeconómicos positivos no bloco norte-americano e das declarações do presidente do Fed que anunciou o seu comprometimento total com a recuperação económica e com a manutenção dos estímulos monetários. No entanto, o Nikkei recuou 0,12% na sessão, com o sector de serviços a ser o mais penalizado.

Empresas: BCP


O banco anunciou que particulares e empresas que já eram accionistas da instituição, terão ficado com cerca de 50% do aumento de capital que se encontra em curso, um valor que se cifra nos EUR 250 mn. Foi ainda anunciado que a angolana Sonangol terá ficado próxima de 11%. 

Empresas: SONAE


O Grupo Sonae anunciou ter assinado um contracto de investimento com a Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP), que irá ditar a abertura de 5 grandes superfícies da marca Continente no mercado angolano. 

Empresas: ALSTOM


A empresa vai aumentar o seu capital em EUR 350 mn, valor superior em EUR 50 mn face ao inicialmente previsto, através de uma colocação privada.

Empresas: EADS


O CEO da empresa afirmou que a fusão com a BAE Systems irá criar uma empresa financeiramente mais resiliente, capaz de atacar novos mercados e que irá dar frutos no médio/longo prazo.

Empresas: HEINEKEN


A Carslberg vai acompanhar a entrada da Heineken na Tailândia e regressar a um mercado onde não opera há cerca de 7 anos.

Empresas: CREDIT AGRICOLE


O banco francês foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

1 de outubro de 2012

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica realce nos EUA para o rendimento pessoal no mês de Agosto que registou um avançou de 0,1%, aquém do avanço estimado de 0,2%. Já a despesa pessoal no mesmo período avançou 0,5%, em linha com as estimativas. O indicador de confiança da Universidade de Michigan registou uma leitura de 78,3 pontos, aquém dos 79 pontos estimados para o mês de Setembro.

Mercados: CRUDE

Os futuros do crude para entrega em Novembro recuaram cerca de USD 0,93 para USD 91,26 por barril, penalizados pelo abrandamento económico global, com especial ênfase para o bloco asiático.

Mercados: EUA


Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno negativo, penalizados por dados macroeconómicos maioritariamente negativos na região, protagonizando a maior perda semanal desde da primeira de Junho. O S&P 500 recuou 0,45%, com o sector tecnológico a registar a pior performance. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average recuaram 0,79% e 0,36% respectivamente.

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno negativo – DAX (-1,01%), CAC (-2,46%) e AEX (-1,8%) – com os investidores expectantes quanto aos resultados dos “Stress Tests” à banca espanhola, num dia marcado por dados macroeconómicos menos positivos ao nível do bloco norte-americano, o que aumenta os receios de abrandamento económico global. Com todos os sectores negativos realce para o sector tecnológico, que registou a performance menos negativa, com a SAP a recuar 0,18% na sessão. No polo oposto o sector de telecomunicações registou as perdas mais significativas, com a France Telecom, KPN e Telefónica a recuarem 3,2%, 3,44% e 3,22% respectivamente. Uma nota para a Air France que avançou 4,56%, após ter sido alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice accionista nacional encerra a última sessão da semana com perdas de 0,57%, performance esta inferior à registada pela generalidade dos índices europeus. A registar a performance mais negativa da sessão esteve o BES, ao recuar 3,74%, após Ricardo Salgado ter anunciado a possibilidade de o banco nacional se associar a um banco espanhol no futuro, por forma a tirar partido de movimentos de consolidação que beneficiariam o banco a nível europeu. O restante sector financeiro registou uma performance maioritariamente negativa – BPI: -0,91%; BCP: 0,00%. No pólo positivo, destaque para a Galp, que avançou 1,53%, performance esta seguida pelo sector da pasta e papel, com a Altri e a Portucel a valorizarem 1,49% e 0,43%, ainda que para nenhuma das três se tenha verificado a existência de newsflow empresarial específico que justifique esta movimentação.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno negativo, com novos dados macroeconómicos menos positivos ao nível industrial no Japão e na China, agravando os sinais de abrandamento observados ao nível do bloco asiático. O Nikkei recuou 0,83% na sessão, com o sector de telecomunicações a ser o mais penalizado.

Empresas: BCP


De acordo com o Jornal de Negócios, o aumento de capital do banco nacional que está a decorrer foi totalmente subscrito por investidores privados, sendo que a promoção no retalho e institucionais garantiu que a procura se cifrasse acima dos EUR 500 mn.

Empresas: GDF SUEZ


A Iberdrola terá desistido de um projecto conjunto com a empresa francesa para a construção de um campo nuclear no Reino Unido.

Empresas: E.ON


A empresa irá aumentar a produção para o nível máximo no seu reactor Oskarshamn-3 na Suécia.

Empresas: COMMERZBANK


O Banco Alemão irá apresentar o sue plano estratégico para 2016 em Novembro.

Empresas: VOLKSWAGEN


O construtor automóvel fez um recall dos seus veículos Touran movidos a gás natural.

Empresas: CONTINENTAL


A empresa vê o mercado automóvel em 2013 a crescer 3%.

Empresas: REANULT


O construtor automóvel francês está a considerar o encerramento de fábricas.

Empresas: PEUGEOT


A empresa vai aumentar a cooperação com a Toyota para o bloco europeu.

Empresas: EADS


A empresa não conseguiu convencer o seu accionista Lagardere relativamente ao negócio com a BAE Systems, pelo que a proposta deverá ser revista em breve.

Empresas: MICHELIN


A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Empresas: NOKIA


A empresa foi alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

28 de setembro de 2012

Mercados: EURO

O euro sobe pelo segundo dia face ao dólar depois de Espanha afirmar que irá cumprir com o objectivo do défice, o que aumenta as especulações sobre o pedido de resgate que poderá aliviar o tumulto financeiro na Europa, de acordo com a Bloomberg. A moeda única sobe assim 0,17% para 1,2935 dólares. “O optimismo está em alta novamente porque o orçamento de Espanha mostra uma vontade de compromisso, e isto está a ajudar o euro” explicou Carolin Hecht do Commerzbank, “em termos de sustentabilidade desta medida nós vemos vários riscos, porque o passado já mostrou que é provável que Espanha não atinja os seus objectivos.”