A empresa espanhola reportou um lucro de EUR 2,84 mil mn
relativo ao exercício de 2012, um valor que ficou aquém dos EUR 2,89 mil mn
estimados pelos analistas. As vendas situaram-se nos EUR 34,2 mil mn, superando
os EUR 31,5 mil mn estimados. A empresa anunciou ainda a recompra de 69 mn de ações,
equivalente a 1,1% do capital da empresa até 31 de Maio. A eléctrica propôs
dividendos de EUR 0,03 por ação relativos ao exercício de 2012.
14 de fevereiro de 2013
Resultados: EDF
A utility francesa reportou um resultado líquido de EUR 3,3
mil mn, valor que ficou aquém dos EUR 3,9 mil mn estimados pelos analistas. O
EBITDA avançou 7,7% para os EUR 16,1 mil mn, sensivelmente em linha com as estimativas.
No entanto, o dividendo foi revisto em alta para EUR 1,25 por acção. Para 2013
a empresa referiu que o EBIDTA poderá avançar entre 0-3% (excluindo a unidade
italiana Edison), o que compara negativamente com a guidance que previa um
crescimento do EBIDTA entre 4-6% até 2015.
Resultados: RIO TINTO
A empresa reportou uma perda líquida de USD 8,9 mil mn
nos 6 meses que terminaram em Dezembro de 2012, um valor que se afigura menos
negativo que o prejuízo de USD 10 mil mn
estimado pelos analistas. Os resultados foram penalizados pelo registo de
perdas ao nível das atividades de alumínio e carvão, ainda que parcialmente
ofuscadas por um ganho de USD 1 mil mn nas operações de minérios.
Empresas: BES
O banco português pediu a insolvência do grupo Sorel,
participado da Sociedade Lusa de Negócios, que detinha o BPN.
Empresas: PORTUGAL TELECOM
A empresa viu o seu price target ser revisto em
baixa por parte de uma casa de investimento internacional.
Empresas: EDP
A Parpública avançou com o processo de venda dos 4,144% que
detém da EDP. A venda dos títulos será feita a investidores institucionais,
através de um processo de accelerated bookbuilding.
Empresas: ZON/SONAECOM
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social
(ERC) e a Anacom já receberam o pedido para analisar a fusão da Zon com a
Optimus nos seus respectivos sectores. O pedido foi já remetido pela Autoridade
da Concorrência.
Empresas: EDP RENOVÁVEIS
A eléctrica nacional intensificou os protestos
contra a decisão do governo espanhol de cortar a remuneração da energia eólica,
ao anunciar a suspensão de novos investimentos em Espanha.
Empresas: GALP
A petrolífera nacional admite a possibilidade de reforçar as
operações detidas em Angola e Moçambique, sendo que poderá vir a participar nos
leilões de exploração e produção de petróleo programados para 2013 em Moçambique,
Angola e Brasil.
Empresas: ANHEUSER-BUSH
A cervejeira belga irá ceder o controlo da Corona
nos EUA à Constellation Brands por USD 2,9 mil mn por forma a cumprir os
requisitos exigidos pelo regulador no âmbito da operação entre a Anheuser-Busch
e o Grupo Modelo.
19 de outubro de 2012
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Na esfera macroeconómica realce para os pedidos
semanais de subsídio de desemprego nos EUA que se situaram nos 388 mil, acima
dos 365 mil estimados pelos analistas, ainda que a nível do indicador agregado
os valores divulgados tenham sido inferiores ao antecipado. Realce ainda no
bloco norte-americano para a divulgação do Philadelphia Fed no mês de Outubro,
que registou uma leitura de 5,7 pontos, significativamente acima do 1 ponto
estimado, sendo que também os Leading Indicators registaram um avanço de 0,6%,
superior ao avanço estimado de 0,2% para o mês de Setembro.
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Novembro recuaram USD
0,09 para USD 92,10 por barril, mantendo-se praticamente inalterados face ao
dia anterior.
Mercados: EUA
Os índices de referência norte-americanos registaram perdas na
sessão – SPX: -0,24%; Nasdaq: -1,13% - penalizados pelos resultados trimestrais
reportados pela Microsoft e pela Google, que desapontaram os analistas, apesar
de, na esfera macroeconómica, os dados divulgados terem ficado acima das
expectativados do consenso de mercado, com os leading indicators e o índice de
Philadelphia Fed, indicativo da performance do sector da manufactura,
registaram valores superiores ao antecipado.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice nacional encerrou a sessão a valorizar
1,7%, uma performance francamente superior à dos restantes índices europeus.
Com a maioria dos títulos a registarem ganhos na sessão, realce apenas para as
perdas da ZON e da Sonae, que registaram desvalorizações de 0,6% e 0,17%
respectivamente. Já no polo positivo destaque para os ganhos da Galp, que
valorizou 0,34% e da EDP que avançou 0,84% na sessão. Realce igualmente para a
EDP Renováveis, que valorizou 3,17%, após ter reportado os dados provisionais
relativos aos 9M12 que espelham uma subida de 11% da produção de energia
eólica, e para a Portugal Telecom que avançou 3,75%, beneficiando da
performance operacional positiva da participada Oi. O sector financeiro liderou
os ganhos na sessão com o BPI, BCP e BES a valorizarem 4,49%, 5,25% e 6,57%
respectivamente.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus encerraram a
sessão em terreno maioritariamente positivo – DAX: +0,58%; CAC: +0,22%; AEX:
-0,11% - impulsionados pelos dados macroeconómicos positivos divulgados nos EUA
relativos à manufactura, ao mesmo tempo que os investidores aguardam os
resultados de um encontro de dois dias dos líderes da Zona Euro. O sector
industrial registou hoje a performance mais positiva, com a Siemens a avançar
1,15%, após ter ganho um contracto de turbinas de vento de 50-megawatts na
Turquia, enquanto a francesa Vallourec avançou 2,01%, ainda que sem newsflow relevante
que o justifique. Nota positiva também para o sector financeiro que registou
ganhos expressivos, com destaque pra o Deutsche Bank e o francês Societe
Generale a avançarem 2,11% e 2,53%, respectivamente, apesar do primeiro sido
alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional. No
pólo oposto, o sector petrolífero registou as perdas mais significativas da
sessão, tendo a francesa Total recuado 0,40%, enquanto a italiana Eni registou
perdas de 0,72%. Nota final para a francesa Alcatel que apesar de ter anunciado
um corte de 1430 postos de trabalho em França por forma a cortar custos,
avançou 7,37% na sessão.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a
sessão em terreno misto – Nikkei: +0,22%; ShangaiComposite: -0,16%; HangSeng:
+0,08% - penalizados pelos resultados trimestrais apresentados pela Google e
pela Microsoft nos EUA, que ficaram abaixo das expectativas dos analistas. O
benchmark regional registou a primeira queda em quatro dias.
Resultados: GOOGLE
A tecnológica norte-americana reportou receitas de USD 11,3
mil mn relativas ao 3Q, valor que ficou aquém dos USD 11,8 mil mn estimados
pelos analistas. Já o EPS trimestral ajustado situou-se nos USD 9,03, novamente
aquém das estimativas que previam lucros de USD 10,65 por acção. A empresa está
a enfrentar dificuldades em obter retorno através da publicidade numa altura em
que aumenta o número de utilizadores que navegam na internet em periféricos
alternativos como os tablets ou os smartphones, onde o sucesso ao nível de
publicidade está longe de ser idêntico ao sucesso observado nos desktops. Após
o anúncio dos resultados, que ocorreu de forma inesperada durante a sessão
norte-americana alegadamente por falha da empresa responsável pela sua
publicação, os títulos recuaram cerca de 8%.
Resultados: MICROSOFT
A empresa reportou um recuou do resultado líquido de 22%
para USD 4,47 mil mn ou USD 0,53 por acção no 3Q, valores que ficaram aquém das
estimativas dos analistas que previam um EPS de USD 0,56. As vendas recuaram
7,9% para USD 16 mn, comparando negativamente com as estimativas de USD 16,4
mil mn. Os resultados reflectem a diminuição da procura por computadores
pessoais, tecnologia onde a Microsoft distribui a maioria das suas receitas,
nomeadamente através do sistema operativo Windows, que registou uma quebra
ajustada de 9%, acompanhando, em maior escala, a quebra registada ao nível da
divisão Microsoft.
Mercados: PORTUGAL
A edição de hoje do Jornal de Negócios adianta que o
Executivo terá considerado a possibilidade de concessionar a gestora
aeroportuária de forma a que o encaixe da operação pudesse mitigar o défice
orçamental de 2012. No entanto, Sérgio Monteiro – secretário de Estado dos
transportes - confirmou que o objectivo é privatizar a totalidade do capital da
empresa.
Mercados: PORTUGAL
Na sequência da recente crispação política em torno da
aprovação do OE 2013, os parceiros internacionais – FMI e Comissão Europeia –
revelam que o programa previsto tem necessariamente de avançar para Portugal
cumprir as suas “obrigações”, referindo inclusive que não existem medidas
suficientemente credíveis para o Governo avançar com medidas adicionais
significativas de corte de despesa que possam eventualmente desagravar o
aumento da carga fiscal previsto no OE 2013.
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