11 de março de 2013

Resultados: SONAECOM


A holding portuguesa que detém a Optimus anunciou resultados líquidos na ordem dos EUR 75,4 mn em 2012, um aumento de 21,1% face a 2011. O volume de negócios recuou 4,4% para EUR 825,4 mn enquanto o EBITDA avançou 4,5% para EUR 246 mn, beneficiando de uma redução dos custos operacionais em 7,6% para EUR 588,7 mn, tendo a margem EBITDA avançando para 29,8%. A empresa acrescentou que a quebra das receitas foi inferior à do mercado pelo que registou ganhos ao nível da quota de mercado em 2012. Os resultados financeiros alcançaram um valor negativo de EUR 14 mn, devido a um aumento do nível médio da dívida líquida e maiores custos da dívida. A empresa prevê pagar um dividendo de EUR 0,12 por acção, o que traduz uma subida de 71% na remuneração aos accionistas.

Mercados: PORTUGAL


O fundo soberano da Noruega reduziu em 44% as aplicações em Portugal. No final de 2012 o mesmo deixou de ter dívida pública portuguesa e reduziu a sua posição em 14 acções cotadas.

Empresas: JERÓNIMO MARTINS


A retalhista portuguesa inaugura na próxima quarta-feira duas lojas e um centro de distribuição na Colômbia. Ara é a marca com a qual o grupo Jerónimo Martins vai arrancar no mercado colombiano, a sua terceira geografia, prevendo a abertura entre 30 a 40 lojas este ano. De acordo com o management, o investimento em 2013 neste mercado é de EUR 100 mn.

Empresas: ZON / SONAECOM


A empresária angolana Isabel dos Santos e a Sonaecom, proprietária da Optimus, têm até esta quinta-feira, dia 14, para entregar à CMVM o pedido de derrogação do dever de lançamento de uma OPA na fusão entre a Zon e a Optimus. Esta é uma condição imposta pelos principais accionistas das duas operadoras para que a operação se concretize e que já foi aprovada pelos accionistas em assembleia-geral extraordinária.

Mercados: Sector Automóvel


As vendas de veículos de passageiros na China, durante o mês de Fevereiro, atingiram os 1,11 milhões de unidades, uma quebra de 8,34% (YoY), ainda assim acima das expectativas dos analistas de cerca de 999 mil unidades.

Mercados: ITÁLIA


A agência de notação financeira Fitch baixou o rating de Itália de A- para BBB+, com outlook negativo.

Mercados: FIAT


A construtora automóvel italiana renovou 70 mil contractos com os trabalhadores em Itália.

Empresas: AHOLD


A empresa inicia hoje um programa de recompra de acções próprias no valor de EUR 500 mn.

Empresas: KPN


A empresa foi alvo de downgrades por parte de diferentes casas de investimento internacionais. 

Empresas: MERCK KGAA


A empresa foi alvo de downgrades por parte de diferentes casas de investimento internacionais. 

Empresas: ARCELOR MITTAL


A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

8 de março de 2013

Mercados: EUROPA - ABERTURA


Os principais índices accionistas europeus iniciam a última sessão da semana em terreno positivo – DAX: +0,53%; CAC: +0,78%; AEX: +0,65% - impulsionado pelos dados positivos relativos ao crescimento económico no Japão, ao mesmo tempo que os investidores aguardam dados provenientes dos EUA relativos à criação de emprego. O sector das telecomunicações regista hoje a performance mais positiva da sessão, com a France Telecom, KPN e Telefónica a avançarem 3,24%, 2,81%e 2%, respectivamente. Ainda no pólo positivo, a Delhaize regista ganhos de 5,53% na sessão, após a divulgação de resultados empresariais na sessão anterior, tendo esta sido ainda alvo de upgrades por parte de diferentes casas de investimento internacional. Nota ainda para a francesa Lagardere, que avança 4,28%, no seguimento da divulgação de resultados anuais que superaram as expectativas dos analistas. No pólo negativo, o sector tecnológico protagoniza a performance mais negativa da sessão, com a ASML a recuar perto de 1%, ainda que sem newsflow de relevo que assim o justifique.

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica destaque nos EUA para a Balança Comercial do mês de Janeiro, que se revelou negativa em USD 44,4 mil mn, quando se antecipava – USD 42,6 mil mn. Realce ainda na região para os pedidos semanais de subsídio de desemprego que se situaram nos 340 mil, abaixo dos 355 mil estimados. Destaque na esfera europeia para a taxa de juro directora da Zona-Euro que se manteve inalterada no 0,75%, enquanto no Reino Unido a taxa directora se manteve igualmente inalterada nos 0,5%.

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Abril recuaram USD 0,13 para os USD 91,43 por barril.

Mercados: EUA


Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo, após comentários benéficos por parte do Fed e dos discursos do BCE e do BOE em torno da continuação dos apoios à economia. O S&P 500 avançou 0,18%, com o sector financeiro a liderar os ganhos. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average recuaram 0,25% e 0,23% respectivamente.

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX – (+0,26%), CAC (+0,53%) e AEX (+0,15%) – num dia em que um conjunto alargado de empresas europeias apresentou resultados e em que o BCE manteve inalterada a taxa de juro directora. Na esfera sectorial realce para os ganhos do sector de bens de consumo, impulsionado pela L’Oreal e Adidas que valorizaram 2,38% e 6,57% respectivamente, o segundo na sequência da divulgação de resultados trimestrais. No polo oposto destaque para o sector de materiais, com a BASF e ArcelorMittal a recuarem 0,11% e 0,31% respectivamente. Destaque ainda ao nível individual para a Carrefour, Delhaize, Merck KgaA e Saint-Gobain que valorizaram 2,88%, 4,38%, 2,89% e 3,13% respectivamente, após terem divulgado resultados no dia de hoje.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice accionista português encerrou a sessão em terreno positivo, a avançar 0,71%, um desempenho em linha com os restantes pares europeus, num dia em que a Standard & Poor’s elevou o outlook para o rating da República portuguesa de Negativo para Estável. A impulsionar os ganhos do PSI 20 estiveram os títulos da PT, BES e REN, a valorizarem 2,23%, 2,08% e 1,77%, respectivamente, num dia em que a última divulgará os resultados referentes ao exercício 2012. Destaque igualmente para a Galp, que avançou 1,59%, depois de uma casa de investimento internacional ter revisto em alta o seu price-target. A impedir ganhos mais expressivos esteve a Jerónimo Martins, BPI e ZON ao recuarem 0,95%, 0,94% e 0,44%, respectivamente, num dia em que o projecto de fusão entre a ZON e a Optimus foi aprovado em Assembleia-Geral de accionistas da ZON.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, beneficiando de dados macroeconómicos no Japão que mostram que a economia nipónica saiu da recessão e de dados relativos às exportações na China que foram significativamente melhores que o esperado. O Nikkei avançou 2,64%, com o sector de serviços a registar ganhos bastante significativos.

Resultados: ALTRI


A empresa de produção de pasta de papel obteve lucros de EUR 52,2 mn em 2012, uma subida de 131% face a 2011.O volume de vendas aumentou 11,6% para EUR 542,8 mn. A empresa registou igualmente um incremento de 12% nas suas exportações. O EBITDA totalizou EUR 143,1 mn, um crescimento de 27% em comparação com 2011, com a margem EBITDA a atingir 26,4%, mais 3,1 pp. A receita líquida energética associada à cogeração e a outros derivados florestais atingiu cerca de EUR 28,2 mn, um decréscimo de 9%, derivado do aumento do preço de aquisição de energia eléctrica registado em 2012. A empresa realizou investimentos totais de EUR 16,7 mn ao mesmo tempo que reduziu o seu endividamento líquido em EUR 59 mn para EUR 619,7 mn.

Resultados: REN


Os lucros da eléctrica nacional cresceram 2,7% em 2012, face ao ano anterior, totalizando EUR 123,9 mn, um resultado ligeiramente abaixo dos EUR 130,3 mn estimados pelos analistas. O crescimento dos resultados reflecte o aumento das receitas com a base de activos regulada, que cresceu 6,1% para EUR 3,38 mil mn. O EBITDA cresceu 8,9% para EUR 514,6 mn. Já o resultado líquido recorrente deteriorou-se 8,3% face a lucros que teriam sido de 131,0 milhões de euros, em 2011, não fosse o efeito de itens não recorrentes. Os encargos financeiros aumentaram 31,6% para EUR 136 mn e a dívida liquida cresceu 8,7% para EUR 2,51 mil mn. O investimento caiu 42,5%, para EUR 201,1 mn. Para 2013, o management anunciou que até 2016 prevê que o EBITDA cresça a uma média anual entre 3% e 5%.