11 de março de 2013

Empresas: MERCK KGAA


A empresa foi alvo de downgrades por parte de diferentes casas de investimento internacionais. 

Empresas: ARCELOR MITTAL


A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

8 de março de 2013

Mercados: EUROPA - ABERTURA


Os principais índices accionistas europeus iniciam a última sessão da semana em terreno positivo – DAX: +0,53%; CAC: +0,78%; AEX: +0,65% - impulsionado pelos dados positivos relativos ao crescimento económico no Japão, ao mesmo tempo que os investidores aguardam dados provenientes dos EUA relativos à criação de emprego. O sector das telecomunicações regista hoje a performance mais positiva da sessão, com a France Telecom, KPN e Telefónica a avançarem 3,24%, 2,81%e 2%, respectivamente. Ainda no pólo positivo, a Delhaize regista ganhos de 5,53% na sessão, após a divulgação de resultados empresariais na sessão anterior, tendo esta sido ainda alvo de upgrades por parte de diferentes casas de investimento internacional. Nota ainda para a francesa Lagardere, que avança 4,28%, no seguimento da divulgação de resultados anuais que superaram as expectativas dos analistas. No pólo negativo, o sector tecnológico protagoniza a performance mais negativa da sessão, com a ASML a recuar perto de 1%, ainda que sem newsflow de relevo que assim o justifique.

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica destaque nos EUA para a Balança Comercial do mês de Janeiro, que se revelou negativa em USD 44,4 mil mn, quando se antecipava – USD 42,6 mil mn. Realce ainda na região para os pedidos semanais de subsídio de desemprego que se situaram nos 340 mil, abaixo dos 355 mil estimados. Destaque na esfera europeia para a taxa de juro directora da Zona-Euro que se manteve inalterada no 0,75%, enquanto no Reino Unido a taxa directora se manteve igualmente inalterada nos 0,5%.

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Abril recuaram USD 0,13 para os USD 91,43 por barril.

Mercados: EUA


Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em terreno positivo, após comentários benéficos por parte do Fed e dos discursos do BCE e do BOE em torno da continuação dos apoios à economia. O S&P 500 avançou 0,18%, com o sector financeiro a liderar os ganhos. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average recuaram 0,25% e 0,23% respectivamente.

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno positivo – DAX – (+0,26%), CAC (+0,53%) e AEX (+0,15%) – num dia em que um conjunto alargado de empresas europeias apresentou resultados e em que o BCE manteve inalterada a taxa de juro directora. Na esfera sectorial realce para os ganhos do sector de bens de consumo, impulsionado pela L’Oreal e Adidas que valorizaram 2,38% e 6,57% respectivamente, o segundo na sequência da divulgação de resultados trimestrais. No polo oposto destaque para o sector de materiais, com a BASF e ArcelorMittal a recuarem 0,11% e 0,31% respectivamente. Destaque ainda ao nível individual para a Carrefour, Delhaize, Merck KgaA e Saint-Gobain que valorizaram 2,88%, 4,38%, 2,89% e 3,13% respectivamente, após terem divulgado resultados no dia de hoje.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice accionista português encerrou a sessão em terreno positivo, a avançar 0,71%, um desempenho em linha com os restantes pares europeus, num dia em que a Standard & Poor’s elevou o outlook para o rating da República portuguesa de Negativo para Estável. A impulsionar os ganhos do PSI 20 estiveram os títulos da PT, BES e REN, a valorizarem 2,23%, 2,08% e 1,77%, respectivamente, num dia em que a última divulgará os resultados referentes ao exercício 2012. Destaque igualmente para a Galp, que avançou 1,59%, depois de uma casa de investimento internacional ter revisto em alta o seu price-target. A impedir ganhos mais expressivos esteve a Jerónimo Martins, BPI e ZON ao recuarem 0,95%, 0,94% e 0,44%, respectivamente, num dia em que o projecto de fusão entre a ZON e a Optimus foi aprovado em Assembleia-Geral de accionistas da ZON.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, beneficiando de dados macroeconómicos no Japão que mostram que a economia nipónica saiu da recessão e de dados relativos às exportações na China que foram significativamente melhores que o esperado. O Nikkei avançou 2,64%, com o sector de serviços a registar ganhos bastante significativos.

Resultados: ALTRI


A empresa de produção de pasta de papel obteve lucros de EUR 52,2 mn em 2012, uma subida de 131% face a 2011.O volume de vendas aumentou 11,6% para EUR 542,8 mn. A empresa registou igualmente um incremento de 12% nas suas exportações. O EBITDA totalizou EUR 143,1 mn, um crescimento de 27% em comparação com 2011, com a margem EBITDA a atingir 26,4%, mais 3,1 pp. A receita líquida energética associada à cogeração e a outros derivados florestais atingiu cerca de EUR 28,2 mn, um decréscimo de 9%, derivado do aumento do preço de aquisição de energia eléctrica registado em 2012. A empresa realizou investimentos totais de EUR 16,7 mn ao mesmo tempo que reduziu o seu endividamento líquido em EUR 59 mn para EUR 619,7 mn.

Resultados: REN


Os lucros da eléctrica nacional cresceram 2,7% em 2012, face ao ano anterior, totalizando EUR 123,9 mn, um resultado ligeiramente abaixo dos EUR 130,3 mn estimados pelos analistas. O crescimento dos resultados reflecte o aumento das receitas com a base de activos regulada, que cresceu 6,1% para EUR 3,38 mil mn. O EBITDA cresceu 8,9% para EUR 514,6 mn. Já o resultado líquido recorrente deteriorou-se 8,3% face a lucros que teriam sido de 131,0 milhões de euros, em 2011, não fosse o efeito de itens não recorrentes. Os encargos financeiros aumentaram 31,6% para EUR 136 mn e a dívida liquida cresceu 8,7% para EUR 2,51 mil mn. O investimento caiu 42,5%, para EUR 201,1 mn. Para 2013, o management anunciou que até 2016 prevê que o EBITDA cresça a uma média anual entre 3% e 5%. 

Resultados: COFINA


O grupo de media obteve um resultado líquido de EUR 3,9 mn em 2012, recuando 17,1% face aos EUR 4,8 mn de lucros obtidos em 2011. As receitas totalizaram EUR 113,3 mn em 2012, uma redução de 10,5% face aos EUR 126,7 mn registados em 2011. O EBITDA desceu 16,3% para os EUR 16,5 mn. As receitas publicitárias cifraram-se nos EUR 39,6 mn, o que espelha um recuo de 20,5% face aos EUR 49,8 mn do ano anterior. Já as receitas de circulação recuaram 7%, para os EUR 60,1 mn. Os custos operacionais da holding foram de EUR 96,8 mn em 2012, reflectindo uma queda de 9,5% face aos EUR 106,9 mn de 2011.

Resultados: LAGARDERE


A empresa francesa reportou um resultado líquido relativo a 2012 de EUR 89 mn, tendo reportado imparidades com a participação no Canal + de EUR 43 mn. O dividendo manter-se-á estável face ao valor distribuído no ano anterior. A equipa de gestão espera que o ano de 2013 seja igualmente bastante desafiante.

Empresas: MOTA-ENGIL


A construtora portuguesa aumentou a oferta de obrigações iniciais de EUR 75 mn para EUR 175 mn. Os títulos pagam um cupão de 6,85% e podem ser subscritos até dia 13 de Março.

Empresas: REN


A empresa nacional prevê a entrada no mercado de Omã já em 2013, em parceria estratégica na área do gás natural com a empresa Oman Oil, que detém 15% da REN. Foi ainda anunciado que está em estudo uma possível entrada, logo que possível, no mercado latino-americano, em países como a Colômbia e o Chile. 

Empresas: LAGARDERE


O CEO da empresa anunciou a venda da participação na EADS até ao final do mês de Julho desde ano.

7 de março de 2013

Mercados: EUROPA (abertura)


Os principais índices accionistas Europeus iniciaram a sessão com ganhos em torno de meio ponto percentual – DAX (+0,34%), CAC (+0,65%) e IBEX (+0,80%) – acentuando assim a tendência de recuperação técnica dos índices observada no curto prazo. O principal destaque da sessão incide sobre a decisão relativa do BCE no que respeita a evolução da política de expansão monetária no seio da Zona-Euro no rescaldo das eleições Italianas, sendo expectável que a taxa de juro de referência se mantenha nos 0,75% e que se materializem alguns comentários sobre a eventual possibilidade de flexibilização de acesso dos países ao programa OMT. Adicionalmente, o newsflow em torno de resultados empresariais mantém-se intenso, destacando-se a divulgação de números trimestrais acima das expectativas por parte da Merck KgaA (+3,76%) e Continental (+3,20%), ao passo que na esfera sectorial realce para a outperformance observada por alguns dos principais players do espaço financeiro europeu.

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica, destaque na Zona Euro para a divulgação dos dados relativos ao crescimento económico na região, sendo que o PIB reportado registou uma desvalorização de 0,9% (YoY), em linha com o antecipado pelo consenso de mercado. Já nos EUA o indicador ADP Employment, relativo à criação de emprego no sector privado no país, surpreendeu positivamente os analistas ao se cifrar nos 198k, acima dos 170k antecipados pelos analistas. Ainda nos EUA, destaque para os dados relativos aos inventários de crude que se cifraram francamente acima dos valores avançados pelos analistas (3833k vs 788k antecipados).

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Abril recuaram USD 0,08 para os USD 90,35 por barril.

Mercados: EUA


Os principais índices accionistas norte-americanos encerraram a sessão em terreno maioritariamente positivo, no seguimento da divulgação dos inventários de crude na região. O S&P 500 avançou 0,11% com o sector dos materiais a impedir uma performance inferior. Também o Dow Jones Industrial Average valorizou 0,3% atingindo um valor record, enquanto no Nasdaq desvalorizou 0,24%.

Mercados: EUROPA


Os principais índices europeus encerraram a sessão em terreno misto - DAX (+0,62%), CAC (-0,35%) e AEX (+0,25%) – na sequência da divulgação de resultados empresariais e após terem alcançado máximos relativos. O sector tecnológico registou os ganhos mais significativos, com a SAP a valorizar 1,34% na sessão. No polo oposto o sector de telecomunicações registou a performance mais fraca, com a France Telecom e a KPN a recuarem 2,42% e 3,55% respectivamente. Na esfera individual realce para a Henkel, que recuou 2,43%, na sequência da divulgação de resultados empresariais, e para a RWE que desvalorizou 1,88%, após ter sido anunciado que a empresa prevê reduzir para metade as despesas com o investimento em energias renováveis a partir de 2014 com o objectivo de reduzir a dívida. Realce adicional para a TomTom, que avançou 5,63%, após noticiado que a empresa vai equipar os veículos da Mercedes-Benz com informação de trafego em tempo real.

Mercados: PORTUGAL


O principal índice accionista nacional encerra a sessão com perdas de 0,95%, uma performance inferior à registada pela generalidade dos índices europeus. O PSI20 encerra hoje com apenas três constituintes em terreno positivo, sendo eles a Sonae, Galp e EDP Renováveis, valorizando 1,31%, 1,06% e 0,15%, respectivamente, tendo a Galp anunciado que planeia intensificar a exploração e a produção de petróleo em mercados nos seus mercados externos até 2017. Já no pólo oposto, a Semapa protagoniza a performance mais negativa da sessão, ao recuar 3,20%, seguida pela REN e pela Jerónimo Martins, que recuam 2,88% e 2,34%, respectivamente, ainda que não se tenha registado qualquer newsflow de relevo que assim o justifique. Também o sector financeiro regista hoje uma performance negativa, tendo o BCP, BPI e BES desvalorizado 2,73%, 0,84% e 1,19%, respectivamente, apesar de a última ter sido alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno maioritariamente positivo, depois do novo Governador do Banco do Japão ter rejeitado a aplicação imediata de políticas monetárias expansionistas, por via dacompra de activos em mercado aberto. O Nikkei avançou 0,30%, com o sector das utilities a impulsionar os ganhos do principal índice accionista nipónico.

Resultados: MERK


A farmacêutica alemã reportou um EPS ajustados relativo ao último trimestre de 2012 de EUR 2,05, superando os EUR 2,02 estimados pelos analistas. Também as receitas se revelaram marginalmente acima do estimado ao situarem-se nos EUR 2,8 mil mn vs EUR 2,78 mil mn antecipados. A empresa anunciou ainda a distribuição de um dividendo de EUR 1,7 por acção, acima dos EUR 1,55 antecipados. A farmacêutica antecipa um crescimento moderado das vendas em 2013 e 2014, antecipando igualmente um aumento significativo do resultado líquido no período.

Resultados: ADIDAS


A empresa reportou receitas de EUR 3,37 mil mn no 4Q12, aquém dos EUR 3,44 mil mn estimados. A margem bruta no trimestre alcançou os 47,6%, superando os 46,2% estimados. No trimestre a empresa registou ainda uma perda líquida de EUR 272 mn, após o registo de imparidades de EUR 7 mil mn. A empresa anunciou a distribuição de um dividendo de EUR 1,35 por acção, acima dos EUR 1,25 por acção estimados. Para o presente ano a empresa antecipa um crescimento das receitas a rondar os 5%, estimando igualmente um aumento do resultado líquido para EUR 890 mn – EUR 920 mn, aquém dos EUR 946,4 mn estimados. A margem operacional deverá avançar para perto de 9% vs 8% em 2012. 

Resultados: CONTINENTAL


A empresa alemã reportou um EBIT no 4Q12 de EUR 720 mn, com o EBIT ajustado a alcançar os EUR 861 mn vs EUR 811 mn estimados. As receitas em igual período situaram-se nos EUR 8,1 mil mn vs EUR 8,13 mil mn estimados. A equipa de gestão espera manter a margem EBIT acima dos 10% este ano, prevendo um crescimento das receitas de 5% para mais de EUR 34 mil mn (vs EUR 33 mil mn). A empresa irá distribuir um dividendo de EUR 2,25 por acção.

Resultados: CARREFOUR


A retalhista francesa reportou quebras inferiores ao antecipado pelos analistas no resultado operacional, tendo ainda anunciado aumentos dos gastos com capital em 2013, por forma a reavivar o negócio no mercado doméstico. O resultado operacional recorrente cifrou-se nos EUR 2,14 mil mn, uma quebra de 2,6%, acima das expectativas dos analistas, que esperavam que este não fosse além dos EUR 2,07 mil mn, impulsionado pela forte performance no mercado francês. O CEO da empresa planeia investimentos adicionais de EUR 2,3 mil mn em 2013, com o objectivo de melhorar a percepção dos preços por parte dos consumidores, remodelar diversas localizações e expandir a oferta multi-channel da empresa. A dívida líquida da empresa cifrou-se nos EUR 4,32 mil mn, um recuo de EUR 2,6 mil mn face ao período homólogo. 

Resultados: DELHAIZE


A empresa reportou uma perda trimestral de EUR 168 mn, uma quebra significativa face ao lucro de EUR 99 mn registado no período homólogo. O EBITDA reportado recuou 12,9% para EUR 382 mn, enquanto as receitas se cifraram nos EUR 5,76 mil mn, representando uma valorização marginal de 0,3% face aos EUR 5,63 mil mn reportados no último trimestre de 2011. Apesar dos resultados menos positivos, a empresa mostra-se confiante na possível recuperação da performance no curto-médio prazo, focando-se na revitalização do negócio doméstico, assim como o crescimento das operações na Europa de Leste. A empresa planeia prosseguir com a política de preços sustentáveis, contribuindo assim para o crescimento das receitas, política esta que deverá ser impulsionada por uma alocação de capital disciplinada e políticas de controlo de custos.

Mercados: PORTUGAL


A agência de notação financeira Standard & Poor’s elevou o outlook de Portugal de Negativo para Estável, esperando que os credores nacionais estendam o prazo para o cumprimento do programa de ajustamento.

Mercados: PORTUGAL - BANCOS


Os principais bancos portugueses foram ontem alvo de buscas por uma equipa de juízes, procuradores e policia, por suspeitas de cartelização nos preços do crédito à habitação e ao consumo.

Empresas: ZON e OPTIMUS


Têm hoje lugar a partir das 15h00 as assembleias da ZON e da Optimus, para votar a fusão entre as duas empresas. No dia de ontem, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) enviou à Autoridade da Concorrência um parecer no qual aprova a fusão da Zon com a Optimus, dispensando inclusive a audição dos operadores.

4 de março de 2013

Mercados: EUROPA (abertura)


Os principais índices europeus iniciaram a sessão em terreno maioritariamente negativo – DAX (-0,53%), CAC (-0,24%) e AEX (-0,38%) – após a China ter apertado as regras relativas aos empréstimos imobiliários de forma a resfriar o mercado. Na esfera sectorial realce para a outperformance do sector de telecomunicações, com a France Telecom a valorizar 5,2%, após ter sido alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional. No polo oposto o sector de financeiro regista a performance mais fraca da sessão, com os títulos do sector a registarem perdas médias de cerca de 1%. Uma nota individual para a Repsol, que avança 2,55%, após ter sido noticiado que a petrolífera espanhola vendeu 5% do seu capital social ao fundo estatal de Singapura Temasek por EUR 1 mil mn. No polo oposto destaque individual para a Metro, que recua 4,68%, após uma casa de investimento internacional ter revisto em baixa o price target da retalhista alemã.

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica, destaque na Alemanha para as vendas a retalho, que avançaram 2,4% (YoY), superando largamente as expectativas dos analistas, que apontavam para que estas registassem um recuo de 1,7%. Já nos EUA, os dados relativos ao rendimento pessoal revelaram um decréscimo na ordem dos 3,6%, abaixo da desvalorização de 2,4% antecipada pelo consenso de mercado. Também nos EUA, o índice Markit PMI cifrou-se nos 54,3, marginalmente abaixo das expectativas do mercado que antecipavam que este se cifrasse nos 55,2. Já o índice de confiança da Universidade de Michigan superou os valores apontados pelos analistas, cifrando-se agora nos 77,6 vs 76,3 antecipados, sendo que também o indicador de actividade de manufactura ISM superou as expectativas do mercado cifrando-se nos 54,2 face aos 52,5 antecipados.

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Abril recuaram USD 0,47 para os USD 90,21 por barril, negociando a valores mínimos desde o início do ano.

Mercados: EUA


Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão com ganho ligeiros, isto com o Senado a votar a entrada em vigor do programa de corte de custos no valor de USD 85 mil mn. O S&P 500 avançou 0,23%, com o sector de serviços a registar os ganhos mais significativos. Também o Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average valorizaram 0,33% e 0,25% respectivamente.

Mercados: EUROPA


Os principais índices accionistas europeus encerram a semana em terreno negativo – DAX: -0,43%; CAC: -0,62%; AEX: -0,23% - com os reportes dos níveis de manufactura no Reino Unido e na China mostraram um recuo dos mesmos, ao mesmo tempo que os níveis de desemprego na Zona Euro atingiram valores recorde. O sector financeiro registou hoje a performance mais negativa da sessão, com o Credit Agricole a recuar 2,43% e o Deutsche Bank a desvalorizar 4,33%, este último no seguimento de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Nota ainda para a francesa Peugeot, que recuou 4,10%, após ter sido anunciado que os registos de veículos ligeiros em França recuaram 12% em Fevereiro. Também a alemã Metro recuou 4,94% na sessão, no seguimento da divulgação de resultados que desiludiram as expectativas dos analistas, ao mesmo tempo que a retalhista anunciou um corte nos dividendos a distribuir. No pólo positivo, o sector tecnológico foi o único a registar uma performance positiva, impulsionado pela SAP que avançou 0,84%, ainda que não se verifique qualquer tipo de newsflow que justifique esta movimentação. Nota final para a Infineon, que avançou 1,27%, após ter anunciado que antecipa vendas de EUR 1 mil mn na China até 2016.

Mercados: PORTUGAL


O PSI 20 fechou a sessão em terreno negativo, ao recuar 0,82%, um desempenho em linha com o dos restantes congéneres europeus. A dominar as perdas esteve o sector da banca, com o BPI, BES e BCP a desvalorizarem 3,85%, 2,39% e 0,92%, respectivamente, sem newsflow sectorial relevante que apontasse para a underpormance dos três bancos nacionais. Também a Galp e a Portugal Telecom recuaram cerca de um ponto percentual, sem newsflow específico que assim o justificasse. Já do lado dos ganhos estiveram os títulos da Jerónimo Martins, Portucel e ZON, a avançarem 0,56%, 0,55% e 0,29%, respectivamente, com a retalhista portuguesa a corrigir das perdas registadas durante a semana, depois de divulgados os seus resultados anuais referentes a 2012.

Mercados: ÁSIA


Os principais índices asiático encerraram a sessão em tereno maioritariamente negativo, após a China ter apertado as regras para as hipotecas imobiliário com o intuito de resfriar o mercado. O Nikkei avançou 0,4%, com o sector de Oil&gas a registar as maiores perdas.

Empresas: PORTUGAL TELECOM


Uma casa de investimento internacional subiu o price-target da operadora nacional de EUR 3,60 para EUR 4, mantendo a recomendação de “neutral”.

Empresas: EDP


A China Three Gorges iniciou conversações com alguns dos accionistas mais importantes da eléctrica nacional com vista à alteração do seu modelo de governação, passando a desempenhar um papel mais directo na sua gestão.

Empresas: BRISA


A Tagus nomeou de um revisor oficial de contas para definir o valor a pagar pelas acções da concessionária nacional.

Empresas: EADS


A empesa francesa deverá aumentar a rentabilidade de forma mais rápida que o antecipado, referiu o CEO em entrevista à imprensa francesa.

Empresas: GDF SUEZ


A empresa francesa procura uma redução de custos de EUR 3,5 mil mn até 2014. Recorde-se que a empresa reduziu a dívida em Janeiro em EUR 1,1 mil mn, esperando alcançar uma divida de EUR 35,5 mil mn em Julho.

Empresas: TOTAL


A empresa anunciou que um terminal de energia no Reino Unido teve uma paragem forçada, devendo permanecer inactivo por tempo indeterminado.

Empresas: VEOLIA EVIRONMENT


A empresa irá perder o contrato com a região francesa da Nice, após a região ter assumido o interesse em retomar o controlo da gestão dos resíduos e da água a partir de Fevereiro de 2015.

Empresas: REPSOL


A empresa vendeu 5% do seu capital social ao fundo estatal de Singapura Temasek por EUR 1 mil mn.

Empresas: FRANCE TELECOM


A empresa foi alvo de um upgrade por parte de uma casa de investimento internacional.

1 de março de 2013

Mercados: EUROPA (abertura)


Os principais índices europeus iniciaram a sessão sem tendência definida – DAX (+0,01%), CAC (-0,18%) e IBEX (+0,18%) – em antecipação à decisão do Congresso norte-americano quanto aos cortes na despesa pública a realizar pelos EUA. Na esfera sectorial destaque para o sector de bens de consumo, a avançar 0,44%, . No polo oposto realce para o sector financeiro que recua 1,05 %, com o Deutsche Bank e a Societé Genéral a desvalorizarem 3,76% e 2,50%, respectivamente, depois do banco alemão ter sido alvo de um downgrade por parte de uma casa de investimento internacional. Uma nota individual para a Siemens, que se encontra a negociar em terreno marginalmente negativo, recuando 0,06%, num dia em que empresa alemã emitiu um empréstimo obrigacionista na ordem dos EUR 2,5 mil mn com maturidades entre 8 a 15 anos.

INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA


Na esfera macroeconómica realce nos EUA para a segunda leitura do PIB relativo ao 4Q12, que registou um avanço de 0,1%, revisão que reportou uma evolução mais benéfica que a reportada na primeira leitura, ainda que tenha sido inferior às estimativas. Ao nível do mercado de trabalho realce para os pedidos semanais de subsídio de desemprego que se situaram em 344 mil, abaixo dos 360 mil estimados pelos analistas.

Mercados: CRUDE


Os futuros do crude para entrega em Abril recuaram USD 0,71 para os USD 92,05 por barril, continuando a tendência negativa registada na sessão anterior.