15 de março de 2013

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica, realce nos EUA para a divulgação do número de novos pedidos semanais de subsídio de desemprego que totalizaram 332 mil (vs 350 mil estimados), ao passo que o número agregado fixou-se nos 3,02 mil mn (ligeiramente abaixo dos 3,09 mil mn do consenso). O saldo da Balança de Conta Corrente nos EUA atingiu USD 110,4 mil mn, ainda assim um valor mais baixo face ao défice de USD 112,5 mil em que se situava a projecção média da comunidade de analistas. Já o Índice de Preços do Produtor registou um agravamento de 1,7% (vs 1,8% estimados) numa base anualizada e um agravamento de 0,7% numa base mensal – registo que coincidiu com as expectativas do mercado. 

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Abril avançaram USD 0,34 para USD 93,37 por barril.

Mercados: EUA


Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo, impulsionados por dados macroeconómicos positivos ao nível do mercado de trabalho. O S&P 500 avançou 0,56%, com todos os sectores a registarem ganhos na sessão. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average valorizaram 0,31% e 0,58% respectivamente.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice nacional encerrou a sessão a valorizar 2,55%, uma performance francamente superior à dos restantes índices europeus. Num dia de ganhos generalizados, realce para as valorizações menos expressivas da Galp, que avançou 1,08% na sessão, movimento acompanhado pelo sector financeiro com o BPI, BES e BCP a valorizarem 1,21%, 1,76% e 1,83% respectivamente. A REN registou igualmente ganhos na sessão, ao avançar 1,89%, após ter visto o seu price-target revisto em baixa por parte de uma casa de investimento internacional. A Portugal Telecom avançou 4,04% no dia, acompanhando o movimento observado ao nível sectorial. Também a Zon e a Sonaecom valorizaram 4,11% e 5,51% respectivamente, em antecipação à Anacom que divulgará amanhã um parecer sobre a proposta de fusão entre a Zon e a Optimus.

Mercados: Europa


Os principais índices accionistas europeus encerram a sessão em terreno positivo – DAX: +1,10%; CAC: +0,93%; AEX: +1,09% - avançando para próximo de máximos de mais de 4 anos, ao mesmo tempo que os líderes da Zona Euro se reúnem em Bruxelas para um encontro de dois dias, e enquanto os dados relativos ao desemprego nos EUA surpreenderam positivamente os analistas. O sector das telecomunicações registou hoje a performance mais positiva da sessão, com a France Telecom a avançar 6,61%, seguida da Telefonica e da Deutsche Telekom, tendo estas avançado 3,98% e 2,06%. Também o sector das utilities registou uma valorização significativa, co a Iberdrola a avançar 3,14% e a RWE a valorizar 1,43%, ainda que sem newsflow de relevo que assim o justifique. Já no pólo oposto, o sector dos bens de consumo regista a performance menos positiva da sessão, com o sector de retalho a performar abaixo da média dos restantes sectores europeus. Neste contexto insere-se a espanhola Inditex, que recuou 1,70% na sessão, ainda no seguimento da apresentação de resultados anuais, e ainda após ter sido alvo de downgrades por parte de diferentes casas de investimento internacionais.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, beneficiando igualmente de dados macroeconómicos positivos no bloco norte-americano e da nomeação de Haruhiko Kuroda (defensor de políticas de estímulo agressivas) como novo governador do Banco Central do Japão. O Nikkei valorizou 1,45%, com todos os sectores a registarem ganhos.

Empresas: ZON - OPTIMUS


A CMVM tem dez dias úteis para decidir dispensa da OPA na operação entre Zon e Optimus. Por sua vez, a ERC, Entidade Reguladora para a Comunicação Social, já deu, na semana passada, o seu aval para que a operação tenha futuro.

Mercados: PORTUGAL


O IGCP irá realizar no próximo dia 20 de Março pelas 10h30 horas dois leilões das linhas de Bilhetes do Tesouro com maturidades em 21 de Junho de 2013 e 19 de Setembro de 2014, com um montante indicativo global entre EUR 1.250 mn e EUR 1.500 mn.

Empresas: MOTA-ENGIL


 A procura pelas obrigações que a Mota-Engil esteve a vender no retalho foi quatro vezes superior aos títulos que a construtora tinha para oferta. Com esta operação a Mota-Engil encaixa EUR 175 mn, quando inicialmente o objectivo era arrecadar EUR 75 mn. 

Empresas: BRISA


Cinco hedge funds com acções da Brisa enviaram um requerimento à CMVM a pedir para o preço de EUR 2,10 oferecido pela Tagus ser recusado. Pedem a nomeação de um banco de investimento internacional para estipular o preço.

Empresas: BES


O banco reforçou a sua presença em Espanha, com a abertura do primeiro balcão nas Ilhas Baleares esta semana, elevando a sua presença para 27 balcões no país. A actividade da sucursal do BES em Espanha apresentou um resultado líquido de EUR 13,2 mn em 2012. O BES tenciona desenvolver o seu negócio nas Ilhas Baleares tanto no segmento da banca privada e patrimonial como no segmento empresarial. 

Empresas: BOUYGUES


A empresa francesa recebeu a aprovação do regulador para iniciar o serviço 4G a partir de 1 de Outubro. 

Empresas: ROYAL DUTCH SHELL


A empresa irá necessitar de autorização norte-americana para retomar as operações na costa do Alasca.

Empresas: VIVENDI


A empresa suspendeu a venda da unidade de telecomunicações brasileira após não ter conseguido propostas satisfatórias para a unidade que a empresa avalia em mais de USD 10 mil mn.

Empresas: PEUGEOT


O grupo PSA Peugeot Citroën vendeu a sua participação no BNP Paribas por EUR 177 mn. Com este passo a fabricante francesa terá pretendido melhorar a sua situação financeira. A emissão de EUR 1000 mnde obrigações no último mês, bem como a venda das participações na Gefco e na Citer foram também realizadas com o mesmo objectivo.

14 de março de 2013

Mercados: EUROPA - ABERTURA


Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno praticamente inalterado – DAX (+0,06%), CAC (-0,10%) e AEX (-0,01%) – com um conjunto de resultados empresariais menos positivos a ofuscarem os bons dados macroeconómicos ao nível das vendas a retalho nos EUA. Na esfera sectorial realce para os ganhos do sector de Health Care, com a Merck KgaA a avançar 0,58% na sessão. No polo oposto destaque para as perdas registadas pelo sector financeiro, penalizado pelo recuo de 9,72% protagonizado pelo Commerzbank na sequência do anuncio relativo a um aumento de capital de EUR 2,5 mil mn. Ao nível individual realce para a Inditex, que desvalorizou 2,58%, após ter divulgado um EBITDA relativo ao exercício de 2012 que ficou aquém das estimativas e para a Infineon, que recuou 2,36%, após uma casa de investimento internacional afirmar que a recuperação das margens para cerca de 15% poderá levar mais tempo que o estimado pelo consenso de mercado.

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica, realce nos EUA para a divulgação do indicador referente às vendas a retalho que ostentaram um incremento de 1,1% no mês de Fevereiro (vs +0,5% estimados), ao passo que o mesmo indicador excluindo automóveis avançou 1% (vs +0,5 antecipados) no mesmo período. Já na Europa, destaque para a divulgação do indicador de Produção Industrial que em Janeiro exibiu um declínio numa base mensal de 0,4% (vs -0,1% esperados) e numa base anual de -1,3% (vs -2,0% estimados).

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Abril mantiveram-se praticamente inaltrados face ao período anterior, tendo recuado USD 0,02 para USD 92,52, o que representa uma desvalorização de 0,02%.

Mercados: EUA


Os principais índices accionistas norte-americanos encerram a sesão em terreno misto – SPX: +0,13%; NDX: -0,08%; Dow Jones: +0,04% - marcando o rally mais extenso do índice Dow Jones desde 1996, ao mesmo tempo que se verificou uma valorização no dollar, impulsionado pelo aumento das vendas a retalho nos EUA que levou ao reforçar do optimismo dos investidores. 

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno praticamente inalterado – DAX (+0,06%), CAC (-0,10%) e AEX (-0,01%) – com um conjunto de resultados empresariais menos positivos a ofuscarem os bons dados macroeconómicos ao nível das vendas a retalho nos EUA. Na esfera sectorial realce para os ganhos do sector de Health Care, com a Merck KgaA a avançar 0,58% na sessão. No polo oposto destaque para as perdas registadas pelo sector financeiro, penalizado pelo recuo de 9,72% protagonizado pelo Commerzbank na sequência do anuncio relativo a um aumento de capital de EUR 2,5 mil mn. Ao nível individual realce para a Inditex, que desvalorizou 2,58%, após ter divulgado um EBITDA relativo ao exercício de 2012 que ficou aquém das estimativas e para a Infineon, que recuou 2,36%, após uma casa de investimento internacional afirmar que a recuperação das margens para cerca de 15% poderá levar mais tempo que o estimado pelo consenso de mercado.