19 de fevereiro de 2013

Mercados: ENCERRAMENTO


Os principais índices accionistas europeus finalizaram a sessão com ganhos acima de um ponto percentual – DAX (+1,62%), CAC (+1,88%) e AEX (+1,28%) – destacando-se a outperformance evidenciada pelos sectores de materiais e farmacêutico, em particular a Bayer e ArcelorMittal que avançaram 3,61% e 2,38% respectivamente, ainda que não se observe newsflow específico relevante para o efeito. Igualmente em plano positivo, nota individual para os ganhos obtidos pela Francesa Danone que valorizou quase 6 pontos percentuais, reagindo favoravelmente à divulgação de resultados trimestrais. Em relação ao mercado de dívida manteve-se a tendência de quebra da generalidade das yields periféricas, no dia em que Espanha colocou com sucesso EUR 4 mil mn de dívida em emissões de curto prazo, situação que implicou igualmente consequências no mercado cambial – observando-se um ligeiro pick-up do Euro face à generalidade das divisas internacionais.

Mercados: ABERTURA


Os principais índices europeus iniciaram a sessão em tereno positivo – DAX (+0,58%), CAC (+0,82%) e AEX (+0,4%) – em antecipação à divulgação de dados macroeconómicos relativos ao bloco dos países da Zona-Euro. Num dia de ganhos generalizados, destaque para o sector de Health Care, com a Bayer a valorizar 2,35%, após anunciado que a farmacêutica iniciou a 3ª fase de testes para avaliar a eficácia e segurança do fármaco Eylea na Rússia, China e noutros países asiáticos. O sector de telecomunicações regista os ganhos mais reduzidos da sessão, com a Deutsche Telekom e a Telefónica a valorizarem 0,15% e 0,38% respectivamente, contrastando com as perdas de 0,24% e 0,65% registadas pela France Telecom e KPN respectivamente. Uma nota individual para a Danone, que valoriza 5,3%, após ter reportado resultados anuais que se cifraram acima das estimativas dos analistas, ainda que ao nível das margens estes tenham sido menos positivas. Destaque ainda para a Michelin, que avança 2,16%, após ter recuado mais de 9% nas últimas sessões.

O PSI 20 abriu hoje a sessão a negociar em terreno positivo, encontrando-se a valorizar cerca de meio ponto percentual, um desempenho em linha com os restantes congéneres europeus. A dominar os ganhos estão os títulos do sector financeiro, com o BCP, Banif e BPI a valorizarem 2,86%, 1,49% e 0,62%, respectivamente, enquanto o BES negoceia a avançar 0,10%. Também a Jerónimo Martins negoceia em alta, com os seus títulos a valorizarem 1,66%, isto depois de uma casa de investimento internacional ter iniciado a cobertura da retalhista com a recomendação de overweight, fixando o seu price-target em EUR 18. No pólo negativo, encontram-se seis cotadas, com a EDP Renováveis a liderar as perdas ao recuar 0,61%, sem newsflow específico que assim o justifique.

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Março (a expirar) recuaram USD 0,61 para os USD 95,25 por barril.

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas Europeus finalizaram a sessão em terreno misto, sendo que o DAX e o CAC avançaram 0,46% e 0,18% respectivamente, ao passo que o IBEX recuou 0,51%. A divulgação de números trimestrais globalmente desapontantes pressionou o sentimento geral, destacando-se na esfera sectorial a outperformance observada por algumas das principais utilities Europeias em oposição às perdas sofridas por parte do sector tecnológico, ainda que sem a observância de  newsflow específico relevante. Numa sessão em que os índices accionistas norte-americanos estiveram encerrados para celebração do feriado President´s day, factor que condicionou o sentimento e o  newsflow da própria sessão, destaque individual para as perdas sofridas pela Telefonica que recuou 1,06% depois de anunciar um profit warning justificado por oscilações cambiais desfavoráveis, ao passo que a Carlsberg desvalorizou 5,81%, na sequência da divulgação de números trimestrais que desiludiram em toda a linha a expectativa do mercado.  

Mercados: PORTUGAL


O principal índice accionista português encerrou hoje a sessão em terreno negativo, ao recuar quase meio ponto percentual (-0,45%), uma performance em linha com a generalidade dos restantes índices europeus. A liderar as perdas esteve a Sonaecom, ao desvalorizar 2,96%, num dia em que a Sonae e a France Telecom chegaram a acordo quanto à venda dos 20% de participação que a operadora francesa detinha na tecnológica nacional. Também a Portugal Telecom fechou a sessão em terreno negativo, com os seus títulos a recuarem 1,14%, isto apesar de o seu management ter anunciado que a operadora nacional continuará a investir anualmente 20 a 25% das suas receitas em novos investimentos. Já no sector financeiro, o BPI encerrou a perder 1,08%, sem newsflow específico que assim o justificasse. A impedir uma descida mais expressiva do índice estiveram o BES, a Sonae e a Zon, a avançarem 1,51%, 0,95% e 0,84%, respectivamente, igualmente sem  newsflow relevante que justificasse a sua valorização.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão em terreno negativo, com receios de que o governo introduza novas medidas para controlar os preços do imobiliário na China, enquanto no Japão o ministro das finanças elevou as  dúvidas relativas a eventuais compras de divida estrangeira com o objectivo de estimular a economia enfraquecendo a moeda. O Nikkei recuou 0,24%, com o sector de telecomunicações a registar as piores perdas da sessão.

Resultados: DANONE


A empresa reportou um resultado liquido de operações continuadas avançaram para EUR 1,82 mil mn, um valor marginalmente acima dos EUR 1,81 mil mn estimados pelos analistas. As margens operacionais quebraram em 50 pontos base para 14,2%, enquanto as vendas avançaram 5,4% numa base Like-for-Like, ultrapassando pela primeira vez os EUR 20 mil mn. Para 2013 a empresa espera que as receitas avancem no mínimo 5%, enquanto a margem operacional deverá recuar entre 30-50 pontos base. Na sequência da divulgação de resultados a empresa anunciou que pretende reduzir em 900 o número de trabalhadores na Europa.

Empresas: JERÓNIMO MARTINS


Uma casa de investimento internacional iniciou a cobertura da retalhista com a recomendação overweight, fixando o seu price-target em EUR 18.

Empresas: EDP


O management da eléctrica nacional acredita que alienação dos 4,14% de participação detidos pelo Estado português não condicionará a gestão da empresa. Em termos de estrutura accionista, concluída a reprivatização, 95% das participações passam a ser detidas por investidores estrangeiros e apenas 5% por nacionais.

Mercados: SECTOR AUTOMÓVEL


As vendas de veículos recuaram 8,5% em Janeiro, alcançando um novo mínimo.

Empresas: PORTUGAL TELECOM


O management da operadora nacional anunciou a intenção de estabelecer parcerias com os três principais canais televisivos portugueses, com vista à maximização do potencial da plataforma tecnológica.

Empresas: BAYER


A farmacêutica iniciou a 3ª fase de testes para avaliar a eficácia e segurança do fármaco Eylea na Rússia, China e em outros países asiáticos.

18 de fevereiro de 2013

Mercados: ENCERRAMENTO


Os principais índices accionistas Europeus finalizaram a sessão em terreno misto, sendo que o DAX e o CAC avançaram 0,46% e 0,18% respectivamente, ao passo que o IBEX recuou 0,51%. A divulgação de números trimestrais globalmente desapontantes pressionaram o sentimento geral, destacando-se na esfera sectorial a outperformance observada por algumas das principais utilities Europeias em oposição às perdas sofridas por parte do sector tecnológico, ainda que sem a observância de newsflow específico relevante. Numa sessão em que os índices accionistas norte-americanos estiveram encerrados para celebração do feriado President´s day, factor que condicionou o sentimento e o newsflow da própria sessão, destaque individual para as perdas sofridas pela Telefonica que recuou 1,06% depois de anunciar um profit warning justificado por oscilações cambiais desfavoráveis, ao passo que a Carlsberg desvalorizou 5,81%, na sequência da divulgação de números trimestrais que desiludiram em toda a linha a expectativa do mercado.

O principal índice accionista português encerrou hoje a sessão em terreno negativo, ao recuar quase meio ponto percentual (-0,45%), uma performance em linha com a generalidade dos restantes índices europeus. A liderar as perdas esteve a Sonaecom, ao desvalorizar 2,96%, num dia em que a Sonae e a France Telecom chegaram a acordo quanto à venda dos 20% de participação que a operadora francesa detinha na tecnológica nacional. Também a Portugal Telecom fechou a sessão em terreno negativo, com os seus títulos a recuarem 1,14%, isto apesar de o seu management ter anunciado que a operadora nacional continuará a investir anualmente 20 a 25% das suas receitas em novos investimentos. Já no sector financeiro, o BPI encerrou a perder 1,08%, sem newsflow específico que assim o justificasse. A impedir uma descida mais expressiva do índice estiveram o BES, a Sonae e a Zon, a avançarem 1,51%, 0,95% e 0,84%, respectivamente, igualmente sem newsflow relevante que justificasse a sua valorização.
Não se observou a divulgação de dados macroeconómicos relevantes nesta data.

Mercados: ABERTURA


Os principais índices europeus iniciaram a sessão em terreno maioritariamente negativo – DAX (+0,15%), CAC (-0,30%) e AEX (-0,09%) – após a realização da cimeira do G20 onde os líderes políticos se abstiveram de censurar a política cambial nipónica. Na esfera sectorial realce para a outperformance do sector de materiais, com a BASF a valorizar 1,33% na sessão, ainda que sem newsflow específico. No polo oposto o sector de telecomunicações é o mais penalizado, com a Telefónica a recuar 1,99% na sessão, após a empresa anunciar que os resultados relativos a 2012 deverão ser penalizados por perdas antes de impostos de USD 585 mn, resultantes da exposição ao mercado cambial. Uma nota individual para a Metro, que valoriza 1,515 na sessão, após noticiado que equipa de gestão da empresa procura o regresso da retalhista alemã ao DAX.

O PSI 20 está a negociar em terreno negativo (-0,53%), em linha com os restantes congéneres europeus. Os títulos da Sonaecom, Portugal Telecom e EDP são dos que mais desvalorizam, estando a recuar neste momento 3,02%, 0,87% e 0,77%, respectivamente. Em termos de newsflow relevante, foi hoje noticiado que a France Telecom e a Sonae chegaram a acordo sobre a venda dos 20% que a operadora francesa detém na empresa nacional, encontrando-se o preço dependente da fusão entre a ZON e Optimus se concretizar ou não. A explicar as quedas da Portugal Telecom poderá estar o facto da Oi, operadora telefónica brasileira detida pela PT, ter sido multada em EUR 13,2 mn por prestação de serviços de má qualidade. Do lado dos ganhos, encontram-se apenas três cotadas: a Sonae, a Zon e o BES, a valorizarem 0,27%, 0,52% e 0,58%, respectivamente, sem newsflow específico que assim o justifique, com excepção do acordo entre a Sonae e a France Telecom já referenciado.

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica destaque nos EUA para o Empire Manufaturing que registou uma leitura de 10,04, significativamente acima da leitura negativa de 2 pontos registada no mês de Fevereiro. Já a Produção Industrial recuou 0,1%, quando se antecipava um avanço de 0,2% no mês de Janeiro. Realce ainda para o indicador de confiança da Universidade de Michigan, que registou uma leitura de 76,3 no mês de Fevereiro, acima dos 74,8 estimados pelos analistas.

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Março recuaram USD 0,41 para os USD 95,45 por barril, agravando as perdas observadas na última sessão.

Mercados: EUA


Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão a sessão em terreno negativo, corrigindo face aos ganhos das últimas sessões, num dia em que foi divulgado um conjunto de dados macroeconómicos na região O S&P 500 recuou 0,10%, com o sector de Oil&Gas a registar as maiores perdas. Também o Nasdaq recuou 0,24%, enquanto o Dow Jones Industrial Average avançou 0,06%.

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas europeus encerram a semana em terreno negativo – DAX: -0,49%; CAC: -0,25%; AEX: -0,69% - num dia pautado pela divulgação de resultados empresariais, enquanto os líderes das nações do G20 se reúnem em Moscovo durante o fim-de-semana. O sector das telecomunicações registou hoje a performance mais negativa, com a Deutsche Telekom, a France Telecom e a Telefónica a recuarem 3,27%, 1,36% e 2,03%, respectivamente, a primeira no seguimento de  o maior  accionista da MetroPCS Communications  ter anunciado que se vai opor ao negócio com a unidade T-Mobile da  operadora alemã. Também a Gamesa recuou 1,45%, após ter anunciado que prevê registar perdas de USD 861 mn no FY12, devido a custos com a reestruturação. Já no pólo positivo, o sector dos serviços de consumo protagonizou a performance mais positiva, com a Vivendi a avançar 1,88%. A francesa PPR registou ganhos d 7,63%, no seguimento da divulgação de resultados que surpreenderam positivamente os analistas. Também a italiana Eni reportou resultados anuais que ficaram acima das expectativas dos analistas, tendo avançado 2,14% na sessão.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice accionista nacional encerrou a sessão de hoje em terreno negativo ao recuar 0,71%, uma performance alinhada com os restantes congéneres europeus. A dominar as perdas da sessão estiveram os títulos da Portugal Telecom, ao desvalorizarem 1,90%, em linha com a performance sectorial ao nível europeu, e os da Galp, ao caírem 1,22%, sem newsflow específico que justificasse a tendência negativa. Já a EDP recuou 0,43%, um dia depois do Estado português ter alienado a totalidade das participações que detinha na eléctrica nacional. Do lado dos ganhos, com apenas dois constituintes do PSI20 a registarem performances positivas, destaque para a Sonae Industria, que valorizou 1,67% e protagonizou a performance mais positiva da sessão, e para a Jerónimo Martins, a avançar 0,35%, ainda que não se tenha verificado a existência de qualquer tipo de newsflow empresarial de relevo.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, avançando para máximos de 18 meses, impulsionados pela performance do índice nipónico, Nikkei, que avançou 2,09% na sessão, com todos os sectores a encerrarem positivos.