15 de março de 2013

Empresas: BOUYGUES


A empresa francesa recebeu a aprovação do regulador para iniciar o serviço 4G a partir de 1 de Outubro. 

Empresas: ROYAL DUTCH SHELL


A empresa irá necessitar de autorização norte-americana para retomar as operações na costa do Alasca.

Empresas: VIVENDI


A empresa suspendeu a venda da unidade de telecomunicações brasileira após não ter conseguido propostas satisfatórias para a unidade que a empresa avalia em mais de USD 10 mil mn.

Empresas: PEUGEOT


O grupo PSA Peugeot Citroën vendeu a sua participação no BNP Paribas por EUR 177 mn. Com este passo a fabricante francesa terá pretendido melhorar a sua situação financeira. A emissão de EUR 1000 mnde obrigações no último mês, bem como a venda das participações na Gefco e na Citer foram também realizadas com o mesmo objectivo.

14 de março de 2013

Mercados: EUROPA - ABERTURA


Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno praticamente inalterado – DAX (+0,06%), CAC (-0,10%) e AEX (-0,01%) – com um conjunto de resultados empresariais menos positivos a ofuscarem os bons dados macroeconómicos ao nível das vendas a retalho nos EUA. Na esfera sectorial realce para os ganhos do sector de Health Care, com a Merck KgaA a avançar 0,58% na sessão. No polo oposto destaque para as perdas registadas pelo sector financeiro, penalizado pelo recuo de 9,72% protagonizado pelo Commerzbank na sequência do anuncio relativo a um aumento de capital de EUR 2,5 mil mn. Ao nível individual realce para a Inditex, que desvalorizou 2,58%, após ter divulgado um EBITDA relativo ao exercício de 2012 que ficou aquém das estimativas e para a Infineon, que recuou 2,36%, após uma casa de investimento internacional afirmar que a recuperação das margens para cerca de 15% poderá levar mais tempo que o estimado pelo consenso de mercado.

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica, realce nos EUA para a divulgação do indicador referente às vendas a retalho que ostentaram um incremento de 1,1% no mês de Fevereiro (vs +0,5% estimados), ao passo que o mesmo indicador excluindo automóveis avançou 1% (vs +0,5 antecipados) no mesmo período. Já na Europa, destaque para a divulgação do indicador de Produção Industrial que em Janeiro exibiu um declínio numa base mensal de 0,4% (vs -0,1% esperados) e numa base anual de -1,3% (vs -2,0% estimados).

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Abril mantiveram-se praticamente inaltrados face ao período anterior, tendo recuado USD 0,02 para USD 92,52, o que representa uma desvalorização de 0,02%.

Mercados: EUA


Os principais índices accionistas norte-americanos encerram a sesão em terreno misto – SPX: +0,13%; NDX: -0,08%; Dow Jones: +0,04% - marcando o rally mais extenso do índice Dow Jones desde 1996, ao mesmo tempo que se verificou uma valorização no dollar, impulsionado pelo aumento das vendas a retalho nos EUA que levou ao reforçar do optimismo dos investidores. 

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno praticamente inalterado – DAX (+0,06%), CAC (-0,10%) e AEX (-0,01%) – com um conjunto de resultados empresariais menos positivos a ofuscarem os bons dados macroeconómicos ao nível das vendas a retalho nos EUA. Na esfera sectorial realce para os ganhos do sector de Health Care, com a Merck KgaA a avançar 0,58% na sessão. No polo oposto destaque para as perdas registadas pelo sector financeiro, penalizado pelo recuo de 9,72% protagonizado pelo Commerzbank na sequência do anuncio relativo a um aumento de capital de EUR 2,5 mil mn. Ao nível individual realce para a Inditex, que desvalorizou 2,58%, após ter divulgado um EBITDA relativo ao exercício de 2012 que ficou aquém das estimativas e para a Infineon, que recuou 2,36%, após uma casa de investimento internacional afirmar que a recuperação das margens para cerca de 15% poderá levar mais tempo que o estimado pelo consenso de mercado.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice accionista nacional encerra a sessão praticamente inalterado face à sessão anterior (+0,04%), numa sessão em que a Europa registou um comportamento misto. A dominar os ganhos da sessão esteve a Altri, que registou uma valorização de 1,33%, seguida pela Sonae e Sonaecom, que avançaram 1,02% e 0,64%, respectivamente, no dia em que a primeira reportou resultados anuais referentes a 2012 que registaram uma quebra significativa do resultado líquido face ao período homólogo. Também a Jerónimo Martins regista hoje uma performance positiva, avançando 0,06%, no dia em que procedeu à inauguração da primeira loja na Colômbia, nova geografia do grupo. Já no pólo negativo, a REN protagonizou a performance mais negativa da sessão, recuando 1,16%, seguida pela Mota-Engil, que desvalorizou 1,15%, enquanto o sector financeiro registou uma performance maioritariamente negativa – BCP: -0,91%; BPI: -0,85%; BES: +0,10% - ainda que não se verifique qualquer newsflow empresarial de relevo que assim o justifique. 

Mercados: ÁSIA


Os principais índices accionistas asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo – Nikkei: +1,16%; Shangai Composite: +0,28%; HangSeng: +0,28% - impulsionados pelos sectores dos materiais, ao mesmo tempo que cresce a especulação em torno da China e da possibilidade de se iniciarem esforços para ajudar o mercado imobiliário no país, ao mesmo tempo que os bancos em Hong Kong aumentaram as taxas de juro dos empréstimos imobiliários. 

Resultados: ENEL


O grupo energético italiano reportou um resultado líquido de EUR 865 mn em 2012, desempenho que representa uma diminuição de 79% em comparação com os ganhos de EUR 4,11 mil mn obtidos em 2011. O volume de negócios totalizou EUR 84,88 mil mn, aumentando 6,8% em relação à receita de EUR 79,51 mil mn contabilizada em 2011. Por seu lado, o EBITDA fixou-se nos EUR 16,73 mil mn, recuando 4,9 pp em termos homólogos, penalizado pela redução da margem de geração em Itália e pelas alterações no seu perímetro de consolidação. O plano industrial da Enel para o período 2013-2017 contempla o reforço da sua estrutura patrimonial, estando previsto um plano de vendas no valor de EUR 6 mil mn, para além da emissão de instrumentos híbridos.

Empresas: BPI


O banco português antecipou o reembolso de EUR 200 mn ao Estado em obrigações de capital contingente. Com este reembolso, o montante de obrigações subordinadas de conversão contingente que se encontram na titularidade do Estado português foi reduzido de EUR 1.200 mn para EUR 1.000 mn.

Empresas: BRISA


A Tagus, veículo que reúne as participações do Grupo José de Mello e do fundo Arcus na Brisa, oferece uma contrapartida de EUR 2,10 por acção a todos os accionistas minoritários da concessionária de auto-estradas, com o objectivo de para tirá-la da bolsa.

Empresas: REN


Uma casa de investimento internacional reviu em baixa o price-target da distribuidora eléctrica nacional de EUR 2,40 para EUR 2,30, mantendo a recomendação de “sell/neutral”.

Empresas: PORTUGAL TELECOM


A Autoridade da Concorrência tornou hoje público de que foi notificada do negócio que poderá determinar a reentrada da Portugal Telecom na Sport TV. 

Empresas: SONAE


A retalhista portuguesa já começou a sua expansão para a China, na área de retalho especializado, através da exportação da Zippy, a sua marca de vestuário infantil.

Empresas: KPN

A empresa foi alvo de upgrades por parte de uma casa de investimento internacional. 

Empresas: DELHAIZE


A empresa foi alvo de upgrades por parte de uma casa de investimento internacional. 

Empresas: LUFTHANSA


A companhia aérea alemã Lufthansa anunciou que irá encomendar 100 novos Airbus, num esforço de renovação da sua frota com aviões mais eficientes em termos de consumo.